domingo, 4 de setembro de 2016

Direita Alternativa: 16 Pontos


1. A direita alternativa situa-se ideologicamente à direita. Socialistas não pertencem à direita alternativa. Progressistas não pertencem à direita alternativa. Liberais não pertencem à direita alternativa. Comunistas, marxistas, marxistas culturais e neoconservadores não pertencem à direita alternativa.

2. A direita alternativa é uma alternativa ao movimento conservador vigente nos EUA, cujos princípios se encontram nominalmente encapsulados nos 10 princípios conservadores de Russel Kirk, mas que acabou por regredir para o progressismo. É também uma alternativa ao libertarismo.

3. A direita alternativa não é uma atitude defensiva e rejeita o conceito da derrota nobre e íntegra. É uma filosofia ofensiva vanguardista, em todas as acepções do termo. A direita alternativa acredita na vitória através da persistência e de um estado de harmonia com a ciência, a realidade, a tradição cultural e as lições da História.

4. A direita alternativa crê que a civilização ocidental é o auge das conquistas da Humanidade e apoia os seus três pilares fundamentais: o Cristianismo, as nações europeias e o legado greco-romano.

5. A direita alternativa é aberta e declaradamente nacionalista. Apoia todos os nacionalismos e o direito de todas as nações a existirem de forma homogénea e não adulterada pela invasão e imigração estrangeiras.

6. A direita alternativa é anti-globalista. Opõe-se a todos os grupos que pugnam pelos ideais e objectivos globalistas.

7. A direita alternativa é anti-igualitária. Rejeita a noção de igualdade pelo mesmo motivo que rejeita a noção de unicórnios e duendes, ciente de que a igualdade entre humanos não existe em qualquer forma observável, seja ela científica, legal, material, intelectual, sexual ou espiritual.

8. A direita alternativa apoia o método científico. Aceita as conclusões vigentes do método científico, mas compreende que a) estas conclusões estão sujeitas a serem revistas no futuro, b) a ciência é susceptível à corrupção, e c) o dito consenso científico não é baseado em ciência, mas em democracia, e que, como tal, é intrinsecamente não-científico.

9. A direita alternativa acredita que a política se subordina à cultura, que, por sua vez, se subordina à identidade.

10. A direita alternativa opõe-se ao governo ou domínio de qualquer grupo étnico nativo por qualquer outro, sobretudo na terra natal do povo dominado. A direita alternativa opõe-se à obtenção de influência excessiva de qualquer grupo étnico não-nativo numa sociedade, seja através do nepotismo, do tribalismo ou de qualquer outro método.

11. A direita alternativa compreende que a diversidade aliada à proximidade leva à guerra.

12. A direita alternativa não quer saber o que dela pensam.

13. A direita alternativa rejeita o livre comércio internacional e a liberdade de circulação que o livre comércio exige. Os benefícios do livre comércio intranacional não são prova dos benefícios do livre comércio internacional.

14. A direita alternativa crê que há que assegurar a existência dos povos de ascendência europeia e um futuro para as crianças de ascendência europeia.

15. A direita alternativa não crê na superioridade geral de qualquer raça, nação, povo ou subespécie. Cada raça, nação, povo e subespécie tem as suas próprias forças e fraquezas, e detém o direito soberano de viver em paz na cultura nativa que prefere.

16. A direita alternativa é uma filosofia que valoriza a paz entre as várias nações do mundo e que se opõe a guerras que se destinam a impor os valores de uma nação noutras, bem como tentativas de exterminar nações individuais através da guerra, do genocídio, da imigração ou assimilação genética.

Em suma, a direita alternativa é uma ideologia ocidental que acredita na ciência, na história, na realidade, o direito das nações genéticas a existirem e a governarem-se de acordo com os seus próprios interesses..




quarta-feira, 31 de agosto de 2016

«Quer fazer um juízo sobre o Estado Novo à luz da História?

«Um juízo sobre o Estado Novo à luz da História? Mas a História é uma mão-cheia de interpretações de factos que existiram ou que se supõe terem acontecido.

Eu considero este período, de quase quarenta anos, como um dos poucos em que houve ordem em Portugal, onde se conseguiu trabalhar eficazmente. Foi o único período desde D. João V em que não obedecemos a pressões dos credores e batemos o pé às grandes potências. É que nós andávamos muito atrasados e não me parece que os passos na Primeira República tivessem avançado muito...

Nos principais anos da minha longa vida fui duas dezenas de vezes intimado a voltar para casa por uns senhores com cartucheiras e espingardas às costas, que exerciam a profissão de revolucionários civis: "Hoje não há escola", "Hoje não há liceu"... Já professor de liceu, via as aulas do Pedro Nunes interrompidas por outros profissionais que já ostentavam petardos nos cintos.

O Rato era o local interdito nesses tempos em que não existia a Avenida Álvares Cabral. Como passar para as Avenidas Novas? Lá ia eu, chapéu de coco e bengala, distribuir garotagem que morava para lá do Parque Eduardo VII. Outros professores chefiavam outros grupos. De vez em quando encontrávamos patrulhas, ora de revolucionários civis, ora de "outros" revolucionários. Obrigavam-me a gritar "Viva a República" ou "Abaixo a militança!".

Viveram-se assim dezoito anos! Não venham com "teorias" os que os não sofreram!. Não evoquem o mito da liberdade! Não tínhamos Armada, não tínhamos Marinha Mercante, não tínhamos Exército! Teimámos em ir à guerra contra o parecer da nossa Velha Aliada, que sabia que nada iríamos fazer à Flandres.

Durante três ou quatro anos vi as ruínas das "régions devastées", como um turista que visitasse as ruínas de Pompeia. Havia mesmo comboios especiais com horários diários. Com o coração amargurado só ouvi falar da intervenção da nossa tropa em Armentières e em La Couture. Vi as ruínas de Espanha. Vi ruínas novamente em França, na Alemanha, em Inglaterra, na Bélgica, na Holanda.

O Estado Novo conseguiu equilibrar-se numa neutralidade que permitiu acolher crianças austríacas e gentes em fuga temerosa. Numa terra de solo paupérrimo e de subsolo desconhecido, iniciámos uma marcha para a prosperidade que ia impante por sermos dirigidos pelo único Homem de Estado surgido em Portugal desde os começos do século passado. Um homem honrado, não egoísta, missionário da ideia de que qualquer sociedade tem de ser hierarquizada para poder trabalhar com método na execução de um plano.

