quarta-feira, 9 de março de 2011

Governo inglês força igrejas a "casar" homossexuais, mesmo que isso viole suas convicções

Pelos vistos a laicidade é uma via só de um sentido: o cristianismo não pode influenciar o "estado laico" mas o Estado pode influenciar e tentar mudar as prácticas religiosas dos cristãos. Onde estão os "laicos" quando mais precisamos deles?

Este é um exemplo da necessidade da Igreja se demarcar do Estado. O propósito da separação entre a Igreja e o Estado não era para proteger o Estado da Igreja, mas proteger a Igreja das decisões políticas do Estado.

Os gays e as lésbicas vão poder "casar" nas igrejas no seguimento de leis que vieram a lume esta semana.

A decisão histórica....vai acabar com a definição legal do casamento como sendo uma relação entre um homem e uma mulher. Um casal gay vai poder referir-se a um dos parceiros como "marido" e um casal de lésbicas vai poder referir-se uma a outra de "esposa".

Uma parte chave da reforma é acabar com a proibição de parcerias civis serem realizadas em lugares de oração.

Podemos chamar um gorila de peixe. Podemos até impôr leis que nos obriguem a chamar os gorilas de "peixe". Mas isso não torna um peixe num gorila.

Na situação em que estamos, é praticamente impossível lamentar o declínio do que era outrora a Cristandade porque muitas vezes as acções são eminentemente dignas do colapso anunciado.

Vai ser interessante ver quanto tempo os vários governos tentam negar a óbvia lógica que permite a poligamia e a bestigamia debaixo do mesmo disfarce que a homogamia antes da inevitável aceitação.


Fonte: Vox Day.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Olhar para seios femininos melhora a saúde do homem. Pesadelo feminista?

Será verdade o que este artigo diz? Se fôr, esperemos que as mulheres não se importem. As feministas, essas, é que provavelmente não irão gostar muito.

Pergunta interessante: se, como nos dizem as feministas, as distinções entre os homens e as mulheres são meras "construções sociais" - e não algo inato à biologia e à psicologia de cada um dos sexos - será que mulheres que olhem para seios de outras mulheres acusarão os mesmos resultados como os aludidos por este "estudo"?

Ouçam, rapazes! Um estudo diz que é saudável olhar para os seios duma mulher.

Quinhentos homens participaram do estudo realizado na Alemanha. A metade foi dito que não olhassem para seios femininos durante 5 anos. Aos restantes foi dito que olhassem para diariamente para seios femininos.

O estudo apurou que os homens que olhavam para os seios com mais frequência tinham taxas inferiores de problemas coronários e uma tensão arterial inferior.

Próximo passo: casas de strip como centros de saúde.

domingo, 6 de março de 2011

O sacrilégio de Natalie Portman: ter orgulho em estar grávida.

Ao lermos o que os membros da elite esquerdista de Hollywood escreveu depois da entrega dos Óscares, ficamos com a impressão que a actriz Natalie Portman cometeu o maior pecado aquando do seu discurso de aceitação do prémio de melhor actriz.


Portman foi homenageada pelo seu papel dramático no filme “Black Swan,” e ela começou o seu discurso de aceitação com as previsíveis palavras de agradecimento às pessoas que, directa ou indirectamente, estão relacionadas com o filme. Depois disto, e como forma de mostrar que todo o brilhantismo e a promessa de uma carreira notável nada são quando comparadas, a visivelmente grávida Natalie Portman agradeceu a Benjamin Millepied (noivo) por lhe dar "o papel mais importante da sua vida" (maternidade).

Embora o comentário de se tornar uma mãe possa ter feito sorrir milhões de pessoas um pouco por todo o mundo, segundo a escritora Mary Elizabeth Williams, escritora da Slate, o comentário foi revoltante.

Na altura, o comentário abalou-me, tal como me abalam todos os comentários que referem a maternidade como a acção mais importante que uma mulher pode executar.... Mas o motivo não me atingiu até que vi no Twitter o comentário da sempre perspicaz Lizzie Skurnick: "Epá, o homem que recolhe o meu lixo poderia também dar-te o papel mais importante da tua vida, jovem"

Quando uma mulher espera uma criança pela primeira vez, há muitos momentos de espanto e assombro entre as insónias e as azias. Mas será realmente a maternidade um papel maior do que ser uma Secretária do Estado ou uma juíza no Supremo Tribunal?

