sábado, 22 de setembro de 2012

A utilidade do estatuto de vítima

Aparentemente teve início uma bem organizada iniciativa que visa proteger o feminismo de alguns dos seus críticos mais activos. Há alguns dias atrás tivemos o Ivan mangina Martins a declarar, perturbado, que há homens que odeiam o feminismo - coisa que, aparentemente, não era suposto acontecer. 

Infelizmente o Ivan não se questionou do porquê existirem homens de todos os quadrantes sociais que  levantam oposição a um movimento  político que visa destruir todos os traços de masculinidade da sociedade ao mesmo tempo que visa conferir direitos especiais e exclusivos às mulheres.

Depois do Ivan, um tal de Alex Castro decidiu que os "mascus" [termo que supostamente significa "masculinistas", mas que na boca dos esquerdistas nunca se sabe] também estão cheios de ódio "pelas mulheres", causando a que eles deixem comentários "ofensivos" para as mulheres na sua página do facebook




Como todos sabemos, resistir ao ódio que provém do feminismo é "ódio às mulheres". Curiosamente, as atitudes que visam erradicar todos os traços de masculinidade da sociedade nunca são vistas como sendo o resultado de "ódio aos homens".

Depois destas figuras cómicas se embaraçarem com frases e palavras ridículas, foi a vez da Lola também se embaraçarar perguntando:

FALTA QUANTO PROS MASCUS ASSUMIREM SUA MISOGINIA?

Note-se que este tipo de pergunta - obviamente - não é feita com o expresso propósito de saber uma data específica em que "mascus" irão assumir "a sua misoginia" mas sim com o propósito de colocar todos os homens que criticam o feminazismo na posição defensiva. Essencialmente o que a Lola e todos os aliados feminazistas tencionam é colocar os anti-feministas a fornecer evidências de que não são misóginos uma vez que enquanto eles estiverem ocupados em tarefas defensivas, eles não estão a criticar o feminazismo [tarefas ofensivas].

Não há necessidade de fornecer evidências contrárias para aquilo que nunca foi provado (para além de ser ridículo os MRAs terem que provar uma negativa ["Prova-me que NÃO ÉS um assassino"]). Se a Lola acha que as vozes autoritárias dentro do movimento (e não os "sanctus" ou outros perturbados mentais) promovem o "ódio às mulheres" é a Lola que tem que citar os blogueiros e as vozes aprovadas dentro do  movimento que fazem isso. Isto envolve fornecer nomes, datas e fontes primárias (e não o "diz que disse" tão comum na esquerdalha militante).

Devido a isto, uma das formas de remover o auto-conferido lugar de autoridade moral que a Lola conferiu à sua volumosa pessoa é virar o disco ao contrário, e colocar o foco no que os feministas querem desesperadamente esconder com perguntas deste tipo.

Estatuto de vítima

Uma mulher que é violentamente espancada pela sua parceira lésbica é uma pessoa com um estatuto de vítima real visto que o que lhe confere o tal estatuto baseia-se em dados genuínos. Por outro lado, uma mulher que falsamente alega ter sido sexualmente abusada por um homem recebe um  estatuto de vitima  falso até que a verdade seja apurada [se vier].

O estatuto de vítima pode ser muito rentável e proveitoso para: 1) a vítima (real ou não),  2)  as pessoas em seu redor, e 3) as pessoas que fomentam um falso estatuto de vítima. Para se ver como é que isto acontece, basta levar em consideração um caso que ocorreu nos Estados Unidos há alguns anos atrás quando uma jovem mulher alegou ter sido "violada" por um promissor jovem jogador de futebol americano. O rapaz foi preso e passou vários anos na prisão até que as evidências o ilibaram. Durante esse tempo, graças ao estatuto de vítima falsamente adquirido pela mulher, ela foi generosamente compensada com $750,000.


O seu estatuto, embora falso, foi rentável para ela, para a família, e para um incontável número de pessoas em seu redor.

Hoje em dia, um dos grupos que falsamente se auto-confere o estatuto de "vitima" é o lobby homossexual ocidental. Embora existam lugares no mundo onde practicar o homossexualismo é um crime punível  com a  morte [países islâmicos] é absolutamente ridículo um homossexual ocidental afirmar que é uma "vítima" só porque não vê toda a sua agenda política, social e sexual aprovada pelas autoridades competentes.

Mas o "grupo de vítimas" que mais interessa ao feminismo são mulheres. Para a elite feminazi é de extraordinária importância perpetuar o estatuto de vítima junto das mulheres como forma dela [a elite] manter e aumentar o seu poder e influência.

