Mostrar mensagens com a etiqueta Julius Malema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Julius Malema. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Como o comunismo do Congresso Nacional Africano prejudica os negros

Por Giacomo Vallone & Laura Oneale

Há já algum tempo que ouvimos falar em redistribuição de terras. Quando estamos em ano de eleições, os políticos prometem apressar o processo de redistribuição de terras, e embora até hoje as tentativas tenham falhado, parece que é uma questão de tempo até que, por um método ou por outro, os brancos sejam expulsos das suas terras. Há já algumas décadas que a redistribuição de terras para os negros tem sido discutida - inicialmente por parte dos terroristas do CNA, e depois por parte da sua ala política, e desde então, por todos os partidos que tentam agradar a maioria negra. Logo, ela não é nova nem recente.

Embora os membros moderados do CNA tenham prometido reformas que ainda não se materializaram, a ala negra nacionalista radical do CNA continua a usar a sugestão da expropriação em massa das terras como forma de manter o seu feitiço sobre a maioria negra. De facto, Julius Malema disse à BBC que apoiava a expropriação de terras, que idolatrava Robert Mugabe, e quando foi perguntado se estava certo os brancos estarem a ser mortos nas suas terras, ele respondeu:

É mais fácil redistribuir as terras quando as pessoas já não querem viver nelas.

Mesmo assim, enquanto falava das críticas em torno da lentidão da reforma agrária, o Secretário-Geral do CNA Gwede Mantashe, que se referiu a Julius Malema como um cruzamento entre Hitler e Estaline (nós preferimos compará-lo a Kaganovich), assegurou recentemente aos agricultores Sul-Africanos que o governo não iria seguir o exemplo de Mugabe:

Não iremos expropriar a terra sem algum tipo de compensação porque isso seria desastroso. Não iremos tomar posse das vossas terras. Se elas forem vendidas, haverá compensação.

"Compensação" é a palavra-chave.

Certamente que seguir o modelo imposto no Zimbabwe seria uma receita para o desastre. O Zimbabwe, tal como o Uganda que expropriou as terras aos Indianos e aos Ingleses, encontra-se actualmente arruinado graças às suas violentas e caóticas reformas agrárias - algo que o secretário geral Gwede Mantashe reiterou esta semana enquanto assegurava aos agricultores Sul-Africanos que as suas terras não seriam tomadas à força. Mantashe disse:

O Zimbabwe era o cesto de alimentos de África, mas actualmente está um desastre.

Durante a entrevista Mantashe disse também que os agricultores brancos não têm "nada a temer". Bem, é bem provável que os agricultores brancos nada tenham a temer do actual governo - feliz em manter o status quo desde que o dinheiro continue a fluir - mas o mesmo não pode ser dito das empoderadas massas Marxistas, convencidas de que é seu direito de nascença possuir as terras da África do Sul.

É a opinião deste site [EKP] que o processo de expropriação já teve início - e não é devido à possessão igualmente dividida que Mantashe e, antes dele, o ministro Nkwinti, o  propuseram, mas porque os agricultores estão a vender, as pessoas estão a partir, as famílias estão a ser chacinadas, e um medo palpável está a ser instigado nos brancos por todo o país por parte dos negros.

63% de pequenos agricultores questionados por Johannes Coetzee declararam que se fossem compensados em 1/4 do valor das suas terras, e lhes fossem dados visas para abandonar o país, eles abandonariam a África do Sul. Alguns estavam com tanto medo de falar que eles, e de modo literal, pediram-nos que apagássemos as mensagens mal nós tivéssemos usado a informação. Isto assume que alguns destes negros iria de alguma forma obter a habilidade para hackear um conta de email. Os negros deste país mal conseguem escrever os seus nomes, algo confirmado pelo analfabetismo existente nas comunidades rurais.

