terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Católicos argentinos vítimas do ódio e preconceito por parte das feministas

Vídeo extremamente perturbador proveniente da Argentina revela uma turba de feministas a atacar e a molestar sexualmente um grupo de homens Católicos que se encontrava a rezar o rosário e a proteger pacificamente a Catedral da cidade de San Juan das ameaças de vandalismo.

As mulheres, muitas delas em topless, pintaram as virilhas e as caras dos homens com spray, para além de pintarem swastikas nos seus peitos e testas usando marcadores que foram também usados para pintar bigodes ao estilo de Hitler nos homens. Para além disso, as feministas levaram a cabo actos sexuais obscenos em frente aos homens, e encostaram os seus seios na cara dos mesmos, gritando "Tirem os vossos rosários dos nossos ovários!"


Segundo a InfoCatolica, algumas das mulheres cantaram a seguinte refrão:

Para a Igreja Romana Apostólica / Que quer entrar nos nossos lençóis
Dizemos que queremos ser vadias, travesties e lésbicas / Aborto legal em todos os hospitais.

Durante o ataque, alguns homens encontravam-se visivelmente emocionados, mas nenhum dos homens retaliou os abusos que sofreram por parte das feministas.

Embora o local do protesto tenha sido em frente à Catedral, a InfoBae reporta que "toda a cidade acordou com grafiti em favor do aborto." Dentro da catedral, 700 pessoas encontravam-se também em oração acompanhadas pelo Monsenhor Alfonso Delgado.

Depois de tentarem sem sucesso entrar no edifício, as mulheres queimaram uma efígie de tamanho humano do Papa Francisco cantando, "Se o papa fosse uma mulher, o aborto seria legal." Não lhes passou pela cabela o pequeno detalhe de que, se o papa fosse mulher, ele não seria papa.

O ataque das feministas ocorreu no dia 24 de Novembro durante o "Encontro Nacional das Mulheres", que anualmente une as feministas Argentinas que defendem "os direitos das mulheres". Alegadamente a polícia disse aos média que não poderiam intervir "porque elas eram mulheres." (Maldito patriarcado que coloca a segurança das mulheres em primeiro lugar).

O padre da paróquia, Rómulo Campora, disse ao Diario de Cuyo que “a queima da imagem do Papa Francisco é uma ofensa, não só para a Igreja mas para todos os Argentinos, visto que o papa é Argentino.” Louvando os homens que defenderam a igreja, ele disse:

[A cidade de] San Juan ama o Seu Deus, a sua fé, e ama a sua família.

O Pe. Campora lamentou os estragos feitos à catedral e concluiu que "se elas não respeitam a vida, então não podemos esperar que elas respeitem os edifícios."

O Encontro Nacional das Mulheres decorre todos anos em diferentes cidades Argentinas, com o patrocínio do Departamento da Cultura [ed: isto é, do Estado] como um evento de "interesse social". Segundo o site pró-vida Argentino ArgentinosAlerta.org, esta não é a primeira vez que as feministas levam a cabo actos de violência públicas contra igrejas e contra os Católicos. Em protestos passados, as catedrais de Bariloche, Paraná e Posadas sofreram também estragos feitos por estes grupos.

O site acrescenta:

Estes encontros de mulheres representam a civilização actual que tenta impor as suas regras.... Por um lado elas tentam impor uma agenda política que organizações internacionais ordenam: controle populacional, aborto, contracepção, homossexualismo. Por outro lado, elas tornam-se bárbaricas de maneira mais literal possível.


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O vídeo do ataque:


E estas feministas manifestavam-se em favor disto (IMAGENS GRÁFICAS):






















































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Três características do homem-feminista


Fiz este texto ao meu amigo Hinz por conta de uma notícia que ele havia compartilhado no Facebook onde denunciava a incoerência do discurso feminista.

Diante de um palpiteiro que apareceu lá para falar, achei por interessante compartilhar algumas impressões a respeito do homem feminista. Segue o texto:

Prezado Lucas Hinz, muito vale analisarmos o vergonhoso fenômeno do homem-feminista. Algumas coisas devem ser questionadas. Por questionar, refiro-me a verdadeira arte de questionar, cuja questão procura uma resposta e não apenas um caguete mental para tentar justificar absurdos.

Algumas coisas precisam ser notadas a respeito do homem-feminista:

1. O homem-feminista é histérico

Histérico é pessoa que não pensa ou opina com residência fixa na realidade, mas com base na imaginação. O histérico imagina um cenário e, tomando-o como se fosse realidade, argumenta sobre as maiores absurdidades.

Os mais antenados sabem que a cultura do estupro é a maior das histerias feministas. No Brasil, a pena informal para o estuprador é a morte. Informal porque, embora não haja pena de morte no país, os próprios bandidos da cadeia matam o estuprador. O estuprador é tão baixo e odiado que sequer bandido os deixa impune com a vida. E temos também que a população não lamenta a morte deles.

2. O homem-feminista é idiota


O homem que replica o discurso precisa ser questionado, afinal, estamos falando de um homem que defende vadiagem feminina. Vocifera o homem-feminista que a mulher tem o direito de se vestir como ela quiser. Ok, nem os conservadores são contra revogar este direito. Contudo, o homem-feminista faz uma confusão idiota. Uma coisa é você ser a favor da pessoa se vestir como lhe convém, outra, diferente, é apoiar o jeito vulgar da mulher se vestir.

O homem-feminista é tão idiota que confunde esses dois detalhes. Por defender o direito da mulher se vestir e até agir como vadia, ele defende que a mulher efetivamente adote tal estilo de ser. Isso é algo implícito que está presente no contexto do homem que apóia as feministas.

Prezando pelo valor da mulher, o homem de verdade não será a favor da mulher se tornar vulgar ou vadia. Apoiará e elogiará sobretudo as mulheres honradas. Quanto as vadias/vulgares, o homem de verdade respeitará o direito delas agirem conforme lhe convierem, mas isso não significa ser a favor de tal conduta. Ser contrário a X, não consegue perceber o homem-feminista-idiota, não implica ser a favor de proibir X.

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Simples, básico, mas o homem-idiota precisa comprar o pacote inteiro e exagerar sobre qualquer vírgula ou ponderação que diga o contrário ao que suas "amigas" defendem.

Patético, o homem-feminista precisa gritar aos 7 ventos para mostrar, orgulhosamente, que é um homem amestrado e idiota.

Em suma, o homem-feminista aplaude a conduta das vadias e exagera contra qualquer um que as critique (lembrando que criticar não é o mesmo de proibir); o homem sensato criticará o comportamento de vadiagem e vulgaridade e enaltecerá o perfil da mulher respeitosa e honrada.

3. O homem-feminista e a imbecilidade que o acompanha fomentam a cultura do estupro que dizem combater

Não se iluda jovem Hinz, as feministas são as maiores promotoras da cultura do estupro. O feminismo vulgarizou as mulheres. Foi sobre o feminismo que cresceu os aplausos à promiscuidade.

Quanto mais promiscuo for um ambiente, mais banalizado os atos sexuais serão e menor será o valor da mulher (valor que o homem-feminista nega lhe dar, pois aplaude o discurso da vadiagem).

Somemos a promiscuidade "convidativa" com a cultura do sexo banalizado e teremos um ambiente propício para oportunistas abusadores. Gente imoral que se aproveita de um ambiente imoral para agir.

Quem está criando uma cultura do estupro é quem está incentivando a banalidade e a vulgarização, isto é, as feministas e os homens-feministas.

A propaganda que eles fazem contra essa "cultura do estupro" é, na realidade, a famosa tática do pega ladrão. Culpados, gritam "pega ladrão" bem alto na intenção que ninguém perceba que os ladrões são eles.

Caro Hinz, não dá para, sendo imoral, defender a moralidade. Isso é hipocrisia e enganação.



domingo, 1 de dezembro de 2013

O desejo de aceitação como factor determinante do comportamento feminino


Por Alexandra Fox 

As mulheres jovens não se comportam de uma maneira promiscua porque gostam disso, ou porque elas querem dinheiro ou benefícios laborais; elas fazem isso porque elas querem o que a mulher sempre quis: ser aceite. E a ensurdecedora mensagem social dos dias de hoje é que elas só serão aceites através da sua promiscuidade. Isso é "bom", "sofisticado", "emancipador" e, acima de tudo, confirmador da única característica feminina válida nos dias de hoje: a sua sensualidade. Se uma mulher consegue que um estranho bêbado vá para a cama com ela, isso significa que ela é bem "sensual", certo? Afinal, homens bêbados não vão para a cama com uma qualquer, pois não?

A mulher actual acredita, ao mesmo tempo, que o sexo não significa nada - que se pode ter sexo com quem se quiser, a qualquer altura, e em qualquer lugar - mas ao mesmo, o sexo é tudo. Hoje em dia não chega ser linda ou bonita. Estes termos parecem ultrapassados. O que as mulheres usam de modo específico para se avaliarem umas as outras é a sua "sensualidade" - apelo sexual. É por isso que hoje em dia temos meninas de 13 anos a dispensar favores sexuais a rapazes nas festas, e é por isso que temos mulheres com formação superior a enveredar por carreiras em lap-dancing.

A identidade feminina foi tão distorcida e destruída pelo Marxismo Cultural que as mulheres olham para si como utilitários sexuais - disponíveis para quem as quiser usar. Não há qualquer tipo de pré-condição para isto - não se requer conexão emocional, respeito ou amor. Elas nem precisam de desfrutar. Como diz no seu artigo, a coisa mais importante nisto tudo é que elas se "apoderem do acto", e que elas o usem como uma forma distorcida de "emblema de desonra".

O programa "Girls" (HBO) confirma que as mulheres jovens são ensinadas a celebrar o facto de serem destroços emocionais, de serem promiscuas, de estarem cheias de DST e de não terem qualquer tipo de perspectiva marital ou profissional. O programa funciona da seguinte maneira: é dito às mulheres para executar coisas que são claramente autodestrutivas e que de modo literal as deixam doentes. Depois disso é-lhes dito que isso dá-lhes a aparência de serem "cool".

Semelhantemente, a pílula contraceptiva é, ao mesmo tempo, considerada "um direito da mulher" e um cancerígeno. Para além disso, vários estudos fazem a ligação entre o cancro da mama e o aborto, e demonstram como o aborto é uma ameaça maior para a saúde da mulher do que levar a gravidez até ao fim.

Apesar disto tudo - e apesar de todas estas coisas serem destrutivas para a mulher - as mulheres continuam a executá-las visto que, acima da saúde, felicidade e sanidade, as mulheres querem ser aceites. Os engenheiros sociais sabem disto e é precisamente por isso que criaram o feminismo e não o homenismo. Teoricamente, o desejo dos engenheiros sociais de destruir da estrutura familiar poderia ter usado a retórica feminista junto dos homens:

"Homens! Não sacrifiquem os melhores anos da vossa vida como um escravo das vossas mulheres e dos vossos filhos. Não trabalhem de forma excessiva em prol desses parasitas. Vocês têm o direito de desfrutar da vossa juventude e da vossa liberdade. Vocês foram escravizados pelo matriarcado!!!"

Os engenheiros sociais não fizerem isto porque eles sabiam que não haveria de funcionar. Isto funcionaria com as mulheres porque, psicologicamente, elas são mais facilmente penetráveis e é mais fácil levar-lhes a acreditar em algo. (Isto não é sexismo mas neurociência; é mais fácil vender algo a uma mulher, é mais fácil hipnotizá-la e é mais fácil treiná-las para serem escravas "MK Ultra" visto que alguns factos da neurologia feminina a tornam mais sugestionável e menos resistente).

Para além disto, as mulheres actuais estão tão cheias duma insegurança tóxica em torno do seu poder de atracção que precisam de sinais sexuais constantes para se assegurarem que os homens ainda as consideram atraentes (isto é, que elas ainda valem alguma coisa). Elas fingem ter um "elevado desejo sexual" mas se investigarmos as coisas de forma mais aprofundada, elas alegremente irão admitir que "gosto de ter muito sexo porque isso me faz sentir desejável e desejada".

Elas não gostam de sexo duma forma particular; elas gostam - precisam - da ideia de alguém as desejar.

E é nesse ponto em que nos encontramos hoje; gerações inteiras de meninas com auto-estima destruída, incapazes de olharem para elas mesmas de outra forma que não como os receptáculos sindicalizados da luxuria de bêbados desconhecidos. Só podemos esperar que as raparigas 1) comecem a ver a forma como isto destruiu as gerações anteriores, 2) comecem a colocar em causa a "sabedoria" feminista, e 3) comecem a reclamar as suas vidas, a sua saúde e a sua dignidade. 




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