quarta-feira, 23 de março de 2011

Antonio Gramsci e sua influência na revolução cultural de nossos tempos

*Tradução de Renato Salles

A DEGRADAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES EM NOSSO TEMPO

A degradação da cultura e dos valores em nosso tempo, na busca de um pensamento Único e de uma Nova Ordem Mundial formam parte de uma inteligente estratégia desenhada por Antonio Gramsci (1891-1937).

1.- QUEM FOI ANTONIO GRAMSCI?

Foi um pensador e político italiano, um dos fundadores do Partido Comunista italiano.

Nasceu em Sardenha no ano de 1891 de família muito humilde. Estudante universitário em Turim de 1911 a 1914. Abandonou por problemas de saúde. Em 1919, junto com Palmiro Togliatti, fundou o diário ORDINE NUOVO, que logo foi órgão do partido comunista italiano fundado por ele em 1921.

1921-1924: trabalhou em Moscou e Viena para a II Internacional Socialista.

1925: De volta a Roma enfrenta a ditadura de Benito Mussolini. Foi preso em 1926 e encarcerado em 1928.

1928-1937: Do cárcere difundiu suas idéias revolucionárias através de cadernos manuscritos que só depois de sua morte se deram a conhecer com o nome de Cadernos do Cárcere (1948 e 1951)

Em 27 de abril de 1937 morreu no hospital da cadeia em Roma.

2.- A ESTRATÉGIA GRAMSCIANA

Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra.

Por isso desenhou sua estratégia do seguinte modo:

Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENTIDO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de “ver a vida e seus valores”. Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política. (conjunto de organismo que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).

Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum), era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE, ESCOLA E ARTES. Para ali havia que apontar. Com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A CHINA de Mao; a CUBA de Fidel Castro).

Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.

3.- OBSTÁCULOS A SUPERAR PARA O ÊXITO DO PROCESSO GRAMSCIANO

O mesmo Gramsci assinalou que, para que o processo tivesse êxito, havia que rifar 2 obstáculos:

A IGREJA CATOLICA E A FAMILIA.

3.1. POR QUE A IGREJA CATOLICA? Porque Gramsci pensava que a razão da permanência da Igreja através dos séculos se apoiava nos três pontos seguintes:

a) a profissão de uma fé firme e inquebrantável, sem concessões e na constante repetição dos mesmos conteúdos doutrinais. Deste modo, [a Igreja] pôde conseguir um forte sentido comum (modo de pensar) no povo através dos séculos.

b) Haver conseguido amalgamar em seu seio tanto o povo analfabeto, a classe media e a elite intelectual própria. Com efeito, nenhuma filosofia imanentista, incluindo o marxismo, havia conseguido unir em um mesmo sentido comum ou crença, os intelectuais e o povo, os doutrinários e os praticantes, os expertos e os neófitos (ou “iniciados”). Gramsci, nisso, invejava a Igreja.

c) Por último, enquanto o marxismo exigia ao homem lutar para o êxito de uma sociedade sem classes aqui e agora, porque com a morte terminava tudo, a Igreja havia conseguido convencer o homem para a transcendência, ao mais além, e com isso não somente havia dado uma resposta ao sentido da vida como também ao sentido da morte.

3.2.-POR QUE A FAMILIA? Está claro que se a estratégia consistia na formação de um modo de pensar através da educação nos novos valores revolucionários, a família, primeira educadora do homem desde seu nascimento e durantes os primeiros e cruciais 5 anos de vida, era um incômodo intolerável.

4.- ESTRATÉGIA PARA SUPERAR ESTES OBSTÁCULOS SEGUNDO GRAMSCI

4.1. DESPRESTIGIAR A IGREJA, ao máximo possível com a desqualificação de sua doutrina (“a religião é o ópio dos povos”) e de seus membros hierárquicos (clero e vida consagrada).

4.2. DESTRUIR A FAMILIA, apresentado-a como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na “nova cultura”. (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos fiquem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão.


5. ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS SOCIOCULTURAIS DA VIGÊNCIA FÁTICA DO GRAMSCISMO

Não podemos deixar de reconhecer “que muitos dos esforços e previsões deste político e filósofo sardo, se foi materializado de forma tal, que hoje são elementos que formam parte já da atmosfera comum que respiramos. Há uma inocultável hegemonia secularista que satura a mentalidade de grandes segmentos da sociedade atual – para além de opiniões políticas e variantes de países, regiões e cidades - e vai possibilitando, dia após dia, que o que antes era visto como inaceitável, negativo ou inclusive aberrante, se veja como “normal”, positivo e até elogiável, em mais de uma ocasião.

Vejamos alguns exemplos facilmente constatáveis: Gramsci postulava que da única realidade que se pode (e se deve) falar, é a “daqui embaixo” (fecha-se em um imanentismo total), que os escritores e os pensadores secularistas deviam hegemonizar os meios massivos de comunicação (basta ligar a televisão, escutar certos programas de radio ou debruçar-se sobre qualquer banca de jornal), que se tinha que acabar com o prestígio dos autores, instituições, meios de comunicação ou editoriais fieis aos valores da tradição, opostos aos desígnios dos secularistas, laicistas e “modernizantes”.

Inclusive, Gramsci previu a defecção de numerosos “católicos” que, deslumbrados pela utopia secularista, haviam de aceitar as diversas formas de “compromisso histórico”. O agudo intelectual italiano sabia bem que, se obtinham maiores ganhos por estas vias graduais, de lenta mas contínua transformação da mentalidade que pela via de uma perseguição aberta. Toda uma hábil guerra de posição estrategicamente concebida e executada. E muito mal entendida e enfrentada por quem estaria obrigado a fazê-lo.

Pareceria que vivemos em um mundo desenhado (e à medida de) Gramsci: se foi invertido os valores morais e políticos, se busca “desierarquizar” tudo o que é valioso, se exalta tudo que seja ou implique “horizontalismo”, se “desconstrói” o são pensamento filosófico e teológico, de forma tal que fica “pulverizado” em uma multidão de novas ideologias e “filosofias” cujo só empenho é “desmistificar”, “secularizar”, “dessacralizar”.

Seguramente se comprazeria – e muito- Antonio Gramsci ao ver em pleno processo de realização (atualização, diria Gentille) algo que alguma vez “profetizou”: o fim da religião teria que ocorrer por “suidicio”, ao diluir-se os limites da Cristandade com respeito ao mundo moderno. Enquanto uns recordam que o que está acontecendo é uma “cristianização do mundo”, o que na realidade se está dando é justamente o contrário: segmentos consideráveis de “cristãos” se mundanizam, adotando os parâmetros e critérios próprios de uma mentalidade totalmente inserida em uma cosmovisão intramundana e secularista. Ainda que nem sempre neguem explicitamente, vivem como se o mundo transcendente não existisse, como se tudo começasse e terminasse “aqui em baixo”.

O programa era (e é) bem claro: “conseguir o desprestígio da classe hegemônica, da Igreja, do exército, dos intelectuais, dos professores, etc. Haverá inclusive que hastear as bandeiras das liberdades burguesas, da democracia como brechas para penetrar na sociedade civil. Haverá que apresentar-se maquiavelicamente como defensor destas liberdades democráticas, mas sabendo muito bem que as considera tão só como um instrumento para a marxisação geral do sentido comum do povo” [8].

Outro lamentável fato facilmente constatável em diversos ambientes culturais do Ocidente, sobre tudo latino e latinoamericano, é o que se foi dado a chamar a “traição dos intelectuais”. Isto foi conseguido por diferentes vias, seja mediante favores, concessão de prebendas e bajulações de todo tipo, ou bem mediante a tática oposta, que é a seguida por intelectuais e professores que não se dobram antes as formas de cooptação; para eles estão a pressão, a chantagem, a ameaça e o boicote quando não o desprestígio, a calunia e a difamação.

E é que na estratégia gramscista o quebrantar de um modo ou outro ao intelectual opositor é fundamental: ouçamos de novo ao Padre Sáenz: “Gramsci considera que se ganhou uma grande batalha quando se consegue a defecção de um intelectual, quando se conquista a um teólogo traidor, um militar traidor, um professor traidor, traidor de sua cosmovisão... Não será necessário que estes “convertidos” se declarem marxistas ; o importante é que já não são inimigos, são aceitáveis para a nova cosmovisão. Daí a importância de ganhar-se os intelectuais tradicionais, que, aparentemente colocados por cima da política, influem decisivamente na propagação das idéias, já que cada intelectual (professor, periodista ou sacerdote) arrasta atrás de si um número considerável de prosélitos” [9].

