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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Homens com mais testosterona sentem mais atracção por mulheres com traços faciais mais femininos

Vários estudos têm demonstrado que a avaliação que as mulheres fazem da atractividade masculina varia consoante os níveis de hormonas sexuais.

No entanto, nenhum estudo havia testado a associação entre alterações nos níveis de hormonas sexuais e a avaliação masculina da atractividade feminina.

Para investigar este assunto, comparamos a avaliação da atractividade feita pelos homens a faces femininas e masculinas, masculinizadas ou não, em sessões onde a testosterona salivar era elevada e em sessões onde a mesma era relativamente baixa.

Os homens reportaram atracção mais forte pelas mulheres com traços faciais mais femininos em sessões experimentais onde os níveis de testosterona salivar eram elevados (em oposição às sessões onde os níveis de testosterona eram mais baixos).

Este efeito foi apurado como sendo específico a avaliações de faces de indivíduos do sexo oposto.

A intensidade da atracção reportada pelos homens à feminidade nas faces masculinas não variou entre as sessões de alta e baixa presença de testosterona, sugerindo que o efeito da testosterona que foi observada na avaliação das faces femininas não se devia à um viés geral nas respostas.

De modo geral, os dados apurados sugerem que os níveis de testosterona influenciam a intensidade da atracção pela feminidade nas faces das mulheres reportada pelos homens, e complementam estudos prévios revelando que a testosterona modula o interesse masculino no que toca aos estímulos sexuais.

Fonte:  http://bit.ly/2znybuL

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- Minds.com
- Medium.com

sábado, 19 de janeiro de 2013

Testosterona: o "soro" da verdade?

O segredo para forçar um homem a dizer a verdade? Aumentar um bocado o seu nível de testosterona, afirmam os cientistas. A testosterona, que frequentemente está associada à agressividade e ao comportamento antissocial, para além de aumentar o libido e a massa muscular, pode tornar o homem menos susceptível de mentir ou enganar.

Num estudo levado a cabo recentemente, os cientistas aumentaram os níveis de testosterona de 46 homens ao fazê-los cheirar a sua pele depois desta ter sido coberta com gel contendo a hormona. Outros 45 homens foram tratados com um placebo [sucedâneo].   Posteriormente, foi pedido aos grupos que tomassem parte num estudo comportamental que exigia que eles jogassem um jogo de dados simples numa cabine isolada.  Quanto mais alto eram os resultados que eles inseriam no computador, mais dinheiro eles recebiam como resultado.

O Professor Bernd Weber (neuroscientista), da Universidade de Bona (Alemanha) afirmou:

Estas experiências foram feitas de modo a que os participantes pudessem mentir. Devido às cabines isoladas, ninguém sabia se eles estavam a inserir dados reais nos computadores, ou resultados mais elevados como forma de receber mais dinheiro. 
No entanto, mais tarde os cientistas foram capazes de determinar se algum dos voluntários tinha feito batota.

Os resultados, reportados no jornal online Public Library of Science ONE, revelou que os homens com níveis de testosterona mais elevados mentiram menos.

O Professor Armin Falk, co-autor do estudo e economista da mesma Universidade, afirmou:

Os participantes com níveis mais elevados de testosterona  claramente haviam mentido menos frequentemente que os participantes que não haviam recebido aditivos de testosterona.

No entanto, os cientistas foram capazes de determinar se algum dos voluntários havia feito batota.
Os pesquisadores afirmaram que o aumento da hormona provavelmente  aumentou o sentimento de orgulho dos homens, bem como a necessidade de desenvolver uma auto-imagem positiva.




domingo, 19 de agosto de 2012

Mulheres do parlamento britânico "pedem testosterona" para poderem "competir" com os homens

Um especialista da HRT afirma que prescreveu hormonas sexuais masculinos a mulheres da política inglesa como forma de as ajudar a "competir" com os homens. No entanto, tentativas dos jornais nacionais em encontrar uma MP (Member of Parlament) pronta a admitir ter tomado tais implantes falharam até agora.

As mulheres naturalmente produzem testosterona, mas em quantidades inferiores que os homens. Tal como os níveis dos hormonas femininos podem reduzir, o mesmo pode ocorrer aos níveis de testosterona nas mulheres. Os peritos afirmam que tal redução do hormona masculino nas mulheres pode resultar num menor impulso sexual, ao mesmo tempo que alguns estudos associaram esta queda com o decréscimo na confiança.

Escrevendo para a revista New Statesman, o Dr Malcolm Whitehead, que se especializa na terapia de substituição de hormonas, disse que foi contactado no seu escritório ("Harley Street Practice") por um certo número de mulheres MPs.
Já prescrevi implantes de testosterona a mulheres da política que querem competir melhor com os seus colegas masculinos durante as reuniões e debates parlamentares. Elas afirmam que os hormonas aumentam a sua assertividade e faz com que elas se sintam mais poderosas.
Instantaneamente, o relatório levantou especulações em torno de quem em Westminster pode ter tentado os implantes. A maior parte das MPs contactadas pelos jornais não admitiram tê-lo feito.

Margaret Beckett ("Environment, Food and Rural Affairs Secretary") disse ao Daily Mail que "As mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas."

O uso de suplementos de testosterona nas mulheres continua controverso. Alguns médicos afirmam que não existem consequências, mas outros dizem que pode ser prejudicial. Mulheres que possuem um desequilíbrio hormonal, resultando em níveis mais elevados de testosterona, sofrem de alguns sintomas como acne, obesidade e excesso de pêlo no corpo. No entanto, [supostamente] os implantes não elevariam os níveis para algo remotamente perto disto.


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Tal como nós (editor e comentadores) defendemos aqui no blogue MC , a Biologia supera a ideologia, e a natureza não se deixa domar pelo esquerdismo. Uma mulher não é nem nunca vai ser um homem; um homem não é nem nunca nem vai alguma vez ser uma mulher.

Se o sexo e o comportamento associado a ele fossem "construções sociais" - e não algo biológico e inato - não seria preciso tomar hormonas do sexo oposto para passar a ter comportamento associado a esse mesmo sexo; bastava algumas aulas de "como ser homem" ou "como ser mulher" para tal efeito. No entanto, como o comportamento associado ao sexo não é uma construção social, as mulheres que supostamente requisitaram hormonas masculinos viram-se forçadas a seguir tal medida como forma de poderem adoptar comportamentos mais análogos ao dos homens. Ou seja, a Biologia tem uma influência decisiva no nosso comportamento.

Esta notícia, para além de refutar mais mentiras esquerdistas em torno da identidade sexual, é uma tragédia de todo o tamanho uma vez que mulheres vêem-se forçadas a abandonar a sua natural feminidade como forma de poderem competir com os homens. A própria noção de mulheres a competir com os homens mostra que algo vai mal na sociedade actual uma vez que não é suposto as mulheres competirem com os homens, mas sim cooperarem com os homens.
E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora [e não "uma adversária" ou "uma competidora"] que esteja como diante dele.
Génesis 2:18
Se tu és uma mulher e te encontras numa posição - ou emprego - em que te vês forçada a abandonar a tua natural e - pelo menos para os homens - altamente valorizada feminidade como forma de fazeres um melhor trabalho, então esse trabalho provavelmente não está feito para ti. Se um grupo de mulheres inglesas se apercebe que não consegue competir com os homens no mundo da política, então se calhar elas estão no emprego errado. Mas, claro, nos dias de hoje, afirmar factos biológicos e médicos que refutam o esquerdismo é suficiente para sermos qualificados de "machistas" ou de termos "preconceito contra as mulheres".

Margaret Beckett diz que "As mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas." A resposta mais óbvia é: "Depende da actividade na qual as mulheres querem ser bem sucedidas." Claramente existem empregos que as mulheres, por virtude das suas naturais limitações biológicas (e não por falta de empenho, dedicação ou inteligência) nunca serão tão bem sucedidas como os homens.

O feminismo, ao colocar a mulher a competir com os homens em áreas onde os homens são biologicamente superiores, está a criar as condições propícias para o surgimento de mais uma legião de mulheres frustradas, confusas em relação à sua sexualidade e claramente infelizes. Acresce-se a isto que, a julgar pela recusa das MPs em revelar que tomaram hormonas masculinos, elas também não estão muito orgulhosas do que fizeram. Ou seja, publicamente defendem que "as mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas", mas pela calada da noite recebem implantes hormonais masculinos.

Essa é a hipocrisia do movimento feminista..

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Jane Fonda confirma que os homens são diferentes das mulheres

A actriz continua com uma forma física invejável, apesar dos seus 73 anos.


Jane Fonda, de 73 anos, premiada com o Óscar de melhor actriz por duas vezes, em "O Regresso dos Heróis" e em "Klute", revelou em livro alguns concelhos para as mulher com mais de 70 anos se manterem activas no 'quarto'. A actriz atribuiu ainda a sua figura jovial, apesar da idade, a uma líbido muito saudável.

Uma das grandes revelações feita pela também activista política foi o facto de tomar hormonas masculinas, como a testosterona, para aumentar o seu desejo sexual. "Aqui está algo que ainda não disse em público: descobri a testosterona há cerca de três anos atrás, e notei que faz um diferença enorme a quem quer permanecer sexual, mas com uma descida da libido", contou.

A actriz deu ainda alguns concelhos, na sua biografia, para as mulheres da sua faixa etária: "Usem testosterona. Vem em gel, comprimido ou adesivo". Fonda conta ainda que teve de parar o tratamento recentemente já que lhe estava a causar acne: "Tive de parar porque estava a ficar com acne. Uma coisa é fazer cirurgias plásticas, mas outra é ter acne como se fosse adolescente. Estava a ir longe demais".

Segundo o "Daily Telegraph", a actriz procura outras maneiras de voltar a tomar testosterona sem esta lhe causar problemas de pele, e promete explicar toda a controvérsia em volta das suas cirurgias plásticas e vida sexual na próxima edição da "Seven Magazine", revista à qual deu uma entrevista exclusiva.

-Fonte-

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