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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Feministas celebrando a morte dum homem

A notícia que se segue foi retirada duma página feminista. Depois dela, serão postados alguns dos comentários feitos pelas feministas. À medida que forem lendo os comentários, lembrem-se que estas são as pessoas que lutam pela "igualdade" e pelo "fim da opressão".


O texto diz:
Masculinista se mata pela causa dOZOMI.
Ativista dos direitos dos homens morre ao saltar de uma ponte
No dia 29 de julho, quatro dias depois de ter saltado de uma ponte sobre o rio Han, o corpo de um homem conhecido como ativista dos direitos dos homens Jae Seong-ki foi encontrado boiando na água pela polícia. 
Foi uma conclusão bizarra e trágica que os observadores haviam assumido como sendo um golpe publicitário frívolo. Antes de saltar da ponte ele esperou os fotógrafos se reunirem, Seong tinha publicado um manifesto on-line sobre as metas de sua organização, Homens da Corea , e pediu ₩ 100 milhões para salvar o grupo da falência. 
Em seus comentários, Seong criticou o Ministério da Igualdade de Gênero e Família, também conhecido como o Ministério da Mulher e da Família, por tirar dinheiro do governo de oprimir os direitos dos homens. 
Durante os dias desde o suicídio de Seong, a internet coreana foi preenchida com a discussão da causa e tenta entender por que ele teria tomado uma medida tão drástica. koreaBANG informou que Seong no passado, incluía na sua famosa defesa pública a pornografia. 
Seguem-se alguns dos comentários:









^ ^ Esta idiota realmente acha que isso de alguma forma torna a sua atitude menos desprezível. Por mais que alguém seja contra os homens (e as mulheres) que lutam pelos direitos dos homens, é moralmente condenável que se celebre o suicídio dum ser humano.


Ou seja, segundo esta feminista, o respeito que a pessoa merece na hora da sua morte depende da sua posição em relação ao feminismo. Se ele ou ela é contra o feminismo, então não merece respeito algum.










quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Os desertores

"Quase todos os desertores chegam a Hanawon com sintomas de paranoia. Falam aos sussurros e envolvem-se em brigas. Têm medo de revelar nome, idade ou local de nascimento. Seus modos, em geral, ofendem os sul-coreanos. Tendem a não dizer 'obrigado' ou 'desculpe'.

Perguntas feitas por caixas de banco sul-coreanos, que eles encontram em excursões para abrir contas bancárias, com frequência aterrorizam desertores. Eles desconfiam das intenções de quase todas as pessoas em posições de autoridade. Sentem-se culpados em relação aos que deixaram para trás. Angustiam-se, por vezes ao ponto do pânico, em razão de sua inferioridade educacional e financeira em comparação com os sul-coreanos.

Têm vergonha do modo como se vestem, falam e cortam o cabelo.


'Na Coreia do Norte, a paranoia era uma resposta racional a condições reais e ajudava essas pessoas a sobreviver', disse Kim Hee-kyung, uma psicóloga clínica que conversou comigo em seu consultório em Hanawon. 'Mas ela os impede de compreender como as coisas se passam na Coreia do Sul. É um verdadeiro obstáculo à assimilação.'

Adolescentes que vêm do Norte passam de dois meses a dois anos na Escola Secundária Hangyoreh, um estabelecimento de ensino em regime de internato para alunos com dificuldades, filiado a Hanawon. Ela foi construída em 2006 para ajudar jovens recém-chegados do Norte, cuja maioria é inapta para a escola pública na Coreia do Sul.

Quase todos eles se esforçam para aprender rudimentos de leitura e matemática. Alguns têm déficits cognitivos, claramente em consequência de desnutrição aguda na primeira infância. Mesmo entre os jovens mais inteligentes, o conhecimento de história do mundo reduz-se essencialmente a histórias pessoais míticas do Grande Líder, Kim Il Sung, e de seu querido filho, Kim Jong Il.

'A educação que se recebe na Coreia do Norte é inútil para a vida na Coreia do Sul', disse-me Gwak Jong-moon, o diretor de Hangyoreh. 'Quando a pessoa está com muita fome, não vai aprender e os professores não vão ensinar. Muitos estudantes passaram anos escondidos na China, sem nenhum acesso a escolas. Como crianças na Coreia do Norte, eles cresceram comendo cascas de árvore e pensando que isso era normal.'