Que pergunta tão estúpida. Então ter a capacidade de gerar nova vida no seu seio (que garante a continuidade da espécie) é comparável a ser um político ou uma juíza?
É a reprodução automaticamente a maior acção que Natalie Portman vai executar na sua vida?
Aparentemente a Natalie pensa que sim, mas as feministas sabem melhor que a Natalie sobre a sua própria vida.

Para a Williams, a Natalie não deveria ter reduzido o seu papel como actriz em favor da maternidade vindoura. No seu mundo, Williams sugere que Portman deveria ter feito uma referência vaga à criança, e continuado com o discurso - como se ter um filho não fosse uma experiência que altera toda a forma como uma mulher olha para o mundo.

Porque é que, no auge da sua carreira profissional, haveria uma pessoa de sentir a necessidade de anunciar que há algo mais ainda mais importante? Mesmo que seja isso o que sinta, porquê reduzir a glória do que conquistaste?.... Porquê comparar os dois, como se ser actriz e ser mãe estivessem em competição? .... Quando foi a última vez que ouvimos um homem a qualificar o seu papel de pai como o seu maior papel?
Wendy Wright, a presidente da organização "Concerned Women for America" põe as coisas em perspectivas no seu comentário à LifeNews.com:
Hollywood resume-se a superficialidade, e esta fuga à realidade geralmente leva à destruição de vidas e famílias... Natalie Portman trouxe um sentido de realidade aos Óscares, nomeadamente, que as crianças e a família são uma grande prioridade que oferecem um significado mais profundo à vida do que os melhores prémios de Hollywood.

A abnegação da maternidade é a antítese do narcisismo de Hollywood. A Natalie oferece-nos a esperança de que uma actriz pode manter as suas prioridades no seu lugar e amar o filho mais do que a carreira.

E aqui jaz o problema. Williams não consegue ultrapassar o "eu", alegando que muitas actrizes normalmente pensam: "Se tiveres sorte, [a maternidade] não te vai diminuir como uma artista". William conclui:
A maternidade é importante. Mas também o é o trabalho. Não é preciso reduzir a importância dum para se estar orgulhosa do outro.
Pode ser que qualquer dia a Williams veja que o argumento tem duas vias.

A meu vêr, o que se passa com a raiva de Mary Elizabeth Williams e Lizzie Skurnick é que, quando Portman coloca o papel de mãe acima de qualquer outra coisa, ela está a atacar a ideologia que controla Hollywood: o marxismo cultural.

Segundo esta horrível ideologia, o "poder" das mulheres não pode de maneira nenhuma ser associado à família ou a maternidade - a sua capacidade única de dar continuidade à espécie humana - mas sim na realização de que elas tem uma função "colectiva" na preparação do caminho para a "nova sociedade". Segundo as feministas, essa "função" é o de lutar ferozmente de modo a terminar com a "opressão" das mulheres, mesmo que isso implique trazer infelicidade para as mulheres.

Toda a mulher que tem orgulho e felicidade em estar grávida está a atrasar a luta contra os "opressores". Essa luta tem primazia sobre a felicidade e os planos das mulheres ao nível individual.

Conclusão:

Natalie tem razão: ser mãe é o papel mais importante que ela vai alguma vez desempenhar na sua vida e nenhuma feminista pode anular isso.
Fonte: LifeNews.com

Feminismo: o propósito do imaginado colectivo suprime felicidade individual

Eu pus "colectivo" no título do post porque as feministas gostam de propagar a ilusão de que as mulheres no geral subscrevem ao seu ódio ao casamento. Mas é falso. As feministas são uma minoria entre as mulheres, tal como os homossexuais são uma minoria na população.

O que se passa é que as pessoas que subscrevem aos ataques que ambos os grupos fazem ao casamento e à família são bem mais numerosos e eles controlam os meios de difusão de informação no mundo ocidental. Devido a esse poder mediático, eles conseguem passar a ilusão de que "somos muitos" mas é falso. São, foram e hão-de ser sempre uma minoria.



