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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Pesquisas sugerem que o corpo da mulher carrega dentro de si ADN do sémen dos seus parceiros anteriores

Por Daryush Valizadeh

Pesquisas científicas convincentes revelaram que os insectos e os mamíferos do sexo feminino são capazes de absorver ADN estranho através das células dos seus corpos. Nos seres humanos já foi demonstrado de forma convincente que este fenómeno ocorre durante a gravidez quando material genético do bebé em crescimento funde-se com áreas do cérebro da mulher, afectando as suas chances de desenvolver a doença de Alzheimer.

As evidências sugerem agora que os animais do sexo feminino podem incorporar dentro de si ADN do esperma dos parceiros sexuais anteriores. Este ADN estranho acaba  depois por fazer parte dos filhos futuros após a mulher ser bem sucedida em engravidar de um homem totalmente diferente. No nosso mundo isto significa que os filhos que o homem vier a ter com uma mulher promiscua podem ter genes de parceiros sexuais anteriores que ele nunca viu ou chegou a conhecer.

Existem também estudos sociológicos que revelam que quando a mulher teve mais do que dois parceiros sexuais, os casamentos são mais susceptíveis de acabar (1234), mas agora apoio adicional para o dantes suspeito campo da telegonia está a revelar que existem também motivos genéticos para não iniciar um casamento com uma mulher promiscua: as crianças que vieres a ter com ela podem ter o "pool" genético poluído pelos seus encontros aleatórios anteriores e pelos encontros casuais.

A telegonia é uma ideia avançada inicialmente por Aristóteles e ela alega que os filhos podem herdar genes dos parceiros sexuais anteriores. Esta ideia não tinha suporte científico até que as evidências se amontoaram em favor do microquimerismo - o fenómeno do ADN estranho a incorporar-se no genoma dum indivíduo. Reparou-se que isto acontece no caso das transfusões de sangue. Se por acaso tu recebes sangue enquanto te encontras num estado traumático, o ADN do doador pode-se incorporar no teu genoma. Surpreendentemente, poucas pesquisas foram feitas entretanto, mas todas as evidências indicam que este é um fenómeno genético comum por todo o reino animal.

Um estudo importante em torno das moscas mostrou como as fêmeas incorporavam o ADN dos parceiros sexuais anteriores, e como, mais tarde, os traços desse ADN masculino se manifestava na prole que elas vinham a ter com machos totalmente distintos.

Cientistas da Universidade de New South Wales [Austrália] descobriram que, pelo menos nas moscas da fruta, o tamanho da descendência era determinado pelo tamanho do primeiro macho com quem a fêmea acasalou, e não com o segundo macho com quem ela gerou descendência. (...)

"As nossas pesquisas levam as coisas para um nível superior - mostrando que o macho também pode transmitir algumas das suas características adquiridas à prole gerada por outros machos" disse ela. "Mas ainda não sabemos se isto se aplica a outras espécies. (...)

O Dr Stuart Wigby, do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford, acrescentou: "O princípio da telegonia é, teoricamente, possível para qualquer animal internamente fertilizado, mas historicamente não tem havido muitas evidências em favor disso.

Cientistas envolvidos no estudo estão a lançar a hipótese de que o ADN do esperma é absorvido dentro dos ovos femininos sem, no entanto, fertilizá-los:

Os pesquisadores sugeriram que o efeito deve-se às moléculas que se encontram dentro do fluído seminal do primeiro macho e destes serem absorvidos pelos ovos femininos que ainda não estão amadurecidos, e influenciando posteriormente o crescimento da descendência dos machos subsequentes.

Já foi observado que o corpo humano feminino age como uma esponja em relação ao ADN estranho que é depositado dentro dele:

É possível que o Mc [microquimerismo] no cérebro seja capaz de distinguir os vários fenótipos amadurecidos, ou atravesse por uma fusão com as células pré-existentes, e adquira um novo fenótipo, tal como sugerido por estudos feitos em murinos ou em humanos onde células derivadas da medúla óssea circulavam até ao cérebro e geravam células neuronais por diferenciação, ou por fusão com neurónios pré-existentes. (....)

Embora a relação entre o Mc do cérebro e a saúde versus a doença necessite de mais estudos, os nossos achados sugerem que o Mc com origem fetal pode impactar a saúde maternal e, potencialmente, pode ter um significado evolutivo [sic].

O estudo citado em cima tem duas implicações sísmicas: o primeiro é que a mulher pode absorver ADN suficiente durante a sua vida que venha a causar a que ela mude o seu fenótipo (isto é, a sua aparência e o seu estado de saúde geral). Pode haver alguma verdade na frase "cara de vadia", onde uma mulher altamente promíscua sofre alterações na sua aparência física devido aos variados tipos de esperma de homens distintos que foram depositados dentro dela.

A segunda implicação emana do facto de que é cientificamente conclusivo que as mães solteiras têm ADN dos seus filhos bastardos a viver permanentemente dentro dos seus corpos. Qualquer homem que se reproduza com uma mãe solteira, irá ter filhos que têm dentro de si ADN dos seus filhos bastardos, o que, obviamente, inclui ADN dos seus pais ausentes.

Isto implica que os homens podem ser geneticamente traídos [inglês: "cuckholded"] sem terem sido traídos da maneira normal, e que ter filhos com uma mãe solteira é, e termos prácticos, dar ao pai do seu primeiro filho um prémio adicional no jogo da evolução.

O microquimerismo foi também observado nos cães, onde os mais velhos passam os seus genes aos irmãos mais novos, sugerindo que os primeiros filhos têm o grau mais elevado de pureza genética - uma suspeição muito provavelmente notada pela nobreza do passado. Não só isso, mas as cadelas incorporam o material genético associado ao cromossoma Y proveniente da sua descendência masculina. Essencialmente, a cadela fica mais masculina ao ter descendência masculina.

Os pesquisadores encontraram células com cromossomas Y na mãe depois destes nascimentos, o que significa que a mãe tinha células masculinas no seu corpo. Os pesquisadores encontraram células masculinas geneticamente semelhantes na descendência feminina da mesma mãe nas ninhadas posteriores. Estas cadelinhas eram recém-nascidas e nunca tinham estado grávidas, o que sugere fortemente que elas haviam adquirido as células que haviam ficado para trás, deixadas pelos seus irmãos mais velhos enquanto estes se encontravam no útero.

Se as mulheres absorvem genes associados ao cromossoma Y através do sexo casual, então isso pode explicar o porquê das mulheres com um passado sexualmente promíscuo exibirem mais traços masculinos, algo que qualquer playboy internacional pode confirmar. A mulher promiscua torna-se mais masculina devido ao facto de vários genes masculinos estarem a ser inseridos no seu genoma, e estarem a afectar o seu fenótipo.

Algumas ideias mais antigas relativas à telegonia, datando de há mais de um século, não parecem agora estar longe da verdade:

No seu livro “Individual Evolution, Heredity and Neo-Darwinists” (1899), o biólogo e filósofo Francês Felix Le Dantec menciona vários factos que demonstram a telegonia, mas as evidências eram bastante pseudo-científicas até mesmo para essa altura.

O autor menciona dois exemplos com animais e um com seres humanos. Le Dantec escreveu que um agricultor lhe havia dito que, a dada latura, uma das suas porcas copulou com um javali, e, na sua cor, a descendência parecia-se totalmente com o pai. Mas quando a mesma porca copulou com outro javali, alguns porquinhos da segunda ninhada continuavam a ter semelhanças cromáticas com o javali com quem a porca havia copulado em primeiro lugar.

Ele escreveu também da forma como Lord Morton cruzou uma égua com uma zebra e obteve o híbrido dum cavalo com uma zebra. Quando ele voltou a cruzar a mesma égua com um cavalo, esta segunda copulação gerau um potro que tinha mesmo assim linhas semelhantes às de uma zebra.

O microquimerismo encontra-se na vanguarda das pesquisas genéticas que têm, ultimamente, incluído a epigenética que é o ligar e o desligar de certos genes devido a estímulos ambientais. A epigenética tem levantado questões contra a teoria da evolução porque ela demonstra que a adaptação pode ocorrer dentro dos indivíduos sem a acção da selecção natural. Pesquisas recentes estão a revelar o pouco que sabemos em relação à forma como o genoma humano funciona, sugerindo uma imagem mais complexa do que aquela que havíamos imaginado.

As pesquisas sociológicas foram as primeiras a revelar que casar com uma mulher com um passado sexual robusto aumentava as probabilidades do casamento falhar.

Agora, as pesquisas genéticas disponibilizam mais evidências de que tais mulheres irão dar à luz filhos que - segundo princípios que ainda não entendemos - não são totalmente do pai. Devido ao facto deste campo de pesquisa ser politicamente incorrecto (ao pintar consequências fortemente negativas para as mulheres que levam uma vida promiscua "forte e independente") é pouco provável que as universidades esquerdistas aprovem mais pesquisas neste área.

Durante milhares de anos, a pureza feminina foi estimada acima de qualquer coisa no momento em que se pensava em formar uma família. Hoje, a comunidade científica está a confirmar a validade dessa práctica. Até que a ciência fique estabelecida neste ponto, os homens que insistam em casar com uma mulher promiscua devem pelo menos exigir uma entrevista com os seus parceiros sexuais anteriores para que fiquem mais familiarizados com os homens cujos genes podem vir a ser transmitidos para os seus futuros filhos.

http://bit.ly/1UacFKR



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mulher para casar: "700 parceiros sexuais em 48 horas"

Diana Ramos, a super-ninfomaníaca conhecida por bater o recorde de ter feito sexo com mais de 700 homens em apenas 48 horas, está em Portugal e será a grande atracção da 3.ª edição do Eros – Salão Erótico do Porto. No dia seguinte ao seu feito, a brasileira diz que nem conseguia andar.

– Como foi ter relações com 700 homens em 48 horas?
– Foram só 700? Pensei que tinham sido mais de mil. Mas foi um grande orgulho. Gostava de repetir de novo, pois não tive nenhuma dor. 

– E no dia seguinte como estava?
– Não me consegui levantar o dia todo. Não era capaz de andar, mas não me arrependo. Adorei, não queria parar. Alguns dos homens até ficavam admirados comigo. Aguento tudo. 

– E não se alimentou?
– Não. Não tinha vontade de beber nem comer. Isso é de uma pessoa preguiçosa. Quando começo vou até ao fim. 

– Conseguiu com todos?
– Sim, todos. Sou como um animal selvagem. 

– Com que tipo de homens manteve relações?
– Fizeram um casting e foram seleccionados. Eles já sabiam do que se tratava e estavam dispostos a ajudar-me a bater um recorde. Vinham em grupos de dez.

– É viciada em sexo?
– Adoro sexo, não sei viver sem ele. Todos os dias tenho de fazer amor. É uma necessidade fundamental. Se pudesse, partia a cama todos os dias.

– Já teve alguma experiência com portugueses?
– Nunca, mas adorava. Quero provar. São belos e parecem quentes.

– O que promete fazer no Eros?
– Bater um novo recorde, com homens ou mulheres, não me importo. Queria chegar aos dois mil em 48 horas e sei que vou conseguir.


* * * * * * *

Algumas feministas ficam irritadinhas quando os homens justificadamente fazem uma divisão entre as mulheres para casar e as mulheres que não são para casar. Ficam aqui umas perguntas para essas feministas:

* Esta mulher, que teve 700 (!) parceiros sexuais em 48 horas (fora aqueles que ela teve durante os restantes 35 anos da sua vida) , tem o mesmo valor marital que uma mulher que nunca teve qualquer relação sexual?

* Se por acaso algum homem se interessar por esta mulher (Deus o livre!), deve ele levar em consideração seu passado sexual? Ou levar em conta o seu horrível passado sexual é "machismo" e "ofensivo" para as mulheres?

Acho que a resposta é auto-evidente.

Avaliar o passado sexual duma mulher é uma forma mais do que válida de projectar que tipo de pessoa ela vai ser durante o casamento. O mesmo pode ser dito com o passado sexual do homem. O problema é que a maior parte das mulheres não vê o passado sexual do homem como o homem vê o passado sexual da mulher. Até aqui, tudo bem, visto que o homem e a mulher são diferentes. 

Os problemas começam quando as mulheres querem que os homens avaliem o passado sexual da mulher da mesma forma que as mulheres avaliam o passado sexual do homem.

Isso nunca vai acontecer porque a rejeição que o homem tem por mulheres promíscuas faz parte da sua psicologia masculina (isto é, não é nada que ele tenha o poder para mudar). Isto implica que por mais pressão social que as feministas façam - por mais "shamming" que elas imponham sobre os homens que dão preferência às mulheres castas - não vai haver altura alguma da História da Humanidade onde os homens coloquem a mulher casta e a mulher promíscua ao mesmo nível *marital* (isto é, para casar).

Obviamente que isto não é uma forma de "controlar o comportamento das mulheres", mas sim de não permitir que as escolhas dos homens sejam condicionadas de uma forma anti-natural pelo comportamento das mulheres.

Resumindo, as mulheres são livres para viver como elas querem, tal como os homens são livres para dar preferência *matrimonial* às mulheres castas. O homem não pode impor a sua moral sexual sobre as mulheres, mas as mulheres não podem de maneira nenhuma fingir que não existem mulheres para casar e mulheres que não são para casar.

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