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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Feministas não estão impressionadas com os "homens feministas"

* * Atenção homens feministas * *

Eis o que as feministas pensam de vocês:
Existe um tipo de homem feminista que está desejoso de se prostrar como forma de ser atencioso para as mulheres, e provar o quão feminista é - e auto-flagelar-se tanto que chega a um ponto que não me causa qualquer tipo de atracção sexual. Isto deixa-me um bocado triste porque, politicamente, estes são os homens com quem eu deveria estar a ter intimidade sexual. Sabes o que estou a dizer?

Toda a gente sabe do que estou a falar. O pior é que alguns deles são bonitos. Apetece-me dizer-lhes:

'Se tu pudesses ser uma pessoa um bocado mais complicada, alguém a quem eu pudesse contar piadas, eu gostaria mais de ti.'

Mas eles [os homens feministas] estão tão sérios no seu feminismo que eu nem me sinto uma pessoa para eles. Sinto como se estivesse num pedestal. Sei que eles nunca discordarão comigo em qualquer que seja a circunstãncia. Para além disso, sinto que não posso fazer piadas em torno do sexo porque eles ficarão horrorizados.

Detesto ser crítica em relação aos nossos aliados (uma vez que precisamos deles) mas, para mim, há algo dentro de alguns tipos de homens hiperfeministas que os torna pouco atraentes para namorar.

Suspeito que isso tenha algo a ver com as concepções internas de masculinidade, o que é terrível da minha parte.

* * * * * * *
Resumindo: nem as mulheres feministas aguentam "homens" submissos, subservientes aos caprichos femininos. Por mais masculinizada que seja a mulher, ela sabe instintivamente que homens submissos é algo que vai contra a ordem natural. Só é pena que os "homens" feministas não saibam que as feministas nutrem um profundo desprezo por eles.

Curioso que esta feminista fale em "concepções internas de masculinidade". Como é que elas foram parar dentro duma feminista? Será que foi a "sociedade machista" que as implantou nela? Ou dá-se o caso dessas concepções de masculinidade estarem embutidas na psicologia feminina, de modo a que as mulheres rejeitem "homens" efeminados, e dêem preferência aos homens normais?

Para se ter noção do porquê as mulheres não se sentirem atraídas por homens feministas basta olhar para as suas fotos:


Os homens feministas têm mesmo que fazer uma auto-avaliação e declarar o porquê de colocarem de lado as inúmeras evidências que demonstram que as necessidades dos homens (como eles), e as dos rapazes, estão a ser ignoradas e colocadas de lado na sociedade actual.

Porque é que homens querem tomar parte dum movimento político que humilha, denigre e ataca a masculinidade e tudo relativo aos machos? Não é razoável ser mais uma vítima masculina do feminazismo. É fundamental, sim, que os homens aprendam as tácticas de envergonhar os homens ("shamming"), e desenvolvam esforços para se protegerem. Se isso não for feito, pode ser que na próxima marcha das vadias sejas tu a ter um cartaz ridículo nas mãos.





sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Feminista diz para não confiar nos homens feministas

Uma das (muitas) desvantagens em ser esquerdista é acreditar que a verdade - se é que ela existe no pensamento esquerdista - é um conceito "relativo" (e não absoluto e imutável) . Devido a isto, um esquerdista vê-se forçado a defender um leque de medidas perante uma audiência, e outro conjunto de soluções totalmente oposto quando se encontra perante outro tipo de ouvintes (ou leitores).

Por exemplo, quando o esquerdista se encontra perante os negros, ele assertivamente defende que o homem branco é "opressor", "racista" e alguém que "quer manter os negros em situação de desvantagem". No entanto, quando este mesmo esquerdista se encontra perante os brancos esquerdistas, ele dá o seu apoio a todo o tipo de medidas que visam manter todas as minorias dependentes do governo e, desde logo, incapazes de ascender na escada social e económica. Para além disso, os esquerdistas assumem que as minorias são menos capazes que os brancos uma vez que defendem a instalação de "quotas raciais" como forma de "ajudar" as minorias, passo esse que assume uma menor capacidade intelectual por parte dessas mesmas minorias..

