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sábado, 13 de agosto de 2011

Fascismo Sodomita Anti-Cristão

VIENA, Áustria, 13 de maio de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Nem mesmo a profissional experiente em guerra cultural estava preparada para as intimidações que recebeu num encontro oficial de direitos humanos da União Europeia. Ela também não estava preparada para presenciar o que viu: ativistas homossexuais dando vivas por condutas violentas contra os cristãos.
Dra. Gudrun Kugler
A Dra. Gudrun Kugler dirige uma organização de direitos humanos com sede em Viena chamada Observatório da Intolerância e Discriminação contra os Cristãos na Europa, a qual monitora e registra o que alguns chamam de “cristianofobia”.

O professor Joseph Weiler da Escola de Direito da Universidade de Nova Iorque inventou o termo depois que Rocco Buttiglione foi rejeitado em 2004 para um cargo de elevada posição na Comissão Europeia por suas convicções cristãs acerca da homossexualidade.

A discriminação contra os cristãos por suas convicções está crescendo no mundo inteiro, inclusive no que alguns consideram ser a Europa tolerante. Alguns meses atrás, um casal cristão foi informado de que não mais poderia trabalhar como pais adotivos pelo fato de que tinham a opinião cristã sobre a homossexualidade. Um eletricista governamental do Reino Unido recentemente enfrentou demissão por mostrar um crucifixo no painel de instrumentos da van de sua empresa. Uma multidão em Bruxelas deu vivas quando um arcebispo foi atacado com tortas de creme.
No ano passado, Kugler foi aceita na comissão consultiva da Plataforma de Direitos Fundamentais da Agência de Direitos Fundamentais, uma convenção de organizações não governamentais preocupadas com direitos humanos.

A aceitação dela não ocorreu sem polêmica. Kugler é conhecida por se opor a adoções de crianças por duplas gays. Ela foi investigada por um funcionário da Agência por três meses para garantir que a “oposição dela à adoção de crianças por duplas gays não seja uma violação de direitos fundamentais”.

O que Kugler sabe é que boa parte da discriminação contra os cristãos na Europa vem dos grupos homossexuais de pressão política e legal e que muitas vezes a agenda homossexual triunfa sobre a liberdade de religião em áreas oficiais.
No mês passado Kugler apresentou um documento elaborado por sua organização, o Relatório de Cinco Anos de Intolerância contra os Cristãos na Europa, na conferência sobre sociedade civil da Agência. Num informe no site MercatorNet.com Kugler disse que “estava consciente de que minha audiência não seria favorável, já que o combate à homofobia é sempre a principal preocupação desses encontros”.
Apesar disso, Kugler sugeriu para a organização que a realização de um “beijaço” na Catedral de Notre Dame em Paris não era algo que demonstrava respeito aos cristãos. Ela disse que imagens anticristãs em paradas homossexuais, inclusive deboches do crucifixo, eram demonstrações semelhantes de falta de respeito.
Kugler sugeriu: “Ninguém deveria ser mandado para a cadeia por declarar de forma respeitosa uma opinião que não defende o uso de violência”. A multidão de direitos humanos gritou “Não!” Alguns responderam: “As pessoas deveriam ir para a cadeia pelo que dizem, se for um comentário negativo contra um grupo minoritário vulnerável…” [Excepto se o grupo minoritário for um grupo Cristão - Mats] Kugler disse que um funcionário da Agência de Direitos Fundamentais fez com a cabeça sinal de que estava concordando.
Kugler também relatou para o grupo como uma farmácia de Berlim sofreu vandalismo por recusar vender a pílula do dia seguinte, que tem função às vezes micro-abortiva. As janelas da casa do farmacêutico foram quebradas e sua farmácia foi destroçada. Um dos participantes gritou: “Muito justo!”
Kugler escreveu no MercatorNet que ela “ama os direitos humanos, e estou contente com o fato de que os direitos humanos estejam ocupando um lugar tão proeminente na sociedade de hoje. Mas eles são vulneráveis ao fundamentalismo e às ideologias. Enquanto os direitos fundamentais forem usados para promover a agenda de alguns grupos radicais, eles nunca serão plenamente respeitados”.
Publicado com a permissão de C-Fam.org

