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domingo, 8 de março de 2015

É o Dia Internacional das Mulheres propaganda Comunista?


Há já muito tempo que o Dia Internacional das Mulheres (8 de Março) é uma ferramenta de propaganda Comunista. O que é que significa o facto deste feriado Soviético estar embutido na nossa cultura? Claramente, o Comunismo não morreu; ele apenas sofreu algumas modificações e passou a agir através de ideologias como o Feminismo.

Isto confirma a famosa alegação de Norman Dodd de que o Presidente da Ford Foundation lhe disse em 1954, que a agenda era levar a cabo uma "engenharia social" dentro da vida Americana de modo a que "ela se possa mergir confortavelmente com a União Soviética" como parte do governo mundial controlado pelos banqueiros. Todos os anos os média supostamente capitalistas ecoam os antigos brometos Soviéticos em torno da opressão da mulher, a edição da violência doméstica, e todos os anos eu publico esta refutação.

O "Dia das Mulheres" finge celebrar as mulheres mas o poster perto da minha casa em Winnipeg mostra uma megera ranzinza agitando um martelo. 


Ela parece estar possuída, e o sub-título diz, "se eu tivesse um martelo...".  O que é que ela faria com o martelo? Destruiria a sociedade? Atacaria as mulheres que querem um marido e filhos?  Estas opções não são assim tão fora do contexto.

Por baixo do anúncio de dança lê-se: "Vem esmagar o patriarcado à meia-noite". Não parece que ela tenha muito que temer por parte dos homens.

É pedido às mulheres que irão participar na marcha que tragam "os vossos capacetes, os cintos de ferramentas, coletes de segurança e ideias para trocar."  De forma típica dos Comunistas, eles definem as mulheres de uma forma que as retira da existência, isto é, como homens carpinteiros.

Através do substituto feminista, os Comunistas retiraram das mulheres a sua segurança e a honrada identidade social como mães e esposas, e transformou-as em trabalhadoras e mercadorias sexuais, reféns da economia e das devastações da idade. Obviamente que este evento não reconhece a mulher pela sua graça, charme, e inteligência. O que os Comunistas fazem às mulheres é gerar um falso sentimento de ressentimento e sentimentos de que se deve algo às mulheres como forma de as manipular.

Eles [os Comunistas] usaram as mesmas tácticas com os Judeus, com os Negros e com os operários, trazendo estes grupos para a sua agenda. O objectivo é o de concentrar toda a riqueza e poder nas mãos do cartel de banqueiros centralizados, os Illuminati (Maçónicos), que se encontra actualmente a colonizar todo o mundo. O verdadeiro propósito de "mudar o mundo" é o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.

O "Dia Internacional das Mulheres" é ódio dirigido às mulheres e à sociedade levado a cabo pelos mesmos traidores banqueiros do establishment, o que inclui a maior parte dos políticos "feministas", educadores, e os órgãos de informação em massa. As mulheres são participantes enganadas e "idiotas úteis". Isto nada mais é que os vestígios dos movimentos "frente popular" Comunistas inicialmente organizados nos anos 30 como forma de enganar os idealistas ingénuos usando termos que fazem as pessoas sentirem-se bem tais como "igualdade", "paz" e "direitos humanos". Esses aldeões não sabiam que esses movimentos eram financiados e controlados por Moscovo.

O propósito era alienar a intelligentsia da sua sociedade e torná-la mais susceptível de se aliar à agenda Comunista, e, por fim, ao "governo mundial".  Parece que, em larga escala, isto foi bem sucedido. (Ver o livro de 1993 "Double Lives", por Stephen Koch)

O Comunismo centra-se no dividir e no reinar. O Dia Internacional das Mulheres teve inicio em Copenhaga (Dinamarca) sob acção da "Internacional Socialista" (isto é, Comunistas) como forma de promover os "direitos das mulheres." Tal como o poster que se segue demonstra, este evento era celebrado na Rússia Soviética.

