Mostrar mensagens com a etiqueta Piloto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Piloto. Mostrar todas as mensagens

domingo, 23 de novembro de 2014

Jessica Wakeman e o mundo ficcional das feministas

Por Dalrock

A obsessão feminista pela Barbie parece superficialmente estranha. Quer seja a sua compulsão para criar uma Barbie feminista feia, ou uma Barbie Engenheira de Computação, o que nós observamos é um foco enorme no mundo faz-de-conta por parte de mulheres adultas. Mas o feminismo é, essencialmente, uma ideologia que gira em torno do mundo da ficção, e as feministas já demonstraram uma capacidade incrível de tratar a ficção como se fosse realidade.

Historicamente, podemos ver isto a acontecer com a criação feminista/mediática de Amelia Earhart.

Depois de Charles Lindbergh ter cativado a atenção do mundo voando sozinho através do Atlântico num engenho voador que ele mesmo havia construído para o voo, as feministas quiseram mostrar que as mulheres eram igualmente capazes de fazer o mesmo. Earhart foi escolhida porque parecia perfeita para o papel e também porque ela tinha licença de voo. Mas embora ela aparentasse ser perfeita para a função, ela não era uma piloto dotada:

Não se pode negar que Earhart teve dificuldade em aprender a voar. Ela levou mais de 15 horas de voo e quase um ano para voar sozinha o Kinner - e teve alguns percalços posteriores, a maior parte deles durante aterragem. Como ressalvou um biógrafo, "Infelizmente, embora ela fosse muito inteligente, com a capacidade para aprender rapidamente, e tivesse muito entusiasmo, parece que Amelia não tinha a habilidade natural para ser um piloto".

Mas habilidade para ser um piloto não era necessário para o que os manipuladores mediáticos de Earhart tinham em mente. Eles comissionaram dois homens para lhe voar através duma pequena parte do Atlântico num Fokker Tri Motor. Depois de Earhart ter feito a sua parte, mantendo uma boa aparência no lugar de passageira enquanto os homens pilotavam, os manipuladores mediáticos triunfalmente apelidaram-ne de “Lady Lindy”, atiraram-na para dentro duma desfile, e arranjaram-lhe um convite para a Casa Branca como forma dela se encontrar com o Presidente Calvin Coolidge.

Como o mais recente ícone feminista, Earhart escreveu posteriormente um livro e deu palestras em torno da sua experiência de voar através do Atlântico. Não poderia ser de outra forma, tal como o World History Project explica a forma como Amelia Earhart se tornou na primeira mulher a voar através do Atlântico:

Uma vez que a maioria do vôo baseou-se em "instrumentos", e como Amelia não tinha qualquer tipo de treino para este tipo de voo, ela não pilotou o avião. Depois da aterragem, e depois de ter sido entrevistada, ela disse, "O Stultz levou a cabo a maior parte do vôo - ele teve que o fazer. Eu nada mais fui que bagagem, semelhante a um saco de batatas". Ela depois acrescentou "....talvez um dia eu tente sozinha."

Mas o mundo faz-de-conta é suficientemente bom para as feministas, o que nos traz de volta para as Barbies.

Por volta de Julho de 2013 Jessica Wakeman escreveu um artigo para o The Frisky onde ela fala das suas tentativas falhadas de brincar com uma Barbie feminista com as suas sobrinhas. Wakeman queria que fingir que a Barbie era uma oncologista pediátrica:

Peguei numa Barbie nua que se encontrava dentro da caixa, e vesti-a com um vestido amarelo. (Parece que o armário da Barbie só tem vestidos e mini-saias). Depois anunciei: "A minha Barbie é uma médica". Limpei a garganta. "Ela é uma oncologista pediátrica. Isto significa que ela ajuda as crianças que têm cancro. Ela licenciou-se como a melhor aluna na Universidade de Yale. Não, Harvard. Ela está a tentar encontrar a cura para a linfoma".

Mas as sobrinhas não queriam brincar com uma Barbie que era oncologista pediátrica; elas queriam que a Barbie se focasse em coisas de menina, tais como a moda, estilos de cabelo, e conhecer o homem certo. Por mais que Wakeman tentasse impor a narrativa feminista, as suas sobrinhas voltavam sempre para as áreas de foco tradicionalmente femininas:

A Barbie da [sobrinha] Elly começou então a "fazer" o cabelo da minha Barbie. Eu voltei a tentar: "Pode ser que um dia desses ela concorra para um cargo político", meditei eu. "Ela pode ser uma senadora. Ela pode ter o seu lugar no Comité Judiciário do Senado."

"Eu gosto do vestido dela", respondeu [a sobrinha] Mackenzie.