Mesmo assim, isto é o que o medo faz às pessoas; faz com que elas abandonem as suas terras por um punhado de rands, desde que haja uma forma de sair, imaginando a existência de hackers negros dispostos a obter acesso ilegal às suas contas de email. Psicologicamente, os agricultores estão prontos para a redistribuição de terras. E isto é triste porque sem os agricultores, nós não iremos comer. A maior parte de nós sempre pode arranjar alguma coisa para comer noutro sítio, mas os negros que vivem nos distritos e nas comunidades não podem. Sem os agricultores brancos, estes negros irão morrer à fome.

Estes negros não conseguem ver isso porque eles estão cegos com o ódio que lhes é alimentado pelos média marxistas e pelos agitadores comunitários. Em vez de reconhecerem a realidade da situação, eles são manipulados pelas politicas de vitimização e incitados ao ódio e à violência. Lembrem-se: estes negros estão a ser usados como instrumentos de destruição.

Laura Oneale escreve que os relatórios do CNA indicam que cerca de 13% de todas as terras pertencem aos negros, quando uma previsão mais acertada ficaria mais perto dos 50%. Há cerca de 15 anos atrás havia cerca de 60,000 agricultores na África do Sul, mas hoje esse número dificilmente chega aos 30,000. A comunidade agrícola continua a ser uma preocupação constante e cada vez mais terras estão a ser apropriadas através de acções ilegais e duvidosas. A intensificação dos assassinatos dos agricultores e a implementação de factores económicos abrangentes contribuem para este desastre.

Embora os projectos de reforma agrária estejam a ser lentos, apelar para uma alteração acelerada iria criar um desastre para o governo do CNA à medida que a nação mergulha na ruína financeira. Tem que haver um esclarecimento do porquê as reformas agrárias implementadas anteriormente terem falhado. Colocar um peso acrescido sobre a comunidade agrária e sobre a sua habilidade de produzir comida resultaria num colapso catastrófico da indústria e numa escassez alimentar e na fome - tal como aconteceu no Zimbabwe.

Porque é que as zonas agrícolas na posse dos negros têm uma produtividade inferior do que as zonas agrícolas na posse dos brancos? Para além das razões óbvias, pode-se sempre apontar para a falta de experiência e para a falta de perícia na gestão de fazendas e de negócios. Alguns negros gostam da ideia de ser dono duma zona agrícola até o momento em que eles vêem o que é preciso para fazer as coisas funcionarem.

As políticas de reforma agrária tiveram início nos anos 90, e o seu propósito era o de alterar as "desigualdades" da lei da era do Apartheid, altura em que não era permitido aos negros possuir terras na África do Sul. Há dez anos atrás um artigo em torno do falhanço da redistribuição das terras foi capa dos jornais quando Solomon Mokwena exibiu orgulhosamente o seu equipamento agrícola, apesar do facto dele não o usar. As autoridades locais compraram as terras a um agricultor branco e deram-nas a agricultores negros desfavorecidos. Mokwena e mais 200 agricultores deram início a uma cooperativa agrícola.

Para resumir a história, Mowena disse aos média que as máquinas que lhe haviam sido dadas só foram usadas uma vez, em 2002, e desde então nunca mais foram usadas para arar. Ele explicou que uma falta de financiamento para comprar material essencial, tais como sementes e gasolina, continuava a ser um problema. Será que é isto que nós queremos que ocorra em larga escala?

Desde que a redistribuição de terras teve início há cerca de 18 anos atrás, estima-se que cerca de 90% das zonas agrícolas na posse de negros encontram-se sem produtividade. Isto é algo alarmante se levarmos em conta que os agricultores têm o fardo de produzir alimento suficiente para alimentar toda a nação.

Durante a era inicial dos anos 90, quando a reforma agrária teve início, mais de 80% das terras para uso comercial estavam na posse de agricultores brancos. O governo do CNA havia prometido redistribuir 1/3 das terras até ao final de 2014, mas até hoje só foram distribuídas menos 8% das terras. Jacob Zuma admitiu que a politica de reforma agrária na África do Sul é uma das promessas mais arrebatadoras feitas ao povo negro - depois do fim do Apartheid - que não havia ocorrido tal como planeado.

