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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Marxistas culturais toleram terror islâmico por motivos ideológicos

Um partido islâmico tunisino afirmou recentemente que tenciona instalar um regime baseado na interpretação rigorosa da Sharia neste país do norte de África. Ridha Belhaj, um dos porta-vozes da organização islamita afirmou:

Estamos a trabalhar para instalar um regime fundamentado na Sharia... O Islão é a solução.
Embora eles alegadamente rejeitem a violência, eles não põem de parte a "rebelião e a desobediência civil de modo a estabelecer um estado islâmico."
Na religião islâmica, a nação tem o direito de depôr os líderes, mesmo que seja através do uso da força.
Paralelamente, Ridha Belhaj condenou o debate sobre a aquisição de direitos por parte das mulheres na Tunísia - o único país árabe onde a poligamia está banida.

A organização Hizb At-Tahrir planeia tomar parte das eleições marcadas para o dia 24 de Julho de modo a ganhar representação no parlamento - embora não reconheça as leis vigentes. "A Sharia é a única fonte de leis", afirmou o secretário geral Abdelmajid Habibi. O mesmo homem afirmou também que se os islamistas forem bem sucedidos em ganhar o poder, eles irão banir os outros partidos.


Usando a democracia para acabar com a democracia.


O Hizb At-Tahrir (que é um partido legal em Inglaterra e em muitos outros países ocidentais) também promete banir os partidos políticos opositores em caso de vitória eleitoral no ocidente.

Sinceramente, se não fosse a utilidade dos muçulmanos para o marxismo cultural (como arma com a qual atacar a superior cultura judaico-cristã) estes partidos políticos islâmicos que visam substituir regimes democráticos por regimes totalitários seriam banidos. Mas para os marxistas culturais as leis e as normas são irrelevantes se não podem ser usadas para o avanço da ideologia.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Carne halal: marxistas culturais avançam com a islamização da Inglaterra

A imprensa britânica começou a revelar o rastejo da Jihad Secreta para a posição de supremacia na cultura inglesa. Em Janeiro passado o Daily Mail revelou que carne halal é servida rotineiramente em alguns dos mais populares recintos desportvos, pubs, escolas e hospitais sem a aprovação nem o conhecimento das demais.

Toda a carne bovina, carne de galinha e carne de cabrito vendida aos fãs no Estádio do Wembley tem sido secretamente preparada de acordo com a lei islâmica.

Centenas de pubs e restaurantes por toda a Grã-Bretanha - bem como casas de corridas, escolas e hospitais - agora só servem galinha que tenha sido ritualmente preparada de acordo com a lei Sharia.

Os fãs dos jogos de râguebi em Twickenham e os entusiastas pelas corridas de cavalo em visita a Ascot só podem comprar galinha halal.

Um pouco por toda Inglaterra as escolas dão carne halal às crianças. A alternativa é comida vegetariana. Num município de Londres, em Tower Hamlets, mais de 100 escolas usam apenas carne halal.

Hospitais públicos insistem que toda a carne tem que estar de acordo com a lei Sharia. O maior grupo de hotéis e restaurantes de Inglaterra , a Whitbread, admitiu que mais de 3/4 da sua comida é halal.


Uma coisa é quando uma ideologia inimiga tenta conquistar a tua cultura, mas outra é quando os teus líderes se aliam ao inimigo ideológico para destruir a tua civilização.

O medo de ofender as sensibilidades islâmicas não explica tudo. A resposta mais racional é a de que os líderes ingleses quererem "transformar fundamentalmente" a cultura inglesa de modo a que as pessoas que possam travar o avanço do marxismo cultural sejam coagidas a submissão.

O inimigo ideológico do marxismo cultural é, foi e sempre há-de ser o Cristianismo, e como tal, os marxistas culturais que controlam a Inglaterra tratam de promover uma ideologia alternativa (no bom espírito da "guerra de classes") e esperam criar suficiente caos de modo a que eles se possam colocar como os "estabilizadores da sociedade".

Essa auto-conferida capacidade vai requerer (claro) que eles tenham mais e mais poder de modo a que possam "trazer a paz e justiça social".

sábado, 19 de março de 2011

A decepção do feminismo

Tal como todas as ideologias anti-cristãs (todas elas com origens no inimigo das nossas almas, o príncipe das trevas e o pai das mentiras) o movimento feminista é uma ilusão e uma decepção. Parece que é mas não é. Para mim pessoalmente isso ficou bem aparente no tratamento que as supostas defensoras das mulheres deram à Hillary Clinton e principalmente Sarah Palin.

Esta última sofreu ataques que se estenderam desde duvidar que o seu neto fosse de facto neto e não filho seu, até se desejar que ela fosse violada por um grupo de negros.

Para além do racismo desta última sugestão (são todos os negros uns violadores? Os únicos violadores que existem são negros?), seria de esperar que os esquerdistas dissessem alguma, mas nada. Onde estavam as feministas quando duas mulheres de esferas políticas distintas mais precisavam delas?