Do que aconteceu depois da revolução de 1974, pouco sei. Nestes últimos anos passei a França e daí ao Brasil, onde fui encontrar duas centenas de milhar de Portugueses fugidos da Europa e de Angola. Alguns milhares de fugitivos conseguiram transportar consigo móveis, tapeçarias, loiças, pratarias, quadros, livros, obras de arte... Como foi isto possível, não sei... 

Portugal ficou imensamente mais pobre, mas deu ensejo à formação de fortunas de antiquários portugueses nascidos da competição.

(...) Desde a Revolução Francesa que Portugal sempre obedeceu aos seus credores ou às potências poderosas no mar. Salazar não obedeceu aos credores porque acabou com eles. "Orgulhosamente só", conseguiu poupar Portugal à guerra que destrói choupanas e monumentos, museus e bibliotecas, florestas, pomares e prados; que mata gado e populações que surgem amalgamadas num número e sob a designação de "mortos de guerra".

Ficam heróis, ficam mitos, renascem ódios. Espera-se que o tempo esfarele essas realidades momentâneas. Ficarão Histórias e historietas, que são tentativas de interpretação, convicções de historiadores!».

Francisco de Paula Leite Pinto (in «Salazar visto pelos seus próximos - 1964-68»).



sábado, 27 de agosto de 2016

Red Symphony: O interrogatório dum comunista financiado pelos banqueiros

Por Daryush Valizadeh

Um documento com o nome de "Red Symphony" é tido como uma transcrição do interrogatório feito por um agente da KGB a um comunista Trotskista que tentou subverter Estaline. O mesmo é tido como autêntico mas, obviamente, não há forma de ter certezas absolutas. O comunista detalha uma conspiração levada a cabo pelos banqueiros com o propósito de controlar o mundo.

Texto integral: http://mailstar.net/red-symphony.html

O Comunismo irá obter a vitória graças às contradições do Capitalismo [...] ...uma maior concentração dos meios de produção corresponde a uma maior massa proletária, uma força mais numerosa para a construção do Comunismo. Não é assim?

Esta contradição declara que, com o passar do tempo, o capitalismo vai ficando mais centralizado no topo, onde cada vez menos homens detém os meios de produção. Isto aumento o número dos que nada têm, que, consequentemente, se movem em favor do comunismo porque não têm riqueza. Portanto, a longo prazo, o capitalismo irá gerar as condições que irão causar a que o comunismo se torne numa boa ideia para aqueles que se encontram na base da escala do poder económico.

Tal como sabemos, o propósito único de qualquer luta dentro da esfera económica é em favor de se ganhar mais e trabalhar menos. Tal é o absurdo económico, mas  segundo a nossa terminologia, tal é a contradição que não foi notada pelas massas, que ficam cegas quando, a dada altura, há um aumento de salários, que é rapidamente anulado pelo aumento dos preços.

E se os preços são limitados pela acção governamental, então a mesma coisa acontece, isto é, a contradição entre o desejo de gastar mais, produzir menos, é qualificada aqui pela inflação monetária. E devido a isto, entramos num ciclo vicioso: greve, fome, inflação, fome.

Controlar o dinheiro é apenas uma forma através da qual os banqueiros operam para atingir os seus objectivos: poder.

G. - Mas se, segundo você - e eu sou da mesma opinião - eles já têm poder político global, então qual é o poder que eles ainda querem obter?

R. -Já lhe disse: Poder total, tal como aquele que Estaline tem na URSS, mas a nível global.

As pessoas que nós vêmos em posições proeminentes parecem ter poder, mas essas pessoas não se encontram no topo da escala:

...nenhum "Deles" é a pessoa que ocupa uma posição política ou uma posição dentro do Banco Mundial. Tal como eu passei a entender depois do assassinato de Rathenau em Rapallo, eles dão posições politicas ou financeiras aos intermediários. Claro que são pessoas de confiança e leais, e pessoas que dão imensas garantias: logo, pode-se dizer que os banqueiros e os políticos nada mais são que homens-palha .... apesar destes ocuparem posições elevadas e parecerem ser os autores dos planos que são levados a cabo.

A ajuda da Maçonaria dentro desta conspiração:

Todas as organizações maçónicas tentam fomentar e gerar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução Comunista; este é o propósito óbvio da maçonaria; é bem claro que tudo isto é feito sob vários pretextos; mas eles escondem-se sempre por trás do seu bem-conhecido triplo-slogan. (Liberdade, Igualdade, Fraternidade).

Hitler nada mais era que um peão dentro deste jogo, até que eles passou a ter a ideia de imprimir o seu próprio dinheiro (...)

Como forma de controlar Estaline, a finança internacional viu-e forçada a ajudar no crescimento de Hitler e do Partido Nacional Socialista. Rakowsky confirmou que financiadors Judeus ajudaram os Nazis embora Hitler não estivesse ciente disso.

O livro é intrigante, e parece confirmar o que sabemos sobre a forma como a elite opera.

~ http://bit.ly/2bOiRe

* * * * * * *

Isto confirma também o que já havia sido dito no passado: a "guerra" entre o comunismo e o capitalismo é uma fachada visto que a mesma Alta Finança controla ambas as ideologias. (Convém salientar que "capitalismo" e "livre mercado" podem ter pontos comuns mas uma não é idêntica à outra)

O motivo que levou a Alta Finança mundial (os assim-chamados globalistas) a tentar destruir Estaline prende-se com o facto deste último avançar com o Comunismo "Nacionalista" (se é que isso existe) enquanto que os banqueiros desejavam o Comunismo Internacionalista. Visto que Estaline aparentemente não estava a cooperar com quem havia financiado a Revolução "Russa", os banqueiros resolveram removê-lo do poder.

Quando Estaline se tornou uma ameaça demasiado grande para ser contida, os globalistas elevaram Hitler como forma de o usar contra Estaline.

Mas Hitler começou a imprimir o seu próprio dinheiro e a desenvolver um sistema económico que diminuía a dependência da banca internacional, o que, desde logo, fez dele uma ameaça económica ainda maior que Estaline, levando os internacionalistas a buscar formas de avançar com uma guerra para destruir a sua influência.

Resumidamente, "Red Symphony" revela a forma como os agentes activos das guerras e das "mudanças de regime" são os mesmos banqueiros que há já algum tempo escravizam as nações através da dívida.