O que na mentalidade predominante de nossos dias prevalece a nível popular o “da igualdade de qualquer religião”, “tudo é segundo como você vê”, “faz o que quiser desde que seja autêntico”, “agora tudo é permitido”, e já a nível filosófico o “não há natureza humana senão história”, “eu me dou minha própria essência”, “não há ser, senão tão somente o devir, ou inclusive, devires”, “não há verdade, tudo se reduz a multiplicidade(s)”, “não há escritor, somente texto”, “não há sujeito, senão estruturas epistêmicas”, e outras sandices e disparates do estilo (o catalogo, é inesgotável), quer dizer que um gramsciano camuflado, em invisível aliança (deliberada ou não) com o movimento New Age e outras inefáveis aderências, segue-se impondo em toda linha, para além das cada vezes mais escassas menções públicas deste autor, tanto por parte de quem o apóiam como por parte de seus detratores.”

Como vimos, o gramscianismo representa o mais agressivo, caustico e dissolvente ataque contra toda forma de religião transcendente e em particular contra o catolicismo. Muita da descristianização atual obedece em boa parte à ação destrutiva e semi-oculta dos “intelectuais orgânicos” a la Gramsci, estrategicamente situados, cuja ação toda se encontra encaminhada à “mutação do sentido comum” teísta e cristão a fim de que tenha direito o seu oposto.

Isso implica seu projeto de “decomposição interna do catolicismo” de “fazer assaltar a Igreja desde dentro” e de liquidar totalmente o “antigo conceito do mundo” inserido na cultura cristã-católica.

Finalmente, é míster assinalar que poucas coisas contribuem tanto ao avanço do secularismo como a defecção de teólogos, professores, pensadores, periodistas ou escritores. Pelo qual deverão pensar em congruência com os princípios dizem professar mas, não menos importante, também deverão levar uma vida coerente que não desvincule e incomunique as distintas dimensões da vida humana. “Quem não vive como pensa, acabará pensando como vive”.

Fonte do espanhol:

http://www.conviccionradio.cl/neomarxismo/antonio-gramsci-y-su-influencia-en-la-revolucion-cultural-de-nuestro-tiempo.html

terça-feira, 22 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Nem todas as culturas tem a mesma dignidade

Respect for property even in the middle of disaster (Photo: EPA)
Respeito pela propriedade mesmo no meio da calamidade (Foto: EPA)

A paisagem de algumas partes do Japão parecem retiradas dum cenário de Guerra Mundial. Nenhum pais industrializado havia sofrido tal dimensão de mortalidade e devastação há já algum tempo. A pequena consolação é até onde a Humanidade pode-se mover e unir em tempos de adversidade - como se pode vêr pela união entre as heróicas equipas de salvação britânicas a trabalharem em coordenação com equipas americanas.

E a solidariedade parece ser especialmente forte no Japão. Provavelmente mais impressionante que a força tecnológica deste país e a sua força social manifesta na redução dos preços por parte dos supermercados e os donos das máquina de venda automática a oferecerem bebidas enquanto as pessoas trabalham juntas para sobreviver.

Uma das coisas mais impressionantes de se observar, e contrariamente ao que seria de esperar segundo o credo do multiculturalismo, é a total ausência de pilhagem e saques por parte dos japoneses, coisa que já foi notada por outras pessoas.

Isto é muito pouco usual entre as culturas humanas, e dificilmente aconteceria na Grã-Bretanha. Durante as cheias de 2007 em West Country carros abandonados foram arrombados e caixas de água gratuitas foram roubadas. Houve pilhagem no Chile depois do terremoto do ano passado - tanto que as tropas tiveram que ser enviadas para a zona. Em New Orleans houve saques e pilhagens em escala impressionante.

(Fonte)


Porque é que algumas culturas reagem às adversidades revertendo para o egoísmo e o egocentrismo mas outras culturas - especialmente os japoneses - demonstram altruísmo em tempos de adversidade? A resposta é mais do que óbvia, mas é uma que deixa os comunistas que agem através do credo do multiculturalismo desconfortáveis.