Eis aqui o manifesto para o Dia Internacional das Mulheres publicado em Alemão e com o título "Die Kommunistin" (2 de Março de 1921):

A todas as operárias! Tu que fazes exigências e lutas tens a companhia de milhões.... Em todos os países onde deserdados avançam sob o signo do Comunismo contra a exploração e o subjugador poder do capitalismo. No Dia Internacional das Mulheres, mães cheias de dor, dons de casa dobradas devido às preocupações, mulheres trabalhadoras exaustas, funcionários de escritório, professores, e donos de pequenas propriedades juntam-se." (Wiemar Republic Sourcebook, 1995)

O Dia Internacional das Mulheres tem como propósito fazer com que as mulheres se sintam oprimidas. Por exemplo, uma página de "factos de género" diz-lhes que "as mulheres fazem 2/3 de todo o trabalho do mundo mas só recebem 10% da renda mundial." Logo, a mulher ocidental, a geração mais favorecida da História, fica de forma indirecta com um ressentimento. As mulheres levaram uma lavagem cerebral para pensarem que era do seu interesse separarem-se dos seus pais, maridos, irmãos e filhos.

Por todo o mundo, milhares de eventos são planeados. Por exemplo, na Igreja Unitária de Londres Ont, uma organização que milita em favor das mulheres e das meninas afegãs "irá honrar e celebrar as mulheres locais com música, canção, danças e refrescos. Todas as mulheres e meninas são bem vindas. Entrada gratuita!" Cheira-me a lesbianismo.

Em São Francisco ocorrerá uma festa cocktail, bem como um filme, para ressalvar o sofrimento da mulher em Gaza. Então e os homens e os rapazes do Afeganistão e de Gaza? Será que eles não contam? Em nome da igualdade, estes Comunistas ingénuos estão a practicar a desigualdade. Ao destruírem as famílias, eles irão deixar as mulheres e as raparigas muçulmanas ainda mais vulneráveis.

CONCLUSÃO:

O facto deste agitprop de inspiração Comunista fazer parte da cultura mainstream é um exemplo da forma como a sociedade foi subvertida. A maior parte das pessoas não é socialista e muito menos Comunista. Enquanto uma elite secreta .... tiver permissão para controlar o crédito governamental e planear um governo mundial, a sociedade será cúmplice com a sua destruição, e nós não teremos ninguém a quem culpar se não nós mesmos..



sábado, 8 de março de 2014

É o Dia Internacional das Mulheres propaganda Comunista?


Há já muito tempo que o Dia Internacional das Mulheres (8 de Março) é uma ferramenta de propaganda Comunista. O que é que significa o facto deste feriado Soviético estar embutido na nossa cultura? Claramente, o Comunismo não morreu; ele apenas sofreu algumas modificações e passou a agir através de ideologias como o Feminismo.

Isto confirma a famosa alegação de Norman Dodd de que o Presidente da Ford Foundation lhe disse em 1954, que a agenda era levar a cabo uma "engenharia social" dentro da vida Americana de modo a que "ela se possa mergir confortavelmente com a União Soviética" como parte do governo mundial controlado pelos banqueiros. Todos os anos os média supostamente capitalistas ecoam os antigos brometos Soviéticos em torno da opressão da mulher, a edição da violência doméstica, e todos os anos eu publico esta refutação.

O "Dia das Mulheres" finge celebrar as mulheres mas o poster perto da minha casa em Winnipeg mostra uma megera ranzinza agitando um martelo. 


Ela parece estar possuída, e o sub-título diz, "se eu tivesse um martelo...".  O que é que ela faria com o martelo? Destruiria a sociedade? Atacaria as mulheres que querem um marido e filhos?

Estas opções não são assim tão fora do contexto. Por baixo do anuncio de dança lê-se: "Vem esmagar o patriarcado à meia-noite". Não parece que ela tenha muito que temer por parte dos homens. É pedido às mulheres que irão participar na marcha que tragam "os vossos capacetes, os cintos de ferramentas, coletes de segurança e ideias para trocar."

De forma típica dos Comunistas, eles definem as mulheres de uma forma que as retira da existência, isto é, como homens carpinteiros. Através do substituto feminista, os Comunistas retiraram das mulheres a sua segurança e a honrada identidade social como mães e esposas, e transformou-as em trabalhadoras e mercadorias sexuais, reféns da economia e das devastações da idade. Obviamente que este evento não reconhece a mulher pela sua graça, charme, e inteligência. O que os Comunistas fazem às mulheres é gerar um falso sentimento de ressentimento e sentimentos de que se deve algo às mulheres como forma de as manipular.

Eles [os Comunistas] usaram as mesmas tácticas com os Judeus, com os Negros e com os operários, trazendo estes grupos para a sua agenda. O objectivo é o de concentrar toda a riqueza e poder nas mãos do cartel de banqueiros centralizados, os Illuminati (Masónicos), que se encontra actualmente a colonizar todo o mundo. O verdadeiro propósito de "mudar o mundo" é o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.

O "Dia Internacional das Mulheres" é ódio dirigido às mulheres e à sociedade levado a cabo pelos mesmos traidores banqueiros do establishment, o que inclui a maior parte dos políticos "feministas", educadores, e os órgãos de informação em massa. As mulheres são participantes enganadas e "idiotas úteis". Isto nada mais é que os vestígios dos movimentos "frente popular" Comunistas inicialmente organizados nos anos 30 como forma de enganar os idealistas ingénuos usando termos que fazem as pessoas sentirem-se bem tais como "igualdade", "paz" e "direitos humanos". Esses aldeões não sabiam que esses movimentos eram financiados e controlados por Moscovo.

O propósito era alienar a intelligentsia da sua sociedade e torná-la mais susceptível de se aliar à agenda Comunista, e, por fim, ao "governo mundial".  Parece que, em larga escala, isto foi bem sucedido. (Ver o livro de 1993 "Double Lives", por Stephen Koch)

O Comunismo centra-se no dividir e no reinar. O Dia Internacional das Mulheres teve inicio em Copenhaga (Dinamarca) sob acção da "Internacional Socialista" (isto é, Comunistas) como forma de promover os "direitos das mulheres." Tal como o poster que se segue demonstra, este evento era celebrado na Rússia Soviética.

Eis aqui o manifesto para o Dia Internacional das Mulheres publicado em Alemão e com o título "Die Kommunistin" (2 de Março de 1921):

A todas as operárias! Tu que fazes exigências e lutas tens a companhia de milhões.... Em todos os países onde deserdados avançam sob o signo do Comunismo contra a exploração e o subjugador poder do capitalismo. No Dia Internacional das Mulheres, mães cheias de dor, dons de casa dobradas devido às preocupações, mulheres trabalhadoras exaustas, funcionários de escritório, professores, e donos de pequenas propriedades juntam-se." (Wiemar Republic Sourcebook, 1995)

O Dia Internacional das Mulheres tem como propósito fazer com que as mulheres se sintam oprimidas. Por exemplo, uma página de "factos de género" diz-lhes que "as mulheres fazem 2/3 de todo o trabalho do mundo mas só recebem 10% da renda mundial." Logo, a mulher ocidental, a geração mais favorecida da História, fica de forma indirecta com um ressentimento. As mulheres levaram uma lavagem cerebral para pensarem que era do seu interesse separarem-se dos seus pais, maridos, irmãos e filhos.

Por todo o mundo, milhares de eventos são planeados. Por exemplo, na Igreja Unitária de Londres Ont, uma organização que milita em favor das mulheres e das meninas afegãs "irá honrar e celebrar as mulheres locais com música, canção, danças e refrescos. Todas as mulheres e meninas são bem vindas. Entrada gratuita!" Cheira-me a lesbianismo.

Em São Francisco ocorrerá uma festa cocktail, bem como um filme, para ressalvar o sofrimento da mulher em Gaza. Então e os homens e os rapazes do Afeganistão e de Gaza? Será que eles não contam? Em nome da igualdade, estes Comunistas ingénuos estão a practicar a desigualdade. Ao destruírem as famílias, eles irão deixar as mulheres e as raparigas muçulmanas ainda mais vulneráveis.

CONCLUSÃO:

O facto deste agitprop de inspiração Comunista fazer parte da cultura mainstream é um exemplo da forma como a sociedade foi subvertida. A maior parte das pessoas não é socialista e muito menos Comunista. Enquanto uma elite secreta .... tiver permissão para controlar o crédito governamental e planear um governo mundial, a sociedade será cúmplice com a sua destruição, e nós não teremos ninguém a quem culpar se não nós mesmos..



quinta-feira, 22 de março de 2012

Monólogos da pedofilia

Ficamos a saber através desta notícia que a eurodeputada Ana Gomes conversou com o respectivo jornal sobre a iniciativa de interpretar “Os Monólogos da Vagina” (1996) no palco da política europeia.

