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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A elite usa as mulheres para controlar os homens

Há uns ano atrás, na empresa onde eu trabalhava, só havia homens na minha secção. Como é normal em secções 100% masculinas, havia conversas e comportamentos que nunca seriam tidas ou executados na presença do patrão ou na presença duma mulher

Só que um dia, um dos colegas resolveu (talvez por acidente) agir dessa forma na presença do dono da empresa.  O mesmo não gostou e disse uma coisa que toda a gente entendeu, mas sem saber bem o porquê:
Vocês querem que eu coloque uma mulher aqui no meio de vocês?
Basicamente o que o patrão estava a dizer é que ele conseguiria controlar o nosso comportamento durante a sua ausência bastando para isso colocar uma mulher no nosso meio; ele sabia que a presença duma mulher seria suficiente para reduzir ou alterar a expressão da nossa masculinidade.

O que este ex-patrão tencionava fazer (que, felizmente, nunca chegou a acontecer) é o que as elites um pouco por todo o lado fazem a nível nacional: destruir os locais 100% masculinos como forma de controlar os homens, e torná-los menos susceptíveis de fazer qualquer tipo de oposição às elites.

Normalmente, as mulheres não fazem oposição aos governos; isso é feito quase sempre por organizações masculinas. Como tal, é do interesse das elites (que controlam os governos) atacar a masculinidade, e consolidar o seu poder.

Um bom exemplo disso é  imagem que se segue, que é uma junção de dois cartazes de recrutamento militar no Japão:


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- Minds.com
- Medium.com

segunda-feira, 17 de março de 2014

« Eu quero! », a Mística Feminista

Traduzido e adaptado a partir de um texto de Kevin D. Williamson

O Feminismo não é uma ideia nem um conjunto destas mas antes uma colecção de apetites desordenados, uma mistura tão agitada quanto um saco de gatos. Ainda que tenha feito um enorme sucesso de marketing sob esse rótulo, nada tem que ver com noção de mulheres emancipadas e membros plenas do teatro político.

Uma boa definição de Feminismo pode ser resumida assim:

Feminismo é a frase "Eu quero!" na boca de três ou mais mulheres com a presunção de serem o tipo correcto de mulher.

Assim, o Feminismo resume-se a uma possibilidade grotesca de propostas contraditórias em si mesmas. 

Alguns exemplos:

1. Entrada das mulheres nas forças militares especiais.  

A campanha de publicidade diz-nos que é uma questão de direitos iguais, a resolução de uma injustiça. Mas na prática e na verdade, o que temos é isto:

a) As feministas querem mulheres ao lado de homens, como iguais, a combater ferozes afegãos talibans em cenário de guerra extremo; b) as feministas querem provas físicas de acesso à tropa menos exigentes, desiguais, para as mulheres.

Que a proposta de mulheres em cenário de guerra seja cruel e injusta para as mulheres no geral, o que é evidente já que nem sequer aguentam os simples testes físicos iniciais de um guerreiro comum e médio; também não importa às feministas. Elas querem! ver mulheres, outras que não elas, a arriscarem-se na linha da frente da morte. 

Homens, vencendo a "lógica" feminista com elevações de braços desde o último dia da Criação.

2.O corpo feminino.

a) As feministas querem a exibição do corpo feminino, nu, como instrumento da sua luta política; b) as feministas querem que a atenção e interesse pelo corpo feminino, mesmo se coberto, seja legal e socialmente reprovada como instrumentalização da mulher.


  
Mulheres que chamam a atenção por se despirem por uma causa política: digno. Mulher que desperta a atenção masculina por ser bonita: indigno. Não tem nexo nem é suposto ter.

3Controlo de natalidade

a) As feministas querem um mundo utópico pleno de mulheres sem necessidade ou dependência de casamento, família e normas sociais tradicionais, com total poder e autonomia sobre os seus corpos e sexualidade; b) as feministas querem que o Estado promova abortos e contraceptivos, obrigando os contribuintes a financiarem e a garantirem a sexualidade desportiva e não-fértil da mulher moderna, "emancipada" e "independente".

Mãe dos filhos de um só marido que a respeita, sustenta e protege: "oprimida"

 Parque de diversão sexual de muitos, asssalariada, dependente do patrão e dos serviços anticoncepcionais e abortivos disponibilizados pelo Estado: "independente".
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O Feminismo começou como uma reclamação de direitos, transformou-se numa teoria da conspiração - o "patriarcado opressor" ao longo da História - passou os anos 80´ do século passado numa pós-gradução de jargão patético e, com o crescimento da economia dos anos 90´, foi mais uma vez reinventado, desta vez como uma oportunidade de carreira profissional.

Temos o exemplo de Sandra Fluke, que recentemente anunciou a intenção de se candidatar a um lugar no senado da Califórnia, um Estado no qual vivia há dez minutos depois de percorrer uma educação elementar,  uma carreira académica em Nova Iorque - com o inevitável diploma em "estudos femininos, de género e sexualidade" - e a faculdade de Direito em Washington.  (Ainda assim, talvez mais apta ao lugar a que se candidatou do que outra feminista oportunista, Hillary Clinton, cuja residência em Nova Iorque, onde desempenhou cargos políticos, era apenas formal.)

Os feitos de Sandra Fluke são escassos: foi presidente da secção feminista de uma organização estudantil de Direito, produzindo nesse período um video sobre como obter uma ordem de restrição. A produção foi financiada por uma associação de "Mulheres Advogadas" de Los Angeles, pois tudo o que a menina Fluke faça, podemos estar certos, alguém que não ela pagará a conta.

Por que é conhecida então Sandra Fluke? Por se ter insurgido numa sessão legislativa com uma exigência do tipo « Eu quero! ». É bom recordar que esse « Eu quero! » que chegou a todo o mundo, era uma exigência às organizações católicas para que facultassem e financiassem métodos contraceptivos. 

Resumindo, o que são dois milhares de anos de prática religiosa e a filosofia moral mais desenvolvida da História comparados com o « Eu quero! » de uma inexperiente estudante de Direito? 

Sandra Fluke conseguiu dizer muitas palavras sobre aquilo que defende mas jamais conseguiu encontrar algo profundo para dizer. Acabou onde terminou, « Eu quero! ». A genialidade desta táctica de choradeira está na sua simplicidade. Dado o constante desinteresse e iliteracia política do eleitorado americano, tornou-se uma brincadeira de crianças para qualquer político transformar  o simples cepticismo ou desconfiança relativa a uma proposta feita por uma ou várias mulheres específicas, numa acusação de hostilidade contra as mulheres em geral.

É assim que defender uma posição que até pode ser mais apoiada por mulheres do que por homens, através da magia da retórica feminista  configura uma caso de "guerra às mulheres". Foi o que aconteceu recentemente no Texas. Wendy Davis, uma distinta senadora estatal que iniciou a sua carreira política como membro do partido republicano até descobrir oportunidades de uma carreira mais rica noutro lugar, é conhecida pelo público em geral por uma só e única coisa: ter falado cerca de dez horas seguidas numa sessão legislativa como forma de tentar impedir a aprovação de uma lei que teria imposto algumas restrições ao aborto, especialmente naqueles realizados após as 20 semanas de gravidez.

Essa lei tinha não sido apenas apoiada por imensas mulheres do Texas, como estas o fizeram em maior número do que os homens. Na realidade, a relação entre mulheres e homens na aprovação da lei estava na margem, respectivamente, de 3 para 2. Ainda assim, a mesma lei foi diabolizada, com sucesso, como um "ataque à saúde das mulheres" e a senadora Davis, agora candidata a governadora, transformada numa "campeã das mulheres", ainda que tenha, na realidade, atingido fama e destaque por se opor aos interesses de uma maioria de mulheres.

Hoje em dia, « Eu quero! » seja o que for, por mais contraditório que seja, dito por uma feminista é uma arma política e uma oportunidade de carreira milionária.



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Discriminação contra os homens na polícia sueca

Dezenas de homens apresentaram denúncias de discriminação sexual com um Ombudsman de Igualdade da Suécia (DO), depois de terem sido negados à admissão na Academia de Polícia Nacional da Suécia.
O ombudsman tem recebido cerca de 80 reclamações de homens alegando que não foram admitidos nos programas de formação da polícia por causa de seu género.
As queixas vêm na esteira de uma iniciativa do Centro para a Justiça (Centrum för rättvisa) de examinar suspeitas de que os esforços de recrutamento da academia de polícia colocaram candidatos do sexo masculino em desvantagem em relação aos candidatos do sexo feminino.
De acordo com o Centro, pode haver "milhares" de casos de discriminação sexual.
Na sua análise, o Centro revelou que, durante vários anos seguidos, as academias de polícia têm admitido o mesmo número de homens e mulheres, apesar do fato de que menos de 40 por cento dos candidatos eram mulheres e que elas geralmente têm um desempenho pior na linguagem e em partes físicas de testes de admissão.
Fonte

Como diz um dos comentadores da notícia original, se nós precisarmos da protecção policial para salvaguardar a nossa integridade física bem como a dos nossos familiares, preferimos sempre que seja um homem forte do que uma mulher - por mais forte que ela seja.
É ridícula a forma como a cultura ocidental está a feminizar as forças policiais e as forças militares (bem como as crianças, como se pode vêr neste texto) quando essas instituições requerem a força física de machos.
É um absurdo mas a cultura ocidental, dominada pelo marxismo cultural, tornou-se absurda.
Pronta para combater o crime

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