Durante excursões aos cinemas, jovens desertores muitas vezes entram em pânico quando as luzes se apagam, temendo que alguém possa sequestrá-los. Ficam aturdidos com o coreano falado na Coreia do Sul, onde a língua foi contaminada por americanismos como syop’ing (shopping) e k’akt’eil (coquetel).

Consideram inacreditável que dinheiro seja armazenado em k’uredit k’adus (credit cards; cartões de crédito) de plástico.

Pizza, cachorros-quentes e hambúrgueres — itens básicos da alimentação de um adolescente coreano — lhes dão indigestão. O mesmo efeito é provocado pelo excesso de arroz — o alimento básico de outrora, que na era pós-fome se tornou comida de rico na Coreia do Norte.

Uma adolescente na Escola Hangyoreh fez gargarejo com amaciante de roupa, confundindo-o com antisséptico bucal. Outra garota usou sabão em pó como farinha de trigo. Muitos alunos ficam aterrorizados quando ouvem pela primeira vez o ruído de uma máquina de lavar em funcionamento.

Além de paranoicos, confusos e intermitentemente tecnofóbicos, os desertores tendem a sofrer de doenças evitáveis e males quase inexistentes na Coreia do Sul. Chun Jung-hee, enfermeira-chefe de Hanawon há mais de dez anos, contou-me que uma alta porcentagem das mulheres provenientes do Norte tem infecções ginecológicas crônicas e cistos. Disse que chegam muitos desertores contaminados por tuberculose que nunca foram tratados com antibióticos. 

Eles também chegam comumente com indigestão crônica e hepatite B. Muitas vezes é difícil diagnosticar enfermidades rotineiras, contou a enfermeira, porque os desertores não estão acostumados com médicos e desconfiam daqueles que lhes fazem perguntas pessoais e prescrevem remédios. Homens, mulheres e crianças têm problemas dentários graves resultantes de desnutrição e da falta de cálcio em suas dietas. Metade do dinheiro gasto anualmente em cuidados médicos em Hanawon vai para tratamento dentário protético. "

- Do excepcional "Fuga do campo 14", do jornalista americano Blaine Harden, que narra a história de Shin Dong-hyuk, único sobrevivente até hoje nascido e criado num campo de concentração norte coreano que conseguiu escapar.

Via



domingo, 3 de julho de 2011

Transgénero maltrata filhos por estes se recusarem a tratá-lo por "mãe"

Aparentemente a Coreia do Sul está um bocado atrasada na marcha até à utopia progressista:

Um pai transgénero com 4 filhos foi sentenciado a 2 anos de prisão por violentar os seus filhos por estes se recusarem a tratá-lo por "mãe" . . . O homem de 31 anos, mais tarde identificado como Oh, foi acusado de deixar os seus filhos passar fome e usar violência física contra eles. Um dos filhos é o resultado do relacionamento com uma antiga namorada, e os outros 3 são fruto do relacionamento com a segunda namorada.

Os esquerdistas ainda não possuem o controle total dos tribunais sul-coreanos, uma vez que o Juiz Presidente afirmou:

Embora os réus aleguem que a correcção física foi feita por motivos educacionais e legítimos, a sua conduta não pode ser vista como forma de orientação paterna ou instrução educacional, dados os números, os meios e as razões para a sua violência.

Oh, que tem tomado injecções de hormonas femininos uma vez por semana, levava uma vida normal durante as manhãs, mas agia como uma "mulher" durante a noite como forma de trabalhar no bar transgénero local, segundo documentos legais. Durante o julgamento, ele demonstrou um forte desejo de receber cirurgia de reajuste sexual de modo a tornar-se numa "mulher verdadeira".

As probabilidades do sr Oh se tornar numa "mulher verdadeira" são similares às probabilidades dele se tornar num coiote verdadeiro. Mesmo assim, a história termina com esta nota:

Embora operações de mudança de sexo sejam notícias do passado desde os EUA até à Tailândia, elas ainda são uma novidade na Coreia do Sul, onde as ideias confucionistas de piedade filial e hierarquia dominada pelo homem são fortes.

Vocês têm que se "modernizar", ó coreanos. O sr Oh não queria que os seus filhos crescessem com algum tipo de preconceito contra os esquisitos.

eek a pervert
Calma lá. Não tenhas uma mente tacanha, está bem?

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