A pobre coitada da Hillary Clinton viu a sua nomeação (e consequente presidência) roubada pelos delegados dos Democratas americanos, mas, mais uma vez, as feministas nada disseram. Porquê? Porque Obama é o presidente americano mais radical no que toca o aborto - e isso é uma coisa que as feministas colocam sempre acima de tudo.

A Hillary também é uma fervorosa defensora da matança de bebés, mas o Obama vai mais longe. Ele defende que qualquer bebé que nasce de um aborto deve ser deixado para morrer. (Pesquisem por "Born Alive Act") Segundo a lógica distorcida desta marxista, se as enfermeiras cuidassem do bebé que sobrevivesse ao horror do aborto, isso poderia de alguma forma reverter o Roe vs Wade (o julgamento que legalizou o aborto nos EUA - 1973).

Mas a forma mais óbvia da decepção que é o feminismo nem é tanto no que elas não fazem no ocidente mas sim o que elas não fazem e nem dizem sobre o sofrimento das mulheres muçulmanas. As coisas chegam a um tal ridículo que os maiores defensores dos direitos das mulheres muçulmanas não são as feministas mas os maiores inimigos das feministas, nomeadamente, os conservadores cristãos e os conservadores judeus.

Deixo aqui então uma frase que foi exposta no JPost há algumas semanas:

A decepção fulcral do feminismo em nenhum outro lugar é feito mais aparente do que no silêncio com o qual as auto-professas feministas ignoram o tratamento desumano que as mulheres que vivem debaixo da lei islâmica recebem.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Os planos da Irmandade Muçulmana assemelham-se aos do marxismo cultural

Esta é então a nossa estratégia,” afirmou o Presidente Bush há alguns anos: “Nós vamos lutar contra eles como forma de evitar lidar com eles nos Estados Unidas da América.” Ele falava de jihadistas, claro.

Mas o ex-presidente aparentemente não sabia que a luta já decorre nos EUA. A evidência disso são documentos de 1991 que o FBI encontrou quando fez uma rusga à casa de um suspeito em Virgínia.

Este "memorando explanatório" traça o "propósito estratégico" para a operação da América do Norte da Irmandade Muçulmana ("Ikhwan"). Eis aqui o parágrafo chave:

O processo de instalação [do islão nos EUA] é uma processo "Civilizacional-Jihadista" com tudo o que a palavra significa.

A Ikhwan tem que entender que o seu trabalho na América é uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos] de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões.

Sem este nível de percepção, nós não estamos prontos para este desafio e não estamos prontos para a Jihad.

É o propósito do muçulmano executar a jihad onde quer que se encontre e onde quer que ele se fixe até a hora final chegar, e não há escapatória a esse propósito excepto para aqueles que escolhem desleixarem-se.

O documento de 18 páginas delineia uma estratégia a longo prazo que descreve o plano compreensivo da Irmandade Muçulmana no seu propósito de se estabelecer na sociedade civil, começando com o financiamento e o controlo das organizações muçulmanas americanas como forma de unificar e educar a comunidade muçulmana - isto como forma de preparar a dita comunidade no estabelecimento do estado islâmico global governado pela Sharia.

Soa a teoria da conspiração mas é real. Husain Haqqani, o principal do Centro de Relações Internacionais da Universidade de Boston (e um antigo muçulmano radical), confirma que a Irmandade "tem gerido as principais organizações muçulmanas nos EUA" como parte do plano delimitado no documento estratégico.


É devido a coisas como estas que se vê que o islão é uma teoria política e não uma religião no verdadeiro sentido da palavra. O seu propósito é o controlo político do mundo sob a bandeira de Allah. Quem se insurgir à "pax islamica" vai ser vitimado.

Os seus planos são planos políticos e não espirituais. A sua estratégia é uma estratégia usada por organizações políticas e não algo que se esperaria dum líder religioso preocupado com a transformação interior de cada indivíduo. A sua forma de governação é a emulação do mesmo sistema de governação que existia na Arábia Saudita no século VII. Qual é a espiritualidade nisto?

Outra coisa que se nota é quão semelhante é a forma de subversão existente entre os muçulmanos e os comunistas: infiltração e destruição. Eles não propõem um ataque frontal (guerra organizada) porque o Ocidente é superior ao islão e às nações (ainda) comunistas. Como não podem vencer em guerras convencionais, os mesmos (muçulmanos e marxistas) optam pela destruição das estruturas que sustentam a superior Civilização Judaico-Cristã: família, patriotismo, governação da lei, etc, etc.

Conclusão:

A Irmandade Muçulmana é uma organização forte com planos bem estabelecidos. O seu objectivo é a implantação do Islão no Ocidente. Todos aqueles que julgam que é possível negociar com organizações ligadas a esta organização tudo o que fazem é uma "hudna" (estado de paz até que os muçulmanos estejam suficientemente fortes para voltar a atacar).

Mas como o mundo é governado por pessoas com o mesmo ódio anti-Cristão que o islão tem, todas as evidências que mostram os propósitos anti-ocidente da Irmandade Muçulmana vão ser ignoradas.

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