Chaim Rakover ("Christian Rakovsky", o homem que revelou o que se leu em cima) diz que as cinco pontas da estrela comunista são os cinco irmãos Rothschild e os seus bancos. Para os idiotas úteis que olhavam para o comunismo como forma de "lutar contra os banqueiros", fica a revelação de que o comunismo sempre foi financiado pelos mesmos banqueiros que eles dizem ser contra.

Por fim, Chaim Rakover identifica o único verdadeiro inimigo do sistema comuno-globalista:
Na verdade, o Cristianismo é o nosso único inimigo real visto que todo o fenómeno político e económico dos Estados Burgueses emana dele. O Cristianismo, ao controlar o indivíduo, é capaz de anular a projecção revolucionária do neutral Estado Soviético ou Ateísta.
A ler: 1 e 2



quinta-feira, 23 de junho de 2016

Amelia Earhart: a mesquinhez feminina a inveja do sucesso masculino

Por Dalrock

O comentador PM salientou que a ficção feminista em torno de Amelia Earhart parece ser inofensiva:

Os homens ainda executam a maior parte dos trabalhos que fazem a civilização funcionar, e não vejo isso a mudar num futuro próximo. Algumas poucas mulheres estão a ser elevadas com base em falsas conquistas aqui e ali, mas de forma geral, isso não tem um impacto algum.

A maior parte das pessoas, quer sejam homens ou mulheres, não irão inventar algo que muda o mundo, e nem serão os primeiros a fazer o que quer que seja. Acho que o "sucesso" de Amelia Earheart inspirou muitas mulheres. A minha irmã tem licença para pilotar aviões e isso não parece ser prejudicial. Isto não altera o facto da maior parte dos pilotos serem homens.

Desde o princípio que esta tem sido a reacção dos homens à inveja feminista. Apontar para a ultrajante mesquinhez das feministas parece ser mesquinho, e como tal, os homens preferem ser graciosos e agir em conformidade com a ficção. No entanto, pactuar com a inveja alimenta a besta e só gera mais inveja e mais descontentamento. Mais ainda, quando mais tempo nós passarmos nesta via, mais difícil fica de parar de pactuar com a mesma.

Depois da espantosa façanha de Lindbergh, ele tornou-se instantaneamente num herói. O que ele tentou fazer era tão espantoso que antes mesmo de ter aterrado já estavam  no local enormes multidões reunidas no sítio onde ele planeava aterrar - num campo nos arredores de Paris - esperando para ver se este desconhecido piloto de correio aéreo da América era capaz de levar a cabo o que havia planeado:

O aeródromo aéreo não estava marcado no seu mapa e Lindbergh só sabia que ele era a cerca de 7 milhas a nordeste da cidade. Inicialmente, ele confundiu o aeródromo com um complexo industrial enorme e com muitas luzes a emanar em todas as direcções.

Na verdade, as luzes eram os faróis de dezenas de milhares de carros conduzidos por espectadores ansiosos, agora retidos no "maior engarrafamento da história de Paris”.

Uma multidão estimada na ordem dos 150,000 espectadores invadiu o aeródromo, arrastou Lindbergh para fora do cockpit, e de modo literal carregou com ele acima das suas cabeças "durante cerca de meia-hora".

E isto era apenas a multidão que se havia reunido para ver se ele era capaz. Lindbergh não tinha consigo rádio algum e como tal, tudo o que a multidão sabia era que ele havia descolado há 33 horas e que tinha planos de aterrar no terreno que se encontrava nesse aeródromo. Mal ele aterrou, tornou-se automaticamente numa sensação mundial:

A adulação e a celebração devotada a Lindbergh que emergiram depois dele ter atravessado sozinho o Atlântico era sem precedentes. As pessoas comportavam-se como se ele tivesse andado sobre as águas, e não voado sobre elas. (64)

No espaço de um ano após o seu vôo, um quarto dos Americanos (cerca de 30 milhões) viu em pessoa Lindbergh e o Spirit of St. Louis. (76)

Para as feministas, a ideia dum homem receber tal louvor e atenção era insuportável. Toda a atenção devotada a "Lucky Lindy" gerou um busca frenética pela mulher que pudesse ser alcunhada de "Lady Lindy". Isto não foi uma corrida para ver qual era a mulher capaz de ser a primeira a provar a sua energia, mas sim uma corrida que tinha como propósito mudar a conversa e marcar a viação como um espaço feminino. É por isso que tudo o que importou foi que houvesse uma mulher a atravessar o Atlântico, desde que ela buscasse esse papel.

Na verdade, Earhart entrou no jogo bastante tarde. Em 1927, a actriz Ruth Elder disponibilizou-se para ser a "Lady Lindy":

[Elder] tinha 23 anos, e era uma actriz irregular, quando ouviu falar do vôo do "Lucky Lindy" de Nova York para Paris. Ela colocou na sua mente que ela seria a primeira "Lady Lindy", a primeira mulher a atravessar o Atlântico.

Elder não foi a primeira pessoa a cunhar o termo Lady Lindy antes mesmo da "façanha" estar em progresso. O homem que entrevistou Earhart para o papel tinha esse termo em mente no dia em que a conheceu:

Railey alega que ficou impressionado com a forte semelhança entre a aparência de Amelia com a de Lindbergh, e imediatamente cunhou o termo "Lady Lindy" na sua mente.

Uma grande parte do problema é que nós não reconhecemos a inveja nas mulheres porque isso parece tão normal. Se por acaso um homem se determinasse a remover o foco dado a Lindbergh contratando uma pessoa para lhe servir de chauffeur através do Atlântico (ou algo desse tipo, claramente inferior à façanha real), ele seria alvo de chacota. Mas quando observamos este mesmo tipo de mesquinhez nas mulheres, nós reflexivamente pactuamos com ele; apontar o dedo à mesquinhez feminina dá a sensação de ser mesquinho.

Mais uma vez, isto não se centra em mulheres a criar as suas próprias façanhas, mas sim na extinção do orgulho masculino. O desejo não era o de inspirar as meninas de modo a que, se eles trabalhassem arduamente, talvez no futuro elas pudessem vir a ter um homem a transportá-las através do Atlântico. Isto não era uma forma de inspirar as meninas mas sim uma forma de não inspirar os jovens rapazes.

No seu coração as feministas entendem isto, e é por isso que ainda hoje as feministas adoram o livro absurdo de Earhart, que fala do evento em que um homem lhe transportou através do Atlântico. O vôo de Earhart foi triunfante não porque ela fez algo digno de registo, mas sim porque ela ajudou a que se mudasse o assunto para longe de  Lindbergh.

Isto levanta uma questão: quais são os custos de se extinguir o orgulho masculino? Qual é o custo de se minimizar a importância das virtudes masculinas? Ao nível individual e incidental, os custos parecem ser demasiado pequenos para serem aferidos; o orgulho masculino revelou-se quase tão infatigável como a inveja feminina se revelou inextinguível.

De facto, a nossa sociedade está organizada sobre a pressuposição de que a graciosidade masculina em relação às mulheres é tão inesgotável como a inveja que as mulheres sentem em relação aos homens. Até hoje, esta tem sido uma aposta bem sucedida.

Mas isto não é só sobre um incidente. Claramente, os rapazes que cresceram durante os anos 30 ainda se sentiram inspirados para trabalhar arduamente e assumir riscos, apesar do parasitismo feminista de se tentar se desviar o foco dos assuntos sempre que possível; não havia escassez de homens dispostos a invadir as praias da Normandia e as de Iwo Jima.

Por mais bem sucedidas que feministas tenham sido a mudar o assunto, elas não foram bem sucedidas em parar os rapazes e os homens de verem Lindbergh honrado pelas suas façanhas. E mesmo que as feministas tivessem sido bem sucedidas em impedir que Lindbergh fosse reconhecido, ainda existiam outros exemplos que poderiam inspirar os homens.

Tudo isto centra-se numa besta que não estava satisfeita em silenciar as celebrações em torno do sucesso de Lindbergh, uma besta que foi ficando cada vez mais voraz com cada refeição. Isto centra-se num movimento implacável e cada vez mais eficaz que, durante as últimos 8 décadas, tem visado acabar com todas as celebrações das virtudes masculinas.

Desviar o olhar quando as feministas agem de forma mesquinha em torno à façanha de Lindbergh levou a que desviemos o olhar quando as feministas marcaram as forças armadas como espaços femininos e extinguiram ou neutralizaram a saga dos heróis.

Vivemos numa era bizarra. Queixamo-nos que os homens jovens estão vazios de virtudes masculinas, mas ao mesmo tempo alegamos que não existem custos na motivação invejosa por parte das feministas de denegrir a masculinidade.

Se as virtudes masculinas são importantes para a nossa sociedade, então nós temos, mais uma vez, que celebrar, sem reservas, os homens que exibem tais virtudes. Temos que denunciar esta mesquinhez de modo a que possamos reconhecer a coragem, mesmo que essa coragem nos deixe pouco confortáveis.

- http://bit.ly/28QU6fn.



domingo, 19 de junho de 2016

"Nós não iremos debater convosco; Nós iremos tomar o vosso lugar"

Por Quintus Curtius

Eventos recentes notificados pelos média deveriam-nos dar uma chance para reflexão.

Se por acaso és alguém que acredita que a cultura popular decaiu de forma vincada durante últimos 40 anos, certamente que serás atacado e difamado. Se por acaso te atreves a expressar sentimentos que contradizem a ortodoxia dominante, serás atacado e caluniado.

Quando os homens são atacados e humilhados por nada mais fazerem que se encontrarem, beber uns copos, e fortalecer os laços comunitários, então a sociedade está em perigo. E isto tornou-se claro para todas as pessoas.

O debate, se é suposto essa palavra ter algum tipo de significado, só pode ocorrer se houver boas intenções por parte de todos os participantes. Quando isso não acontece, isto é, quando uma das partes mente de forma deliberada e distorce o que os outros dizem, então há não há espaço para uma discussão racional.

O governo e os média trabalham de forma conjunta com o objectivo de estabelecer uma ortodoxia. Se por acaso és um fracassado mediático - isto é, se por acaso trabalhas para uma das maiores organizações mediáticas online - vais receber os restos da mesa do teu patrão; vais ser premiado por seres um bom escravo.

Mas se te atreves a colocar em causa a Narrativa, se te atreves a propor um ponto de vista alternativo em relação ao que é bom ou mau para a sociedade, podes esperar um outro tipo de tratamento.

Tais perseguições tomam várias formas e feitios. Em tempos idos, existiam as Inquisições, os barões, os bispos e outras formas de controle. Hoje em dia, temos as leis em torno do "discurso de ódio", os incitamentos mediáticos, os ataques públicos, e as posturas de elevação moral doentias por parte de políticos falsos.

Os métodos são distintos, mas os objectivos são os mesmos: controle. E os regimes actuais da Anglosfera tomaram a decisão de adoptar uma certa visão do mundo. Esta visão, acreditamos nós, não tem qualquer base na história e nem na experiência humana, e opera com o expresso propósito de destruir a ordem social. É opinião nossa de que esta visão do mundo irá levar à queda das taxas de natalidade, a relações tensas entre os sexos, e ao declínio moral, educacional e da ordem social.

Mas vocês tomaram a decisão de silenciar as vozes alternativas. Vocês não se preocupam com estas coisas, e isso é óbvio. Tudo o que vos interessa é o apaziguamento temporário daqueles que militam em favor da depravação cultural e da depreciação.

Vocês odeiam a cultura tradicional (e tudo o que ela representa) visto que ela freia os vossos apetites depravados, coloca rédeas nos vossos impulsos, e responsabiliza-vos com base num certo padrão. Vocês esforçam-se para recompensar a escória, os corruptos e os vis. E vocês não só fazem isto, como celebram, e querem forçar os outros a celebrar convosco.

Neste site, e nos meus livros, trabalhei para demonstrar as lições que a história nos ensinou e a forma como elas ressoam nos dias de hoje. Mas vocês escolheram trair o legado dos vossos antepassados. Vocês escolheram consignar a geração actual de homens, que nada mais pedia que respeito e consideração, a um destino inculto e à deriva.

Vocês lançaram-nos para longe, e lavaram as vossas mãos sobre eles - sobre estes homens - e fizeram isto ao mesmo tempo que vociferavam as mesmas platitudes insignificantes que se tornaram na vossa segunda natureza, e entregaram estas platitudes com sorrisos cínicos ao estilo do gato Cheshire.

Sabemos quem vocês são. Sabemos do que vocês são capazes. Vocês e as vossas mentiras não nos irão enganar. E todo o mundo já sabe disso também.

Não existirão mais debates, mais discussões, mais diálogos, e nem gestos que busquem algum tipo de aprovação vossa. Vocês não estão interessados num diálogo honesto, e como tal, não estão estabelecidas as bases para uma discussão.

Em vez disso, iremos trabalhar ainda mais fortemente, mais rapidamente, e de forma mais determinada como forma de substituir a vossa ideologia com outra diferente. A vossa ideologia, fruto duma árvore irremediavelmente corrupta, irá murchar na videira.

Nós somos melhores que vocês, e somos mais nobres que vocês. Nós iremos tomar o lugar da vossa ideologia.

~"We Will Not Debate You, We Will Replace You" | http://bit.ly/28B1h3R ~

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Nota: todos os links a apontar para este blogue (www.MarxismoCultural.Blogspot.com) foram adicionados pelo tradutor do texto e não se encontravam no texto original



segunda-feira, 25 de abril de 2016

Os Rothschilds e a CIA por trás de "Revolução dos cravos"


Na véspera de um dia de mistificação, vou-vos contar uma história, esta autêntica...Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds)...

No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o USS Warrior e o Iate Apollo. Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não saiba, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho... Agora há estufas para cultura intensiva, mas na época não...

Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles»... Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO...

Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa... 

A D. Celeste leva-as para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!

Outras «fontes revolucionáris» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos... Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Majestade...

Enfim, e assim se alicerçam «a martelo» as mentirolas de Abril... Não a 1, mas a 25... E continuam...

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A «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe da CIA


A censura do Facebook apagou-me há tempos um post onde eu explicava detalhadamente a orquestração do 25 de Abril de 1974 pela CIA americana, e descrevia a distribuição dos cravos vermelhos - símbolo da banca da City de Londres - pelas forças da OTAN que haviam entrado no Tejo a 22 de Abril...

Também descrevi, num dos comentários, o episódio em que as forças revoltosas da Escola Prática de Cavalaria foram paradas pelos blindados de lagartas (tanques M47) do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano, quando estavam no Terreiro do Paço e avançavam para a Ribeira das Naus (primeira foto).

Nesse momento, a fragata Gago Coutinho (segunda foto) posicionou-se frente à praça, para fazer fogo sobre os revoltosos assim bloqueados, caso estes não se rendessem.

Nesse momento, o contratorpedeiro canadiano Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça, anulando intencionalmente a manobra da nossa fragata, e abrindo caminho aos revoltosos (terceira foto).

Por fim, na página de Lisboa de Antigamente, encontrei as fotos da sequência funesta, demonstrando que afinal, a «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe americano da CIA...

Se calhar, também me vão censurar este post...

Blindados de lagartas do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano
Fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça
Contratorpedeiro Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça.
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Claro que os Americanófilos terão dificuldade em aceitar que, contrariamente ao que lhes foi dito, a NATO, os Americanos e a elite que controla o Ocidente não são os "bons", e nem são "maus"  aqueles que são contra os seus sonhos de manutenção e aumento da hegemonia militar, económica e cultura sobre o mundo. Essencialmente, a NATO só serve para submeter os países ao FMI e ao domínio  Anglo-Americano.

Nesta guerra de blocos imperialistas é complicado identificar um deles como estando do lado do bem, e outro estando do lado do mal, mas é muito fácil dizer que a NATO não luta pela "democracia", e que os interesses económicos da elite financeira mundial (liderada pela família do escudo vermelho) estão na base de quase todas "revoluções" e conflictos armados no mundo.

Os Portugueses têm sido enganados há 40 anos sobre a "revolução", e as vozes que sabem da verdade (como o Carlos) estão a ser censuradas. A única forma de garantirmos que as gerações vindouras saibam da verdade que se abateu sobre a nação, e como o país está a ser controlado por interesses financeiros sediados em Londres, é falando aos outros.



domingo, 24 de abril de 2016

A elite globalista usa o feminismo para reduzir a população do ocidente

Por Daryush Valizadeh

Há algum tempo atrás propus a teoria de que a queda da natalidade no mundo ocidental estava a acontecer devido a alguma força cósmica que buscava equilibrar o universo. Eu estava errado. A força não é algo cósmico ou metafísico, mas humano. Depois de estudar as evidências, torna-se claro que está em operação um plano consciente que visa controlar a população humana através de métodos culturais e biológicos, o que irá permitir a que a elite sustenha ou aumente o seu poder e a sua riqueza.

A primeira evidência que demonstra como vocês foram indoutrinados em favor da ideia da redução populacional é que muito provavelmente vocês irão concordar com pelo menos duas das seguintes três frases, mesmo que vocês se considerem como pessoas que tomaram a "pílula vermelha":
1) "Agendas ou as iniciativas levadas a cabo pela elite global têm que ser inicialmente consideradas como 'teoria da conspiração'"
2) "Há demasiadas pessoas na Terra."
3) "As necessidades do meio ambiente estão acima dos planos que visam aumentar a fertilidade humana."
Não é coincidência o facto de vocês já estarem totalmente convencidos da agenda da redução populacional, e se por acaso vivem numa nação ocidentalizada, vocês chegaram a essa conclusão "naturalmente" visto que desde que entraram na escola primária que vocês são bombardeados com mensagens em torno dos "perigos" da sobre-população e da fragilidade do meio ambiente. Parece que todas as ideias progressistas [isto é, esquerdistas] que estão a ser propagadas no Ocidente têm uma coisa em comum: limitar a reprodução humana.

Eis aqui uma pequena lista de causas progressistas que têm percolado dos intelectuais e que foram mais tarde patrocinadas ou raptadas por activistas bilionários e por importantes organizações governamentais Ocidentais.
1. O aborto é uma "escolha" corporal, e não a matança dum ser humano. Resultado: reduz a população. 
2. A pílula é uma "escolha" que permite que as mulheres vivam melhor o estilo de vida consumidor. Resultado: reduz a população. 
3. O empoderamento feminino na forma do feminismo e do igualitarismo empurra as mulheres para o mundo laboral com o expresso propósito de atrasar a maternidade (ou eliminá-la por completo). Resultado: isso reduz a reprodução e a formação de famílias. 
4. Promoção de estilos de vida estéreis na forma o homossexualismo e transsexualismo que nunca podem resultar na criação de novas vidas. Resultado: reduz a população, a reprodução, e a formação de famílias tradicionais. 
5. Promoção do ateismo, niilismo, individualismo e consumismo como alternativas sustentáveis à vida tradicional através da formação de unidades familiares. Resultado: reduz a reprodução e a formação de famílias tradicionais. 
6. As necessidades do "meio ambiente" têm que ser colocados acima das necessidades dos seres humanos. Resultado: faz com que os seres humanos se sintam culpados por gerar famílias. 
7. Ondas gigantescas de imigrantes estrangeiros são encorajadas a entrar nas nações Ocidentais como forma de quebrar os laços entre as tribos e os vizinhos, o que irá diminuir as noções do nacionalismo e do patriotismo ao mesmo tempo que transfere a fertilidade e os recursos económicos dos povos nativos para os estrangeiros. Resultado: diminui o número da população nativa.
Todos os pontos listados em cima reduzem as taxas de reprodução, quer seja directamente ao matar uma vida, ou indirectamente ao promover a culpa ou um estilo de vida que não é compatível com a formação de nova vida. Ao mesmo tempo, as populações imigrantes têm a permissão para crescer a uma taxa mais acelerada que a capacidade dos nativos para se reproduzir.

Aqueles que dominam sobre nós não querem que mais Americanos ou Euro-descendentes cimentem o seu poder e a sua riqueza dentro dos países que eles [os membros da elite] controlam através das instituições governamentais, das empresas e das organizações transnacionais. De que forma é que a elite seria beneficiada se ocorresse um "baby boom" entre aqueles que moram nos estados Americanos mais conservadores, e que acreditam na 1ª e na 2ª Emenda?

Se por acaso tu fosses um rei, e tivesses encontros periódicos com aqueles que te ajudam a governar, será que gostarias que aqueles que são mais capazes de te derrubar atingissem a sua capacidade biológica máxima, ou preferirias prejudicar o seu potencial reprodutivo ao mesmo tempo que avançavas com todo o tipo de causa degenerada como forma de limitar o seu progresso demográfico?

Há cerca de 1 ano atrás escrevi o artigo "Teoria do Colapso Cultural" onde detalhei o mecanismo específico através do qual o progressivismo destrói a cultura nativa, mas eu poderia muito bem ter-lhe dado o nome de "Teoria do Colapso Populacional" sem ter que fazer qualquer tipo de modificação no texto.

Tenho que admitir que me sinto um bocado idiota por demorar tanto tempo para me aperceber que o propósito final da agenda é a redução populacional, especialmente se levarmos em conta que a elite tem discutido e partilhado abertamente os seus planos. Tudo o que precisamos de fazer sempre que escutamos uma entrevista sua é substituir  as palavras "controle populacional" e "desenvolvimento sustentável" por "despovoamento dos Nativos Ocidentais" [isto é, de Europeus e de Euro-descendentes]. Isto é normalmente feito sob a máscara de se combater a pobreza do Terceiro-Mundo ou de se tornar a Terra mais "habitável" para as crianças ocidentais que nunca irão nascer.

Eis aqui algums declarações públicas que revelam como a agenda de despovoamento é importante para aqueles que ditam as políticas governamentais e empresariais:

Eu poderia ter escolhido o Mumbai, o Cairo ou a Cidade do México; para onde quer que olhemos, a população mundial está a aumentar rapidamente. Ela aumenta o equivalente a toda a população do Reino Unido todos os anos. Isto significa que este nosso pobre planeta, que já batalha para sustentar 6,8 mil milhões de pessoas, irá, de alguma forma, ter que suportar mais de 9 mil milhões de pessoas no espaço de 50 anos.
Um programa que vise esterilizar as mulheres depois dos seus segundos ou terceiros filhos, apesar da maior dificuldade relativa quando comparada com uma vasectomia, pode ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens. O desenvolvimento de cápsulas de esterilização de longo duração que possam ser implantadas sob a pele, e removidas quando a gravidez for desejada, abre possibilidades adicionais para o controle coercivo de fertilidade.
David Rockefeller, globalista que se recusa a morrer:


TedTurner, fundador da CNN e um dos maiores proprietários de terras dos Estados Unidos:


Margaret Sanger, fundadora da "Planned Parenthood", que usou com sucesso o aborto como forma de dizimar a população Negra dos Estados Unidos:
A coisa mais misericordiosa que a família pode fazer para com os seus membros mais jovens é matá-los.
Há um tema comum por trás de todo o nosso trabalho: temos que reduzir os níveis populacionais. Ou os governos fazem as coisas à nossa maneira, através de métodos eficazes, ou eles terão que lidar com o que temos em El Salvador, ou o Irão ou em Beirute. A população é um problema político. Mal fica fora do controle, ela exige um governo autoritário, até mesmo o fascismo, para a reduzir.
Bill Gates falou em usar uma das suas fundações para desempenhar o papel de Deus no continente Africano, e limitar a população usando métodos biológicos. É bastante curioso alguém com uma aparência tão "geek" ter este tipo de interesse no controlo populacional, mas temos que ver também que o seu pai trabalhou para a Planned Parenthood.


Warren Buffet, amigo de Gates, também está envolvido na agenda da redução populacional. Ele deu 3 mil milhões à fundação da sua esposa, que tem o nome de "Susan Thompson Buffett Foundation". Adivinhem para que organização esta fundação doa a maior parte do seu dinheiro? Planned Parenthood.
Os registos fiscais revelam também que a maior dos gastos da fundação são canalizados para a promoção e para as pesquisas em torno do aborto e dos contraceptivos. Segundo a "Access Philanthropy", que é um instituto de pesquisa focado nas preferências de doação das fundações e dos doadores empresariais, o planeamento familiar é um dos propósitos centrais da "Susan Thompson Buffet Foundation". 
O formulário fiscal 990 (de organização sem fins lucrativos) revela que, em 2008, a Planned Parenthood e as organizações afiliadas dentro dos Estados Unidos receberam cerca de 45 milhões de dólares; o braço internacional da organização recebeu 8 milhões. Não há dados relativos ao programa Ryan [organização pró-aborto] ou em relação à "Family Planning Fellowship" [organização pró-aborto], mas a fundação pagou cerca de 50 milhões de dólares às universidades que têm um ou ambos os programas.
Por esta altura é curioso notar que, quanto mais sinistro for o indivíduo, mais ele é retratado como inofensivo, desajeitadamente "geek", e folclórico (por exemplo Mark Zuckerberg, os fundadores da Google, e os CEOs da Starbucks).

Temos também um documento de 1974 com o título de National Security Study Memorandum 200 (PDF), comissionado por Henry Kissinger, alguém cuja obsessão pela ordem internacional o levou à conclusão que o aumento populacional de alguns países coloca em perigo os interesses dos Estados Unidos, e que os contraceptivos têm que ser promovidos nesses países como forma de limitar a sua população. Kissinger, outro globalista-zombie que nunca mais morre, ainda é instrumental no estabelecimento de políticas um pouco por todo o mundo através da sua organização Kissinger Associates.

Feminismo e redução populacional

As Nações Unidas tem um plano de acção com o nome de "Agenda 21" que propõe um "desenvolvimento sustentável". Uma das formas através das quais isto é levado a cabo é através da promoção mundial do feminismo visto que ele tem como um dos efeitos a remoção das mulheres do ambiente familiar para dentro do mundo empresarial que está sob o domínio dos mesmos globalistas das Nações Unidas.

Tal como qualquer gráfico ocidental relativo à população nacional pode mostrar, o feminismo está de mãos dadas com a agenda de despovoamento. A ONU confirma que o feminismo é uma excelente forma de controle de natalidade visto que essa organização olha para essa ideologia como essencial para o "desenvolvimento sustentável" (que é a expressão que os globalistas usam quando falam em redução nas taxas de natalidade).
[As melhorias no assentamento humano] deveriam-se fundamentar na cooperação técnica de actividades, parcerias entre os políticos, sectores comunitários privados e públicos, e participação no processo de decisão por parte dos grupos comunitários e grupos de interesse especial tais como as mulheres, os povos indígenas, os idosos e os deficientes motores. 
Estas abordagens têm que formar os princípios centrais das estratégias nacionais de assentamento. Ao serem desenvolvidas estas estratégias, os países terão que estabelecer prioridades entre as oito áreas de programação presentes neste capítulo em concordância com os seus planos e os seus objectivos nacionais, levando em conta as suas capacidades sociais e culturais. 
Para além disso, os países devem tomar as medidas necessárias para monitorizar o impacto que as suas estratégias têm sobre os grupos marginalizados e desprivilegiados, com referência especial às necessidades das mulheres.
A "United Nations Framework Convention on Climate Change" (UNFCC) é liderada por Christiana Figueres, a filha do antigo presidente da Costa, o que lhe garante acesso ao clube globalista. No vídeo que se segue, ela declara que a ONU tem que "todos os possíveis" para reduzir a população mundial (começa em 4:30).


O antigo "Chief Of Bioethics" do "National Institute Of Health" (NIH) é Israeli Ezekiel Emanual, que é irmão de Rahm Emmanuel, antigo conselheiro e actual mayor de Chicago.

No seu artigo escrito para a Atlantic, ele alegou que todos nós deveríamos morrer aos 75 anos porque isso iria poupar milhares de milhões de dólares ao governo. Os argumentos mais caóticos e mais anti-éticos serão avançados sob a máscara da ética e da ordem mundial.
Estou a falar de quanto tempo eu quero viver e o tipo de cuidados de saúde eu irei consentir depois dos 75 anos. 
Os Americanos parecem estar obcecados em fazer exercícios, executar puzzles mentais, consumir vários tipos de sumos e de misturas proteicas, limitando-se a dietas rigorosas, e ingerindo vitaminas e suplementos - tudo isto como um esforço nobre para se enganar a morte e prolongar a vida o mais que puderem. Isto tornou-se tão generalizado que hoje define um tipo cultural: o que eu chamo de o Americano imortal. 
Eu rejeito esta aspiração. Acho que este desespero maníaco de prolongar a vida de forma infindável é um equivoco e potencialmente destrutivo. Por muitos motivos, 75 anos é uma boa idade para parar.
As citações, os vídeos e os vários artigos listados em cima nem chegam a revelar de forma profunda o que pode ser pesquisado por vocês mesmos o YouTube e no Google. Embora haja um ligeiro desequilíbrio em muitos dos sites que falam do despovoamento, acredito que é possível vocês separarem os factos das emoções.

Por algum motivo estranho, muitas companhias cuja motivação única é gerar lucro para os seus accionistas têm um ponto fraco patológico pelas mulheres e pelo meio ambiente. Não é coincidência que o empoderamento das mulheres (de forma que elas se transformem em trabalhadoras corporativas e consumidoras descuidadas) destrói a sua reprodução, ao mesmo tempo que a promoção das preocupações ambientais faz com que não só as pessoas se sintam mal em ter famílias próprias, mas faz também com que as pessoas se sintam inclinadas a dar apoio incondicional e autoridade aos planos globalistas que limitam a população no Ocidente "privilegiado" ao mesmo tempo que se promove a reprodução dos imigrantes do Terceiro Mundo que estão os estão a substituir.

Os homens que chegaram à conclusão em relação ao despovoamento, chegam a esse ponto através de vias distintas. Eu cheguei a essa conclusão não através da política mas através do sexo. Eu vi em primeira mão a forma como o governo, os média, e as universidades estão de modo deliberado a tentar promover desconfiança entre os homens e as mulheres através do feminismo, através do mito da "cultura de violação", e através de ideias de justiça social que dão espaço para a estratégia de "dividir para conquistar" que coloca os sexos a lutar um contra o outro, o que faz com que todas as mulheres olhem para os homens como violadores em potência, e todos os homens olhem para as mulheres como alguém que lhes pode arruinar a vida.

O facto dos homens estarem cheios de medo das falsas acusações de violação ou receosos de serem empobrecidos através do divórcio, é uma característica do progressivismo energizado pela agenda do despovoamento. Foi criada uma divisão entre os homens e as mulheres de modo a que hoje eles olham um para o outro como obstáculo para a felicidade e para a sobrevivência.

Não é por acaso que tu não estás disposto a nada mais que a masturbação mútua com uma mulher quando te encontras sob influência do álcool, algo que não irá resultar na formação duma família. Se por acaso tu queres fazer bebés, foi feito um plano de segurança para garantir que nenhuma reprodução ocorra: essencialmente, todas as mulheres que se encontram na fase fértil do seu desenvolvimento sexual passaram a tomar a pílula mal entraram na puberdade.

Mesmo que ela engravide, os métodos disponíveis para se levar a cabo um aborto estão próximos, especialmente se tu a convenceres a fazer isso visto que, coincidentemente, existem leis federais e estaduais que escravizam os homens da classe média que pensam que ter filhos pode, de alguma forma, ser bom para os seus interesses.

É importante entender que controle de natalidade não tem que ser necessariamente através de métodos biológicos ou através do aborto, mas na forma de ideias e crenças que incutem o medo e o pavor sempre que se fala na reprodução (ao associar ter um filho com a perda da liberdade individual ou perda da liberdade consumista). Eu não me admiraria nada se por acaso os grupos "men going their own way" [MGTOW] estivessem a ser indirectamente apoiados pelo governo como forma de aumentar o medo que os homens têm de se reproduzirem com as mulheres.

Se por acaso ainda têm dúvidas de que o despovoamento ainda é o plano oculto maior das elites do Ocidente, peço que olhem para os gráficos em torno das taxas de natalidade que se encontram nos dados do "World Bank", e que questionem-se do porquê não haver um esforço conjunto para se reverter o declínio.

Porque é que os governos não estão a dar o seu apoio a políticas natalistas (tal como na Rússia) que têm como propósito gerar futuras gerações de nativos e criar uma nação mais forte que irá perdurar pelos anos, mas em vez disso, estão a importar criminosos Mexicanos e islamistas radicais com noções frágeis de democracia?


O que é surpreendente é que a taxa de natalidade dos Estados Unidos encontra-se abaixo da taxa de substituição mesmo se levarmos em conta os fecundos imigrantes, o que revela que as pessoas férteis tornam-se efectivamente estéreis mal se encontrem num ambiente que está marcado para o despovoamento.

Actualmente, a leste da Rússia, e incluindo a Europa do Leste, não há um único país Europeu que tenha taxas de natalidade acima do taxa de substituição. Em comparação, a taxa de natalidade no Níger é de 7.56, quatro vezes mais do que a taxa dos Estados Unidos. Mas não se preocupem porque as "vacinas" humanitárias de Bill Gates irão resolver esse problema através do seu projecto de estimação, um microchip de controle de natalidade que pode ser activado e desactivado remotamente.

Os três principais mecanismos culturais de redução da população nativa é levar as pessoas preocuparem-se 1) com os direitos das mulheres, 2) com a imigração proveniente do Terceiro Mundo, e 3) com o meio ambiente. É precisamente por isso que quase todas as pessoas da esquerda, especialmente os SJWs [Guerreiros da Justiça Social] apoiam de modo fanático os três.

Os esquerdistas foram totalmente condicionados a se posicionarem  em favor de tópicos que levam à destruição da unidade familiar, à deterioração da identidade social das suas sociedades, e em favor da sua própria esterilização.

Quando combinamos os esforços biológicos que incluem controle de natalidade e o aborto, pode-se ver que os Ocidentais não têm practicamente chance alguma de algum dia virem a recuperar a sua população em comparação com os Africanos, os Médio-Orientais, e os Asiáticos, grupos que actualmente não enfrentam bombas culturais e biológicas que tentam reduzir a sua população, mas que rapidamente passarão a ser um alvo mal os Ocidentais tenham sido suficientemente enfraquecidos e os objectivos do despovoamento tenham sido atingidos.

É possível que entendam agora o porquê de, quando Bruxelas aceita um novo país na União Europeia, ser ordenado que seja feita é uma marcha de "orgulho gay" nas principais ruas da capital do país, e o porquê de começarem logo a militar em favor de mais direitos para as mulheres.

Isto é um ataque cultural que tem como propósito reduzir a reprodução desse país de modo a que a sua soberania seja facilmente destruída no espaço de duas gerações - um ataque que começa mesmo antes desse país entrar na União Europeia como forma de "provar" que está pronto a se destruir a ele mesmo como maneira de obter ganhos de curta duração na forma de grandes empréstimos e comércio livre para a elite desse país.

Até mesmo a forma de "game" que ensinei no princípio da minha carreira, de encontros sexuais com a duração duma noite, estava de acordo com a agenda de despovoamento visto que muito dificilmente este tipo de encontros teriam como consequência a reprodução. Isto significa que eu fui um idiota útil por muitos anos. Não posso deixar de notar que os ataques contra mim têm aumentado em intensidade à medida que eu me afasto do ensino do sexo estéril e de ideias anti-família, e começo a promover valores mais tradicionais que são muito mais susceptíveis de gerar filhos e filhas.

Embora eu possa concordar que há demasiadas pessoas a habitar o planeta Terra,  discordo que seja um pequeno grupo de globalistas do topo que deva assumir o papel de Dr Eugenicista e determine que pode e não se pode reproduzir, ao mesmo tempo que eles não limitam a SUA reprodução, especialmente se levarmos em conta a hipocrisia em torno da sua "preocupação" com o meio ambiente ao voarem dum lado para o outro nos seus aviões privados rumo às suas inúmeras mansões.

Eles não querem que tu geres filhos com uma mulher fértil de 19 anos, e os eduques em casa e nem lhes administres Ritalina. Em vez disso, tu és bombardeado com mensagens de que deves casar com uma solteirona em processo de envelhecimento cujo útero muito provavelmente já está estéril e não te pode dar mais do que duas crianças, o que nem de perto nem de longe é o necessário para sustentar a população.

Talvez durante a década 50 te tivessem dito que ter uma família grande era um acto masculino, mas hoje em dia é quase impossível ver imagens de famílias grandes representadas duma maneira positiva na televisão ou nos spots publicitários, especialmente com mulheres com menos de 25 anos que não sejam já escravas das grandes empresas e da propaganda governamental.

Estou a chegar à conclusão de que a única forma de derrotar os males do liberalismo, do feminismo, da justiça social e do progressivismo é tendo famílias grandes, e criando tribos que são livres-pensadoras, auto-dependentes, e, mais importantes, estão armadas. Os homens do futuro que podem resistir ao totalitarismo e aos governos injustos irão nascer dos úteros das mulheres que hoje existem, e a dada altura, essas mulheres têm que ser convencidas de que ser uma mãe que fica em casa, e que educa filhos fortes, é melhor do que ser um consumidora zombie que envenena e esteriliza o seu próprio corpo.

A última coisa que aqueles que estão no poder querem é que as mulheres estabeleçam uniões com homens masculinos e independentes que não precisam do governo para nada, e que colocam mais valor na lealdade para com os seus parentes de sangue e para com a sua nação do que com as ideias esquerdistas, com os iPhones, ou com os clubes desportivos.

No passado, eu tinha como fantasia dormir com o maior número possível de mulheres de modo a poder ser como os playboys que eu via nos filmes de Hollywood, mas hoje o que eu quero é gerar filhos que irão no futuro liderar o seu povo e a nação. Cabe-nos a nós criar os homens que podem eliminar os parasitas que estão a ser bem sucedidos no controle da humanidade.

- http://bit.ly/1QvqHTE



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