O caso que se segue fala-nos duma feminista que resolve afirmar publicamente que as feministas não devem confiar nos homens feministas. Até aqui, tudo bem; as feministas são livres de se associarem com quem elas bem entenderem. O notável das suas 5 razões não é o facto delas existirem, mas sim o que é admitido pelas mesmas.

Como dito no princípio, o esquerdista está destinado a entrar em contradição visto não ter qualquer tipo de vínculo moral com a verdade. Devido a isto, o que a feminista admite no seu post contradiz algumas coisas que o feminismo em si tem historicamente defendido.

Os meus comentários baseiam-se nos comentários presentes neste vídeo.

O texto da feminista:

Normalmente, os homens ficam horrorizados com a palavra "feminismo". Estar envolvido com uma feminista é provavelmente o pior pesadelo dum homem. Devido a isto, homens que são eles mesmos feministas são uma raridade. No entanto, apesar de serem uma novidade, tal tipo de homens não cai nas boas graças das mulheres. Aliás, a maior parte das mulheres odeia os homens que alegam apoiar as ideologias feministas.

Isto está em contradição directa com o que muitas feministas "oficialmente" alegam ao afirmarem que o "feminismo também liberta os homens" (implicando que os homens deveriam dar o seu apoio a este movimento e que os homens estão de alguma forma "presos"). Mas se o que esta feminista diz é verdade - e não temos razões para duvidar - isso significa que todas as feministas que afirmam que os homens deveriam apoiar o feminismo estão a mentir. (Uma feminista a mentir? Quais são as probabilidades disso acontecer?)

Este deve ser um dos muitos pontos que as feministas concordam entre si de (modo reservado), mas que tentam a todo o custo não revelar aos homens que alegam apoiar o feminismo. Afinal, que melhor forma de evitar a acusação de misandria que o feminismo justificadamente recebe do que ter homens dentro do movimento?

Existe um número de razões para esta contradição [homens feministas]. Eis aqui algumas das razões que justificam que as mulheres fiquem longe dos homens feministas.

Razões Para Temer os Homens Feministas.

1. É Contra a Sua Natureza: Não seria estranho se um tigre subitamente se tornasse vegetariano? Isto prende-se com o facto de ser contra a sua natureza. Do mesmo modo, o feminismo é contra a natureza básica do homem e é por isso que as mulheres odeiam os homens que alegam apoiar os direitos das mulheres.


Se - como nos é dito - o feminismo é um movimento em torno da mitológica "igualdade" [Nós sabemos que não é, e ela admite que não é] , porque é que esta feminista acredita que o feminismo é contra a natureza do homem? A igualdade, onde ela realmente existe, deve ser defendida a todo o custo - tanto por homens e mulheres. - e como tal não é contra a natureza de ninguém.

Se esta feminista afirma que defender o feminismo é contra a natureza do homem, então é porque ela sabe que o feminismo não é um movimento que busca a igualdade, mas sim um movimento que busca outras coisas: supremacia feminina, privilégios através da lei, tratamento preferencial, dualidade de critérios, padrões de exigências menores, punições mais leves, etc.

2. Traidores da Sua Própria Causa: O tipo de homem que se identifica como feminista é visto como um "traidor" pelos outros homens. De modo geral, os homens desprezam mais os homens feministas do que as mulheres feministas. Como é que podes confiar em alguém que traiu o seu tipo? Se eles traíram o seu próprio género, eles podem muito bem te trair.

Esta feminista continua a revelar que o feminismo é uma "traição" à condição masculina, e como tal, nenhum homem deveria ser um feminista. Pondo de lado a verdade dos homens normais não nutrirem qualquer tipo de simpatia pelos homens feministas, esta feminista correctamente diz que não se deve confiar nos homens feministas. Mas as razões para isto não se prendem só à traição do sexo masculino, mas sim a outros factos mais sinistros.