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Prostituição Financiada pelo Estado é um "Direito Humano"

Os verdadeiros direitos - tais como aqueles encapsulados na Constituição americana - são fundamentais e são poucos. A Declaração da Independência dos EUA diz:
Tomamos estas verdades como auto-evidentes, que todos os homens foram criados iguais, que lhe foram conferidos pelo Criador certos direitos inalienáveis como a Vida, a Liberdade a procura da Felicidade.
Em contraste com os direitos conferidos pelO Criador, os falsos "direitos" conferidos pelos Estados que rejeitam o Criador são incontáveis. Como se pode ver com o que está a acontecer na Grã-Bretanha, esses "direitos" incluem o uso de verbas públicas para financiar uma "visita" a uma prostituta na Holanda:
Foi oferecido a um homem de 21 anos com problemas de aprendizagem uma viagem à Holanda - paga pelos contribuintes - para ter relações sexuais com uma prostituta.
O assistente social (que pediu para manter o seu nome no anonimato, vá-se lá saber porquê) disse que o sexo é um "direito humano" para o indivíduo em questão. O mesmo foi descrito como um "virgem frustrado".
A sua viagem para um bordel holandês está a ser financiada por um programa com o orçamento de £520 milhões de libras introduzido pelo governo anterior como forma de dar mais poder àqueles com alguma deficiência.
Vejam a forma como o/a assistente social aumenta mais a dose de esquerdismo:
Não é preferível que nós controlemos isto, que nós sirvamos de guia para ele, suporte-mo-lo a entender o processo e, por fim, acabemos por satisfazer a sua necessidade num lugar seguro e licenciado onde a sua felicidade e crescimento como pessoa é a coisa mais importante?

A recusa em oferecer este serviço seria uma violação dos seus direitos humanos.

De acordo com os nossos líderes esquerdistas, "crescimento como pessoa" é atingido ao copular com uma prostituta.

O conceito de Direitos Humanos há muito que foi reduzido para uma farsa pelos líderes progressistas e esquerdistas. Na Europa o esquerdismo pelos visto permeia até partidos da suposta "direita".

Mesmo na decadente Holanda é ilegal pagar para ter sexo com mulheres que foram coagidas para a vida de prostituição, mas na Inglaterra ateísta é perfeitamente legal coagir os contribuintes a financiar a degeneração sexual.

Camille_Cabral.jpg
Prostitua europeia preparada avançar com o teu crescimento como pessoa.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A união civil entre o feminismo e as Nações Unidas

O artigo "linkado" mais embaixo mostra em detalhe como o feminismo não está a lidar com os verdadeiros problemas das mulheres do mundo - ligados aos seus direitos humanos. O feminismo está frequentemente silencioso quando se trata de verdadeiros abusos da mulher (mutilação genital feminina (MGF), matanças de honra islâmicas, violações por parte de muçulmanos a viver nos países nórdicos, etc).

Estes abusos são melhor lidados apelando aos direitos humanos básicos e à dignidade humana, tal como nos são garantidos pelo Criador. No entanto, o feminismo foca-se quase exclusivamente na "saúde reprodutiva" e nos "direitos sexuais" - que estão ligados à escolhas de vida e não aos direitos humanos.

Dos corredores da ONU aos seus edifícios em Genebra, o feminismo radical está entre as visões dominantes que ditam a politica social e os programas levados a cabo pelas agências internacionais.

As feministas lideram a agenda internacional desde a recentemente criada "United Nations Entity for Gender Equality", passando pela "Empowerment of Women" conhecida como "Nações Unidas Mulher". Estes projectos frequentemente tem como parceiros outras organizações não governamentais (ONGs) dos EUA e da Europa que partilham a sua radical agenda social.

Em resposta, ONGs como a "International Planned Parenthood Federation", "Advocates for Youth", e a "Center for Health and Gender Equity" preenchem os encontros das Nações Unidas e usam-nas como fóruns para perpetuar a sua agenda.

De um modo alarmante, a agenda feminista radical reduz as diversas necessidades económicas, políticas e sociais da mulher do mundo em questões em torno da sexualidade e fertilidade.

Nas Nações Unidas, quase todas as conversas, fóruns, e programas que alegadamente existem para ajudar a mulher possuem um foco monomaníaco em assuntos como os direitos sexuais, a saúde reprodutiva, contracepção e aborto.