Há uns dias atrás um contacto do Facebook pôs à disposição o vídeo que se vê neste post. Na altura comentei:
As pessoas pensam que o resultado do feminismo é algo que elas não contavam, mas isto é falso. O propósito do feminismo (bem como o do marxismo cultural) é a destruição do casamento. Nesse ponto, elas estão a ser bem sucedidas.

Portanto, o feminismo não está a falhar. Pelo contrário; o mesmo está a ser bem sucedido se levarmos em conta o seu plano inicial.

A pessoa que enviou o vídeo fez um comentário bastante interessante e relevante:
Eu acho que muitas raparigas que se identificam como "feministas" são como a rapariga mostrada neste vídeo: pessoas que seguem as ideias bonitas que lhes são apresentadas, ignorantes das implicações reais do que alegam.

Mas os arquitectos do feminismo não só estavam bem cientes das implicações, como ansiavam por elas. Veja-se esta citação de Simone de Beauvoir, uma das feministas mais relevantes no princípio do movimento:
  • "Nenhum mulher deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal opção existir, demasiadas mulheres vão segui-la."
Dito de outra forma, as mulheres devem ser prevenidas de fazer o que lhes dá *felicidade* como *indivíduos*, porque ao fazê-lo, elas afastam-se do *poder* político e económico no *colectivo*.

Isto é basicamente o que acontece com todas as formas de marxismo, do qual o feminismo é meramente uma variação. Como acontece sempre, o marxismo identifica um grupo (ex: o proletariado) como o "oprimido", e justifica a sua falta de poder como resultado das acções de outro grupo (a "burguesia"). Isto, claro, baseado num desequilíbrio de poder (muitas vezes imaginário) entre os dois grupos.

A solução marxista para esta alegada opressão passa sempre por uma luta de classes onde os "oprimidos" roubam o poder aos "opressores" até que os "opressores" são destruídos e os "oprimidos" reinam. (Isto é o que os marxistas chamam de "igualdade".)

Ou "justiça social".
Se isto melhora a vida dos "oprimidos" é irrelevante. Tudo o que importa para os marxistas é que os "oprimidos" passem a ter o controlo sobre o equilíbrio de poder sobre os "opressores"

Seria um sucesso enorme para o feminismo se as mulheres, como grupo, tivessem todo o poder político e económico, mesmo que as mulheres, individualmente, se encontrassem terrivelmente tristes, solitárias, usadas e abusadas, vazias e à beira do suicídio.

Como o casamento e a família são obstáculos para a dominação feminista, estas instituições tem que ser destruídas, mesmo que seja num casamento e no meio da sua família que a maioria das mulheres se sinta feliz.

Claro que o que as feministas ingénuas e os arquitectos do feminismo não entendem é o mesmo que os marxistas não entendem:

  • Ao tomarem posse de todo o poder e de todos os recursos económicos, eles plantam as sementes da sua própria destruição ao destruírem a fonte da riqueza (e desde logo, a própria sociedade que eles tentam conquistar), deixando-a à mercê de sociedades mais saudáveis que não partilham desta ideologia auto-destrutiva.

O vídeo fez uma alusão a este ponto quando falou na imigração, perto do fim.

Basicamente o que o feminismo (e o marxismo cultural no geral faz) é convidar a sua própria subjugação a ideologias baseadas nas instituições que o feminismo destruiu: família e casamento.

Na Europa o avanço do marxismo cultural está a destruir as taxas de natalidade, e os muçulmanos estão rapidamente a preencher o vazio. Nos EUA a imigração está a tornar algumas zonas totalmente fora do controlo. Há dias li num blog que 2 em cada 3 novos nascimentos no Texas pertence a um não-caucasiano. Isto significa que enquanto que a sociedade ocidental comete suicídio ao não se reproduzir (obrigado, feministas!), os imigrantes reproduzem-se de forma explosiva, preparando o caminho para o seu domínio demográfico.

A ironia disto é que muitos destes grupos que as feministas pensavam que seriam úteis para avançar com o marxismo cultural possuem visões da mulher e do casamento que contradiz o que as feministas alegam.