As pessoas agem de maneiras distintas porque as variadas culturas mundiais possuem valores e costumes distintos, Uns são melhores (como os costumes japoneses no que toca ao seu altruísmo) e outros são incomparavelmente inferiores (como o manifesto pelos sul-americanos chilenos e pelos negros de New Orleans quando este revertam ao saque, pilhagem e, no caso de New Orleans, à violação).

Obviamente que esta distinção cultural não é nada genético ou inerente a um grupo étnico. Isto são coisas que são transmitidas de geração em geração e que devido a isso, tornam-se normais numa dada cultura. Qualquer pessoa que postule que uma etnia é melhor ou superior a outra só porque as pessoas de uma etnia têm tendência a adoptar um certo tipo de comportamento e pessoas de outra etnia tendem a suportar outro tipo de acções, está a errar gravemente.

Da mesma forma que se pode vêr que não há igualdade moral entre as culturas (contrariamente ao que os multiculturalistas pensam), não há a mínima evidência de que o comportamento é premeditado pela genética. Predisposição pode ter influências genéticas mas o comportamento é algo que nós escolhemos de livre vontade.

É precisamente devido à liberdade na escolha do nosso comportamento que Deus nos pode julgar no Dia do Julgamento Final. Isto seria impossível (ou injusto) se o nosso comportamento estivesse fora do nosso controle consciente.

domingo, 20 de março de 2011

Fechem a Austrália para reduzir 0.01 graus à temperatura mundial!

(Fonte)

A pergunta fulcral é: com os milhões gastos na redução da produção de carbono, os custos nas exportações e nas importações, os empregos perdidos, o custo de viver perto de parques eólicos, as férias no estrangeiro evitadas e o facto de ter que se pagar mais pela electricidade e pelo petróleo, quantos graus vão ser reduzidos com estas medidas?

Assumindo que o IPCC está certo em relação aos efeitos do CO2, e assumindo que a Austrália parasse totalmente de produzir CO2 (se os australianos abandonassem o seu país), lá para o ano de 2100 o mundo seria 0.0123 graus mais frio, e o nível dos mares seria 2mm mais baixo. Sem dúvida que valeria à pena o sacrifício.


Claro que o verdadeiro propósito dos ambientalistas não é reduzir a temperatura dos mares e nem tornar a Terra mais fria, mas sim o controle dos recursos mundiais. Por isso é que a totalmente desacreditada ONU tem tanto interesse em propagar este mito. Sem um "inimigo" para atacar, a ONU é uma entidade sem propósito.

Quem criou esta organização tinha em vista uma futura era onde existira um "governo mundial" que controlaria os destinos da população mundial, mesmo que essa população mundial não quisesse. Vários socialistas já vieram a público afirmar que, sim, mais cedo ou mais tarde vai ter que haver um governo fascista a controlar o mundo.

Bertrand Russell, que viveu um pouco antes da histeria em torno do não-existente aquecimento global antropogénico (AGA) ter sido publicitado, falava em "governos de transição" como forma de "garantir a paz". Noam Chomsky, outro militante esquerdista, já disse que estaria de acordo com um governo fascista se as pessoas continuarem a rejeitar as desilusões paranóicas previsões dos "cientistas ambientalistas".

Ambientalismo radical é apenas mais uma arma para empobrecer as nações e torná-las mais dependentes do governo. A ONU sabe disso, bem como o Obama e todos os grandes líderes esquerdistas da Europa. Apesar do apoio ao não-existente AGA estar em vertiginosa queda livre, ainda há muitas almas que não sabem do verdadeiro propósito por trás da histeria do AGA.

sábado, 19 de março de 2011

A decepção do feminismo

Tal como todas as ideologias anti-cristãs (todas elas com origens no inimigo das nossas almas, o príncipe das trevas e o pai das mentiras) o movimento feminista é uma ilusão e uma decepção. Parece que é mas não é. Para mim pessoalmente isso ficou bem aparente no tratamento que as supostas defensoras das mulheres deram à Hillary Clinton e principalmente Sarah Palin.

Esta última sofreu ataques que se estenderam desde duvidar que o seu neto fosse de facto neto e não filho seu, até se desejar que ela fosse violada por um grupo de negros.

Para além do racismo desta última sugestão (são todos os negros uns violadores? Os únicos violadores que existem são negros?), seria de esperar que os esquerdistas dissessem alguma, mas nada. Onde estavam as feministas quando duas mulheres de esferas políticas distintas mais precisavam delas?

A pobre coitada da Hillary Clinton viu a sua nomeação (e consequente presidência) roubada pelos delegados dos Democratas americanos, mas, mais uma vez, as feministas nada disseram. Porquê? Porque Obama é o presidente americano mais radical no que toca o aborto - e isso é uma coisa que as feministas colocam sempre acima de tudo.

A Hillary também é uma fervorosa defensora da matança de bebés, mas o Obama vai mais longe. Ele defende que qualquer bebé que nasce de um aborto deve ser deixado para morrer. (Pesquisem por "Born Alive Act") Segundo a lógica distorcida desta marxista, se as enfermeiras cuidassem do bebé que sobrevivesse ao horror do aborto, isso poderia de alguma forma reverter o Roe vs Wade (o julgamento que legalizou o aborto nos EUA - 1973).

Mas a forma mais óbvia da decepção que é o feminismo nem é tanto no que elas não fazem no ocidente mas sim o que elas não fazem e nem dizem sobre o sofrimento das mulheres muçulmanas. As coisas chegam a um tal ridículo que os maiores defensores dos direitos das mulheres muçulmanas não são as feministas mas os maiores inimigos das feministas, nomeadamente, os conservadores cristãos e os conservadores judeus.

Deixo aqui então uma frase que foi exposta no JPost há algumas semanas:

A decepção fulcral do feminismo em nenhum outro lugar é feito mais aparente do que no silêncio com o qual as auto-professas feministas ignoram o tratamento desumano que as mulheres que vivem debaixo da lei islâmica recebem.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Educação sexual perversa por parte das Nações Unidas

O estrago feito pela organização americana com o nome de NEA (National Education Association = Associação Nacional para a Educação) extende-se para além das costas americanas. Aparentemente esta organização tem usado a plataforma das Nações Unidas para promover uma "educação sexual" que faria a Madonna corar:

Sexo oral, masturbação e orgasmos tem que ser ensinados durante a educação.
Assim afirmou a Diane Schneider a uma audiência durante um painel que visa combater a "homofobia", a "transfobia". Schneider, que representava a NEA, o maior sindicato de professoras nos EUA, propôs uma educação sexual mais "inclusiva" nas escolas americanas contendo currículos baseados em heterossexuais "liberais" (= promíscuos) e expressões homossexuais.

Ela alegou que a ideia de uma educação sexual continua a ser um paradoxo se for baseada na abstinência ou se forem aulas que os alunos possam escolher não assistir. Portanto, de acordo com o marxismo cultural, nós não só temos que aceitar o que eles chamam de normal como tal, como ainda temos que celebrar "estilos de vida" manifestamente pouco saudáveis. Pior, a existência da possibilidade para não assistir a tais "aulas" é, segundo a senhora Diane, "um paradoxo".

Mas o que é que a "educação sexual" significa segundo os esquerdistas? Ora, nada mais que engenharia social:

Uma educação sexual compreensiva é a única forma de combater o heterossexismo e a conformidade de género.
"Heterossexismo" = normalidade.
Nós temos que tornar estes assuntos parte da agenda de todos os estudantes ..... Aqueles que se opõem à homossexualidade estão presos na caixa binária que a religião e a família criam.
Portanto, como forma de acabar com esta mentalidade "binária", esta marxista cultural visa a destruição da "religião" (= Cristianismo) e da família como forma de facilitar a aceitação da promiscuidade sexual. O seu propósito é mesmo esse: destruir a moralidade, o Cristianismo (e a família), promover a promiscuidade e a perversão.

Estas pessoas com esta mentalidade demoníaca já controlam as escolas americanas. Agora querem também controlar as escolas de todo o mundo.

