terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Série "O Exterminador": Revelação da Era Vindoura da Inteligência Artificial

Por Jay

Vou-vos poupar qualquer tipo de imitação de Arnold visto que imitações do Exterminador são permanentemente material de comediantes banais. Pelo contrário, a série O Exterminador é um dos exemplos mas profundos de programação predictiva, estabelecendo memes e implantando ideias comparáveis ao filme The Matrix. Embora o filme The Matrix seja o filme conspiracional clássico dum "despertar" da fraude do sistema como um todo, a série O Exterminador é muito mais sinistra e séria na sua mensagem-presságio.

Presságio porque o verdadeiro plano do governo-sombra é, na verdade, o de erguer uma Skynet, e sério porque o paradigma central do establishment é o de despovoamento. Misturando os dois, ficamos com O Exterminador.  Devido a isso, há anos que sou de opinião de que a instalação da Inteligência Artificial, embora cheia de conotações esotéricas, centra-se pragmaticamente na instalação dum grade de controle independente do erro humano que irá, posteriormente, funcionar como uma grade de eliminação global do ser humano.

Os regimes e os impérios do passado entraram em colapso devido à corrupção, à degeneração e devido à fragilidade humana. Qual é, então, a única forma de evitar esta atrofia imperial? A resposta é a robótica e a remoção dos seres humanos da equação - a ascenção das máquinas. Para esta análise, não irei usar a abordagem tradicional de cena a cena do simbolismo: A série O Exterminador é bastante directa. Tal como um dedo-médio andróide gigante, os filmes O Exterminador são um exemplo frontal dos planos a longo prazo do establishment de instalar uma grade de controle com os agentes humanos fora do sistema. Irei também olhar para os genuínos papeis brancos e planos que detalham este enredo, bem como as vozes proeminentes que também fizerem este mesmo aviso.

Os Filmes

No primeiro fascículo somos confrontados com um futuro apocalíptico onde uma amorfa Skynet dizimou o globo com um ataque nuclear com o propósito de colocar um fim à população humana. A este ponto, chega Arnold, o assassino cyborg modelo T-800, enviado para o passado como forma de impedir o nascimento de John Connor, o futuro líder da resistência humana. Com arque-típicas luzes azuis da década 80, a cena começa com um Arnold nu a devastar Los Angeles em busca de Sarah, a mulher que está próxima de ser mãe e que se envolve sexualmente com Kyle Reese, outro membro da resistência do futuro enviado com o propósito de dar à luz John.

Não tenho a certeza, mas há algo deste enredo que não bate certo: se o teu futuro pai volta atrás no tempo para te conceber, então presumivelmente tu também poderias voltar atrás no tempo para te conceberes a ti mesmo, se por acaso fosses incestuoso. Mas isto toca num tópico marginal dos filmes O Exterminador, para além da Inteligência Artificial, nomeadamente, o tópico do determinismo, tempo e o livre arbítrio. Se o Apocalipse nuclear é predestinado ou se o continuum do tempo pode ser alterado, eram tópicos na linha da frente durante os anos 80 - basta perguntar a Marty McFly e ao Doc [ed: do filme "Regresso ao Futuro"].

A Skynet nuka a América (pensem no Matthew Broderick no filme Wargames!) porque a sua "auto-consciência" adquirida resulta numa análise de custo-benefício da ameaça e da utilidade de biliões de sacos de carne hominídeos. O pensamento, as emoções e a fragilidade humana dão origem ao erro, e os seres humanos podem desligar a Skynet, e como tal, os seres humanos têm que ser eliminados.

A revelação essencial não é que a robótica irá evoluir para a consciência (que se baseia por inteiro na antiquada visão mecanicista do Iluminismo de que a realidade nada mais é que um determinismo causal atomística), mas sim que o programa radical eugénico da elite global passou a ser um transhumanismo tecnocrata. A eugénica racial e familiar é algo do passado - uma forma eugénica que deu lugar à bioética e à bioengenharia. Combinado com o futurismo tecnocrata, nós temos agora, resultande dos modelos Darwinistas e Malthusianos - transhumanismo ou o pós-humanismo.

No filme "O Exterminador 2 - Dia do Juízo Final", isto torna-se ainda mais evidente quando um ridículo robô esvidraçado T-1000 encontra-se agora a perseguir John Connor, e depara-mo-nos agora com um dado curioso: os humanos do futuro enviaram também um T-800 hackeado para proteger John. Ocorrem debates em torno da habilidade do livre arbítrio de mudar o curso da história, blá, blá, mas o que é mais relevante na sequela é a declaração que Arnold faz em relação à forma como Skynet veio a existir.

Arnold revela que os militares Americanos decidiram passaram a ter uma força robótica e uma força de drones totalmente composta por Inteligência Artificial. Os leitores mais alertas irão reconhecer que isto está rapidamente a tornar-se uma realidade visto que muitas publicações já reportaram que a Air Force planeia passar a ter drones totalmente controlados por Inteligência Artificial. O plano declassificado da Força Aérea Americana para 2009-2049, em torno da Inteligência Artificial, diz:

Figura 10 - Longo Prazo - Autonomia Total

O plano final do portfolio revela uma total capacidade autónoma, "swarming", e tecnologia Hypersónica como forma de causar a que o inimigo fique desequilibrado ao ser capaz de, instantaneamente, gerar efeitos através do espaço de batalha. Tecnologia para fazer auto-reparações no ar, auto-reabastecimento no ar, manutenção automática,  acoplamento automático de alvos, voo supersónico, e a capacidade de fazer "swarming" iriam causar alterações através do espectro DOTMLPF-P. O resultado final seria uma revolução nos papéis humanos na guerra aérea.

4.6.4.1 Long Term (FY25-47) Technology Enablers

Assumindo que as decisões legais e políticas assim permitam, os avanços tecnológicos na Inteligência Artificial irão permitir que os UAS [ed: em inglês "UAS" = "Unmanned aerial vehicle" que signific "Veículo aéreo não tripulado"] tomem e executem decisões complexas durante esta fase da autonomia. Actualmente, a tecnologia de reconhecimento de alvos normalmente depende da comparação e equivalência de informações sensoriais específicas com modelos predictivos do alvo pretendido. À medida que o número de tipos de alvos e factores ambientais aumentam, a complexidade e o tempo disponível para levar a cabo a missão aumentam.

Para além disso, muitos algoritmos de alvejamento focam-se em equipamentos militares. Os nossos inimigos actuais e os nossos inimigos do futuro irão encontrar formar de contrariar os nossos sistemas. Os sistemas alvejamento autónomo têm que ser capazes de aprender e exercer um espectro de missões úteis para o Joint Warfighter. No entanto, os seres humanos irão reter a habilidade de alterar o nível de autonomia apropriada para o tipo de fase ou de missão.

O propósito é, portanto, o de obter autonomia total, com os sistemas de ataque a funcionarem de forma a detectar os alvos e as ameaças antes do tempo usando modelos preditivos, algo como uma versão militar do pré-crime. Tal como no filme Minority Report, a decisão da Skynet de quem será uma ameaça futura e tem que ser, consequentemente, eliminado  (se um julgamento e sem o processo devido) será determinado pro algoritmos predictivos!

A justificação para a doutrina do iStrike preemptivo é, obviamente, o "cenário de guerra", mas toda esta conversa legal significa que todos os seres humanos são uma ameaça potencial num "cenário de guerra" global. Embora a maior parte da humanidade ainda pense que a campo de batalha da vida e a competição entre estados-nação e entre as corporações rivais, há décadas que os globalistas planearam com antecedência, nos seus papeis brancos, os cenários dum teatro universal e perpétuo de guerra levada a cabo contra as "insurgentes" populações humanas em massa.

No filme "O Exterminador 3 - A Ascenção das Maquinas",  um prateado nanobot sexy do futuro é mais uma vez enviado de volta para o passado para caçar John Connor, ao mesmo tempo que Arnold, como um mais velho modelo Commodore 64, regressa para ser anjo da guarda de Connor.  Tanto "O Exterminador 2" como o "Exterminador 3"incluem o tema da Inteligência Artificial obter a "auto-consciência" - com cenas lamechas de Arnold e Connor a estabelecer laços emotivos, e com Arnold a começar a ter "sentimentos".

Todo o ethos da Inteligência Artificial obter "consciência" é nele mesmo um mito sem-sentido nascido da ligação entre o Darwinismo e a tecnologia, operando sobre a assumpção reducionista, mecanicista e materialista de que a "consciência" nada mais é que um evolução complexa de reacções químicas. O propósito final desta ideia é, tal como já escrevi, uma espelhada imitação virtual da nossa realidade actual, fundida com uma bio-orgânica.

Esta gigantesca narrativa de substituição é o mito maior da Royal Society perpetuado durante os últimos séculos, e quase todos os técnicos colegiados bem como o guru do establishment empresarial, foram enganados por ele. Havendo sido enganados pela propaganda do Exterminador, mais as horas adicionais da operação psicológica de Hollywood em torno do T-1000,  bem como anos de educação padronizada desde a sua idade mais jovem, o treino de ver a robôs com "Inteligência Artificial" passarem a ficar "vivos" é, hoje em dia, uma acção reflexiva a décadas de condicionamento (pensem na simpatia que sentimos por “David” no filme de Spielberg e Kubrick com o nome de "Inteligência Artificial").

Os mitos precisam duma componente futura e milenarista, bem como duma grandiosa explicação narrativa para o passado, e o Darwinismo misturado com o tecno-utopianismo é a junção perfeita para o homem moderno, talvez com a panspermia a ser lançada para dentro da mistura. No entanto, embora uma "Inteligência  Artificial" consciente "viva" não possa ser obtido, tal como JC Collins já elucidou, e tal como eu já comentei, uma subconsciência sintética, orientada por dados, pode ser possível através da colecta em massa de dados através da Internet e das redes sociais durante um longo período de tempo.

Regressamos para nosso teatro virtual por alguns momentos. O aspecto mais marcante do Exterminador 3 é a activação da Skynet por parte da Força Aérea como um programa de software instalado em quase todos os computadores e engenhos electrónicos. que, posteriormente, pode activar um cenário de guerra de ataque nuclear mútuo entre a Rússia e o Ocidente. Daquilo que sei, isto é absurdo visto que as centrais eléctricas e os arsenais nucleares não estão ligados à internet. Por exemplo, foi por isso que os ataques às instalações nucleares Iranianas exigiram uma instalação directa de vírus através duma drive zip.

Independentemente disso, a Skynet do Exterminador 3 é um omnipresente programa informático que se torna global. Se os rumores em torno do software da PROMIS estiverem certos, então a ascenção de coisas "Inteligentes" pode fazer disto uma possibilidade. É preciso não esquecer o que Petraeus, como chefe da CIA, disse em relação à possibilidade máquina de lavar poder espiar os donos. De fato, o plano público da IBM é o de estabelecer SmartCities totalmente integradas em áreas tais como Singapura e Rio.

Já postei muitas vezes sobre isso, mas o CEO explicitamente declara que o pré-crime e a consciência informacional total será uma realidade nestes pesadelos de plástico. Imaginem viver Best Buy do tamanho duma cidade.

No filme "O Exterminador 4: Salvação", a acção decorre num futuro onde a resistência ataca directamente a base da Skynet em São Francisco através da infiltração ajudada pelo cyborg Cyberdyne criminoso, Marcus Wright (Sam Worthington). Marcus revela-se como sendo um plano a longo prazo da Skynet tendo em vista o assassínio de  John Connor através da infiltração da resistência com um super soldado assassino, híbrido e programado.

O imaginário de Cristo toma o lugar principal, com Wright a juntar-se aos humanos para os ajudar a destruir Skynet. Na parte 4, a Skynet é o antagonista imediato, e nós recebemos uma imagem total da sua macabra fábrica de escravos e do sistema de controle instalado em torno das experiências e, por fim, da eliminação da humanidade. A parte saliente aqui é que Skynet encontra-se estruturara tal como uma SmartCity!

A integração total de todas as células, bem como da Internet das Coisas, resulta numa cidade de escravos onde os sres humanos são escravos brutalizados da tecnologia que eles mesmos construíram. Vice reportou recentemente o verdadeiro programa militar da Skynet, revelando a integração holística da qual estou a falar :

O seu estudo alega que o DoD pode usar uma "colecção de dados em larga escala" para a medicina e para a sociedade, através da "monitorização de indivíduos e de populações usando sensores, engenhos usáveis, e a IoT [‘Internet of Things’ = Internet das Coisas]” que, em união, "irão disponibilizar detecção e analítica predictiva." O Pentágono pode construir uma capacidade para isto "associando-se a provedores privados grandes, onde a maior parte das soluções inovadoras estão actualmente a ser desenvolvidas.

Em particular, o Pentágono tem que melhorar a sua capacidade de análise rapido de conjuntos de dados, investindo em "técnicas automáticas de análise, análise de textos, e técnicas de interface como forma de reduzir o tempo cíclico e as exigências de mão-de-obra necessáris para a análise de conjuntos de dados maiores.

A robótica Cloud, termo cunhado por James Kuffner, o mais novo chefe de robótica da Google, permite que os robôs individuais aumentem as suas capacidades através da conexão via internet como forma de partilhar os recursos online e colaborar com outras máquinas.

Por volta de 2030, quase todos os aspectos da sociedade global podem-se tornar, nas suas palavras, "instrumentalizadas, em rede, e potencialmente disponíveis para o controle através da internet, numa hierarquia de sistemas cyber-físicos.

Levemos também em consideração que o artigo da Vice qualifica-nos a todos de potenciais insurgentes e terroristas. Quando levamos em conta a mais antiga visão do mundo anti-humana baseada na eugénica mantida pelo verdadeiro sistema global, e quando levamos em conta a supremacia da IBM nesse espectro, não é uma falha de lógica considerar que o plano supremo é o de acabar com a humanidade através duma sistema de matança totalmente integrado baseado na "Inteligência Artificial"

Se por acaso assistiram ao mais recente filme Captain America: Winter Soldier, esse era o enredo do filme, incluindo a presença de algorítmos predictivos feitos eliminar os  futuros líderes da nossa resistência.

Portanto, temos as Forças Aéreas a admitir estes planos, bem como a IBM, mas o que dizer da Skynet? Tenho más notícias. Não só é a Skynet uma realidade, existem rumores de que os filmes "O Exterminador" basearam-se nos planos a longo prazo do Pentágono, e não o contrário. Já escrevi no passado sobre o tópico da Skynet e do sistema global totalmente integrado com microchips, bem como da tecnologia de satélites que pode atacar os "insurgentes" com armas energéticas direccionadas. Tal como o que já foi escrito aqui, este é um plano militar real desclassificado no site Fas.org.

Isto não são especulações de ficção científica - reparem nas tendências no mundo militar, no mundo económico, e no mundo bancário, etc, até chegar à nossa vida diária com o nosso Melhor Amigo Para Sempre, o teu iPhone. Segundo algumas especulações, durante os próximos anos o teu iPhone será o teu assistente pessoal, capaz de ter uma conversa contigo, semelhante ao "IOS" do excelente filme de SPike Jonze com o título de "Her".

No entanto, "Her" pode ser considerado segundo este prisma: é este filme mais uma ferramenta de condicionamento, preparando-nos para a ideia de nos apaixonarmo-nos com a nossa femme fatale tecnológica? Irão notar que que por duas vezes Scarlett foi a cara destas novas deusas Pistis Sophia tecno-gnósticas, de levarmos em consideração Lucy.

Para além disso, brevemente iremos ter novos filmes que giram em volta da "Inteligência Artificial", exibindo mais mulheres bonitas. Tal como um comentador do meu site opinou, podemos observar mas da esterilidade eugénica a operar nos vindouros robôs sexuais.

E podemos pensar mais uma vez na "Inteligência Artificial", onde Jude Law faz o papel de Gigolo Joe, o acompanhante robô com a aparência de Fred Astaire. O propósito final é o de enganar os homens, levando-os a pensar que o virtual e o sintético podem satisfazer os seus desejos, e mal ele começa a aceitar  esta sobreposição falsa, a grade de matança começará a despovoar de modo maciço.

Concluindo, temos que pensar bem para onde é que o nosso mais recente ídolo - a tecnologia - nos está a levar. Com o empresário da tecnologia Elon Musk  emitir avisos semelhantes, isto é algo que temos que pensar de modo sério. Ao mesmo tempo que os média estão ocupados com histórias disparatadas e ridículas e eventos eventos encenados, todas as agências de informação alternativas seguem o comboio dos média mainstream, salientando apenas alguma "ordem executiva" de Obama como o suposto perigo que se aproxima e que se esconde por trás dos videojogos.

Pelo contrário, e tal como começo a acreditar, o verdadeiro propósito destas distracções é mais desonesto e com maior alcance: é a instalação da Skynet, a verdadeira Skynet, que se encontrará ligada a todos os outros objectos "Inteligentes", uma fábrica global de "Internet das Coisas" totalmente enredada, permitindo que os computadores da "Inteligência Artificial" aproveitem o sistema para a "eliminação humana" segundo propósitos de despovoamento.

Serão os humanos - os globalistas - a programar a Inteligência Artificial de modo a que esta possa eliminar as ameaças, e não a Inteligência Artificial a ficar viva como que por magia. Vale a pena repetir que Bill Joy avisou-nos para esta possibilidade no seu famoso artigo para a Wired“Why the Future Doesn’t Need Us.” Alternadamente, Musk opina:

"Com a inteligência artificial, nós estamos a convocar o demónio," disse Musk durante a semana passada durante o 2014 Centennial Symposium do MIT Aeronautics and Astronautics Department. Vocês conhecem todas estas histórias onde há um homem com um pentagrama e água santa, e ele diz coisas como . . . claro que ele consegue controlar o demónio, mas não é assim que as coisas funcionam.


- http://bit.ly/1v3Zhi7

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O texto do Jay pode ser resumido com algumas poucas frases: Quanto maior é a nossa dependência em relação à tecnologia, mais fácil será a nossa eliminação física. O eugenismo da elite, associado ao Darwinismo e à tecnologia imoral, certamente que são receita para a escravização da humanidade. Mas de certa forma, nós já somos escravos, só que ainda não sabemos.





sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

As Pedras-Guia da Geórgia

Por Radio Liberty

Numa das colinas mais elevadas de Elbert County, Geórgia, encontra-se um enorme monumento em granito. Gravado em 8 línguas sobre 4 pedras gigantescas que servem de apoio a pedra que se encontra no topo estão as 10 Guias, ou mandamentos. Esse monumento é alternadamente referido como "As Pedras-Guia da Geórgia" ou "Stonehenge Americano". Embora desconhecido da maioria das pessoas, o monumento é uma ligação importante com a Hierarquia Ocultista que domina o mundo onde vivemos.

A origem de tal monumento encontra-se coberta em mistério porque ninguém sabe a verdadeira identidade do homem, ou dos homens, que comissionaram tal construção. Tudo o que se sabe é que em Junho de 1979, um bem vestido e articulado estranho visitou os escritórios da Elberton Granite Finishing Company e anunciou que gostaria de construir um edifício como forma de transmitir uma mensagem à humanidade. Ele identificou-se como R. C. Christian, mas rapidamente se tornou aparente que esse não era o seu verdadeiro nome.

Ele disse representar um grupo de homens que queria disponibilizar orientação à humanidade, mas até hoje - quase duas décadas depois - nunguém sabe quem era R. C. Christian nem os nomes daqueles que ele dizia representar. Muitas coisas são no entanto aparentes. As mensagens gravadas das Pedras-Guia da Geórgia lidam  com 4 campos principais:
(1) Governo e o estabelecimento dum governo mundial
(2) Controle populacional e reprodutivo
(3) O meio ambiente e a relação do homem com ele
(4) Espiritualidade.
Na livraria pública de Elberton encontrei um livro escrito por um homem que se identificava como R.C. Christian. Descobri que o momento que ele havia comissionado havia sido construído em reconhecimento de Thomas Paine e da filosofia ocultista que ele promovia. De facto, as Pedras-Guia da Geórgia são usadas para cerimónias ocultistas e celebrações místicas até aos dias de hoje. Tragicamente, apenas um líder religioso da área teve a coragem de falar contra a Stonehenge Americana, e ele recentemente mudou a sede do seu ministério.

A mensagem das Pedras-Guia da Geórgia

1. Manter a humanidade abaixo dos 500 milhões em equilíbrio perfeito com a natureza.
2. Controlar sabiamente a reprodução - melhorando a aptidão e a diversidade.
3. Unir a humanidade com uma nova língua actual.
4. Controlar a paixão - a fé - a tradição e todas as coisas com uma razão moderada.
5. Proteger as pessoas e as nações com leis justas e tribunais justos.
6. Permitir que todas as nações governem internamente, resolvendo as disputas internacionais num único tribunal mundial.
7. Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários.
8. Equilibrar os direitos pessoais com os deveres sociais.
9. Valorizar a verdade - a beleza - o amor buscando a harmonia com o infinito.
10. Não ser o cancro da Terra - Deixar espaço para a natureza - Deixar espaço para a natureza.

Limitar a população mundial a 500 milhões iria exigir o extermínio de 9/10 da população mundial. A referência do Stonehenge Americano ao estabelecimento dum tribunal mundial  prenuncia o movimento actual em favor da criação dum  Tribunal Criminal Internacional e um governo mundial. O ênfase das Pedras em favor da preservação da natureza antecipa o movimento ambientalista dos anos 90, e a sua referência a "buscando harmonia com o infinito" reflecte o actual esforço de substitui as crenças Judaico-Cristas por uma nova espiritualidade.

A mensagem do Stonehenge Americano prenuncia também o esforço actual em favor do Desenvolvimento Sustentável. Sempre que ouvirmos a frase "Desenvolvimento Sutentável" a ser usada, temos que substituir esse termo com a palavra "socialismo" como forma de entendermos o seu propósito.

Mais adiante neste programa de estudos encontrarão o texto completo da Carta da Terra ["Earth Charter"] que foi compilada sob a direcção de Mikhail Gorbachev e de  Maurice Strong. Nesse documento encontrarão um ênfase nos mesmos tópicos basilares: controle da reprodução, governo mundial, a importância da natureza e do meio ambiente, e uma nova espiritualidade. As semelhanças entre as ideias gravadas nas Pedras-Guia da Geórgia e aqueles expressas pela Carta da Terra reflectem a origem comum de ambas.

Yoko Ono, a viúva de John Lennon, foi recentemente citada a referir-se ao Stonehenge Americano, dizendo:

Quero que as pessoas saibam sobre estas pedras...... Caminhamos rumo a um mundo onde podemos acabar uns com os outros, e é possível que o globo deixe de existir... Este é uma altura perfeita para nos reafirmarmos, sabendo mais sobre todas as coisa bonitas que existem neste país, simbolizadas pelas Pedras da Geórgia. (1)

Qual é o verdadeiro significado do Stonehenge Americano, e porque é que a sua mensagem oculta é tão importante? Porque ela confirma o facto de existir um grupo secreto interessado em:
(1) Reduzir de modo dramático a população mundial.
(2) Promover o ambientalismo.
(3) Estabelecer um governo mundial.
(4) Promover uma nova espiritualidade.
Certamente que o grupo que comissionou as Pedras da Geórgia é um dos muitos grupos semelhantes que trabalham em conjunto rumo a Nova Ordem Mundial, uma nova ordem económica, e a uma nova espiritualidade mundial. No entanto, por trás grupos encontram-se forças espirituais sombrias. Sem entender a natureza destas forças sombrias é impossível entender o desenvolvimento dos eventos.

O facto da maioria dos Americanos nunca ter ouvido falar das Pedras-Guia da Geórgia, ou da sua mensagem para a humanidade, reflecte o nível de controle que este actualmente sobre o que os Americanos pensam. Nós ignoramos essa mensagem sob nossa conta e risco.

Os pesquisadores podem obter cópias a partir da Radio Liberty.


A Idade da Razão foi um livro escrito por Thomas Paine, e o seu propósito era o de destruir as crenças Judaico-Cristãs sobre as quais a nossa República foi fundada.


A imagem que vemos na pedra foi feito no Pedra Central de modo a que a Estrela do Norte pudesse ser visualizada através dele a qualquer momento. Este foi um dos vários requerimentos que R.C.Christian fez em relação ao Stonehenge Americano, e reflecte a sua obsessão pelo alinhamento das estrelas, do sol, e da lua. Os ocultistas normalmente adoram o alinhamento e o movimento dos corpos celestiais como parte das suas cerimónias religiosas.


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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A exploração sexual das mulheres nos abrigos

Por Carey Roberts

Poucas pessoas estão cientes da forma como os abrigos para mulheres tiveram o seu início. Há quatro anos atrás, a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta surpreendente admissão no The Oregonian:

Na verdade, foi um pequeno grupo de lésbicas provenientes de Portland que se encontrava na linha da frente do movimento nacional das mulheres a disponibilizar um lugar seguro para as mulheres... Nós sabíamos que as fundações não iriam financiar uma lar para um grupo de lésbicas-de-bar sem abrigo. Apercebemo-nos que a linguagem que seria melhor entendida era uma de "mulher vítima de violência"

Isto levanta questões perturbadoras: O que é que ocorre nesses abrigos? Tal como a minha investigação desenterrou, muitos abrigos mais não são que campos de caça para as lésbicas que buscam formas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, de 35 anos e funcionária duma loja, foi para a  Bethany House em Falls Church, Va. em busca de aconselhamento legal. O abrigo referi-a para um advogado com o nome de Robert Machen para assistência pro bono. Segundo as palavras dela, "Aconteceu um dia que ele apareceu à  minha porta e exigiu sexo ou pagamento pelo aconselhamento legal disponibilizado." Pouco depois, eles começaram aos beijos e aos abraços. (...)

Mas não era só o advogado que se estava a aproveitar das mulheres vítimas de violência. Duas gerentes do lar, a senhora Veronica e a menina Liang, foram alvo de queixas contra elas devido a "avanços sexuais impróprios" sobre as mulheres do abrigo. As duas foram forças a pedir a demissão.

Noutro abrigo, uma antiga funcionária falou-me duma residente lésbica que regularmente acompanhava uma rapariga menor para o seu quarto. Quando a gerente do abrigo foi notificada do comportamento suspeito, a mulher visada acusou a empregada de "preconceito".

Noutra ocasião, uma revoltada mulher residente queixou-se à mesma gerente sobre actividades sexuais impróprias que ocorriam bem à frente das crianças. A gerente disse â mulher que "relaxa-se" e que encontra-se alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford viu-se dentro rum relacionamento fisicamente abusivo. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar com regularidade uma grupo de apoio dirigido pela YWCA Resolve Family Abuse Program. Em várias ocasiões, Crawford deu por si a falar com a directora do West Virginia Coalition Against Domestic Violence. Inicialmente, os avanços dela nada mais eram que elogios efusivos. Depois disto, seguiram-se abraços demorados. E foi então que um dia Crawford reparou que a directora da Coalition lhe estava a acariciar as costas.

Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha interesse nos avanços da directora. Pouco depois disto, Crawford deu por si a ser evitada. Anos mais tarde, quando Crawford fundou o seu próprio programa de aconselhamento para vítimas de abuso, ela continuou a ser rejeitada.

Em Houston a Turning Point patrociona festas para as residentes dos abrigos como forma de as ajudar a encontrar um novo namorado, Os médicos e os advogados locais são convidados a tomar parte das festas. Uma das mulheres engravidou enquanto se encontrava num abrigo, alegadamente depois duma dessas festas. Bobbi Bacha, da Blue Moon Investigations, questiona-se se tais eventos são apropriados para mulheres que estão a recuperar de relacionamentos abusivos, e preocupa-se que as mulheres estejam a ser levadas para a prostituição.

Uma mulher que passou tempo em dois abrigos revela de forma aberta que "muitas mulheres dos abrigos são lésbicas". Uma das tácticas de engate usadas por uma funcionária de abrigo era a de suavemente esfregar a mão da residente como forma de acalmar a sua dor. "Se tu te tornas sua namorada, vais ser muito bem tratada. Eu tinha 100% de certeza em relação a isto.", explicou a mulher de forma tímida:  www.vimeo.com/790290 .

Para que fique registado, muitas mulheres que trabalham nos abrigos acreditam que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legalizado, como tal,  quem é que as pode culpar pelo facto de viverem de acordo com o que acreditam?

Há também o caso da violação digital duma menina de 4 anos no Another Way em Lake City, Fla. por parte uma rapariga mais velha. Segundo uma antiga funcionária do abrigo, depois das duas raparigas terem sido descobertas, a "menina de 4 anos declarou que a menina de 8 anos tinha inserido o(s) dedo(s) dela dentro das suas partes privadas, e 'brincado' com ela."

Eu relatei pela primeira vez este incidente na coluna do dia 22 de Julho, notando que Florida Coalition Against Domestic Violence nada tinha dito se queria ou não planos para investigar. Seis semanas depois, e ainda por parte da Florida Coalition. Isto é totalmente desmedido. Talvez se mais pessoas ligarem para a directora da FCADV, Tiffany Carr no número 1-850-425-2749 e exigirem uma mais, comecemos a ver o fim da exploração das mulheres e das meninas nos abrigos de refúgio.





Fonte: © Carey Roberts - http://bit.ly/1ytYGcp


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A Falsa Bandeira de Paris

Por Jay Dyer

O que foi que realmente aconteceu em Paris? Numerosos padrões já listados na minha análise inicial, bem como outros padrões que estão de acordo com falsas bandeiras, não só se tornaram aparentes no tiroteio de Paris, como também no incidente da tomada de reféns. Também aparentes são os resultados previsíveis que se seguem a estes eventos. Já vimos tudo o que se segue:

1. Período de excitação e preparação, e posterior promoção, por parte dos principais meios de comunicação em massa, com letreiros prontos como forma de chamar a atenção global para o evento.

2. Vídeos e detalhes duvidosos em torno do evento, bem como aumento das iniciativas em torno da segurança depois do mesmo

3. Treino militar por parte dos autores do evento, ao mesmo tempo que suspeitos de "terror" com ligações profundas com o Estado e registos criminais ficam livres.

4. Uma falsa dialéctica da esquerda contra o radicalismo a polarizar o consumo público da propaganda.

5. A vida de investigadores e de pessoas-chaves do evento acaba em "suicídio".

6. Os meios de comunicação rapidamente apontam os seus dedos a ingénuos com IQ baixo com base no aparecimento mágico de bilhetes de identidade.

7. Mais financiamento para a militarização, para a vigilância e para o estado-policia, com os meios de comunicação a repassar ad nauseaum eventos de terror do passado.

Webster Tarpley explica o propósito do terror sintético no seu livro 9/11 Synthetic Terror: Made in the USA:

O terrorismo tem, portanto, ficado conhecido como forma de controle social. Parte da oligarquia dos Estados Unidos encontra-se actualmente quase eufórica com o aparentemente infindável panorama de possibilidades da exploração do terrorismo que eles acreditam ter à sua frente.

Mas actualmente há espaço aberto para se construir uma ordem social e estatal com base no terrorismo. (Synthetic Terror, página 88).

Estão, portanto, os recentes eventos de Paris de acordo com este critério? Sim, eles estão.

1. A CNN já se encontrava no local - com o programa 360 de Anderson Cooper a emitir ao vivo do local - ao mesmo tempo que os média e a segurança Francesa (como é normal) já haviam estado a fomentar novas medidas.

2. Os vídeos e os detalhes do tiroteio de Paris não fazem sentido visto que os vídeos têm muitas discrepâncias que têm que ser levadas em conta, tais como a ausência de sangue (...), ao mesmo tempo que a namorada femme fatale de Couliabily havia sido convenientemente removida do cenário, tal como Patrick Henningsen me disse antes de ter sido reportado que ela havia "fugido para a Síria".

3. Diz-se que os atiradores não só tinham treino militar, como também contactos com células terroristas e com Anwar al-Awlaki (considerado por muitos "agente duplo" da CIA), um conhecido activo dos serviços secretos do Ocidente.

Diz-se também que eles buscavam vingança pela condenação de Rachid Ramda por parte do RER em 1995, como também que eles haviam regressado de treino que havia recebido na Síria, onde os governos Franceses, Ingleses e Americanos estiveram a armar e a treinar o grupo afiliado com a Al-Qaeda com o nome de "Free Syrian Army". Em 2009 Coulibaly encontrou-se com o - então - Presidente Francês Nicholas Sarkozy procurando um emprego.

4. O furor mediático encontra-se na sua máxima força, polarizando o globo para dentro duma falsa dialéctica de 1) ou se estar com Charlie, 2) ou se estar do lado dos terroristas. É impossível não lembrar as famosas palavras de Bush, fomentadoras de medo, onde ele disse "Ou vocês estão do nosso lado, ou vocês estão do lado dos terroristas", como se só existissem sempre apenas duas opções na vida: dum lado a "liberdade" e a sátira provocadora, do outro o islamismo radical.

5. Um investigador-chave dos incidentes foi encontrado morto por - sim, adivinharam- "suicídio". Elementos importantes do evento do 11 de Setembro também apareceram mortos, e membros da estrutura de poder que investigaram as coisas de forma demasiado profunda, desaparecem.

6. Pouco depois do tiroteio, Kouachi supostamente deixou o seu bilhete de identidade no seu carro. Isto não só coloca em causa a sua suposta perícia e o seu alegado treino táctico, como é algo que é faz lembrar o passaporte do sequestrador do 11 de Setembro. O que é mais provável é que eles tivessem um treinador inteligente, provavelmente a femme fatale que desapareceu da narrativa ao mesmo tempo que os dispensáveis jihadistas eram enganados.

7. Na sequência dos eventos, a liberdade de expressão e a monitorização da internet passaram a ser palavras do momento, com o establishment Atlanticista a cantar em harmonia com a narrativa do 11 de Setembro de ser necessária uma maior segurança, uma maior vigilância, mais policias, e uma maior aplicação de medidas duras (quanto mais dinheiro eles tiverem, mais eventos terroristas irão ocorrer) - não aos jihadistas que operam livremente com o conhecimento do Estado, mas a todos os cidadãos.

Como se pode ver, o terrorismo é um ataque psicológico ao público, e o terror assimétrico solitário e isolado, é extremamente raro. O que não é raro é o terror de falsas bandeiras financiado pelo Estado ou por entidades privadas.

No rastro deste evento, o "11 de Setembro" de Paris causou a mesma resposta que observamos após o 11 de Setembro. Podemos esperar o recrutamento de mais radicais idiotas à medida que a "jihad" está a ser cuidadosamente comercializada (por parte dos meios de comunicação mainstream como a CNN) a uma nova colheita the pessoas ingénuas, hipsters, e rappers.

Este ponto de venda de engenharia social e de Relações Públicas que fomenta uma falsa atitude anti-establishment é algo que parece ter sido preparado pelos Ocidentais, e pelos serviços secretos, e pelos seus suseranos que fazem parte de grupos de reflexão tais como a Rand Corporation, e não por um verdadeira oposição.

No meu artigo de Novembro, escrevi sobre a figura fictícia dos filmes de James Bond com o nome de SPECTRE, que é conhecido pelo seu carácter internacional, lançando estados-nação uns contra os outros numa falsa dialéctica, ao mesmo tempo que recebem o seu financiamento dos mercados negros globais. Verdadeiramente, a ficção modela-se à luz da realidade, e a realidade molda-se à imagem da ficção.




sábado, 24 de janeiro de 2015

Como mostrar a uma feminista a superioridade do patriarcado

Por Return of Kings

Apesar dos recentes ataques que tem sofrido, o patriarcado tem sido extremamente bem sucedido ao longo da História.. A maior parte das culturas do mundo são patriarcais; para se encontrar sociedades matriarcais bem sucedidas é preciso regressar no tempo até à História antiga, ou analisar áreas geográficas remotas, ou então entrar dentro do mundo ficcional das feministas. No entanto, isto não impediu o colectivo feminista de publicar livros e até hashtags saudando o fim do patriarcado, num exemplo clássico de amplificação incestuosa.

O que surgirá depois da aparente queda do patriarcado é algo que ainda não foi bem explicado.

Deixando de lado o hamster racionalizador, e surpreendentemente, existem poucos dados do que seria uma sociedade composta só por homens ou uma sociedade composta só por mulheres. Um cientista social empreendedor poderia levar a cabo uma experiência onde grupos de homens e grupos de mulheres eram deixados à sua própria sorte, tendo que trabalhar juntos como forma de sobreviver na sua luta contra os elementos naturais, e tendo que construir a civilização a partir do nada.

No entanto, tal cientista teria grande dificuldade em convencer as comissões de revisão que o inevitável sofrimento dos participantes seria justificado se levássemos em conta o valor dos dados recolhidos posteriormente. 

Felizmente, os "reality shows" não se encontram limitados por constrangimentos éticos, e - na sua busca eterna por índices de audiência - ocasionalmente levam a cabo experiências muito interessantes - experiências essas que os cientistas sociais nunca teriam permissão para duplicar.

Há alguns anos atrás tive o prazer de assistir à versão Holandesa do programa Survivor (Expeditie Robinson) com a minha colega-de-quarto feminista.

Há já algumas semanas que a minha colega-de-quarto estava a promover esta série em especial (perante mim e perante os outros estudantes da casa) porque, segundo ela, o mesmo demonstrar o que uma sociedade gerida pelas mulheres - longe dos males do patriarcado - seria.

E foi isso mesmo que o programa fez. Oh, se fez!

Eis aqui o que aconteceu: inicialmente, ambos os grupos foram deixados nas suas ilhas respectivas com abastecimentos (como forma de terem com o que começar), e depois foram abandonados de forma que tomassem conta de si mesmos. Em ambos os grupos houve algumas querelas à medida que as pessoas tentavam gerar algum tipo de hierarquia.

Os homens resolveram começar a fazer o que eles achavam necessário - não havia ninguém a dar ordens. Os homens que tinham vontade de caçar, acumular comida ou pescar fizeram isso mesmo. Houve um homem que cansou de estar sentado na areia e consequentemente começou a fazer bancos.

Outros homens construíram uma cabana que eventualmente cresceu e evoluiu. Outro homem cozinhava todas as noites. No espaço de alguns dias, estava em florescimento uma pequena civilização, com cada dia que passava a ser mais próspero que o anterior.

As mulheres também geraram a sua rotina; penduraram um varal para secar as suas toalhas, começaram a apanhar banhos de sol e gerar querelas entre si visto que, ao contrário dos homens - elas eram incapazes de fazer coisa alguma sem o consenso de todo o grupo. E uma vez que este era um grupo composto no mínimo por 12 mulheres, o consenso nunca foi atingido [ed: lol].

Durante os episódios iniciais seguintes, as mulheres comeram toda a sua comida inicial, foram encharcadas por diversas vezes pelas tempestades tropicais, foram comidas vivas pelas pulgas de areia, e estavam, de modo geral, num estado miserável. Os homens, por outro lado, estavam bastante satisfeitos. Obviamente que houve discordância em alguns pontos, mas de modo geral, essas querelas foram resolvidas.

Eventualmente, as pessoas que geriam o programa decidiram que alguma coisa tinha que mudar. Como forma de ajudar as mulheres, três homens foram escolhidos e enviados para a ilha onde estavam as mulheres. Em troca, três mulheres iriam tomar os seus lugares na ilha dos homens. O olhar da minha amiga feminista durante este episódio foi impagável.

Inicialmente, os três homens escolhidos para ir para a ilha das mulheres estavam em êxtase - por motivos óbvios - mas quando eles chegaram à ilha das mulheres, foram recebidos pelas mesmas.

‘Onde é que está a vossa cabana?’, perguntaram eles

‘Não temos cabana’, responderam elas.

‘Onde é que estão os vossos mantimentos?’ perguntaram eles, consternados.

‘Nós comemos todo o arroz’

E assim por diante.

Os três homens deram por si a trabalhar que nem cães, usando as habilidades desenvolvidas por tentativa e erro durante as suas semanas iniciais, construindo uma cabana, pescando, e tentando fazer com que as mulheres armazenassem mantimentos. As mulheres continuaram a protestar e tomar banhos de sol. As três mulheres que foram enviadas à ilha dos homens estavam muito contentes - comida, abrigo e imensa atenção masculina. Elas também continuaram a tomar banhos de sol.

E isto, meus amigo, é o patriarcado. Sem surpresa alguma, a minha antiga colega-de-quarto já não é feminista.

Estou bem ciente que isto pode ser um acaso feliz, um corvo branco, um caso excepcional não-representativo da sociedade como um todo, mas essa temporada da versão Holandesa da série Survivor não é um caso único. A CBS emitiu várias temporadas da mesma série nos Estados Unidos, onde os homens e as mulheres começavam em grupos separados.

Na maior parte dos casos, (o Amazon e One World), o resultado foi o mesmo; os homens rapidamente se organizavam, obtendo acesso a comida, fogo e abrigo, ao mesmo tempo que as mulheres passavam a maior parte do seu tempo e da sua energia em querelas mesquinhas, comendo todo o seu mantimento, ficando encharcadas durante as tempesteadas, e de modo geral, a ter uma atitude patética.

A situação inversa - onde os homens não se haviam organizado, e onde as mulheres haviam construído uma micro-sociedade funcional - não foi observada fora do mundo ficcional feminista - e provavelmente nunca vai ser observado.


* * * * * * *

Uma frase a reter:

Eventualmente, as pessoas que geriam o programa decidiram que alguma coisa tinha que mudar.

Tradução: "Como forma de acabar com o sofrimento das mulheres, as pessoas que geriam o programa colocaram homens nas suas vidas". E depois da chegada dos homens, as mulheres passaram a ter abrigo, comida e protecção - precisamente aquilo que o feminismo diz que "oprime" as mulheres.

A realidade dos factos é que as mulheres precisam dos homens, e as mulheres precisam do patriarcado. Sem homens a gerir a sociedade - a proteger e a liderar as mulheres ("e tentando fazer com que as mulheres armazenassem mantimentos") - elas nunca serão capazes de viver num ambiente protector e próspero.

O feminismo, ao atacar a cooperação entre homens e mulheres, não só está a destruir a vida dos homens, como está a fragilizar a qualidade de vida das mulheres, e, de modo geral, e plantar as sementes para o descalabro social. Mas se calhar essa é utilidade (temporária) do feminismo.





quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sexualidade feminina e a "protecção" do Estado

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia" Jeremias 6:23

As mulheres modernas odeiam de todo o facto da restrição da sexualidade feminina ser um elemento fundamental para a civilização. Mas o facto é que se a sua sexualidade  não for restringida pelos pais e pelos maridos, homens que querem o seu bem, então a sua sexualidade será repetidamente abusada por homens que não querem o seu bem - e não há nada que as mulheres possam fazer em relação a isso.

E elas podem colocar de lado a hipótese do Estado ser seu "protector" porque o Estado tem "outras prioridades"  politicamente mais vantajosas para si. Isto é algo que as mulheres podem começar a ver, levando em conta o que aconteceu em Rotherham:

Vicky, hoje com 27 anos e a estudar para ser paramédica, é uma das inúmeras jovens aliciadas por gangues predatórios de homens Paquistaneses que tiveram permissão para deambular por South Yorkshire  com impunidade quase total durante este tempo todo. 
Ela lembra-se de ser levada de noite de táxi do centro da povoação, na parte final de Ship Hill, onde multidões se juntam perto de takeaways e raparigas menores são vistas como alvos fáceis.

“Nós vínhamos para nos divertirmos na noite, e eles ficavam à nossa espera nos seus carros,” diz Vicky.
 
“As minhas amigas já os conheciam antes de eu os conhecer, e haviam dito que eles tinham cervejas e coisas desse tipo. Nós éramos levadas para aquelas casas grandes em Rotherham e Sheffield e eles tentavam sempre dar-nos algo para beber e drogas. Eu estive "contaminada" algumas vezes, visto que em algumas ocasiões eles deram-me ecstasy e cocaína . Eu sabia o que eles queriam de mim. Ainda me lembro de ser chamada de "gori suja" [Calão Paquistanês em referência à mulher branca] que é o que eles costumavam dizer de nós.

“Houve uma ocasião em que eu fiquei "tocada" com algo e acabei por ficar no estado certo. Tinha 15 anos e tentei caminhar para casa, mas não consegui chegar à porta. O meu pai atirou café sobre mim para ver se eu acordava. Depois disso, eu fugi durante duas semanas.
 
Uma das minhas amigas foi com um homem e acabou por ser levada durante alguns dias e violada. Ela disse o que lhe aconteceu à polícia mas nada foi feito em relação a isso.
Note-se que ela fugiu do único homem que não queria nada dela a não ser o seu bem. À medida que a civilização Ocidental entra em declínio, todas as protecções nas quais a mulher moderna deposita a sua confiança, na sua busca por liberdade sexual absoluta, irão desaparecer.

Se a mulher moderna realmente prefere ser uma gori suja e não uma esposa, uma filha, e uma mãe com a sua sexualidade restrita, então existem milhões de bárbaros dispostos a drogá-la e a violá-la logo de seguida.

Claro que o facto dela ter que ser drogada e sexualmente violada indica que essa não era uma escolha que ela faria com conhecimento de causa se ela realmente entendesse as consequências de se escolher a protecção dum governo indiferente em vez da protecção do homem que quer o seu bem.

O Estado não te vai proteger. Esta é a mensagem que tem que ser dita às jovens mulheres. O Estado não se preocupa contigo e, independentemente do que as tuas líderes feministas te digam, o Estado não te irá proteger.

O melhor protector que a mulher tem - e pode vir a ter - é o homem que quer o seu bem físico, emocional e psicológico (pai, marido, irmão mais velho, etc) - isto é, exactamente a pessoa que as feministas tanto atacam.

Algumas feministas começam a notar que algo não está a correr como planeado, mas recusam-se a identificar a causa do problema (esquerdismo).

Ler também: A autonomia acima da segurança

Modificado a partir do original de Vox Day



sábado, 17 de janeiro de 2015

A Ordem Mundial Andrógena - Parte 3

3ª Parte dum artigo com começou aqui.

Foi durante este ponto baixo da vida de Steinem que Clive S. Gray fez a sua aparição e abriu-lhe as portas da oportunidade. Steinem havia inicialmente conhecido Gray na Índia, Nova Delhi, “onde ele estava a trabalhar ostensivamente numa dissertação de doutoramento em torno do sistema de ensino superior Indiano.” (141). Na verdade, Gray encontrava-se a trabalhar para a CIA, “buscando potenciais agentes para o movimento estudantil” (142).

Gray pediu a Steinem que liderasse o Independent Service for Information durante o Vienna Youth Festival (ISI), que Wilford descreve como “um gigantesco empreendimento estudantil financiado pela CIA iniciado em 1957, com o objectivo de salvar jovens do Terceiro Mundo das garras dos propagandistas comunistas.” (141).

Gray e os outros fundadores do ISI eram antigos oficias da NSA que ansiavam influenciar as jovens e impressionáveis mentes dos participantes do Vienna World Festival of Youth and Students, um evento planeado por um dos chefes do KGB e antigo estudante Alexander Sheljepin (141-142). Segundo Wilford, a proposta de Gray era demasiado boa para Steinem recusar:
A sugestão apelou imediatamente a Steinem, não só porque significava um trabalho remunerado mas também porque oferecia uma saída para o idealismo político que havia renascido dentro dela devido às suas experiências Indianas; poucos depois do chamamento de Gray, ela encontrou-se em New York com outro antigo presidente do NSA transformado em oficial do CIA, Harry Lunn (que, como quase todos os outros jovens homens que haviam entrado em contacto com ela, rapidamente apaixonou-se por ela). 
Depois disto, ela viajou para Cambridge, sítio onde foi entrevistada por dois antigos vice-presidentes para Assuntos Internacionais do NSA, Len Bebchick e Paul E. Sigmund, Jr., bem como com um advogado de Boston chamado George Abrams
Por volta de Janeiro de 1959, ela haVia ocupado a posição de Directora para a Independent Service for Information, com escritórios em Harward Yard, e um salário de $100 por semana, mais $5 per diem visto "as rendas em Cambridge eram muito elevadas" (um subsídio generosa estabelecido pelo apaixonado Lunn). (142)
Steinem não era uma agente involuntária ou uma pessoa mal informada mas sim alguém bem ciente do facto da CIA estar a controlar a sua vida. Wilford elabora:
Em relação à própria Steinem, ela tornou-se mais alerta quando começou a fazer perguntas em relação ao financiamento do ISI; agentes do CIA à paisana explicaram-lhe que os financiadores de Boston e as fundações que aparentemente subsidiavam o empreendimento eram, na verdade, caminhos através dos quais chegavam financiamentos oficiais secretos.(142)
Nas semanas antecedentes ao festival, Steinem e o seu staff do ISI enviaram panfletos e fichas técnicas aos estudantes que planeavam estar presente no evento (143). A ajudar Steinem estava o executivo da Time, Inc., C.D. Jackson, o mestre da guerra psicológica "que secretamente se ofereceu para coordenar uma gigantesca propaganda anti-festival em prol da CIA, envolvendo a Radio Free Europe, repórteres da Time, e ministros Austríacos" (143). Quando a CBS cancelou os planos para um documentário de uma hora sobre o festival, Jackson veio em socorro de Steinem, tentando convencer o presidente da CBS Frank Stanton a reconsiderar (143). Jackson foi muito bem sucedido em gerar apoio para os esforços do ISI no festival (143-144).

Muitos pesquisadores esquerdistas caracterizaram a CIA como uma colecção de arqui-conservadores que inclinações fascistas. No entanto, o relacionamento da CIA com Steinem revela uma imagem totalmente diferente. Falando para o Washington Post em relação à sua relação com a CIA, Steinem declarou:

Segundo a minha experiência, a Agência [CIA] era totalmente diferente da sua imagem; ela era liberal, pacífica e honrada. (147)

Falando do Vienna Youth Festival, Steinem disse ao New York Times:

Fiquei feliz em encontrar muitos esquerdistas no governo desses dias, e eles eram pessoas perspicazes e preocupavam-se o suficiente para fazer com que Americanos com os mais variados pontos de vista políticos viessem ao festival (147).

Aparentemente, Steinem viu poucas diferenças entre a sua mensagem radical e as crenças mantidas por muitos dentro das fileiras da CIA.

Embora ela fosse anti-Soviética, a CIA não era necessariamente contra as ideias radicais e revolucionárias. A colaboração íntima com Steinem claramente ilustra este ponto. O facto de Steinem buscar destruir o casamento tradicional bem como a família nuclear não parecia alarmar a CIA. A Agência não se parecia importar com o facto das pessoas se radicalizarem, desde que a Agência controlasse a campanha de radicalização e seleccionasse a doutrina revolucionária que seria propagada.

A CIA pode até ter desenvolvido um pedigree radical que até incluía ideias Marxistas. Este pedigree teve início com o precursor da CIA, o Office of Strategic Services (OSS). O General William “Wild Bill” Donovan, o chefe do OSS, não se opunha à contratação de comunistas (Smith 9), justificamdo esse ideia invocando a ameaça dos poderes do Eixo (9). Uma vitória Aliada, contendia Donovan, tinha que ser obtida a todo o custo.

Para Donovan, preocupações em torno duma subversão comunista tinham que se subordinar ao objectivo maior de vencer a Segunda Guerra Mundial. Donovan chegou a dizer a um assistente do OSS que "Eu seria capaz de colocar Estaline na folha de pagamentos da OSS se isso nos ajudasse a vencer Hitler" (9). O resultado deste tipo de pensamento foi que a OSSA era "muito tolerante em relação às ideias da esquerda política"  (9). Posições estratégicas e sensíveis durante o tempo de guerra não se encontravam fora do radar para comunistas e Marxistas. O autor Richard Harris Smith elabora:
Um ex-Comunista duma safra mais antiga correctamente declarou: "No Office of Strategic Services… a contratação de pró-Comunistas era aprovado por pessoas ao mais alto nível, desde que eles fossem adequados para um trabalho específico." A OSS frequentemente aceitava os serviços de entusiastas Marxistas desde que eles não fizessem tentativas de ocultar as suas afiliações políticas. (9)
Donovan não só deu pouca importância às afiliações políticas dos empregados do OSS, como buscou de modo activo comunistas para recrutamento e como forma de lhes dar emprego. A dada altura, o Federal Bureau of Investigation (FBI) "presenteou triunfantemente o general com dossiers em torno de três empregados do OSS com afiliações ao Partido Comunista, e exigiu a sua expulsão da organização" (9). Em resposta às evidências apresentadas pelo FBI, Donovan declarou:

Eu sei que eles são Comunistas. É por isso mesmo que eu os contratei

Depois da Segunda Grande Guerra, a OSS passou a ser a CIA.

Dado o seu pedigree revolucionário e radical, não é surpreendente que a Agência tenha contratado Steinem, uma feminista radical que caracterizava a moralidade e o tradicionalismo como maquinações da opressão masculina. Embora tanto o CIA e Steinem fossem contra a União Soviética, eles não eram necessariamente contra o Marxismo. Tal como a CIA a quem ela servia,  abraçou as ideias e os conceitos Marxistas. Steinem chegou a admitir que a sua oposição à cruzada comunista do Senador Republicano Joseph McCarthy levou a que ela adoptasse  o Marxismo (Mitchell 130). O Marxismo Cultural era um elemento importante da campanha de engenharia social  levada a cabo pelos Rockefellers, pela CIA, e por Steinem.

A escolha de aliados por parte de Steinem é especialmente irónica à luz da misoginia endémica presente no Establishment. Por exemplo, os Rockefellers dificilmente podem ser caracterizados como pessoas particularmente simpatéticas com o sofrimento da mulher moderna. Se as palavras de Nicholas Rockefeller ditas a Russo foram realmente proferidas, então torna-se dolorosamente aparente que os motivos da oligarquia dinástica de financiar a ascenção do feminismo foram puramente pragmáticas.

Mais ainda, o feminismo nasceu dum útero com uma perspectiva misógina, uma realidade paradoxal enfatizada pelas inspirações Gnósticas do movimento. Não podemos esquecer que, segundo a criatologia Gnóstica,  a raça humana tem que agradecer a um Aeon feminino (Sofia) pelo seu dilema colectivo. A consciência defeituosa que que supostamente preside sobre o intrinsecamente corrompido cosmos físico emanou do seu ser. Tal criatologia dificilmente é lisonjeira para as mulheres.

Esta misoginia é explicitamente expressada pela revisão Gnóstica de Cristo no pseudepigráfico Evangelho de Tomás:
Simão Pedro disse a todos os outros discípulos: "Deixem Maria Madalena ir embora do meio de nós porque as mulheres não são merecedores de vida." Jesus disse: "Reparem, eu irei orientá-la de modo a que eu a possa transformar num homem; de modo a que ela, também, ao se tornar num homem se possa tornar num espírito vivificador semelhante a vocês machos. Porque todas as mulheres que se transformarem em homens irão entrar no Reino dos Céus.
Portanto, o feminismo originou-se numa heresia misoginia. Não é surpreendente que esta ideologia inerentemente misândrica partilhe tanto com a ordem misógina que ela ostensivamente se opõe. Em última análise, a hegemonia buscada pelos interesses oligárquicos do Establishment não se centram em nenhum dos géneros.

A androginia estipula não só a destruição da masculinidade, mas também da feminidade. Desta forma, a misândria e a misoginia são perspectivas meramente provisórias em seguimento para a androginia.

Nenhuma das duas dá ênfase à dinâmica operacional complementar servida pela outra. Em vez disso, ambas buscam a supremacia. A tensão dialéctica entre as duas tem como propósito minar gradualmente o género como determinante definidor da identidade humana.

Uma vez que a identidade encontra-se indissoluvelmente associada ao género, ela tem que ser destruída. Afinal de contas, servos não precisam de identidades pessoais.

A ordem mundial que está a ser consagrada pelas elites depravadas não será populada nem por machos nem por fêmeas. Essencialmente, se a elite depravada materializar a sua visão escatológica do mundo, ele será populada por uma nova raça desumana. 

Fontes citadas




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