Resumindo, as feministas estão a fazer buracos no seu próprio barco....em alto mar.

Claro que do ponto de vista espiritual, tudo se resume a uma coisa: Cristianismo.

Os marxistas tentam destruir o Cristianismo como forma de atingir outra coisa (sociedade utópica comunista) sem se aperceberem que a destruição do Cristianismo é o final das coisas. Não para eles, mas para os demónios por trás da ideologia marxista cultural.

Dito de outra forma, o que os marxistas consideram um passo rumo a algo melhor, aos olhos do demónios, é o tal mundo melhor (um mundo sem Cristianismo). Claro que os marxistas, sendo materialistas, não aceitam que estão a ser usados, mas isso já é uma coisa que só a morte (ou a conversão) os pode ensinar.

Universidade deixa que homossexuais escolham os seus colegas de quarto

Então vejamos: o que é que as universidades podem fazer para seguir o "grande plano" do marxismo cultural, como proposto por Gramsci e pela escola de Frankfurt? Eis aqui uma ideia:

A maior universidade de New Jersey vai oferecer um programa de alojamento neutro no que toca ao género em 3 dos seus dormitórios que visam tornar a universidade mais inclusiva para os estudantes homossexuais.
Com início marcado para este Outono, estudantes gays, lésbicas ou transgénicos da Universidade Rutgers podem escolher um colega de quarto que seja homem ou mulher.
Os estudantes heterossexuais vão ter também permissão para viver em quartos com estudantes do sexo oposto. Os homens e as mulheres irão partilhar as casas de banho.

Um dos responsáveis pelo projecto (Joan Carbone) disse que a ideia ganhou forma depois de ter conversado com estudantes homossexuais, lésbicas e transgénicos.

fag-flag.jpg
A nova bandeira da Universidade Rutgers

O que se passa aqui é a normalização da anormalidade como forma de destruir a instituição do casamento. Com o marxismo cultural, a norma torna-se obsoleta e as perversões ganham "direitos" e projectos de acomodação. Os promíscuos vêem as suas preferências acomodadas, mas não se apercebem que são apenas peões no grande esquema da vida.

A sexualização dos jovens e a normalização da homossexualidade são medidas que visam destruir a estrutura familiar e o Cristianismo. Os engenheiros do marxismo cultural sabiam que a sua revolução nunca ganharia forma enquanto existisse uma forte cultura cristã, e como tal, determinaram-se a construir formas de erradicar tal ideologia da sociedade.

É segundo esse prisma que temos que olhar para "medidas" como a que a notícia de cima reporta.

sábado, 5 de março de 2011

Exemplo concreto do marxismo cultural nos órgãos de "informação"

Original

Podemos ver o tipo de enviesamento politicamente correcto — influência do marxismo cultural — nos nossos me®dia por um simples exemplo de duas notícias de um mesmo jornal e no mesmo dia:

Tratando-se de um traveco ou de um gay, “mata-se por amor”. Se a morte de outrem é causada por um homem, branco e heterossexual, trata-se de “assassinato puro e duro”.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Transsexual na Posse de Pornografia Infantil Poupado da Prisão Porque Seria Desagradável Para Si

Ás vezes há tanto esquerdismo empacotado no título de uma notícia que nós nem precisamos de desenvolver muito mais:

Pervertido Transsexual Que Fez Download de Pornografia Infantil Poupado da Prisão Porque Juíza Disse Que Tal Seria Uma "Experiência Aterradora"
A prisão seria uma experiência inconveniente para a Laura (nome de nascimento: "Luke") uma vez que ele/ela "está no meio de um processo de troca de sexo, o que significa que ela é biologicamente um homem mas legalmente uma mulher." Como recompensa por ter atingido este estado de auto-degradação, ele escapa a prisão com uma pena suspensa e algumas horas de trabalho comunitário.

Assim decidiu a Juíza Lesley Newton:

Francamente, tu mereces ir para a prisão, mas não consigo enviar-te para a prisão porque isso poderia ser uma experiência aterradora para ti.
A Juíza não disse se as experiências infligidas aos "jovens semi-nus" que foram "abusados" em frente a câmaras para o deleite de Laura Voyce foram "aterradoras". A Juíza não pareceu estar muito preocupada com isso.

