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domingo, 2 de outubro de 2016

Condicionamento psicológico: a arma secreta do marxismo cultural

Por William S. Lind

Quando a Escola de Frankfurt criou o Marxismo cultural, isto é, o "politicamente correcto", ela fê-lo associando Marx com Freud. Da psicologia ela tomou a ferramenta que precisava para promover a sua ideologia: condicionamento psicológico.

Ao repetir as mesmas coisas vez após vez, o condicionamento opera junto das mentes públicas ao evitar o escrutínio da razão. Até mesmo quando as pessoas discordam intelectualmente com a Esquerda, elas sentem-se na obrigação de repetir as suas palavras, ou sentir um desconforto relativo. Isto significa que elas foram condicionadas.

O Establishment politico,  tanto a sua ala Democrata como a Republicana, está agora a usar o condicionamento psicológico para tentar derrotar Donald Trump. De certa forma, eles fazem isto jogando o jogo favorito do Marxistas culturais, o de gritar "O horror! O horror!" sempre que Trump diz algo politicamente incorrecto.

Muitas pessoas já foram condicionadas para olharem para si mesmas como "mais um Hitler" se por acaso se atreverem a desafiar as regras que o Marxismo cultural estabeleceu. Hoje, os mecanismos de condicionamento dizem-lhes que se eles votarem em Trump, no dia seguinte acordarão, olharão pela janela e verão o Fuhrer a olhar para eles.

Durante algumas semanas depois das convenções, os média Republicanos tentaram jogar o jogo do condicionamento psicológico com Trump, com o propósito de o levar a desistir da nomeação, e abandonar a corrida. Embora ele tenha ficado visivelmente impactado na sua moral, Trump não desistiu.

Agora, o jogo mudou outra vez e o condicionamento tem como objectivo convencer os votantes de que Trump caminha para uma derrota esmagadora. Este condicionamento é feito através de inúmeras notícias, resultados de sondagens, artigos de opinião por parte de "peritos" eleitorais, etc, todos eles a repetirem o mesmo tema: um voto para Trump é perda de tempo porque não há forma dele vencer. Os votantes que favorecem Trump estão a ser condicionadas a desistir, a não fazer donativos à sua campanha, a não fazer voluntariado por ele, e a ficar em casa no dia das eleições.

Seria pouco inteligente a equipa de Trump subestimar o poder dos mecanismos de condicionamento da da Esquerda (e do Establishment), que incluem todos os média mainstream. A melhor forma de combater o condicionamento é fomentando a raiva dos votantes, raiva essa que foi criada pelas políticas falhadas do Establishment. A raiva é uma emoção poderosa, poderosa o suficiente para superar o condicionamento psicológico.

De forma concreta, isto significa que Trump precisa de ter um plano composto por cinco tópicos, todos eles capazes de lembrar aos votantes o porquê de estarem zangados:

Fim ao "free trade" que permitiu que os países mercantilistas pilhassem a nossa industria, destruindo os empregos da classe-média.

Fim à imigração ilegal, redução significativa da migração legal, e exigir que os imigrantes adoptem a nossa cultura.

Colocar um ponto final no "Politicamente Correcto" revelando aquilo que ele é, uma variante do Marxismo.

Prometer não mais lutar em guerras evitáveis

Dar aos interesses dos Brancos o mesmo tipo de apoio por parte do governo federal que os interesses dos negros, dos Mestiços, e de outros imigrantes do Terceiro Mundo recebem.

Em relação a este último ponto, eu aconselharia que ele dissesse "Vou representar todos os Americanos, incluindo os Americanos Brancos". Ele não precisa de acrescentar que Hillary é a candidata dos negros porque toda a gente sabe disso. Se não fosse o gigantesco apoio que Hillary recebeu por parte dos negros durante as primárias, Bernie Sanders teria sido o nomeado Democrata.

O Establishment irá protestar se por acaso Trump usar estes cinco pontos (como forma de fomentar raiva junto dos votantes), mas eles irão agir assim porque sabem que a raiva pode superar a sua arma secreta, o condicionamento psicológico. Acho que a maior parte dos Americanos têm mais respeito por um soco no nariz do que por uma facada nas costas.

~ http://bit.ly/2dcRmuW



domingo, 13 de setembro de 2015

Desenterrando as Raízes Marxistas do Politicamente Correcto

Por William S. Lind

O Politicamente Correcto é SIDA intelectual; tudo o que ele toca adoece e eventualmente morre. Nas universidades Americanas, o Politicamente Correcto tem diminuído a liberdade de expressão, deformado o currículo escolar, politizado as avaliações, e substituído a integridade intelectual pela sloganização insípida.

Em todas as salas de aulas os professores disponibilizam discursos ideológicos, que os estudantes são obrigados a regurgitar como forma de obter a nota: o vómito regressa para o cão. Estes lugares - e eles são imensos - já não são universidades, mas Coreias do Norte em tamanho pequeno e cobertas por heras.

O que é exactamente o Politicamente Correcto? As pessoas "Politicamente Correctas" da tua universidade não querem mesmo nada que saibas a resposta a essa pergunta. E porquê? Porque o Politicamente Correcto nada mais é que o Marxismo traduzido de termos económicos para termos culturais.

Os paralelos são óbvios.

Primeiro, tanto o clássico Marxismo económico como o Marxismo Cultural, que é o Politicamente Correcto, são ideologias totalitárias. Ambas insistem em "verdades" que são contrárias à natureza e à experiência humana. Ao contrário do que defende o Marxismo económico, não existe uma "sociedade sem classes" e os incentivos económicos são importantes.

Ao contrário do que defende o Politicamente Correcto, os homens e as mulheres são diferentes, tal como são diferentes os seus papéis dentro da sociedade; as raças e os grupos étnicos têm características específicas e o homossexualismo é anormal.

Visto que a única forma das pessoas aceitarem as "verdades" dos ideólogos é à força, é mesmo isso que vai acontecer - e com todo o poder do Estado, se por acaso os Marxistas de qualquer facção conseguir controlá-lo.

O segundo paralelo é que tanto o Marxismo clássico como o Marxismo Cultural têm explicações de factor-único para a História. O Marxismo clássico alega que toda a História foi determinada pela posse dos meios de produção. Os Marxistas Politicamente correctos dizem que a História é explicada a partir dos grupos - definidos pelo sexo, raça, e normalidade ou anormalidade sexual - que têm o poder sobre os outros grupos.

O terceiro paralelo é que ambas as variedades do Marxismo declaram à priori certos grupos como virtuosos e outros como malignos, independentemente do comportamento real dos indivíduos. Logo, o Marxismo económico definiu os trabalhadores e os camponeses como "bons" e a classe média como "maligna", e o Marxismo Cultural definiu os Negros, os Hispânicos, as mulheres Feministas, os homossexuais, e algumas outras minorias, de virtuosos e  os homens brancos como  malignos. O Politicamente Correcto não reconhece a existência de mulheres não-Feministas e classifica os Negros que rejeitam a sua ideologia de "Brancos".

O quarto paralelo encontra-se nos recursos: a expropriação. Os Marxistas económicos expropriaram as posses da classe média e da classe alta, e entregaram-nas ao Estado. Os Marxistas Culturais, tanto nas universidades como nos governos, colocam em acção penalizações sobre os homens Brancos e conferem privilégios aos grupos que eles favorecem. A Acção Afirmativa é um exemplo deste tipo de expropriação.

Finalmente, ambos os tipos de Marxismo empregam um método de análise que garante a veracidade da sua ideologia em todas as situações. Para os Marxistas clássicos o método é economia Marxista. Para os Marxistas Culturais, o método é a desconstrução linguística, que remove todo o significado dos "textos" e posteriormente insere um novo significado.

Duma forma ou outra, o texto ilustra a opressão das mulheres, nos Negros, dos homossexuais, etc - por parte dos homens Brancos e da Civilização Ocidental. O significado intencionado pelo autor é irrelevante.

Estes paralelos não são uma coincidência. Eles existem porque o Marxismo Cultural do Politicamente Correcto verdadeiramente deriva do Marxismo económico clássico, largamente através do trabalho da Escola de Frankfurt.

Depois da Primeira Grande Guerra, os Marxistas Europeus enfrentaram uma questão difícil: porque é que o proletariado de toda a Europa não se levantou numa revolução e não estabeleceu uma nova ordem Marxista tal como a sua teoria disse que aconteceria? Dois proeminentes pensadores Marxistas - Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria - chegaram a uma resposta; a cultura Ocidental.

A cultura Ocidental havia cegado os trabalhadores de tal forma que eles não conseguiam agir segundo os seus verdadeiros interesses de "classe". Logo, antes do socialismo chegar ao poder, a cultura Ocidental tinha que ser destruída. Em 1919 Lukacs colocou a questão desta forma:

Quem é que nos salvará da civilização Ocidental?

Como Vice-comissário para a Cultura no governo Bolchevique de Bela Kun (Hungria) durante esse ano, a primeira coisa que ele fez foi introduzir a educação sexual nas escolas da Hungria.

Em 1923, Lukacs e um grupo de intelectuais Marxistas Alemães fundaram um "grupo de reflexão" que tinha como propósito traduzir o Marxismo da economia para termos culturais: o Instituto de Pesquisa Social n Universidade de Frankfurt. O Instituto rapidamente passou a ser conhecido como a Escola de Frankfurt. Em 1933, quando a Nacional Socialista chegou ao poder na Alemanha, a Escola de Frankfurt mudou-se para New York City.

Foi lá que figuras-chave - Theodor Adano, Erich Fromm e Wilhelm Reich - desenvolveram a "teoria crítica", um cruzamento entre Marx e Freud que classificou os componentes principais da cultura Ocidental de 'preconceito', isto é, uma doença psicológica. Os "teóricos críticos" alegam que para se eliminar o "preconceito", o Cristianismo, o capitalismo e a família tradicional "patriarcal" têm que ser todos destruídos.

A ligação entre a Escola de Frankfurt e a rebelião estudantil dos anos 60 foi feita principalmente através dum elemento chave da Escola de Frankfurt, Herbert Marcuse - o homem que nos anos 60 cunhou a frase "Make love, not war." O livro de Marcuse com o título de "Eros e Civilização" alegou que as ferramentas com as quais destruir a cultura Ocidnetal eram, com efeito, o sexo, as drogas e o rock 'n roll.

Ele popularizou as ideias da Escola de Frankfurt de forma que os radicais estudantis dos anos 60 pudessem entender e absorver, e hoje sabemos a consequência do seu trabalho: Politicamente Correcto.

Portanto, este é segredo do Politicamente Correcto: ele é Marxismo, Marxismo traduzido da economia para a cultura. Todos nós sabemos o que o Marxismo económico fez na União Soviética. Será que iremos permitir que o Marxismo Cultural faça o mesmo com os Estados Unidos? 





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