De facto, se um homem pode-se alinhar com um movimento tão misândrico como o feminismo, é porque ele quer ganhar alguma coisa com isso. É precisamente por essas coisas que ele espera ganhar que as feministas deveriam suspeitar dos homens feministas.

3. Não Há Cavalheirismo: Normalmente, os homens que acreditam nos direitos das mulheres têm falta de cavalheirismo.

Porque é que, sendo uma feminista, esta mulher ainda exige cavalheirismo? Quem foi que ensinou aos homens feministas a não serem cavalheiros? Foram as próprias feministas, obviamente. Portanto, esta feminista está a culpar os homens feministas por um comportamento que é defendido pelo feminismo. (Esta é uma das tais contradições do esquerdismo aludida logo no início do post).

Outra coisa importante que convém notar é que o cavalheirismo assenta sobre a distinção entre o homem e a mulher. Logo, quem defende a igualdade entre os homens e as mulheres nunca pode exigir o cavalheirismo visto que o mesmo é um comportamento "desigualitário". Não há princípio lógico algum onde seja internamente coerente defender, ao mesmo tempo, a igualdade e o cavalheirismo.

Eles [os homens feministas] tratam as mulheres como iguais e não alguém melhor que os homens.

Para além da feminista não saber que o cavalheirismo assenta na crença de que a mulher é (entre outras coisas) fisicamente inferior aos homens (motivo pelo qual as feministas odeiam o cavalheirismo), ela assume que as mulheres são melhores que os homens. Ou seja, ela faz parte dum movimento que luta pela "igualdade" ao mesmo tempo acredita que as mulheres são melhores que os homens.

Isto demonstra que o feminismo não é um movimento pela igualdade, mas pelo privilégio feminino. As feministas querem tratamento especial ao mesmo tempo que alegam ser "fortes" e "independentes". Paralelamente, elas alegam que somos "iguais" e que as nossas distinções são "construções sociais", mas usam o governo para obter testes físicos de admissão mais fáceis que os homens - ao mesmo tempo que exigem receber a mesma remuneração que eles. A isto, junte-se o facto das feministas forçarem as empresas a colocar em práctica sistemas de quotas ao mesmo tempo que se queixam que os homens ganham mais por motivos de "machismo".

Portanto, quando tu és igual, ele não tem que segurar a porta para ti, ou pagar as contas. Tal como os ateus não têm feriados, as feministas não têm qualquer tipo de concessão por serem mulheres.

Seria interessante saber o porquê desta feminista acreditar que as mulheres deveriam ter "concessões".

Por isso é que a lendária actriz Marilyn Monroe a certa altura disse: "Mulheres que querem ser iguais aos homens são deficientes em ambição."

Como se pode ver, as feministas não querem ser iguais aos homens; elas querem tratamento especial, níveis de exigência especiais, leis especiais e um sistema judicial que olha para as suas necessidades acima das necessidades do resto da sociedade.
4. Mais Liberdade do que Nós Precisamos: Quando um homem se torna num feminista. ele fica muito mais radical do que a feminista mais militante. Eles começam a apregoar por muito mais liberdade do que aquela que as mulheres querem ou precisam.

Isso não é acidental uma vez que quanto mais feminista e "livre" uma mulher for, maiores são as probabilidades dela ser sexualmente mais promiscua. Os homens feministas provavelmente olham para o feminismo como uma forma de obter mais facilmente o que eles nunca conseguiriam obter das mulheres sexualmente mais conservadoras.

Atenção: nós podemos acreditar no nosso direito de usar ou não usar sutiãs uma vez que o mesmo é um símbolo de opressão e estereótipo de género, mas será que realmente queremos os homens a queimar sutiãs pela nossa causa?

Será que alguém realmente acredita que o sutiã é algo feito para "oprimir" as mulheres? O sutiã não é um "símbolo de opressão" mas sim uma peça de roupa criada [pelo homem?] para o conforto da mulher. Pensem no que seriam as costas das mulheres se elas não tivessem esta comodidade. (Graças a Deus pelo patriarcado "opressor" que inventa peças de roupa para o conforto da mulher.)

5. As Mulheres Gostam dos "Mauzões" [cafajestes]: Não interessa o quão tecnicamente correctos os homens feministas são, as mulheres raramente se sentem atraídas por eles. As mulheres possuem esta qualidade sinistra que faz com que elas se sintam atraídas pelo tipo de homem "errado". O mitológico "mauzão" que bate nas mulheres e é um chauvinista ainda reina supremo nas fantasias femininas. Dito de outra forma, as mulheres são um bocado masoquistas. Por isso é que é normal ver mulheres bonitas, confiantes e bem sucedidas a buscar relacionamentos potencialmente abusivos.

Há uma palavra para isso: hipergamia.

De forma geral, os homens feministas não são maus, mas eles são demasiado bons para serem verdadeiros. Gostarias de ter um relacionamento amoroso com um homem que se identifica como feminista?

Os homens feministas são demasiado bons para serem genuínos precisamente porque são demasiado bons para serem genuínos. De acordo com o que se sabe, não é a paixão pelo feminismo que faz com que os homens se alistem no movimento feminista, mas sim a possibilidade de obter das mulheres envolvidas no movimento aquilo que de outro modo não conseguiriam.

Quem confirma isto mesmo é outro homem que também se identificava como feminista.

O meu trabalho contra a violência sexual e a minha reputação como um "bonzinho" pró-feminista cumpriram dois propósitos inter-relacionados:

1) Fui capaz de explorar a coragem que testemunhei entre outros sobreviventes, e tomá-la como minha coragem também (em vez de lidar com as minhas próprias experiências de abuso sexual);

2) Distraí-me da vergonha de fantasiar as mulheres como objectos sexuais, e no caso da minha vítima, agi em conformidade com essas fantasias.

Ou seja, ele aproveitou a confiança que as feministas lhe deram para abusar sexualmente de mulheres. Este provavelmente é o maior perigo dos homens feministas,
Conclusão.

Sem ser a sua intenção, a autora dos 5 motivos pelos quais as mulheres devem rejeitar os homens feministas revelou a verdadeira natureza do movimento.

1. Não é um movimento em torno da igualdade mas sim em torno da supremacia feminina.

2. Feministas odeiam os homens feministas.

3. Feministas querem cavalheirismo mas afirmam defender a igualdade.

4. Mulheres sentem-se atraídas aos "mauzões" (cafajestes).

Obviamente que estas "revelações" só são surpreendentes se ignorarmos os seus actos e aceitarmos a propaganda que as feministas fazem de si. Se, por outro lado, atentarmos para a forma como tem avançado a agenda feminista no ocidente, torna-se claro que o que esta mulher diz sempre foi a mentalidade das feministas. O que se passa é que ela colocou em palavras o que muitas levavam a cabo com actos.

Interessa saber agora o que é que os "homens feministas" acham do que esta feminista disse, e se eles realmente acham que esta forma de pensar é única dentro do feminismo.


domingo, 12 de agosto de 2012

Mulher confessa: "Queremos ser iguais aos homens porque eles conseguem fazer coisas que nós não conseguimos"

Em resposta a uma pergunta feita por um dos editores do blogue "The University of Man", Suz, comentadora do blogue , desvendou aquilo que pode estar por trás de todo o esforço feminista na sua vã tentativa de imitar o homem. Qualifica-se esta tentativa de "vã" não porque os homens, como seres humanos, sejam melhores que as mulheres, mas sim porque nenhuma mulher vai algum dia ser um homem - tal como homem algum conseguirá ser uma mulher.

O que se segue é o seu comentário na totalidade. Para maior esclarecimento de contexto, sugiro que leiam o post linkado em cima.