Isto é o que acontece quando o relativismo moral toma conta de um país: há mais preocupação com o criminoso do que com as vítimas. Laura/Luke escapou da prisão (por crime de possuir material pedófilo) apenas e só porque estava no processo de destruição dos seus próprios órgãos sexuais. Se fosse um homem normal ou uma mulher normal, a Juíza não pensaria duas vezes.

O 3º "género"

Google inventa géneros.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Feminismo explicado

terça-feira, 1 de março de 2011

Com que então as feministas estavam erradas?

Lock up your daughters, here comes Harriet!

Tranquem as vossas filhas! Aí vem a Harriet! Tranquem as vossas filhas! Aí vem as feministas! Ou melhor, as alegadamente feministas.

Afinal, o que é que ensinar gerações de mulheres que os homens são os inimigos, todos-poderosos, opressivos e malignos tem a ver com o feminismo? Que feminismo é esse que ensina que as mulheres são vítimas, passivas e fracas. Absolutamente nenhum.

Finalmente, depois de 50 anos de ortodoxia sem sentido mascarada de "libertação" e "autorização" (eng: "empowering"), uma reportagem revela que tudo mais não é que um grande mito.

Publicado a alguns dias, a pesquisa internacional levada a cabo pela economista Catherine Hakim mostra que, longe de odiar o homem, as mulheres olham para ele como aliado na construção familiar, e alguém em quem elas depositam a confiança de ser o sustentador financeiro do lar.

Longe de serem barradas dos empregos de topo por parte de um patriarcado opressivo, as mulheres escolhem empregos que lhes possibilitem ter mais tempo para educar os filhos e cuidar dos mais idosos.

As mulheres não são vítimas passivas de uma estrutura profissional 100% masculina criada para as capturar e mantê-las em lugares inferiores. As mulheres são, sim, agentes livres que - surpresa! - escolhem a forma como trabalham para se acomodar ao seu estilo de vida. Eu [Cristina Odone - a escritora do artigo] descobri isto no ano passado quando fiz uma pesquisa entre as mulheres trabalhadoras da Grã-Bretanha. O estudo da Hakim mostra que mesmo se passa com as mulheres do resto do globo. A sua pesquisa, que inclui mulheres de países tão distintos como a Inglaterra, a Suécia e a Espanha, mostra que as mulheres colocam a família acima da carreira, e os maridos acima da autonomia.

Isto deve ser um choque terrível para as feministas que ensinaram durante décadas que só um salário gordo pode realizar uma mulher, e só um título académico prestigioso a pode fazer feliz.


Pesquisas que demonstram exactamente o contrário daquilo que o feminismo ensina não é surpresa alguma se levar-mos em conta que o feminismo mais não é que uma das armas dos marxistas culturais para a destruição da instituição do casamento.

Eu pessoalmente fiquei totalmente convencido que o feminismo nada tem a ver com a defesa das mulheres depois de ver a forma como as "feministas" se aliaram à esquerda americana nos ataques à Sarah Palin e a Hillary Clinton. A primeira foi atacada de todas as formas e feitios, chegando-se ao ponto de se duvidar que Trig fosse seu neto. Pior que isso, foi o facto de alguns "comediantes" desejarem que negros americanos a violem em grupo. Para além do racismo desta frase, onde estavam às feministas?

Em relação à Hillary, temos o caso do roubo da nomeação para candidata para presidente feita pelos delegados do Partido Democrata. Se tudo corresse de forma normal, Hillary seria a candidata, mas como os delegados dos Democratas não queriam perder o voto dos afro-americanos (e o dinheiro de George Soros), eles roubaram a nomeação e entregaram-na a Obama.

Tal como no caso da Sarah Palin, as feministas nada fizeram. E porquê? Ora, porque a ideologia está acima dos interesses das mulheres. As líderes das organizações feministas não são pessoas preocupadas em defender e proteger as mulheres, mas sim mulheres que usam as mulheres para defender e promover o marxismo cultural.

Vêr também:

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT