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terça-feira, 30 de julho de 2013

Manifestantes anti-Católicos destroem imagens religiosas

Manifestantes anti-Igreja envolvidos na "Marcha das Vadias" destruíram hoje imagens religiosas na praia de Copacabana, onde milhares de peregrinos aguardam o início da vigília da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), segundo a imprensa brasileira.

De acordo com o jornal O Globo, as primeiras imagens, de Nossa Senhora de Fátima e Aparecida, foram destruídas por um casal nú, que tinha apenas os órgãos sexuais cobertos, com símbolos religiosos, como um quadro de Jesus Cristo.

Num outro ponto do protesto, os manifestantes juntaram cruzes, atiraram-lhes preservativos em cima e pisaram os artigos religiosos. Um dos manifestantes chegou a colocar um preservativo na cabeça de Nossa Senhora.

Ao deparar-se com o protesto, os peregrinos confrontaram-no cantando "Esta é a juventude do Papa" e alguns católicos que passavam pelo local criticaram o movimento, enquanto outros dizem não estar incomodados.

Assinalado com bandeiras do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) e de partidos políticos, o protesto reúne cerca de 450 pessoas e mistura-se com a vigília dos peregrinos que estão na praia de Copacabana.

Algumas manifestantes levam cartazes com frases como "Meu corpo não pertence à Igreja" e "Sou cristão e apoio a Marcha das Vadias", enquanto outras exibem os seios nus.

Apesar da destruição das imagens religiosas, o clima entre manifestantes e católicos é tranquilo.
Marco Rocha, que integra o grupo da "Marcha das Vadias", disse que foi "muito bem tratado" pelos peregrinos.

"A marcha acontece todos os anos em Copacabana nesta mesma data. Este ano foi cancelada por conta da JMJ, mas resolvemos vir mesmo assim", disse Rocha.

O grupo "Católicas pelo Direito de Decidir", favorável à "Marcha das Vadias", distribuía uma carta aberta ao Papa Francisco chamada "Queremos uma nova Igreja".

Outras pequenas manifestações acontecem na cidade do Rio de Janeiro, sobretudo pedindo a saída do governador do Estado, Sérgio Cabral, mas em ambinte tranquilo, até ao momento. Na sexta-feira, depois do final da Via Sacra em Copacabana, na qual participou o papa Francisco, houve um princípio de tumulto entre a polícia e alguns manifestantes, mas tudo foi prontamente pacificado.

Já em São Paulo, após a manifestação da noite de sexta-feira na avenida Paulista, que terminou com depedências de bancos vandalizadas, 'grafitti' em prédios e semáforos destruídos, oito pessoas foram detidas e encaminhadas à esquadra do bairro dos Jardins.

De acordo com a Polícia Militar, seis dos manifestantes foram identificados e libertados.
Os outros dois manifestantes, que continuam presos, foram encaminhados para a Polícia Federal, por estarem na posse de cartões bancários falsificados.




domingo, 28 de julho de 2013

Ódio anti-Católico na Marcha das Vadias de Copacabana

Na Marcha das Vadias de Copacabana aconteceu aquilo que acontece sempre que um grupo da extrema-esquerda tem a possibilidade de agir segundo os seus verdadeiros desejos e planos: desrespeito e ataque ao Cristianismo (em especial à Igreja Católica). A novidade do ódio anti-Cristão por parte das feministas gira em torno do facto de até outras feministas se sentirem enojadas com o que aconteceu.

Uma das acções mais nojentas e de teor altamente polémico foi o facto das feministas terem usado a imagem da Virgem Maria como objecto sexual. (Irónico que um movimento que se diz "representar" e "defender" as mulheres desrespeite de tal forma uma das mulheres mais amadas da História da Humanidade, mas de certo que a ironia lhes passará ao lado).

Depois disto, e porque ainda era cedo para ir para casa, as feministas partiram imagens e cruzes. Não há notícia delas terem partido símbolos islâmicos embora o islão trate as mulheres como todos nós sabemos.


Por fim, uma das feministas agarrou no que sobrava duma cruz, colocou um preservativo sobre ele e enfiou-o no ânus do parceiro de encenação. Isto foi demais para alguns manifestantes (porque partir estátuas ainda era aceitável) e como tal, eles ficaram genuinamente chocados com tal nojeira feminista.

Uma das feministas presentes neste evento anti-Cristão afirmou que colocaria uma máscara para não ser reconhecida visto que receava represálias no emprego. Mas se o que ela estava a fazer era assim tão nobre, para quê recear represálias?

Seguem-se imagens recolhidas neste blogue.








Previsivelmente, as feministas entraram em modo "damage control". Uma página feminista escreve:


Comentando:
Creio que de todas nós moderadoras da página eu, [EDITADO], seja a única que não é ateia e venho como religiosa lançar um questionamento a todos que acham que o que aconteceu foi um desrespeito.
Para além de ficarmos a saber que esta página feminista específica é totalmente controlada por ateias (a vossa atenção, feministas "cristãs"), a editora inicia o seu "argumento" dando logo a ideia de que o que aconteceu no Rio de Janeiro não foi assim tão injustificável. Se calhar existe alguma nobreza em enfiar símbolos Católicos no ânus de outra feminista e nós, os intolerantes tradicionalistas, é que ainda não estamos suficientemente "iluminados".
Quantas entregas de umbanda e candomblé católicos não chutaram até hoje simplesmente por ser, segundo a visão deles, uma idolatração ao demônio?
Quantas manifestações Católicas foram feitas onde foram enfiados símbolos do umbanda e símbolos do candomblé no ânus de outro manifestante? 
Quantas religiões indígenas não foram devastadas com as catequizações que persistem até hoje?
Só mesmo uma feminista para colocar lado a lado o uso de símbolos Cristãos como objectos sexuais como algo análogo ao ensino do Cristianismo aos povos indígenas.
Se nós, pessoas que não seguem religiões cristãs, devolvêssemos pau-a-pau cada ato de intolerância praticado contra nós pelos católicos não haveria nesse Brasil santo o suficiente pra ser alvejado.
Os supostos erros do passado dos Cristãos não justificam o uso de símbolos Cristãos como objectos sexuais e isso é algo que as comentadoras da notícia nessa página deixaram bem claro. Aliás, os comentários ao post foram mais de crítica à acção das feministas do que apoio (e isto parece ter surpreendido a autora do post):

















Conclusão:

A surpresa deste evento não é o evento em si mas sim a "surpresa" de algumas feministas "católicas" perante óbvia demonstração de ódio contra o Catolicismo. O que estas feministas fizeram no Rio de Janeiro não é algo periférico e marginal dentro das atitudes feministas: o ódio ao Cristianismo é algo que é parte integral do movimento feminista.



As feministas pseudo-católicas têm agora duas opções:

* Acreditar que este incidente em nada está relacionado com o feminismo.

* Aceitar os factos e concluir que o feminismo, tal como todos os movimentos da esquerda política, tem um ódio extremo a tudo o que Cristianismo representa.



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