Na nossa opinião, as estratégias anunciadas pelo governo para a implementação a reforma agrária mais não eram que um jogo político, e a redistribuição das terras para os negros pobres foi pouco mais que um truque político. Os negros aperceberam-se disso e estão, agora, a usar de tácticas de intimidação para forçar os agricultores a sair das suas terras. Quer seja através da expropriação, reforma ou através do medo e do assassinato, os Sul-Africanos brancos estão a ser forçados para fora das suas terras.



quarta-feira, 3 de julho de 2013

O genocídio dos brancos sul-africanos


Há um relatório no Daily Mail em torno da situação na África do Sul que revela algumas estatísticas perturbadoras em tornos dos agricultores Afrikaner.
Só no mês passado ocorreram 25 assassinatos de proprietários rurais brancos e mais de 100 ataques. Enquanto isso, os grupos de protestos Afrikaner alegam que mais de 4,000 agricultores brancos foram assassinados desde que Nelson Mandela chegou ao poder.
No ano passado, o presidente sul-africano Jacob Zuma foi filmando a cantar um canção que continha a frase "Disparem Sobre o Boer".
No encontro centenário do Congresso Nacional Africano (ANC, em inglês) que decorreu no ano passado, Zuma foi filmado a cantar uma assim-chamada "canção de luta" chamada de "Kill de Boer" ("Boer" é o antigo nome dado à maioria da população branca Afrikaner). À medida que os membros séniores do ANC aplaudiam ao ritmo da música, Zuma cantou:

"Vamos atirar contra eles 
Eles irão fugir 
Atirem sobre o Boer 
Atirem contra eles. 
Eles irão fugir 
Atirem contra o Boer 
Vamos atingi-los 
Eles irão fugir 
O Cabinet irá disparar contra eles 
Com a metralhadora 
O Cabinet irá disparar contra eles 
Com a metralhadora"
E o rival político de Zuma, Julius Malema, fala abertamente dos seus desejos de expulsar os agricultores Afrikaner para fora das suas terras:
Malema, para além de querer a nacionalização das lucrativas minas sul-africanas, quer também que todas as terras pertencentes aos agricultores brancos sejam confiscadas sem que haja lugar a qualquer tipo de compensação. De uma forma ameaçadora, Malema, de 32 anos, que caracteristicamente usa uma boina e tem um grande apreço por relógios da marca Rolex, prometeu este mês que o seu novo partido irá tirar as terras que estão nas mãos dos brancos - sem qualquer tipo de compensação - e entregá-las aos negros. Elz afirmou que "Nós precisamos das terras que foram tiradas ao nosso povo, e nós não iremos pagar por elas".

É interessante que Malema alegue que as terras foram tiradas ao seu povo.

Os habitantes originais da África do Sul eram os caçadores e colectores Khoisan. Em 1652, quando chegaram ao continente africano, os Afrikaners estabeleceram-se na parte ocidental da África do Sul, tomando o lugar dos Khoisan. O povo Xhosa (grupo étnico ao qual pertencem Nelson Mandela e Desmond Tutu) haviam entretanto avançado para a costa Este, empurrando eles mesmos os Khoisan para fora das suas terras.

Os próprios Xhosa foram eles mesmos empurrados ainda mais para o oeste devido à pressão colocada sobre eles pela migração dos Zulos.

Dito de outra forma, os Xhosa tomaram as terras dos Khoisan e os Zulos tomaram as terras dos Xhosa numa séria de migrações.

O artigo do Daily Mail fala também da comunidade Afrikaner que se encontra em Kleinfontein. Este é um lugar onde os Afrikaneres podem viver sem medo do crime violento:
Mais importante ainda, num país onde ocorrem 60 assassinatos todos os dias, não há roubo armado, assassinatos ou violação em Kleinfontein. ‘Uma idosa pode levantar dinheiro duma caixa registadora aqui sem qualquer tipo de medo,’ afirmou Marisa Haasbroek, residente local e mãe de duas adolescentes e a minha guia durante a manhã.

‘É seguro, tranquilo e pacífico.'
Fonte.



