Um miúdo de 15 poderia derrubar esta mulher-polícia e colocar-lhe uma "azeitona" no corpo. Para piorar as coisas, note-se que o criminoso nem estava na plena posse das suas faculdades físicas visto estar meio alterado como consequência do consumo de drogas. Um homem médio não teria dificuldade nenhum em controlá-lo.
Por mais engenharia social que a esquerda militante queira fazer, a verdade dos factos é que existem funções para as quais as mulheres não estão fisicamente preparadas para realizar. Ser polícia ou ser bombeiro ou ser soldado não é "um direito" mas sim um privilégio que só está ao alcance FÍSICO de quem as pode realizar.
A realidade supera a ideologia.
Mas não esperem que a esquerdalha militante admita isso uma vez que para eles, a segurança pública tem que subalternizar à sua visão do que deve ser um "mundo melhor".