Boa sorte em ensinar esta perversão nos países islâmicos!

united_nations-gay-flag.gif
Nações Unidas ao serviço da homossexualidade e do marxismo cultural

terça-feira, 15 de março de 2011

O interesse das crianças

Retenham notícias como esta à mão sempre que ouvirem que uma decisão judicial ridícula que, por exemplo, remove crianças dos seus lares foi feita levando em conta "os interesses das crianças".
Um casal inglês moralmente oposto à homossexualidade perdeu uma batalha judicial em torno do direito de ser família adoptiva. Eunice e Owen Johns, com 62 e 65 anos respectivamente, levaram o caso a tribunal depois duma assistente social ter manifestado preocupação quando eles afirmaram que nunca poderiam dizer às crianças que o "estilo de vida homossexual" era aceitável.
Faz sentido que seja mais importante para um órfão aceitar que a homossexualidade é normal do que um lar amoroso onde possa receber cuidados paternais uma vez que as crianças já estão a ser abusadas pelos assistentes sociais de qualquer modo.

Nos dias que correm, se um homem divorciado quiser obter custódia dos seus filhos, a sua aposta mais segura será dizer ao tribunal familiar que pretende ensinar as crianças atitudes positivas sobre o dinheiro e a homossexualidade forçando-as a trabalhar como prostitutas de webcam.

Vêr também:

Um funcionário homossexual de creche foi acusado de abusar sexualmente de dezenas de crianças que estavam sob sua responsabilidade.


Claro que estas decisões legais não acontecem por acaso. O marxismo cultural visa a destruição da família tradicional e uma das formas de o fazer é a promoção de comportamentos sexuais promíscuos. Nessa lista a homossexualidade está no topo.

OS homossexuais, por outro lado, apoiam-se aos marxistas culturais e ao aparelho de Estado para promover o seu repugnante estilo de vido. O que eles não se apercebem é que eles estão a ser usados para um fim. Mas os marxistas culturais consigam o poder absoluto, eles vão-se descartar dos homossexuais.

O sistema legal inglês está a ser usado para a promoção da homossexualidade, portanto eles decidiram que pais adoptivos não podem dizer aos filhos que o sistema digestivo não faz parte da lista de sistemas que podem ser usados para a estimulação sexual.

domingo, 13 de março de 2011

Professor universitário oferece sexo ao vivo aos alunos

Aparentemente a Universidade de Northwestern leva as suas aulas prácticas muito a sério:

A 21 de Fevereiro o Prof. John Michael Bailey, um professor de psicologia conhecido por extravasar os limites, convidou os alunos da sua disciplina de sexualidade humana para observarem uma mulher nua a ser sexualmente estimulada por um brinquedo sexual motorizado.
Cerca de 120 alunos presenciaram a demonstração.

Mais tarde Bailey explicou que a perversa demonstração "ajudam-nos a entender a diversidade sexual". Ele acrescentou ainda que "Paus e pedras podem-nos partir os ossos mas ver pessoas nuas em palco executar actividades excitantes não faz mal a ninguém".

O reitor da Universidade defendeu esta "aula práctica" afirmando que o espectáculo sexual "está dentro do largo campo da liberdade sexual - quer nós concordemos ou não." A existência do politicamente correcto claramente demonstra que liberdade académica só aplica em situações que os esquerdistas aprovem.

Por exemplo, este tipo de "universidade" nunca aceitaria que um ex-homossexual fosse dar um testemunho aos mesmos 120 alunos, falando em como se libertou do vício da homossexualidade graças ao Senhor Jesus. Do mesmo modo, os esquerdistas que controlam as universidades do ocidente nunca aceitariam que uma mulher que tivesse ficado estéril devido a um aborto contasse a sua história no mesmo palco onde a mulher de cima usou equipamento motorizado para se estimular.

Não. "Liberdade" é definida como "liberdade para propagar ideias que estejam de acordo com o marxismo cultural."


Esta sexualização da juventude é uma das formas que Gramsci propôs para a subversão da sociedade ocidental. Ele sabia que uma sociedade com comportamentos sexuais responsáveis dificilmente abandonaria a moral cristã, e como tal propôs a sexualização da sociedade, começando pela juventude.

Os resultados deste tipo de "aulas" é bem visível no mundo ao nosso redor.

sábado, 12 de março de 2011

Dilma defende religiões africanas mas esquece-se dos Católicos

Brasil condena intolerância religiosa na ONU

Apenas as religiões africanas e a fé Bahai foram citadas

Júlio Severo
A missão brasileira na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra fez nesta quinta-feira uma declaração enfática, condenando a intolerância religiosa no mundo. O posicionamento foi manifestado durante a sessão sobre “liberdade de religião e crenças” do Conselho de Direitos Humanos, cuja 16ª reunião ocorre desde o final de Fevereiro.
A declaração oficial, lida na sessão principal do dia no Conselho de Direitos Humanos, diz: “O Brasil deplora veementemente todas as ações de discriminação e incitação ao ódio religioso que vêm ocorrendo em várias partes do mundo. Muitas vidas inocentes foram perdidas por causa da intolerância e da ignorância”.
Embora o Brasil seja o maior país católico do mundo, os representantes do governo da Dilma na ONU não se lembraram de deplorar o assassinato na semana passada do católico Shahbaz Bhatti, único ministro cristão no governo do Paquistão. Os diplomatas brasileiros também não se lembraram de mencionar os quase 200 mil assassinatos por ano de cristãos no mundo inteiro. A maioria desses assassinatos é cometida em países muçulmanos. Em segundo lugar, vem o marxismo.

Mesmo sendo o Cristianismo hoje de longe a religião mais perseguida no mundo, o documento do governo da Dilma só mostrou uma preocupação selectiva do Brasil com a situação dos seguidores de certas religiões que são alvos de discriminação em diversas partes do mundo, como as crenças de origem africana e a fé Bahai. “O Brasil reitera seu compromisso de assegurar uma sociedade plural, tolerante e livre. A liberdade de religião e de crenças é um direito fundamental garantido pela Constituição do país”.
De acordo com a revista Veja, o texto é uma das acções mais representativas do Brasil em um importante fórum internacional nos últimos ano, mostrando que o Brasil está “dando mais importância aos direitos humanos”.
Contudo, embora a estratégia tenha mudado, o que o governo da Dilma fez foi prosseguir a política do governo Lula, que já vinha defendendo abertamente na ONU o candomblé e outras religiões afros.
Com informações da revista Veja.

Do ponto de vista do marxismo cultural, faz todo o sentido ignorar o sofrimento dos cristãos de todo o mundo, uma vez que o Cristianismo é inimigo do marxismo. Não interessa à Dilma nem ao Sócrates colocar os cristãos na posição de vítimas sob pena destes poderem daí retirar dividendos políticos. É isso que os homossexuais tem feito com estrondoso sucesso: colocarem-se na posição de "vítimas" como forma de avançar com legislação que proteja o seu estilo de "vida".

Há alguns dias atrás ficamos a saber que a União Europeia também tem dificuldades em condenar ataques terroristas quando as vítimas são cristãos. A ONU, uma das maiores organizações marxistas culturais do mundo, não lhes fica atrás.

O Cristianismo é um obstáculo a remover, segundo os marxistas culturais, portanto, o que Dilma fez faz todo o sentido.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Político holandes: o multiculturalismo falhou

Seguindo declarações semelhantes por parte de oficiais alemães, belgas, britânicos e franceses, um político holandês declarou o multiculturalismo como um falhanço.

DutchNews:

O Democrata Cristão Maxime Verhagen afirmou .... que a sociedade multicultural falhou. As suas declarações foram feitas durante as gravações do programa de tv Nova College Tour.

Verhagen declarou ao programa que os holandeses já não se sentem em casa no seu próprio país e os imigrantes não são felizes por lá estarem.


Os imigrantes não são felizes na Holanda, e os holandeses não se sentem em paz nas suas próprias casas. Parece que a solução é por demais óbvia.

Claro que não haveria problemas em seguir em frente com a óbvia solução se as políticos estivessem de facto interessados no bem estar do povo. Como a liderança europeia é composta por marxistas culturais determinados em destruir a superior civilização judaico-cristã, eles não vão tomar as medidas necessárias.

O seu propósito, como já se sabe, é mesmo criar o caos total como forma de mais tarde tomar o poder absoluto para "reestabelecer a ordem". Por essa altura ninguém se vai lembrar que a ordem pré-existente foi destruída pelas mesmas pessoas que agora querem repôr a sua versão de "ordem" (totalitarismo de esquerda).

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