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domingo, 18 de dezembro de 2011

Mentiras feministas em torno da fertilidade da mulher

Susan Walsh fala duma mentira muito comum entre as feministas.

Apesar da educação sexual progressista (esquerdista) em muitas áreas do país, as mulheres adultas continuam seriamente mal-informadas quando se trata do estado dos seus ovários.

Durante uma história recentemente transmitida na NPR, uma mulher infértil na casa dos 40-e-poucos não entendia o porquê dela não engravidar. Segundo ela, ela fazia exercício com regularidade, fazia yoga e tinha até um "personal trainer". Para além disso, ela comia bem e era saudável. Ele nunca soube que os seus ovários gradualmente se tornavam menos produtivos apesar destas medidas.

Uma pesquisa recente trouxe a lume a forma como as mulheres subestimam o quanto a sua fertilidade cai com a idade. Elas pensavam que aos 30 anos de idade elas tinham 80% de hipóteses de engravidar. A realidade é que as probabilidades estão mais perto dos 30%. Elas também pensavam que uma mulher de 40 anos tinha cerca de 40% de hipótese de engravidar, quando as probabilidades estão abaixo dos 10%.

As mulheres ficam surpresas por saber isto e muitas ficam zangadas [com quem?]. Uma mulher disse o seguinte àcerca da sua luta de uma década para engravidar:

Sinto que isto é mais uma coisa que a mulher não controla. Dizem-nos coisas como "Oh, a tua fertilidade cai rapidamente quando te encontras na segunda metade dos anos 20".

Bem, se eu não tenho nenhum relacionamento e quero ter uma família, de que forma é que essa informação me vai ajudar?

Barbara Collura lidera o "National Infertility Association". Ela diz que a primeira coisa que as mulheres afirmam é "Porque é que ninguém me disse isto?"

Vamos ser honestos; as mulheres não querem saber que elas não podem ter tudo. Podemos ter um bom emprego, boas qualificações, não temos que nos preocupar com a educação de crianças porque isso é algo que virá mais tarde.

Só que quando isso não acontece, as mulheres ficam extremamente zangadas.

Então porque é que as mulheres não entendem a mensagem? Como é que mulheres com cursos superiores possuem um entendimento tão fraco dos seus próprios corpos?

Tens três tentativas para adivinhar. As primeiras duas não contam.

Há uma década atrás uma campanha da "American Society for Reproductive Medicine" gerou repercussões terríveis.

Anúncios publicitários em vários autocarros do país mostravam um biberão com a forma duma ampulheta em jeito de aviso às mulheres de que o seu tempo se estava a esgotar.

Mas os grupos de defesa dos direitos das mulheres qualificaram isso de "táctica de medo" que deixava as mulheres pressionadas e com sentimentos de culpa.

Bem, elas agora já não têm que se sentir pressionadas e com sentimentos de culpa. Em vez disso estão estéreis e deprimidas.

O prognóstico para o casamento é austero. Temos que tirar a cabeça da areia e falar a verdade em torno deste assunto. Já é demasiado tarde para as mulheres no final dos anos 30 ou na casa dos 40. Aquelas entre vocês que estão na casa dos 20 podem ter um marido e filhos, mas não podem ter tudo [como ensinaram as feministas].

A geração de feministas hoje na casa dos 40/50 mentiu-vos àcerca disso.

Vocês na casa dos 20 têm decisões difíceis para tomar. O que é mais importante: a carreira profissional ou uma família? Quando pensas numa pós-graduação, levas em consideração os custos e os benefícios, incluindo atrasar o casamento para quando estiveres na casa dos 30?

Estás disposta a encontrar o teu parceiro para toda a vida enquanto estás na casa dos 20, filtrando e rejeitando os homens que não são "material para marido"?

Não há respostas fáceis. O clima para o casamento está hostil. Se sabes que queres casar e ter uma família, tens que planear isso com cuidado. Maridos e bebés não caem das árvores.


A Susan Walsh não diz mas há aqui uma informação importante para os homens: se te queres casar e ter mais do que um filho saudável, é melhor não te casares com uma mulher com idade superior a 25 anos.

. . . . . . . .

O texto da Susan revela mais um aspecto terrível do feminismo: as mulheres são indoutrinadas em favor da crença que podem ter e ser tudo o que quiserem, só para descobrirem que isso é falso. Ninguém pode ter e ser tudo; todos nós temos que fazer escolhas de vida e viver com as consequências das mesmas.

Se uma mulher indoutrinada pelo feminismo se convence que tem 80% de hipóteses de ter filhos aos 35 anos, só para mais tarde descobrir que isso é uma mentira, ela tem que viver com as consequências da sua escolha. Não pode apontar o dedo a mais ninguém senão a si própria.

O mais trágico do feminismo é verificar raparigas na casa dos 20 anos a promover uma ideologia que as mulheres da casa dos 30/40 já sabem ser uma farsa.