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista


Ao mesmo tempo que a maior parte do mundo se recusa a aceitar o que está a acontecer na predominantemente comunista África do Sul, a organização sem fins lucrativos com o nome de Genocide Watch declarou no mês passado que os preparativos para as atrocidades genocidas contra os camponeses sul-africanos brancos estavam já bem encaminhados, e que as fases iniciais do genocídio provavelmente já tinham começado.

De modo geral, o chefe da Genocide Watch, o Dr. Gregory Stanton, explicou que as poderosas forças comunistas tencionam também abolir a propriedade privada e esmagar todos os potenciais resistentes.

Segundo os peritos e os números ofciais, pelo menos 3,000 camponeses brancos, conhecidos por Boers, foram brutalmente massacrados durante a última década. Muitos mais, incluindo crianças - e até as crianças mais pequenas - foram também violadas ou torturadas de modo tão selvagem que meras palavras não podem expressar o horror. E o problema só está a piorar, afirmam os observadores das organizações dos direitos humanos presentes na África do Sul.

O governo sul-africano, dominado pela Congresso Nacional Africano (ANC = African National Congress) que tem um forte apoio comunista, respondeu à crescente onda de assassinatos racistas negando o fenómeno, alegando de modo pouco plausível que muitos dos ataques simplesmente são crimes regulares. Apesar das críticas ferozes, as autoridades pararam de registar as estatísticas que poderiam disponibilizar uma imagem mais correcta do que realmente está a acontecer na chamada "Nação Arco-Íris".

Em muitos casos, os assassinatos são simplesmente qualificados de "assaltos", e ignorados. Devido a isto, é seguro afirmar que os números em volta dos assassinatos certamente são mais elevados do que aqueles que as entidades oficiais admitem. Entretanto, múltiplas fontes reportam que as forças policiais estão muitas vezes envolvidas nos assassinatos ou, pelo menos, nas manobras que visam esconder a realidade dos eventos ("cover-ups")

Um sul.africano exilado nos EUA declarou à "The New American" que, quando as vítimas são capazes de se defender, e os perpetradores capturados, muitos deles costumam estar afiliados ao ANC ou à sua facção jovem.

Os peritos não estão a acreditar na ocultação dos factos feita pelo governo. "Estamos cada vez mais convencidos que os assassinatos de camponeses [brancos] não são acidentais," declarou o Dr. Stanton da Genocide Watch durante a sua missão de averiguação dos factos no mês passado. Ele acrescentou ainda que era bem óbvio que os massacres não eram crimes comuns principalmente devido à barbaridade usada contra as vítimas.

Não sabemos ainda quem está a planeá-los mas apelamos a uma investigação internacional que julgue e determine quem está por trás destes assassinatos.

De facto, os analistas mais honestos concedem que as milhares de matanças brutais, e as dezenas de milhares de ataques, fazem parte dum padrão mais abrangente. E segundo o Dr. Stanton, que esteve envolvido no movimento anti-Apartheid da África do Sul e tem décadas de experiência na análise de genocídios e usurpação comunista, a tendência aponta para um futuro conturbado para esta nação.

Este tipo de coisas é o que eu já observei em outros genocídios," disse ele dos assassinatos dos camponeses brancos, listando vários exemplos tais como uma vítima que foi abandonada com uma Bíblia aberta sobre ela, ou outras vítimas que foram torturadas, desventradas, violadas ou pior.

Isto foi o que aconteceu no Burundi, e foi o que aconteceu no Rwanda. Já aconteceu em muitas outras partes do mundo.

Falando em Pretória num evento organizado pelo grupo anti-comunista Transvaal Agricultural Union, o Dr. Stanton atacou os esforços que são feitos no sentido de desumanizar os brancos sul-africanos caracterizando-os de "colonos." Esta qualificação tem como propósito construir em torno dos Afrikaner - descendentes de imigrantes da Europa do Norte que chegaram ao país há séculos atrás - uma imagem de pessoas que não pertencem ao país.

Este foi o processo que foi levado a cabo contra os Arménios Cristãos que viviam na Turquia, explicou Stanton. O fenómeno da desumanização ocorreu também contra o povo Judeu na Alemanha que se encontrava debaixo do regime Nacional Socialista, muito antes de Hitler implementar a "Solução Final."

Os peritos defendem que, infelizmente, a África do Sul pode ser a próxima na linha. Stanton declara:

Sempre que tens este tipo de desumanização, estás perante o princípio dum processo descendente até ao genocídio.

Stanton acrescentou que a situação na África do Sul já passou esta fase [desumanização]. A próxima fase antes do extermínio, que começou há já alguns anos, é a logística para o levar a cabo.

Nós estávamos preocupados com a existência de grupos organizados que estão de facto a fazer o planeamento. . . . Tornou-se claro para nós que a Youth League [da ANC] é este tipo de grupo e eles estiveram a planear este tipo de massacre genocida ao mesmo tempo que forçavam a remoção dos brancos sul-africanos.

A Genocide Watch levantou o alerta para a África do Sul da fase 5 para a 6 - a 8ª fase é a negação depois do facto - quando o então líder da ANC Youth League Julius Malema começou a cantar abertamente uma canção racista que incitava o assassínio de camponeses brancos sul-africanos:

Disparem sobre o Boer! Matem o Boer!

Descrito pelo grupo anti-genocídio como um "racista marxista-leninista", Malema foi também citado afirmando que "todos os brancos são criminosos" e ameaçando tirar as terras dos camponeses brancos das suas mãos à força. Depois dos seus apelos ao genocídio terem chegado aos ouvidos da comunidade internacional, o Tribunal Supremo Sul Africano declarou que a canção que incitava a matança dos brancos, era discurso de ódio ilegal.



Surpreendentemente, o presidente sul-africano e membro do ANC, Jacob Zuma, começou este ano a entoar a mesma canção em público. Desde então, o número de camponeses brancos sul-africanos assassinados têm aumentado todos os meses. Outros oficiais governamentais séniores têm apelado abertamente para a "guerra."

O Dr Stanton declara que "Este é o tipo de conversa que, obviamente, não só é pré-genocídio, como vem antes dos crimes contra a humanidade." Stanton apelou a todos a não esquecer que somos todos membros da raça humana.

Aqueles que seriam os negacionistas, e que tentam rejeitar os sinais de aviso, na minha opinião estão a ignorar os factos.

Stanton explicou ainda a lógica do progresso até ao genocídio onde também há a "polarização" onde a população-alvo - camponeses brancos, neste caso - e até os moderados são caracterizados como "o inimigo." E o fenómeno é cada vez mais aparente na África do Sul, levando a Genocide Watch a classificar a África do Sul como estando já na fase final do genocídio..

A questão em torno da distribuição das terras, que se tornou num dos pontos-chave nesta progresso descendente, é também uma das maiores preocupações. A minoria branca ainda é dona da maioria das terras sul-africanas, apesar do ANC prometer redistribui-las aos negros. Mas a redistribuição que já ocorreu - como por exemplo, no Zimbabwe - resultou num falhanço total.

Apesar do registo das atrocidades até agora, alguns extremistas, incluindo elementos do governo dominado pelo ANC, tencionam agora ficar com as terras dos brancos o mais rapidamente possível, chegando ao ponto de algumas facções argumentar que isso deveria ser feito sem qualquer tipo de compensação. Para além disso, a agenda comunista, tal como em todo o lugar onde a redistribuição coerciva ocorreu, tem planos ainda mais vastos. O Dr Stanton, que alega já ter vivido em países comunistas, avisa:

Qualquer que seja o sistema de posse de terras que a África do Sul adopte, os comunistas - a longo prazo - tencionam abolir toda a propriedade privada. Isso nunca deve ser esquecido. Em todos os lugares que os comunistas se apoderam, a possessão privada é abolida uma vez que esta dá às pessoas poder - poder económico - de se oporem ao governo. Mal te é retirado tal poder. não há qualquer base sobre a qual tu podes ter o poder económico para te opores ao governo.