O que é involuntariamente cómico em relação ao artigo de Wakemane é que dois tipos de jogo do faz-de-contas estavam a acontecer. Um jogo tinha as suas sobrinhas a imaginar irem a bailes, vestir a moda mais recente, e atrair o príncipe encantado. O outro jogo do faz-de-conta tinha Jessica Wakeman a imaginar-se como alguém na posse duma seriedade profissional enorme, e um exemplo feminista que as suas sobrinhas deveriam emular.

Ironicamente, Jessica Wakeman vive precisamente no mundo dentro do qual as suas sobrinhas queriam brincar, mas ela estava demasiado ocupada a brincar ao faz-de-conta para se aperceber. No mundo real, Wakeman é uma escritora dum site de mexericos - e não uma senadora ou uma médica. As cinco principais categorias do banner do site The Frisky são:

1. Sexo
2. Relacionamentos
3. Celebridades.
4. Moda
5. Horóscopos

Se Wakeman tivesse brincado com a Barbie da mesma forma que ela vive a sua vida real - e não a vida do faz-de-conta - as suas sobrinhas teriam ficado contentes.


* * * * * * *

Resumindo, manipuladas pela falsa narrativa estatal de que as mulheres têm que concorrer com os homens para os cargos públicos, e que a privilegiada posição de doméstica é "opressão" e "degradante" para elas, as mulheres ocidentais são levadas a fomentar comportamentos que elas mesmas não são capazes de executar. As poucas que são, mais cedo ou mais tarde descobrem que foram enganadas

Jessica Wakeman não se encontra sozinha nesta psicose ideológica com o nome de feminismo: Jessica Valenti é outra feminista que promove comportamentos junto das mulheres que nem ela mesma se encontra disposta a seguir.





sábado, 8 de setembro de 2012

Onde está a condenação internacional ao racismo sul-africano?

Foi reportado há algum tempo que as candidaturas para pilotos-cadete provenientes de homens brancos não serão mais aceites pela South African Airways (SAA).

O porta-voz da SAA, Kabelo Ledwaba, afirmou que o programa de treino para cadetes estava a ser publicitado online como uma iniciativa que visava ajustar a demografia entre os pilotos com a composição demográfica do pais no geral.

Apenas 15% dos pilotos da SAA são negros, e isto inclui indianos e os coloridos. Os restantes são brancos, e 91% são homens.

Ledwaba disse que a SAA aceitaria pilotos brancos masculinos quando aparecessem vagas que não pudessem ser preenchidas com pessoas de outras raças.

Foi perguntado o porquê das candidaturas dos brancos estarem a ser rejeitadas de modo consistente. Um pai irritado ligou ao jornal Beeld para se queixar do facto do seu filho, que tinha licença de piloto comercial e cumpria os critérios educacionais e físicos, ter sido rejeitado apenas e só por ser branco.

Tomando as palavras do pai como base para a sua investigação, o jornal enviou candidaturas falsas à SAA. Depois da informação ter sido cruzada e verificada, o jornal apurou que o formulário online havia sido programado para rejeitar aplicações provenientes de brancos.


* * * * * * *

Como seria de esperar, não há condenação internacional a este óbvio caso de racismo uma vez que o grupo étnico/ideológico que está a ser discriminado não faz parte dos "grupos protegidos" da esquerda militante. No mundo ocidental actual, o homem branco, heterossexual, Judeu ou Cristão (ou mesmo ateu), é um cidadão de segunda , embora ele tenha sido o arquitecto dessa mesma civilização.

sábado, 7 de janeiro de 2012

A história de 2 homens honrados

"Porém ele lhe disse: Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e homem honrado é: tudo quanto diz sucede assim, infalivelmente: vamo-nos agora lá; porventura nos mostrará o caminho que devemos seguir."
1 Samuel9:6


A Segunda Grande Guerra produziu vários heróis e vários homens honrados. Um desses homens foi Butch O'Hare, piloto-combatente a quem foram atribuídas missões no sul do Pacífico.

Um dia, todo o seu esquadrão foi enviado para uma missão. Depois de estar em pleno ar ele reparou que alguém se tinha esquecido de encher o tanque de combustível. como consequência disto, se ele prosseguisse com a missão, não teria combustível suficiente para voltar ao porta-aviões.

Depois de informado, o líder da missão ordenou-o que voltasse ao porta-aviões, ordem que ele respeitou de modo relutante. Ele saiu da formação e voltou para o barco.

À medida que voava em direcção ao portador, ele viu algo que lhe congelou o sangue: um esquadrão de Zeros japoneses voava em direcção à base naval marítima de onde Butch tinha vindo. Os combatentes americanos não se encontravam presentes e o portador estava totalmente indefeso.

Butch não teria tempo de chegar perto do seu esquadrão e traze-los de volta a tempo de salvar o porta-aviões. Semelhantemente, ele não conseguia avisar a base naval do perigo eminente.

Só havia uma coisa a fazer. De uma forma ou outra, ele tinha que manter os Zeros longe da sua frota.

Deixando de lado todos os pensamentos de segurança pessoal, ele mergulhou na formação de aviões japonesa, atacando o inimigo surpreso, um avião de cada vez.

Butch entrelaçou-se na - agora - disforme formação inimiga e disparou em direcção ao maior número possível de aviões até que as suas munições acabaram.

Destemido, ele continuou o ataque. Mergulhou em direcção aos Zeros tentando, pelo menos, destruir uma asa ou uma cauda. Estava determinado em fazer o que fosse necessário para manter os Zeros longe dos barcos americanos.

Finalmente, o exasperado esquadrão japonês mudou de direcção.

Profundamente aliviado, Butch O'Hare e o seu esfarrapado avião cambalearam até ao porta-aviões. Quando chegou ao portador, reportou o ocorrido aos superiores. O filme da câmara montada no seu avião contou o resto da história. A mesma mostrou a extensão das corajosas tentativas de Butch levadas a cabo como forma de proteger a sua frota.

Devido a isto, ele foi reconhecido como um herói e foi-lhe dada uma das honras mais elevadas do país: a "Congressional Medal of Honor".

Hoje, o aeroporto O'Hare em Chicago recebeu o seu nome em tributo à sua coragem.

Easy Eddie.

Alguns anos antes de Butch O'Hare existiu um homem em Chicago com o nome de "Easy Eddie". Durante os anos da existência de Eddie, quem mandava na cidade era Al "Scarface" Capone e ele não era famoso por ser heróico. As suas façanhas era tudo menos dignas de louvor.

Ele era, em vez disso, conhecido por inundar a cidade de Chicago com álcool ilegal, prostituição e morte.

Easy Eddie era o advogado de Capone e havia bons motivos para isso. Ele era um excelente advogado. De facto, as suas manobras legais mantiveram o Big Al fora da prisão.

Como forma de demonstrar o seu reconhecimento, Capone pagava-lhe bem. Não só o dinheiro era imenso, como o eram os dividendos. Por exemplo, ele e a sua família ocupavam uma mansão murada que não só continha empregados a viver na mesma, como continha todo o tipo de conforto disponível na altura. A mansão era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro de Chicago.

Sim, Eddie vivia a vida luxuosa dum criminoso de Chicago e nem levava em consideração as atrocidades que ocorriam em seu redor.

No entanto, Eddie tinha um ponto fraco: um filho que ele muito amava.

Eddie certificava-se que o seu filho tinha tudo do bom e do melhor - as melhores roupas, carros e uma boa educação. Nada era retido e o dinheiro não era um problema.

Apesar do seu envolvimento no crime organizado, Eddie tentou ensinar ao filho a diferença entre o bem e o mal. Sim, Eddie tentou ensinar o seu filho a erguer-se acima do seu mundo sórdido. Ele queria que o filho fosse um homem melhor do que ele era.

No entanto, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que Eddie não poderia passar ao filho - duas coisas que ele havia sacrificado em favor da turba de Capone que ele não poderia passar ao filho: um bom nome e um bom exemplo.

Um dia, Eddie tomou uma decisão difícil. Oferecer um bom nome ao filho era mais importante que toda a riqueza que era despejada aos seus pés. Ele tinha que rectificar toda a maldade que havia feito. Ele tinha que se dirigir directamente às autoridades e revelar toda a verdade em torno do "Scarface" Al Capone.

Ele tentaria limpar o seu nome manchado e oferecer ao filho algo que se parecesse com integridade. Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a Turba (máfia de Capone e companhia). Mas mais que isto, ele queria ser um exemplo para o seu filho.

Ele queria fazer tudo de modo a que houvesse uma restauração e, esperançosamente, deixar um bom nome ao filho.

Então ele testemunhou.

No espaço dum ano, a vida de Easy Eddie acabou num tiroteio numa solitária rua de Chicago. Ele não só havia dado ao filho a melhor oferta que poderia dar, como havia pago por isso com o melhor que ele poderia oferecer.

. . . . .

Já sei o que estão a perguntar: "mas qual é a relação entre estas duas histórias?"

Só uma: Easy Eddie era o pai de Butch O'Hare.

Easy Eddie teve uma mudança de coração.

Ele decidiu ser um homem HONRADO.

No entanto, esta redenção custou-lhe a vida.

Mas ao fazê-lo de um modo tão altruísta, ele ensinou ao filho como ser um HERÓI.

Isto demonstra de um modo empírico a diferença que um pai honrado, ou a falta dum, pode fazer.

Lembrem-se disto sempre que alguém (feministas, principalmente) tentar destruir a estrutura familiar ou tentar minimizar a importância que um pai tem na vida do filho.





Mas, também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados
1 Pedro 3:14

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT