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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Homossexual descobre que os marxistas culturais preferem os muçulmanos

Há um fenómeno triste que tem ocorrido com alguma frequência em algumas cidades europeias: grupos muçulmanos tem-se dedicado a atacar os homossexuais, quer fisicamente quer em forma de panfletos anti-homossexualidade.

Este artigo mostra as palavras dum homossexual em torno desse fenómeno, mas mais sério que isto é o facto da sociedade inglesa ignorar por completo os actos violentos dos muçulmanos contra os homossexuais. Eis aqui alguma das coisas que o escritor lá tem:

O Este de Londres tem-se revelado como uma das áreas onde os ataques homofóbicos cresceram como em mais nenhuma área de Inglaterra. Toda a gente sabe porquê, mas ninguém quer falar sobre isso.
Sim, toda a gente sabe que quem está por trás dos ataques são os muçulmanos.
Porque é que ninguém quer falar nisto?.....Porquê o silêncio?
Aparentemente este homossexual vivia num mundo onde as forças políticas lutariam entre si para defender os homens que usam o sistema digestivo como fonte de prazer sexual. O que este homossexual não sabe é que a "defesa" que os marxistas culturais fazem ao seu grupo é uma defesa meramente táctica. Como é algo meramente táctico, esta defesa pode mudar mal haja outra opção mais proveitosa.

O propósito do marxismo cultural não é defender a homossexualidade mas obter e manter o poder nas suas mãos. Neste caminho até ao poder absoluto, várias alianças tem que ser feitas como forma de combater inimigos comuns. Uma dessas alianças é com os grupos homossexuais.

Mas o poder por enquanto ainda é decido através de votos e os muçulmanos são em maior número do que os homossexuais. Como tal, quando estas duas facções lutam entre si, os marxistas culturais levantam a questão sobre qual dos dois grupos lhes é mais útil como forma de chegar ao poder? Os homossexuais, sendo menos de 5% da sociedade, são uma força ínfima quando de votos se trata.

Os muçulmanos, por outro lado, sendo bem mais férteis que os homossexuais (obviamente) e tendo como suporte o petróleo dos países árabes (com os quais os europeus tem que ter boas relações), são muito mais úteis ao marxismo cultural do que os homossexuais. Devido a isto, os ataques que os muçulmanos fazem aos homossexuais (quer na Europa quer nos países muçulmanos) são ignorados.

Conclusão:

O homossexualismo é apenas uma arma com a qual os esquerdistas visam destruir o Ocidente e o Cristianismo. Eles só se importarão com esse estilo de vida enquanto o mesmo lhes fôr útil. Quando já não fôr útil, eles descartar-se-ão deles.

Os homossexuais que se preparem porque o número de muçulmanos na Europa está a aumentar de forma explosiva. Aquilo que está a acontecer em Londres vai acontecer noutras partes da Europa.

A ironia disto tudo é que estes mesmos homossexuais lutaram de forma militante contra o Cristianismo porque pensavam que daí surgiria um sociedade mais tolerante em relação à sua perversão.

Parece que o que vem a seguir vai ser bem pior.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O bordel ou o burkah?

As previsíveis consequências da sociedade pós-Cristã já se estão a fazer notar na Grã-Bretanha:
O que Alibhai-Brown expõe aqui não é o duplo standard sexual, mas o duplo standard étnico ou religioso onde os homens muçulmanos tem um padrão para as "suas raparigas" e outro padrão para as raparigas brancas - que são categoricamente presumidas como imorais.

Se Alibhai-Brown está disposto a analisar a cruel atitude existente entre (alguns) muçulmanos britânicos que ajudou a contribuir para o ambiente onde a violação em grupo floresceu, não seria justo examinar os problemas entre os britânicos brancos que contribuíram para tal horror?

Os "chulos" de Bradford que falaram com Alibhai-Brown àcerca das "fáceis" mulheres brancas não estavam a inventar um estereótipo do nada. Durante o ano de 2008 45% dos nascimentos na Inglaterra provinham de mulheres solteiras. Em algumas áreas a taxa de filhos ilegítimos* chega aos 68%.

Tais números certamente indicam que a atitude casual perante o sexo fora do casamento é comum no Reino Unido.

Todas aquelas noções seculares efémeras de sociedades multiculturais, igualdade sexual, sufrágio universal e sexo pré-marital estão finalmente a movimentarem-se contra a dureza da realidade histórica. Os vários hipotéticos "podes" e "deves" estão-se a transformar rapidamente em "não podes" e "não faças".

Agora que a moral Cristã foi abandonada em favor da relevância do vazio moral, não há forma racional de se criticar os "chulos" não-britânicos que alegremente se voltam para as promiscuas mulheres britânicas ao mesmo tempo que protegem as suas mulheres com o mesmo fervor que um dragão protege um tesouro.

Pondo de parte as nossas reacções morais instintivas, pensemos por um momento qual das duas culturas a) valoriza as suas filhas e b) é mais susceptível de sobrepujar a outra demograficamente. Será aquela que protege as suas mulheres do seu próprio comportamento, ou aquela que aborta-as, impede-as de ter um pai e que geralmente as abandona aos seus impulsos do momento? Há algum tipo de evidência que suporte a tese de que, do ponto de vista histórico, os aspectos positivos da libertinagem da mulher ocidental superam os aspectos negativos do mesmo estilo de vida?

Quanto ao argumento usado por aqueles que se apercebem do problema demográfico, a ideia de que o avanço científico do Ocidente vai de alguma forma permitir vencer a guerra inter-cultural, o mesmo não parece ser válido: as agências de serviços secretos não estariam a assassinar cientistas iranianos se ciência militar suficiente não estivesse a ser transladada através das culturas, e se as mesmas forças culturais que impedem que os pais de controlar as suas filhas não impedissem as Universidades ocidentais de controlar o acesso às suas tecnologias científicas.

Original

Presidente francês: o multiculturalismo fracassou

Uma das ideologias favoritas dos marxistas culturais começa a revelar-se por aquilo que realmente é, uma arma para destruir a sociedade ocidental por dentro. Alguns líderes europeus começam a acordar para a dura realidade, mas a pergunta é: será tarde demais ou ainda vão a tempo?

Original


AFP via Europe News, 11 de fevereiro de 2011
Tradução: Dextra

PARIS — O presidente francês Nicolas Sarkozy declarou nesta quinta-feira que o multiculturalismo tinha fracassado, juntando-se a um número crescente de líderes e ex-líderes mundiais que o têm condenado. "Minha resposta é claramente que sim, é um fracasso," disse ele em uma entrevista de televisão, quando perguntado sobre a política que advoga que sociedade anfitriãs recebam bem e adotem distintos grupos culturais e religiosos de imigragantes.

"É claro que devemos respeitar todas as diferenças, mas não queremos... uma sociedade onde comunidades coexistam uma ao lado da outra.

"Se uma pessoa vem para a França, ela deve aceitar se mesclar a uma só comunidade, que é a comunidade nacional e se ela não aceitar isto, ela não pode ser bem-vinda na França.," disse o presidente de Direita.

"A comunidade nacional não pode aceitar uma mudança em seu estilo de vida, igualdade entre homens e mulheres.. liberdade para para as meninas irem à escola, " ele disse. (...)

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