Entretanto, o governo sul-africano está a desenvolver esforços para desarmar os já-de-si-afligidos camponeses brancos, retirando-lhes assim a sua última linha de defesa. Naturalmente, e como tem sido consistente através de toda a História, o desarmamento é sempre um precursor necessário para o totalitarismo e até o eventual massacre do grupo-alvo. De facto, as armas nas mãos dos cidadãos são normalmente a última fronteira até à escravatura total e até mesmo o extermínio.

No seu site, a Genocide Watch ressalvou o seguinte:

O governo separou as unidades commando dos camponeses brancos que outrora protegiam os campos, e aprovou leis que visam confiscar as armas dos camponeses. O desarmamento dum grupo-alvo é um dos sinais mais sérios dum possível futuro genocídio.

O exilado que falou com a TNA disse que muitas das armas confiscadas aos brancos foram mais tarde encontradas nos horriveis locais do crime. Até a mera possessão de uma arma "não registada" ou "não licenciada" - obter uma licença tornou-se bastante difícil, senão impossível - pode resultar em cadeia. Na África do Sul, especialmente para um camponês branco, ir para a cadeia, com as violações generalizadas e as infecções HIV a serem a norma, é practicamente uma sentença de morte.

O Dr. Stanton prometeu aos Afrikaners que visitaria a embaixada dos EUA e colocaria o assunto em cima da mesa perante os líderes mundiais. No entanto, ele apelou para que eles não abdicassem das suas armas e que continuassem a resistir a "ideologia" comunista proposta por muitos líderes políticos e partidários que agora dominam o coercivo aparato do governo da nação.

As Nações Unidas definem um genocídio como "a destruição deliberada e sistemática, no seu todo ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional." No entanto, o termo inclui ainda acções que estão para além da simples matança. Segundo a ONU, entre os crimes que podem ser classificados de genocídio incluem-se:
  • actos que: visem causar dolo a membros dum grupo minoritário específico,
  • infligir à minoria - e de modo deliberado - condições que resultam na sua destruição total ou parcial,
  • buscar ou prevenir nascimentos entre os grupos-alvo,
  • e transferir de modo coercivo as suas crianças menores para outros
Os activistas e os exilados alegam que muitas destas condições foram já atingidas - e, tecnicamente, qualquer uma delas pode constituir um acto de genocídio se faz parte duma tentativa sistemática de destruir um grupo em particular. Entretanto, os peritos afirmam que o governo está a exacerbar o problema discriminando de modo activo contra os brancos, e em muitos casos, facilitando as atrocidades que já ocorrem.

Obviamente, esta não seria a primeira vez que uma tragédia similar ocorria na zona Sul do continente africano. Quando o ditador marxista Robert Mugabe tomou o poder no Zimbabwe (conhecida previamente como "Rodésia", e um dos países mais abastados do continente) ele deu início a uma guerra impiedosa contra a população branca e contra os seus oponentes políticos. O país rapidamente mergulhou num caos e em fome generalizada quando o regime Mugabe "redistribuiu" as terras e a riqueza existente entre os seus amigos e parceiros políticos que, obviamente, nada sabiam de agricultura.

O regime matou dezenas de milhares de vítimas, e alguns estimam que milhões tenham morrido como consequência directa das políticas marxistas de Mugabe. Os brancos que se recusaram a abandonar a propriedade durante a "redistribuição", foram frequentemente torturados e mortos pelo regime ou pelos seus esquadrões da morte. Com Mugabe ainda no controle, o trágico sofrimento do Zimbabwe continua a piorar, mas o tirano assassino ainda é visto com bons olhos pelos oficiais seniores do ANC.

Nem todos os sul-africanos - especialmente os citadinos - estão convencidos que está a ocorrer um genocídio no seu país, ou que um se aproxima. De facto, a vasta maioria dos negros e dos brancos apenas quer viver em paz uns com os outros. Para além disso, há outros problemas mais sérios a serem resolvidos pelo governo sul-africano.

No entanto, virtualmente todos concordam que, sem uma solução, a situação precária da "Nação Arco-Íris" vai continuar a decair - de má para pior. Muitos activistas que buscam atrair a atenção das pessoas para este assunto apelam aos governos europeus e aos EUA que comecem imediatamente a aceitar os refugiados brancos mais vulneráveis provenientes da África do Sul.

