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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mais uma predadora sexual

Mulher de 41 anos pode vir a ser presa por alegadamente ter tido relações sexuais com um adolescente desde a partir dos seus 13 anos. Karen Lee Carstens ofereceu-se para tomar conta do rapaz quando a sua amiga - mãe do rapaz - foi hospitalizada.

Segundo as autoridades policiais, a predadora deu início às actividades íntimas com o adolescente quando este tinha 13 anos, o que eventualmente deu lugar a relações sexuais com ele em várias ocasiões, na sua casa no Texas.

Documentos legais revelaram que, durante a altura em que eles tinham relações sexuais sem protecção, o adolescente estava mais preocupado que a predadora com a possibilidade dela vir a engravidar. Segundo os mesmos documentos, o rapaz "chorou, acreditando que ela havia engravidado [a predadora] mas [Karen Carstens] assegurou-o a que não se preocupasse" visto que o seu ciclo menstrual teria início em breve.

A vítima disse ainda que a mulher havia pedido silêncio total em torno do assunto uma vez que se se soubesse, ela teria problemas.

O caso [sic] começou quando Karen Lee se ofereceu para tomar conta do rapaz de 13 anos durante o tempo em que a mãe seria tratada no Houston hospital. O rapaz disse que, quando a relação [sic] começou, a mesma envolvia apenas o contacto com os seios da predadora e com os genitais, mas que progrediu para sexo oral. (...)

O caso [sic] terminou em 2009 quando Karen Lee mudou-se para fora da área de Houston. Carstens, agora com 41 anos e a viver em Maryland, foi acusada pelas autoridades de Houston de agressão sexual a uma criança.

Fonte

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Tal como dito aqui, sempre que o abuso sexual é feito por uma mulher mais velha, os jornalistas tendem a qualificar isso de "caso" ou "relacionamento". Mesmo que tenha sido "consensual" (se é que se pode chamar de "consensual" a decisão duma criança de 13 anos), isto não foi um "caso" ou um "relacionamento"; isto foi um abuso sexual.

As feministas cuja propaganda depende em colocar as mulheres como perpétuas vítimas e os homens como perpétuos agressores, não costumam lidar muito bem com a informação de que as mulheres podem ser tão abusadoras como os homens. O seu financiamento depende do vitimismo feminino e como tal, elas não aceitam opiniões contrárias.


sábado, 5 de maio de 2012

Mãe grava vídeos sexuais com o próprio filho e envia-lhe fotos suas nua

Uma mãe foi acusada de incesto depois de ter sido encontrada num hotel com o filho adolescente e na posse de vídeos sexuais de ambos. A polícia afirmou que o rapaz de 16 anos tinha no seu telemóvel videos onde se via a mãe Mistie Atkinson a levar a cabo sexo oral com ele.

A polícia recuperou também fotos nuas da mulher de 32 anos que ela havia enviado ao filho mal a sua relação ilícita teve inicio (princípio do ano). O rapaz, que vive com o pai - que tem guarda exclusiva - estava ciente que Atkinson é a sua mãe biológica.

Os registos legais não revelam a dimensão do contacto pessoal que ambos tinham antes deles darem início ao caso, mas os investigadores afirmarem que Mistie não tinha direitos de guarda sobre o rapaz.

Atkinson e o filho adolescente foram encontrados num quarto de motel em Ukiah, California, no dia 2 de Março. Ela foi mais tarde lançada na prisão de Napa County e acusada de incesto, copulação oral com um menor, contacto com um menor para ofensa sexual e envio de material prejudicial para um menor.

A polícia afirmou que os vídeos contidos no telemóvel do rapaz datam de 3 e 4 de Fevereiro últimos. Para além disso, para além de ter enviado fotos nuas de si própria para o rapaz, Mistie trocou com ele mensagens sexualmente explícitas ao mesmo tempo que falavam em fugir juntos.

Os registos legais mostram que o pai obteve uma providência cautelar contra Atkinson.

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O alegado incesto [alegado?!!] tem paralelo com outro caso onde Aimee Louise Sword, de Waterford. Michigan, usou a internet para localizar o filho que ela havia dado para adopção quando este era bebé.

Depois de o ter localizado, ela deu início a uma relação sexual com o mesmo até que, passados muitos meses, os guardiões legais descobriram tudo. Sword declarou-se como culpada e foi sentenciada a um mínimo de 9 anos de prisão.

Durante a sua audiência, Sword pediu desculpas ao tribunal e à criança, explicando que não entendia o porquê dela se ter comportado da forma como se comportou e que iria pedir ajuda profissional.

[Curioso que ela nunca se tenha lembrado de "pedir ajuda profissional" enquanto estava em liberdade.]

Fonte

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Como é normal quando um abuso sexual envolve uma mulher mais velha e um menor, o incidente é qualificado pelos média de "um caso" - como se de um romance se tratasse - e não como um evento onde uma mulher adulta abusou dum menor.

Claro que se os papéis fossem inversos - isto é, no lugar da mulher estivesse um homem adulto e no lugar do rapaz estivesse uma adolescente - mesmo que actividade sexual fosse "consensual", os média dificilmente qualificariam isso de "caso", mas qualificariam o incidente por aquilo que realmente é: abuso de menores.

Curioso também que o Daily Mail diga o "rapaz estava ciente que Atkinson é a sua mãe biológica". Sim, e depois? A responsabilidade do incidente é da mulher , independentemente do rapaz estar ciente que Atkinson é a sua mãe biológica.


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