Gary,
Elas [as mulheres] tentam-se provar gloriando-se em fazer as coisas que os homens fazem.
É exactamente isto. Nós [as mulheres] queremos muito ser iguais aos homens uma vez que eles conseguem fazer coisas que nós não conseguimos. Isso deixa-nos com muita inveja e ciúme, chegando até a ser patético, mas preferimos morrer do que admiti-lo.

Professor Ashur, em relação à tua pergunta em torno do estatuto, a minha resposta é: Eles.São.Homens. Como é que os machos beta não terão um estatuto superior ao das mulheres? Nós precisamos deles. Precisamos da sua adoração e da sua simpatia uma vez que isto faz com que fiquemos bem connosco mesmas. Rejeitamo-los porque isso faz-nos sentir poderosas. (Sinceramente, onde está a mentalidade "you go grrrrr!" em rejeitar um macho omega? E nenhuma de nós rejeitará um macho alfa se não tiver que ser.)

Nós ansiamos o estatuto que provém do negócio por eles criado, montadas nas abas dos seus casacos, e fazendo o jogo vitimista como forma de ficarmos com os seus empregos. (Não roubamos nada a quem nada tem de valor para dar.)

Mal nos apercebemos que os alfas bonitos não se casarão connosco, e nem ficarão por perto para financiar os bebés perfeitos que queremos fazer com eles, voltamo-nos para os betas e usamos os seus (generosos) recursos. Se nós [mulheres] tivéssemos um estatuto idêntico ou superior, nunca nos daríamos ao trabalho. uma vez que fazer qualquer tipo de associação com um macho com estatuto genuinamente inferior, reduziria o nosso estatuto.

Mesmo a mulher que se consegue suportar financeiramente casará com um macho beta. Nós não conseguimos admitir isto, mas virtualmente QUALQUER homem pode-nos providenciar coisas que nós não conseguimos duplicar mas que nós queremos: a segurança física de ter um homem em casa; frequentemente, um rendimento superior e, consequentemente, melhores posses (e todos sabem o quanto nós mulheres gostamos de posses...); alguém para fazer o trabalho "difícil"; alguém que continuará a desejar o nosso corpo, mesmo quando tivermos quilos a mais; o estatuto mais elevado que adquirimos com o título "Srª"; um bom e estável pai para criar os nossos filhos. A lista continua por aí a fora.

Hoje em dia não temos que admitir isto uma vez que treinamos os homens a não tocar nestes assuntos. De facto, passada que está uma geração, este assunto não só se tornou num tabu, como nós nem o consideramos. E porque é que o consideraríamos? Os média e a sociedade afirmam que nós somos superiores e nós não contestamos. Depois disso, nós dizemos aos homens que somos superiores, e eles também não questionam isso.

A maior parte de nós passa a vida inteira a acreditar neste mito de que as mulheres são, pelo menos, "iguais" aos machos beta, mas, duma forma ou de outra, a maior parte das mulheres depende deles. A dependência perante outro parte de alguém com estatuto inferior, mas colocaremos o nosso joelho nas vossas "jóias de família" se vocês se ATREVEREM a afirmar isto em voz alta.


domingo, 10 de julho de 2011

Confissão de 39 produtores de TV: Sim, usamos as séries para avanço da esquerda

○Fonte○

Fonte: Religión en Libertad -Tradução: Graça Salgueiro
Em um livro-entrevista, os responsáveis pela indústria televisiva de Hollywood confessam, contra todo prognóstico, seu próprio sectarismo

Que a indústria da televisão é majoritariamente de esquerda e que utiliza as séries do prime time para favorecer a agenda da esquerda se poderia considerar até agora um segredo de polichinelo. Resulta algo demasiado evidente. Porém, nunca havia sido confessado de forma tão clara e maciça como até agora. Ben Shapiro, um jovem porém já bastante conhecido colunista judeu de 27 anos (com 17 anos bateu todos os recordes ao ter firma sindicalizada em vários meios de comunicação), entrevistou 39 pesos pesados do “todo Hollywood” e estes confiaram nele.

Vindo de Harvard...

Shapiro estudou Direito em Harvard e levou o boné da universidade em todas as suas entrevistas. “Sendo judeu e tendo estudado em Harvard, há 98,7% de possibilidades de ser de esquerda”, explica. Assim que seus interlocutores confiaram nele. E o caso é que tudo o que lhe disseram está transcrito em um livro, “Prime Time Propaganda”, e além disso em umas gravações que Shapiro já está difundindo através da Internet. A difusão vai ser máxima porque a obra será publicada por uma editora filial de Harper Collins.

E são explosivas porque vêm reconhecer que o mundo da televisão norte-americana (que produz séries que são consumidas no mundo todo) é controlado por pessoas que: um, excluem sistematicamente todo aquele que não seja “progressista”, e dois, vão fabricando produtos segundo as necessidades e objetivos da agenda progressista. Uma reportagem em The Hollywood Reporter recolhe alguns casos e algumas confissões.

Conservadores, esses “idiotas”

Marta Kauffman, co-criadora de Friends, explica que quando pôs na série a meia-irmã do líder conservador Newt Gingrich casando um par de lésbicas, foi “para f... a direita”. E ela reconhece que seleciona o staff da série para que sejam “majoritariamente progressistas”.

Susan Harris, criadora de duas séries míticas dos anos setenta (Enredo) e dos anos oitenta (As garotas de ouro), tão geniais no humor como dissolventes na mensagem moral, considera que os críticos de televisão conservadores são “idiotas” e têm “mentes medievais”. E diz numa frase: “Ao menos pusemos Barack Obama onde está”, onde o “pusemos” já diz tudo.

Larry Gelbart e Gene Reynolds admitem que encheram M.A.S.H. (a popular série sobre um médico militar no Vietnã) de mensagens pacifistas, e Vin di Bona, que encheu Mc Gyver de mensagens contra o direito de portar armas, uma velha batalha da esquerda norte-americana e das poucas onde não conseguiram triunfo total. Di Bona, ao ser perguntado se é verdade, como dizem os conservadores, que todo mundo em Hollywood é progressista, responde: “Creio que é exato e ademais, estou encantado que seja assim”.

Ou você é “um dos nossos”, ou...

Leonard Goldberg, produtor de Los Angeles, de Charlie ou Starsky e Hutch, afirma que a esquerda “é 100% dominante em Hollywood, e quem negar está negando a verdade”. E não é por acaso que seja assim, senão que responde a uma endogamia sectária. Shapiro pergunta a Goldberg se a política é uma barreira de entrada: “absolutamente”, responde. É, simplesmente, seu sítio. Fred Pierce, presidente da ABC nos anos oitenta, reconhece que quem é conservador tem pouco futuro na televisão. Quem não for de esquerda “não ascende, fica no subsolo”.

David Shore, criador de House, é ainda mais sincero: “Nesta cidade se assume que todo o mundo é de esquerda. Se alguém é de direita é visto com horror, e do que estou certo é de que isso não lhes ajuda”.
Aqui está o caso de Dwight Schultz, o intérprete de Murdock em A Equipe A, que se confessa admirador de Ronald Reagan. Perdeu um casting ao qual aspirava, por este simples argumento do produtor do show, Bruce Paltrow: “Aqui não vai haver um imbecil de Reagan!”.

Nichlolas Meher, produtor da película para televisão O dia depois, que em 1983 retratava o que seria o mundo após um holocausto nuclear, reconhece nas fitas que Shapiro tem, que fez esse filme para impedir a re-eleição de Reagan.

Manipular a juventude

Talvez a opinião que melhor resume tudo isso é a de Doug Herzog, presidente da MTV, que vê seu trabalho como o de alguém que tem “super-poderes” para influir sobre a juventude que é, em última instância, do que se trata: de utilizar o prime time para criar uma sociedade ao gosto do establishment progressista. Algo muito palpável sem mais do que ligar a televisão, mas... nunca ninguém havia conseguido reunir tantas confissões juntas sobre o mesmo.


Fonte: Religión en Libertad
Tradução: Graça Salgueiro

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