Há menos de 5 milhões de brancos a viver no país, 10% da população, uma queda abismal se levarmos em conta que há algumas décadas atrás os brancos eram quase 1/4 da população total. Os analistas afirmam que fornecer-lhes asilo vai ser politicamente duro, parcialmente porque isso levantaria o véu sobore os mitos da elite em torno de Nelson Mandela e do seu partido ANC, como sendo "heróicos" e "combatentes pela liberdade."

Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação da elite ocidental raramente reportam a calamidade que se aproxima. E quando resolverem contar a verdade aos seus leitores, pode já ser tarde demais.

..

segunda-feira, 26 de março de 2012

O genocídio aprovado pelo esquerdismo


A maior parte dos americanos lembra-se do brutal e condenável incidente que ocorreu em 1998 no Texas, onde um homem negro chamado James Byrd foi acorrentado à parte de trás duma carrinha e arrastado por ela até a morte.

Isto foi um gesto reprovável, desumano e merecedor da pena de morte por parte de quem levou a cabo tal acto de desrespeito pela Imagem de Deus presente no homem.

Como a vítima pertencia a um dos grupos protegidos dos marxistas culturais - e os agressores eram brancos - houve um clamor nacional em torno de crime - clamor esse que perdurou por alguns anos. Durante as eleições presidenciais de 2000 o evento foi desenvergonhadamente usado por motivos políticos - pelos esquerdistas, claro.

No entanto, quando as etnias são invertidas e um homem branco (Cristão, de preferência) é morto por um membro dum dos grupos protegidos da esquerda politica (minorias étnicas - excepto os cubanos e os vietnamitas na América, por votarem nos republicanos - homossexuais, feministas, etc) o silêncio impera.

Quando um grupo de negros acorrentou um agricultor branco sul-africano a uma carrinha e o arrastou pelas estradas até à morte, não houve um clamor semelhante ao clamor que houve quando James Byrd foi assassinado. Fora da sua vizinhança imediata na África do Sul, practicamente ninguém estava ciente do crime.

Eis aqui mais uma estatística: ele foi apenas mais uma das milhares de vítimas brancas da limpeza étnica que está a ser feita na África do Sul. Este processo tornou-se tão flagrante que o líder da facção juvenil do Congresso Nacional Africano reconheceu implicitamente que o regime actual leva a cabo medidas de controle político do processo.

Ele chega a dizer coisas como:

Todos os brancos são animais . . . . . Vamos reaver as nossas terras. Sem compensação.
Apesar de palavras tão óbvias, segundo o esquerdista comum, isto não é racismo. Por definição, os não-brancos são biologicamente incapazes de levar a cabo actos racistas.

Palpita-me que ele justifica estes actos com frases como "justiça redistributiva contra o opressor histórico" ou outra desculpa marxista qualquer.

O marxismo é muito apelativo às massas porque o mesmo usa uma falha comum em todos nós: permite-nos justificar os nossos falhanços apelando às supostas más acções de outros.

Se és negro e não tens dinheiro, é porque o homem branco de "oprime". Se és mulher e achas que é "injusto" tomar conta dos teus próprios filhos enquanto o teu marido trabalha para te sustentar e para sustentar os filhos que tu dizes serem dele, então estás a ser "oprimida" por ele.

Se és homossexual e sentes-te mal pela natureza dos actos que levas a cabo com dezenas de outros homens, então estás a ser "oprimido" pela heteronormalidade. Temos que destruir a sociedade para acabar com a "opressão".

Este tipo de pensamento não faz sentido nenhum para quem pensa de forma tradicional mas o revolucionário usa-se dela para juntar num só os ódios humanos e direccioná-los contra os grupos "burgueses": os conservadores Cristãos, o homem branco, os "ricos", etc.

É exactamente por isto que os racistas sul-africanos sentem-se à vontade para atacar os brancos. Enquanto eles usarem de retórica marxista para justificar os seus actos, a comunidade ocidental nada fará para por término ao genocídio do homem branco na África do Sul.