Podem ler o artigo integral aqui.
Este artigo mostra de forma clara que o feminismo não se preocupa com a mulher mas apenas quer usá-la para um determinado fim político (socialismo).

Faz algum sentido que grupos supostamente dedicados à condição da mulher ignorem por completo a forma brutal como a mulher muçulmana é tratada, e, no seu lugar, se foque em disseminar comportamentos sexuais que transformam as raparigas e as mulheres em pessoas mais susceptíveis de se tornarem um objectos sexuais?

A explicação mais coerente é a que defende que as feministas tem em vista, não a defesa da mulher, mas sim a destruição do casamento via a sexualização da mulher.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Homem "casa-se" com manequim de madeira

O que é que se segue depois do gaysamento? Provavelmente tudo e mais qualquer coisa — incluindo casar com uma boneca de madeira.

Ned Nefer, de 38 anos, diz que é "casado" com a manequim chamada Teagan. A dupla estranha vai viajar de Syracuse a Watertown a pé, segundo nos diz o Watertown Daily Times.

Na verdade, Nefer vai a pé uma vez que a "mulher" de madeira vai viajar numa cadeira de rodas.

Quando se conheceram, Teagan era apenas uma cabeça, mas não só ele construiu o corpo de madeira como alega que se "casaram" no dia 31 de Outubro de 1986 na Califórnia.

Fonte


Mais um "grande salto em frente" para os "direitos humanos".

ned_nefer.jpg
Os pombinhos
A esquerda alegra-se com coisas como esta uma vez que mostra que os seus planos de destruição da sagrada instituição do casamento estão a seguir tal como desejados.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ladrão liberto devido aos "direitos humanos" dos filhos

O DailyMailUK informa-nos que um ladrão foi liberto da prisão porque mantê-lo preso seria uma violação dos "direitos humanos" da sua família. Numa decisão surpreendente, o Tribunal de Apelo decidiu que os direitos dos 5 filhos de Wayne Bishop eram mais importantes que os direitos das suas vítimas, ou mais importante que os interesses da Justiça.

Alguns MPs (membros do parlamento) afirmam que isto estabelece um precedente onde milhares de outros presidiários podem receber o cartão "sai da prisão" usando como referência o controverso "Human Rights Act".

O Artigo 8, o direito à vida familiar, tem sido repetidamente usado por criminosos estrangeiros como forma de evitar a deportação da Grã-Bretanha, mas esta é a primeira vez que o mesmo artigo foi usado para tirar um condenado da prisão.

Bishop, de 33 anos e de of Clifton, Nottingham, foi sentenciado a 8 meses de prisão após admitir roubos e condução perigosa. Ele foi agora liberto depois de 1 mês de prisão.

Justificadamente, a libertação foi condenada pelos vizinhos que alegam que ele "nada mais é que problemas".

Como se não fosse suficiente, o ladrão gabou-se de tornar a justiça numa anedota al dizer ao Daily Mail que "Sou um rapaz sortudo e sinto-me no ponto mais alto do mundo".

Fonte

A Inglaterra sob o domínio esquerdista é uma tragédia. Agora tudo o que um ladrão tem que dizer para ser liberto é que estar preso seria uma "violação dos direitos humanos" dos filhos.

Noções como "Não Roubarás" ou "Não Matarás" ou noções de justiça e/ou compensação já não interessam. O que interessa é usar o aparelho de Estado para 1) criar novos direitos (protegendo grupos mais alinhados com a esquerda) e 2) espalhar um sentimento de impotência entre a população, preparando o caminho para que esta comece a agir de forma mais irracional e impulsiva - exactamente o que os engenheiros do marxismo cultural pretendem.

Afinal, se a população se apercebe que o sistema legal protege aqueles que violam a lei, o que é que se espera que aconteça com a população que ainda tinha fé na lei? Obviamente, ou toma a lei nas suas mãos ou começa ela a agir de forma criminosa.

A única forma política de evitar/atrasar esta total derrocada é apoiar sempre os grupos políticos mais Cristãos e mais conservadores. Não que estes sejam de confiança; o problema é que as alternativas são auto-destrutivas demais para se considerar.

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