Mulher de 41 anos pode vir a ser presa por alegadamente ter tido relações sexuais com um adolescente desde a partir dos seus 13 anos. Karen Lee Carstens ofereceu-se para tomar conta do rapaz quando a sua amiga - mãe do rapaz - foi hospitalizada.Segundo as autoridades policiais, a predadora deu início às actividades íntimas com o adolescente quando este tinha 13 anos, o que eventualmente deu lugar a relações sexuais com ele em várias ocasiões, na sua casa no Texas.
Documentos legais revelaram que, durante a altura em que eles tinham relações sexuais sem protecção, o adolescente estava mais preocupado que a predadora com a possibilidade dela vir a engravidar. Segundo os mesmos documentos, o rapaz "chorou, acreditando que ela havia engravidado [a predadora] mas [Karen Carstens] assegurou-o a que não se preocupasse" visto que o seu ciclo menstrual teria início em breve.
A vítima disse ainda que a mulher havia pedido silêncio total em torno do assunto uma vez que se se soubesse, ela teria problemas.
O caso [sic] começou quando Karen Lee se ofereceu para tomar conta do rapaz de 13 anos durante o tempo em que a mãe seria tratada no Houston hospital. O rapaz disse que, quando a relação [sic] começou, a mesma envolvia apenas o contacto com os seios da predadora e com os genitais, mas que progrediu para sexo oral. (...)
O caso [sic] terminou em 2009 quando Karen Lee mudou-se para fora da área de Houston. Carstens, agora com 41 anos e a viver em Maryland, foi acusada pelas autoridades de Houston de agressão sexual a uma criança.
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Tal como dito aqui, sempre que o abuso sexual é feito por uma mulher mais velha, os jornalistas tendem a qualificar isso de "caso" ou "relacionamento". Mesmo que tenha sido "consensual" (se é que se pode chamar de "consensual" a decisão duma criança de 13 anos), isto não foi um "caso" ou um "relacionamento"; isto foi um abuso sexual.
As feministas cuja propaganda depende em colocar as mulheres como perpétuas vítimas e os homens como perpétuos agressores, não costumam lidar muito bem com a informação de que as mulheres podem ser tão abusadoras como os homens. O seu financiamento depende do vitimismo feminino e como tal, elas não aceitam opiniões contrárias.