Modificado a partir do original

* * * * * * * * * * * * * * *

Entretanto, fica aqui um vídeo gráfico e perturbador.



sábado, 4 de junho de 2011

Julius Malema, líder juvenil sul-africano: "Matem os brancos!"


Durante o ano passado o líder juvenil Julius Malema disse aos seus seguidores que as terras do homem branco têm que ser partilhadas por todos os africanos negros. Para além disso, ele foi preso por tocar a música “Kill the Boer (homem branco)” nos seus comícios.

Julius Malema disse aos seus seguidores que os lavradores brancos tem que ser tratados como criminosos por roubarem as terras dos negros.

Segundo o The Telegraph, o instigador de genocídio Julius Malema defende que as tentativas governamentais de transferir as terras para as mãos dos negros através de negociações com os brancos falharam, e como tal, Malema apela a confiscações semelhantes às levadas a cabo pelo ditador socialista Robert Mugabe.

A pergunta que se impõe é: porque carga de água as terras tem que ser transferidas para as mãos dos negros? Pior, porque é que o Estado tem que levar a cabo essa manobra? Ou o homem branco está proibido de possuir terras em África? Se é assim, pode-se dizer o mesmo dos negros na Europa e nos outros países de maioria branca? Ou só é racismo quando é feito pelo homem branco?

Julius Malema demonstra qual é a ideologia política que o inspira:

Temos que tomar as terras sem pagar por elas porque os brancos tomaram as terras sem pagar por elas.
Eu não sei em que mundo o Malema vive, mas a isso chama-se "consequências de guerra". Se um país faz guerra com outro e perde, o país vencedor fica com os espólios. Todas as tribos africanas sabem e operam segundo esse princípio, mas Malema aparentemente não aprendeu História.
O sistema de venda voluntária, compra voluntária falhou.
Portanto, como o normal sistema económico falhou (e os negros não possuem capacidade económica e vontade de rentabilizar as terras), Malema apela ao sistema económico que tanto sucesso tem tido nos últimos 100: o colectivismo.
Estamos todos de acordo que eles roubaram a terra. Eles são criminosos e como tal tem que ser tratados como tal.
Portanto, um homem branco que seja o descendente de uma família que se mudou para a África do Sul no século 18 é um "criminoso" porque ele possui um pedaço de terra em África.

Qualquer pessoa que veja as acções de Malema rapidamente se apercebe que a sua preocupação não é o bem estar do homem negro, mas sim a imposição do socialismo. Podemos vêr que a sua preocupação é o socialismo pelo simples facto dele tentar levar a cabo medidas que arruinaram o Zimbabwe:
Rodésia, o predecessor do Zimbábue, era um país razoavelmente abastado conhecido como o "Celeiro de África". Foi então que a justiça social chegou e as quintas foram confiscadas. O homem branco foi removido do poder abruptamente e as suas possessões agrícolas nacionalizadas.

Hoje em dia o país sofre de falta de alimentos e desemprego na ordem dos 95%, para além duma uma taxa de inflação envolvendo números demasiado grandes para se compreender. No entanto, o ditador socialista vive bem, muito graças à ajuda internacional que recebe dos mesmos "bem-feitores" que pressionaram a Rodésia a mergulhar no seu caixão.

As palavras de Malema mostram que ele é um servo fiel de Karl Marx e companhia. Mas como é que um líder africano continua a associar-se a uma ideologia tão destrutiva como o socialismo? A História responde.

Depois da Segunda Grande Guerra, os comunistas soviéticos voltaram a sua atenção para África e "educaram" gerações de líderes africanos em favor da revolução violenta. O que nós vêmos agora são o fruto de indoutrinação que perdura há gerações.

Nunca nos podemos esquecer dos propósitos de Lenine e Gramsci no intuito de causar caos social em todo o mundo de modo a que as pessoas implorem pelo totalitarismo socialista como forma de "restaurar a ordem".

Malema não quer trazer bem estar aos negros mas sim colocar os recursos económicos nas mãos de uma elite não representativa dos desejos do povo.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT