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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Três características do homem-feminista


Fiz este texto ao meu amigo Hinz por conta de uma notícia que ele havia compartilhado no Facebook onde denunciava a incoerência do discurso feminista.

Diante de um palpiteiro que apareceu lá para falar, achei por interessante compartilhar algumas impressões a respeito do homem feminista. Segue o texto:

Prezado Lucas Hinz, muito vale analisarmos o vergonhoso fenômeno do homem-feminista. Algumas coisas devem ser questionadas. Por questionar, refiro-me a verdadeira arte de questionar, cuja questão procura uma resposta e não apenas um caguete mental para tentar justificar absurdos.

Algumas coisas precisam ser notadas a respeito do homem-feminista:

1. O homem-feminista é histérico

Histérico é pessoa que não pensa ou opina com residência fixa na realidade, mas com base na imaginação. O histérico imagina um cenário e, tomando-o como se fosse realidade, argumenta sobre as maiores absurdidades.

Os mais antenados sabem que a cultura do estupro é a maior das histerias feministas. No Brasil, a pena informal para o estuprador é a morte. Informal porque, embora não haja pena de morte no país, os próprios bandidos da cadeia matam o estuprador. O estuprador é tão baixo e odiado que sequer bandido os deixa impune com a vida. E temos também que a população não lamenta a morte deles.

2. O homem-feminista é idiota


O homem que replica o discurso precisa ser questionado, afinal, estamos falando de um homem que defende vadiagem feminina. Vocifera o homem-feminista que a mulher tem o direito de se vestir como ela quiser. Ok, nem os conservadores são contra revogar este direito. Contudo, o homem-feminista faz uma confusão idiota. Uma coisa é você ser a favor da pessoa se vestir como lhe convém, outra, diferente, é apoiar o jeito vulgar da mulher se vestir.

O homem-feminista é tão idiota que confunde esses dois detalhes. Por defender o direito da mulher se vestir e até agir como vadia, ele defende que a mulher efetivamente adote tal estilo de ser. Isso é algo implícito que está presente no contexto do homem que apóia as feministas.

Prezando pelo valor da mulher, o homem de verdade não será a favor da mulher se tornar vulgar ou vadia. Apoiará e elogiará sobretudo as mulheres honradas. Quanto as vadias/vulgares, o homem de verdade respeitará o direito delas agirem conforme lhe convierem, mas isso não significa ser a favor de tal conduta. Ser contrário a X, não consegue perceber o homem-feminista-idiota, não implica ser a favor de proibir X.

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Simples, básico, mas o homem-idiota precisa comprar o pacote inteiro e exagerar sobre qualquer vírgula ou ponderação que diga o contrário ao que suas "amigas" defendem.

Patético, o homem-feminista precisa gritar aos 7 ventos para mostrar, orgulhosamente, que é um homem amestrado e idiota.

Em suma, o homem-feminista aplaude a conduta das vadias e exagera contra qualquer um que as critique (lembrando que criticar não é o mesmo de proibir); o homem sensato criticará o comportamento de vadiagem e vulgaridade e enaltecerá o perfil da mulher respeitosa e honrada.

3. O homem-feminista e a imbecilidade que o acompanha fomentam a cultura do estupro que dizem combater

Não se iluda jovem Hinz, as feministas são as maiores promotoras da cultura do estupro. O feminismo vulgarizou as mulheres. Foi sobre o feminismo que cresceu os aplausos à promiscuidade.

Quanto mais promiscuo for um ambiente, mais banalizado os atos sexuais serão e menor será o valor da mulher (valor que o homem-feminista nega lhe dar, pois aplaude o discurso da vadiagem).

Somemos a promiscuidade "convidativa" com a cultura do sexo banalizado e teremos um ambiente propício para oportunistas abusadores. Gente imoral que se aproveita de um ambiente imoral para agir.

Quem está criando uma cultura do estupro é quem está incentivando a banalidade e a vulgarização, isto é, as feministas e os homens-feministas.

A propaganda que eles fazem contra essa "cultura do estupro" é, na realidade, a famosa tática do pega ladrão. Culpados, gritam "pega ladrão" bem alto na intenção que ninguém perceba que os ladrões são eles.

Caro Hinz, não dá para, sendo imoral, defender a moralidade. Isso é hipocrisia e enganação.



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