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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Monumento às vítimas do comunismo

"O objectivo deste memorial encontra-se expresso na sua respectiva inscrição: "Para os mais de cem milhões de vítimas do comunismo e para os que amam a liberdade."

No dia 22 de Maio de 2002 era inaugurada esta polémica escultura de homenagem às vítimas do regime comunista que controlou o país entre 1948 e 1989. O trabalho, da autoria do escultor Olbram Zoubek e dos arquitectos Jan Kerel e Zdenek Hoelzel, era inicialmente constituído por um grupo de sete estátuas - uma delas foi destruída por um ataque à bomba em 2003 - representando a degeneração que um regime daquele tipo provoca no ente humano. 

O monumento, designado em checo de Pomník obetem komunismu, encontra-se disposto numa plataforma em escada, onde se pode ler uma placa explicativa: 205,486 prisões, 170,938 exilados, 4,500 mortos nas prisões, 327 abatidos enquanto tentavam fugir, 248 executados. Para além dos números, consta a frase: "Este memorial é dedicado a todas as vítimas: não apenas aos que foram emprisionados e perderam a vida, mas também aos que viram a sua existência arruinada pelo despotismo totalitarista".

A inauguração foi marcada por alguma controvérsia. Alguns notaram a inexistência de figuras femininas entre as esculturas. E a Confederação dos Prisioneiros Políticos, que basicamente coordenou todo o processo, realçou a inexistência de apoios por parte do Governo Central: a disponibilização do local e a maioria dos fundos necessários provieram daquilo a que podemos chamar de Junta de Freguesia de Praga 1, na altura controlada pelo Partido Democrata Cívico, liderado então pelo actual Presidente, Vaclav Klaus, que contudo decidiu não estar presente na cerimónia de inauguração.

O conjunto de estátuas de bronze representa de forma bastante gráfica a decomposição humana. Da primeira para a última o avanço da malevolência é notada pela queda de "bocados". A primeira figura, apesar da expressão de sofrimento facial e da postura corporal, mostra um corpo completo, enquanto a segunda mostra aparentemente a mesma pessoa, parcialmente amputada... e a degeneração prossegue, mal se reconhecendo a morfologia humana da última escultura.

O monumento é interessante durante o dia, porque os pormenores podem ser observados nas melhores condições, mas é à noite, em virtude de um dramático sistema de iluminação, que o impacto é maior. Se a zona estiver coberta de neve, o efeito é ainda mais intenso.




sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Feminista horrorizada por descobrir que as mulheres checas desprezam o feminismo

Eis aqui um breve olhar para a vida fora da Matriarx - e as tentativas desesperadas das mimadas feministas ocidentais em exportar para nações livres da praga do feminismo essa mesma ideologia.

O desprezo pelo feminismo na República Checa (RC) nem sempre está oculto. Por exemplo, uma agência de namoros publicita o seguinte:
Este programa está direccionado a homens solteiros em busca de uma genuína parceira de vida que seja bonita, inteligente, educada, que não tenha sido contaminada pelo feminismo, e cuja cultura seja uma de suporte e respeito pelo esposo.
Outro argumento encontrado na RC é o de que as mulheres neste país são iguais aos homens. Como tal, o feminismo não é necessário.

Uma activa profissional checa, escrevendo para a New Presence argumenta:

Como mulher, não me sinto de forma alguma descriminada. Pelo contrário, considero isso um ponto a favor, mesmo que nenhuma das minhas colegas feministas acredite em mim. Mas isso já é problema delas.
A maior resistência à ideologia feminista, e o reconhecimento dos problemas com os quais as mulheres se deparam, vem das próprias mulheres.

Resumindo: a feminista ocidental está chocada por descobrir que as mulheres podem-se sentir realizadas sem adoptar as mentiras do feminismo.

Em vez da feminista ocidental reavaliar a sua fé no feminismo (e o próprio feminismo em si), ela imputa às mulheres (as mesmas que não se sentem de forma alguma descriminadas) algum tipo de falta de percepção em relação aos "problemas com os quais as mulheres se deparam".

Ou seja, a feminista está a oferecer uma "cura" para um problema inexistente (ou que existe só na sua cabecinha inundada pelas mentiras feministas).

A questão é: se não está danificado, para quê repará-lo? As feministas estão determinadas em "resolver problemas" um pouco por todo o mundo, mas os outros países não precisam dessa ideologia destrutiva.

O que a feminista ocidental não entende é que o feminismo é totalmente desnecessário onde as mulheres são naturalmente femininas, e, devido a isso, o equilíbrio é atingido de forma natural.

Só quando as mulheres perdem a sua feminidade e tentam ser homens é que a disfuncional luta pelo poder começa. Talvez isso explique as seguintes palavras de Sheila Cronan citadas na "National NOW Times" em Janeiro de 1988:

A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena.
Ou seja, para se ser uma firme aderente do lixo feminista ("feminista plena"), a mulher tem que abandonar a sua natural e saudável atracção por homens, e começar a ter desejos sexuais anormais por outras mulheres.

Isto demonstra de forma cabal que o feminismo não tem em vista os interesses das mulheres mas outro tipo de interesses.


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