Paralelamente, para algumas mulheres, este estatuto de vítima também lhes é favorável visto que lhes permite usar todo o tipo de desculpas [fornecidas pela elite feminista] para justificar o seu insucesso em alguma área da vida:
  • "Não avancei na minha carreira porque a sociedade é machista!" [e não porque saía todos os dias às 5 da tarde enquanto os colegas continuavam a trabalhar até altas horas]
  • "Ganho menos dinheiro por causa do patriarcado opressor!" [e não porque os homens têm profissões mais rentáveis]
  • "Não obtive a promoção porque o meu patrão é um machista!" [e não porque o colega é melhor profissional]

  • "Estou solteira porque os homens, que são machistas, e só querem mulheres jovens" [e não porque tem 35 anos, é divorciada, e tem um longo historial de relacionamentos falhados.]

  • "Há preconceito contra as mulheres fortes e independentes que gostam de expressar livremente a sua sexualidade" [Não. Há, sim, um conhecimento de facto que nos leva a concluir que as pessoas promíscuas - homens ou mulheres - são menos capazes de manter um relacionamento monogâmico, duradouro e estável.]
O que é que a elite feminazi ganha com isto?

Para a elite, o estatuto de vítima das mulheres é bastante rentável visto que é (também) com base nele que os governos ocidentais disponibilizam elevadas somas de dinheiro público a organizações controladas pelas feministas (centro de abrigo a vítimas de violência doméstica, organizações em favor da "igualdade", etc). Ou seja, essas feministas atraem contribuições estatais e contribuições sociais alegando que, entre outras coisas, existe uma "cultura de estupro"  onde todos os homens são potenciais violadores por virtude de serem homens.

Espalhar o pânico junto das mulheres perpetua assim o estatuto de vitima e faz com que elas olhem ainda mais para as "líderes" feministas como pessoas que podem fornecer algum tipo de orientação neste mundo cheio de homens que querem a todo o custo maltratar as mulheres.

Para além de serem vistas como "guias" e "exemplos", e para além de lucrarem muito isso, as líderes feministas aproveitam-se da credulidade de muitas mulheres para escrever livros e artigos onde ficamos a saber que as mulheres sempre foram oprimidas pelos homens, e que se a masculinidade for removida da sociedade, tudo funcionará melhor.(Nós sabemos como é que isso acaba)

(Curiosamente, e como disse o psicólogo "Angry" Harry. se as mulheres sempre foram "oprimidas" pelo homem,  isto significa que, não só as mulheres em nada contribuíram para o avanço do conhecimento humano, como todo o sucesso da civilização ocidental deve-se exclusivamente ao génio do homem. Quantas feministas estão prontas a concordar com isto?)

Por outro lado, temos homens feministas - escritores e jornalistas -  que sabem que o público feminino é mais fácil de manipular que o masculino, e que usam isso em seu favor. (Que melhor forma de angariar mais leitoras do que atacar o seu próprio sexo sabendo que só as mulheres menos informadas irão acreditar nas suas palavras?)

Portanto, temos aqui alianças perfeitas:
  • Líderes feministas lucram financeiramente com a promoção de mitos que conferem estatuto de vítima às mulheres;

  • Homens feministas que ganham uma nova legião de seguidoras atacando os homens;
  • Mulheres que se aproveitam desse estatuto para se desculparem perante a sociedade de alguma área da sua vida que não corre (ou não correu) como elas desejam (ou desejaram)
Sim, mas e os "mascus"?

E é neste contexto que os MRAs entram -  como perturbadores dum status quo que já dura, sem oposição,  há alguns anos. Para uma líder feminista, que lucra com o estatuto de vítima das mulheres, é primordial fragilizar e desacreditar todos os movimentos que expõe o feminismo por aquilo que ele é. Não é do seu interesse que se saiba que, longe de ser "oprimida", dentro da sociedade ocidental a mulher pertence a uma classe privilegiada.




Através desse prisma, podemos entender melhor a raiva de algumas blogueiras (e blogueiros manginas) perante o crescimento das vozes masculinas que se levantam contra o feminazismo. Não é que essas vozes feministas realmente acreditem que os "mascus" sejam "misóginos" ; o que se passa é que a mensagem dos "mascus" é totalmente destrutiva para a elite feminazi e como tal, importa que a mesma seja desacreditada antes que faça mais estragos.

O problema - para a elite feminista - é que o próprio facto delas se dedicarem de modo tão fanático ao que os MRAs escrevem demonstra que a mensagem dos "mascus" está a fazer o seu efeito. Ou seja, os ataques  que têm sido feitos [ao feminismo, e não às mulheres] estão a surtir efeito. A mensagem está a ser ouvida, entendida e assimilada (tanto por homens como por mulheres) e não há nada que os Ivans, os Alexs e as Lolas deste mundo possam fazer.

Melhor, há uma coisa que podem fazer : sair da frente antes que sejam triturados pela onda de verdade que sem dúvida vai assolar o seu frágil edifício feminista.



Conclusão:

Como foi dito inicialmente, não acredito que este inundar de textos anti-MRAs seja um "acaso" ; eu acredito que há um afinar de agulhas, um plano e uma estratégia bem montada que tem como propósito desacreditar os anti-feministas - pró-família, pró-vida (Cristãos ou não).

Tendo como base esta suspeita, acredito que num futuro próximo  mais textos sejam escritos, e mais vozes levantem ainda mais alto o clamor de "CULTURA DE ESTUPRO!!!" que as feminazis e seus aliados manginas tanto gostam. A verdade não interessa: o que interessa é cultivar o estatuto de vitima.

O que os  feministas não se apercebem é que quanto mais tempo investem a demonizar os MRAs, mais as pessoas ganham interesse, e mais elas fazem a sua própria investigação. E quando estas pessoas acedem aos grupos, blogues e fóruns MRAs, e verificam empiricamente que o histerismo das feministas não faz sentido algum, quem fica mal na história são as próprias feministas.

Por fim, só para comentar uma coisa que a Lola disse:

Como é que um “movimento” que dedica seu tempo livre pra pregar violência contra todo um gênero pode não ser considerado um grupo de ódio?

Curiosamente, estou de acordo com a Lola. Um movimento que apregoa o que se vê mais embaixo [ódio e extermínio de seres humanos inocentes] só pode ser considerado um grupo de ódio.
...
Obrigado ao D.R. pelas imagens. 

[ATENÇÃO: IMAGENS GRÁFICAS]












































































































9 comentários:

  1. por favor, ponha um spoiler antes de mostrar as imagens chocantes. sei que é necessário, porém um aviso prévio é sempre bem-vindo

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    Respostas
    1. Ele avisou... Se chocou(assim como eu!), não é? É isso o "bem" que o feminismo faz e não é dito... É asqueroso darem voz a uma coisa dessas...

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  2. Sabe o pior e mais irônico?
    Esse Alex Castro é editor do site Papo de Homem.
    Engraçado que ele faz os textos mais sem noção que eu já li por ali, já rebati muito texto dele.

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  3. Surpreendi-me pelo fato de o Alex Castro ser um cara engajado no feminismo.

    Tenho uns textos dele que baixei da Internet onde ele trata de várias prisões mentais em que o homem se envolve na vida tais como patriotismo, monogamia, etc.

    Não me lembro de todos mas devo tê-los no meu trabalho, pois não encontrei no meu PC.

    Apesar de não concordar muito com os temas abordados achei brilhante a maneira como ele argumentou em favor de suas teses.

    Oras, um sujeito que disserta tão bem a respeito das prisões mentais eu imaginava que ele jamais cairia em alguma mas, pelo visto, ele caiu na prisão mental do feminismo.

    Parece-me que na ânsia de se libertar de prisões mentais que limitam o campo de ação do indivíduo, o indivíduo acaba caindo em outras prisões mentais muito mais deletérias para a sua saúde mental e psíquica do que aquelas das quais ele buscou se livrar.

    Aprendi a gostar de minhas prisões mentais como patriotismo, trabalho, dinheiro, etc. e sei que se eu as destruí-las minha vida perderá muito do significado que atribuí à mesma, o que me obrigará a procurar novos sentidos para a minha vida.

    Nossas prisões mentais são o que nos liga à sociedade e ao tipo de pessoas com as quais escolhemos conviver e viver.

    Sem essas prisões mentais compartilhadas por muitos é impossível confiar-se no próximo.

    Talvez seja por isso que o Alex Castro sinta que os masculinistas odeiam os feministas.

    Muito pelo contrário: nós só queremos distância deles e não bater de frente com os mesmos a não ser que eles caiam na besteira de virem influenciar nossos filhos e filhas com suas inverdades pessoais e neuróticas.

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  4. Ae pessoal,vocês podem me ajudar a denunciar isso aqui?
    http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20120910101201AAOTgs3

    http://mortas.wordpress.com/

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  5. Saudações, Lucas, leitores.
    Tem que ter estômago pra ver essas imagens. Noto que em várias delas menciona o "médico", será que uma pessoa dessas pode ser chamada de médico? Um médico que faz isso vai contra tudo que prometeu defender, ao menos formalmente, em sua formatura. Palavras que não valerão nada, palavras ao vento.

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