Ela diz:

Quem deu a ideia foi uma das deputadas que representam a peça, a finlandesa Sirpa Pietikäinen, do PPE, e como esta peça já foi representada noutros parlamentos, no Congresso americano, no parlamento britânico ou no das Filipinas, entendemos representá-la também no Parlamento Europeu, a propósito do dia 8 de Março.
O convite para interpretar a peça, que se insere na celebração do V-Day, um movimento à escala global que pretende dar voz a várias campanhas para acabar com a violência contra as mulheres, “foi enviado para todas as deputadas para ver quem estaria interessada em participar”.

Ana Gomes já conhecia a peça.

Via-a representada há uns 14 anos, talvez, em Nova Iorque, quando estreou, com actrizes como a Whoopi Goldberg, a Susan Sarandon e outras, e também a vi representada em Portugal, pela Guida Maria, aderi logo à iniciativa. Acho que é uma experiência interessante.
Ana Gomes adiantou ainda que a iniciativa não tinha sido bem acolhida por todo o parlamento:
Ainda há dias apareceu uma peça no ‘Wall Street Journal’ que citava um deputado alemão conservador a dizer que não havia lugar no Parlamento Europeu para uma coisa destas. O problema é dele. Nós sentimo-nos bem a fazê-la aqui no Parlamento Europeu.
Mas ninguém perguntou a Ana Gomes se ela se sentia bem em fazer a peça. Como é muito comum entre a maioria das mulheres, ela usa sentimentos e emoções como forma de argumento ou forma de defesa duma posição.

Sentimentos são irrelevantes para a veracidade ou moralidade duma práctica. A questão é: quais foram os motivos que levaram o conservador alemão a afirmar que uma peça como esta não tinha lugar num palco como o Parlamento Europeu? A Ana Gomes não diz (e se calhar nem pode) mas há algumas pistas.

Eve Ensler, a autora da peça, parece ser da opinião que a pedofilia feminina pode ser uma experiência "libertadora". Na peça de sua autoria, Ensler conta a historia duma menina de 13 anos que é sexualmente abusada por uma mulher adulta.

Depois de críticas públicas, ela mudou a idade da rapariga de 13 para 16 anos. Deduz-se que se não houvesse criticismo público, a idade da figura literária teria-se mantido.

Isto demonstra mais uma vez que, ao contrário do que muitos conservadores Cristãos podem pensar, a opinião pública tem um peso enorme na forma como a elite esquerdista se move.

O que se segue é uma citação da peça onde o abuso sexual da menina é apresentado como uma "experiência libertadora".

Depois disto, a bela mulher ensina-me tudo sobre a minha Coochi Snorcher [vagina]. Ela faz-me brincar comigo mesma à sua frente e ensina-me as diferentes formas de retirar prazer de mim mesma.

Ela é minuciosa. Ela diz-me para saber sempre como dar prazer a mim mesma como forma de nunca depender dum homem.

No dia seguinte fico com medo de me ter tornado numa butch [lésbica] devido ao facto de estar tão enamorada por ela. Ela ri-se mas nunca mais a vejo.

Apercebi-me mais tarde que ela foi a minha salvação - surpreendente, inesperada e politicamente correcta. Ela transformou a minha triste coochi snorcher e elevou-a para uma espécie de céu.

Mais tarde na peça, Ensler põe a menina a reflectir sobre a sua experiência:
As pessoas agora dizem que o que se passou foi uma espécie de violação . . . . Bem, a isso eu respondo que, se foi violação, foi uma boa violação visto que transformou a minha triste coochi snorcher e elevou-a para uma espécie de céu.
Como se pode ver pelo texto, a escritora da peça "Monólogos da Vagina" está a promover ideias nojentas e imundas.

Para além disso, a dualidade de critérios é assombrosa. Se um homem fosse apanhado a expressar ideias deste tipo em torno de meninas, ele seria perseguido, atacado e provavelmente preso. Com toda a justiça, diga-se de passagem.

Mas quando uma mulher esquerdista faz exactamente isso, as feministas saúdam, aplaudem, financiam e propagam a peça como se fosse o gesto um raio de luz para as mulheres do mundo.

Aparentemente a pedofilia só é má quando é feita por homens.


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