Se não fosse a utilidade política do feminismo (maior poder e controlo para o governo), esta ideologia há muito que teria sido desmascara por aquilo que realmente é: um movimento politico que usa a psicologia feminina para avançar com o esquerdismo.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Feminista: Porque é que os homens não se querem casar com mulheres promíscuas?

Por incrível que pareça, existem algumas feministas que não querem reconhecer que a promiscuidade sexual é má para as mulheres em termos de encontrar homem disposto a casar-se com elas.



Feministas descobrem como funciona a economia de mercado (ou pelo menos o conceito de oferta) embora continuem inocentes no que toca a intersecção com a procura. Isto é quase como observar macacos a descobrirem que a coisa brilhante que se move por cima da pilha de madeira está quente.

A autora deste blog cita uma feminista que diz:

Nos média existe esta noção de envergonhar as mulheres promiscuas (eng: "slut") e isto acontece num nível mais pessoal entre pessoas que se envergonham umas as outras. Há também algo que é discutido em outros sites mas nunca falado nos média - algo chamado de "rejeição de promiscuas". Esta última acontece com homens heterossexuais em busca de mulher com quem passar o resto da sua vida. Eu tenho alguma experiência pessoal com isto. O meu ex não tentou envergonhar-me mas mal soube mais sobre mim [o passado sexual], esfumou-se da minha vida.

Isto de se rejeitar as promiscuas está tão errado que as mulheres vêem-se obrigadas a recorrer a mentiras ou a esconder o seu passado. Ambas as estratégias estão condenadas a ter efeitos contrários aos desejados.
A solução da feminista para o facto dos homens rejeitarem mulheres promiscuas quando pensam em casar? Simples:
Eu acho que se a maior parte das mulheres (ou muitas mulheres) tivessem uma história sexual frutífera, isso tornaria-se na norma e desde logo aceitável.
A escritora do blogue Susan Walsh comenta:
Isto é de facto uma declaração notável. A solução feminista para a rejeição de mulheres promiscuas é recrutar o maior número possível de mulheres para a promiscuidade de forma a que o mercado de mulheres sexualmente inexperientes desapareça.

Por outras palavras, os homens teriam a sua diversão enquanto fossem estudantes universitários mas quando chegasse a hora de casar, a sua única opção seriam as mulheres "frutíferas".

Esta declaração é interessante porque mostra que os homens não podem ser convertidos para o pensamento feminista. O Movimento das Mulheres destruiu muitos muros mas o cérebro do homem é a sua última fronteira, e o cerco feminista não consegue erradicar esta dualidade de critérios.
A reacção feminista às consequências não previstas e indesejáveis do seu feminismo é tipicamente fascista. Em vez de reavaliarem as suas crenças, o que as feministas tentam fazer é reduzir todas as mulheres a objectos sexuais de forma a que os homens não tenham por onde escolher senão entre uma delas.

Talvez por isso é que as feministas tenham um ódio tão grande pela mulher que mantém o seu respeito e não "extravagaza" em promiscuidade sexual. Essas mulheres - aquelas suficientemente confiantes para saber que não precisam de sexo para se sentiram "poderosas" - estão literalmente a condenar as feministas a uma velhice infeliz e solitária.

Quarenta anos de indoutrinação feminista não conseguiram transformar a preferência masculina em casar com mulheres sexualmente conservadoras, por isso as feministas voltaram-se (com algum sucesso) para outra estratégia: transformar as mulheres em objectos sexuais.

Nem é preciso dizer isto, mas a estratégia feminista de tornar "promiscuizar" as mulheres está condenada ao fracasso. Isto pode ser visto de forma simples: a esmagadora maioria das feministas são mulheres caucasianas (brancas). A esmagadora maioria das mulheres do mundo não são caucasianas. Se os homens ocidentais não conseguirem encontrar mulheres sexualmente castas para casar no ocidente, ou eles não se casam ou casam-se com mulheres de outras etnias.

De qualquer das formas, as feministas e as sexualmente promiscuas vão ser rejeitadas pelos homens.

Conclusão:

A análise da Sra Walsh é de se louvar uma vez que ela reconhece uma realidade que muitas mulheres não descortinam. Todos os novos parceiros sexuais que as mulheres aceitam, não só tornam essas mulheres marginalmente menos atraentes aos olhos dos homens interessados em compromissos permanentes, como também reduzem o seu potencial valor marital.

Ver também:

1. Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

2. Como combater a epidemia de DST: Seguir a Bíblia

3. Homens tem um mecanismo anti-evolutivo que suporta a fidelidade

4. Feminismo aumenta felicidade …..do homem?!!

5. Coabitação ligada a aumento exponencial em risco de relacionamentos fracassados

6. Casamento Versão Ateísmo Continua a Falhar

7. Coabitação Prenupcial Pode Estragar Casamento

8. Geneticamente e Espiritualmente Programados Para a Monogamia




Modificado a partir do original

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