Segundo as Nações Unidas, a malária mata mais de 3,000 crianças Africanas por dia.
Isto acontece muito por causa da pressão que o Ocidente colocou sobre
os Africanos de modo a que estes não usem o DDT, uma maravilhosa droga
inofensiva que, de modo geral, livrou os EUA e a Europa da malária, mas
que graças à sua radical agenda ambientalista, os esquerdistas impedem que os Africanos a usem.
Para além de preferirem que as crianças
Africanas morram em vez de permitirem que se use o DDT, os esquerdistas
ocidentais estão também dispostos a deixar os Africanos percam a sua
guerra contra o HIV como forma denão perturbar a sua agenda sexual radical:
A administração de Obama, bem como a União Europeia e os países Nórdicos, uniram-se contra os pobres países Africanos durante as duas últimas semanas, insistindo que a fidelidade sexual e o atraso na iniciação sexual não podem ser estratégias defensivas contra a propagação do HIV.
Leram bem? A elite ocidental opõe-se a medidas com provas dadas da sua eficácia no combate às doenças sexuais, mesmo que isso resulte na morte de mais Africanos.
Os países Africanos enviaram delegados para New York na esperança de que pelo menos os documentos não-vinculativos mas influentes, produzidos pela Comissão do Estatuto da Mulher da ONU, um dos maiores encontros anuais das Nações Unidas, pudesse ser um veículo que lhes ajudasse a abrandar o crescimento do HIV no seu continente.
Pobres e enganados Africanos. Em vez
obterem algum tipo de ajuda clinicamente eficaz no combate ao HIV, os
países Africanos viram Obama e a União Europeia a bloquear toda a
linguagem que encorajava a redução de parceiros sexuais, apesar dessa
ser uma forma válida de combater a propagação de DSTs.
Segundo algumas testemunhas que falaram para a Breitbart News, a meio da última noite de negociações alguns delegados Africanos chegaram mesmo a chorar de frustração.
No início das negociações, os Estados Unidos, a Europa, a Noruega, o México e outros países da América Latina ameaçaram que não haveria qualquer tipo de resolução se ela contivesse algum tipo de referência à abstinência, à fidelidade, à redução do número de parceiros sexuais, ou até à que-nem-deveria-ser-controversa menção a "atrasar o início da actividade sexual". Por duas semanas as negociações foram estagnadas e atrasadas. Os EUA e a UE com as suas dúzias de delegados, facilmente superaram os pobres países Africanos que tinham um ou dois diplomatas para cobrir toda a negociação.
Os EUA e a UE insistiram que linguagem tal como "fidelidade" e "atraso sexual" poderiam estigmatizar e, desde logo, desencorajar aqueles possuidores do HIV de se testarem e obterem tratamento. Os Africanos insistiram que estas eram únicas estratégias realmente defensivas contra a doença, que ainda tem proporções epidémicas em África.
Temos pena, Africanos. Embora a riqueza
do ocidente tenha sido gerada pela liberdade económica, os esquerdistas
ainda têm na mão a carteira. Do ponto de vista de Obama e da União
Europeia, uns poucos milhões de Africanos mortos é sempre preferível a
aceitar-se os efeitos benéficos da moralidade sexual.
Mas mesmo assim, nem tudo foram vitórias para os esquerdistas:
Esforços levados a cabo pelas nações ocidentais, lideradas pelos EUA, falharam ao não conseguirem que se mencionasse a "orientação sexual e identidade de género" no documento. Espera-se que a "orientação sexual e a identidade de género" se torne numa categoria protegida, tal como o direito de voto. A coligação lgbt emitiu uma declaração na Segunda-Feira, dizendo, "Estamos profundamente desapontados com esta tentativa de [blá blá blá blá blá blá blá blá blá].”
Tal como os radicais dos anos 60
costumavam afirmar, a questão não é a questão. Os esquerdistas não têm
um interesse sincero de aliviar o sofrimento causado pela SIDA porque
se tivessem, eles não iriam promover o homossexualismo sempre que
tivessem oportunidade. O seu interesse primário parece ser a promoção
da devassidão sexual e da degeneração por motivos demasiado torpes para
serem contemplados.
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Um pequeno preço a pagar para o avanço da agenda |