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sábado, 26 de outubro de 2013

18 meses de prisão para Angela Maier é muito pouco

Assassina
Tribunal Austríaco apurou que duas mulheres grávidas perderam os seus filhos depois duma amiga invejosa ter envenenado as suas bebidas. A secretária Angela Maier, de 26 anos, estava desesperada por ter um filho seu depois de ter sofrido três abortos espontâneos. A mulher deprimida foi consumida de inveja depois de ficar a saber que a cunhada e a melhor amiga estavam grávidas.

Maier disse o seguinte ao tribunal de Klagenfurt (Áustria):

Não suportava a ideia delas terem filhos - que mais tarde cresceriam - enquanto o meu estava morto. O meu teria a mesma idade que os delas, mas em vezz disso, o meu estava morto enquanto os delas cresciam.

Maier, que sofria de depressão como consequência da sua perda e como consequência da perspectiva das amigas virem a ter filhos, cruelmente envenenou as futuras mães com um medicamento que havia sido prescrito a ela depois do seu aborto espontâneo. O tribunal ficou a saber como a mulher e a sua melhor amiga haviam engravidado na mesma altura, e como elas haviam feito compras de roupas de bebés juntas.

A amiga disse:

Pedi um copo de água e ela disse que tinha uma bebida especial para as mulheres grávidas que ela já não precisava. Passado pouco tempo comecei a sangrar e perdi o bebé. Quando descobri o que ela tinha feito, escrevi-lhe de votla e disse que ela era uma assassina. Não consigo perdoar o que ela fez.

Passados que estavam dois meses, Maier convidou a sua cunhada para uma visita, e voltou a fazer o mesmo - misturando o medicamento com chocolate quente, e "observando enquanto eu a bebia", afirmou a vítima junto do tribunal. O tribunal ficou a saber que ambas as mulheres sofreram um aborto espontâneo.

Mais tarde, Maier teve a sua própria filha, que tem agora 3 anos.

Dois anos mais tarde, consumida pela culpa pelo que havia feito (e depois de ter ficado a saber que ambas as mulheres se encontravam outra vez grávidas outra vez), Maier escreveu para as duas mulheres para se confessar.

Maier foi condenada a 18 meses de prisão - 14 de pena suspensa - depois de apurar que ela era psicologicamente capaz mas que havia passado por momentos de depressão. A Juíza Michaela Sanin disse: "Você tirou maliciosamente a vida de dois bebés em gestação."

Fonte http://ow.ly/pXsiu

* * * * * * *
Dezoito meses de prisão por ter morto dois seres humanos só é possível se o agente causador pertence ao sexo privilegiado. Se um homem desse medicamento abortivo a duas mulheres, e matasse os seus dois bebés, certamente que ele não seria condenado a 18 meses de prisão (e de certeza que não veria a maior parte da sua pena sendo colocada como "suspensa").

É por incidentes como este que nós podemos ver claramente que as alegações de "opressão machista", tão falada no mundo ocidental, não correspondem à realidade dos factos. Contrariamente ao que a esquerda política ideologicamente alega, a mulher ocidental (branca e da classe média) não se encontra em "opressão"

Se existem mulheres no mundo actual que de facto vivem num regime opressor, essas mulheres não se encontram no Ocidente mas sim no Oriente islâmico.





quinta-feira, 15 de março de 2012

Violência doméstica: mulher droga e mata filho de 4 anos antes de tentar o suicídio

Judith Miesenbock, uma mulher austríaca com 31 anos - que havia trabalhado na Grã-Bretanha como professora antes de voltar para a Áustria - é a principal suspeita do assassinato duma criança de 4 anos. A mesma foi encontrada pela mãe da Judith (54 anos) ao lado do filho e com os pulsos cortados, indicando tentativa de suicídio.

Alegadamente, Miesenbock, que está a recuperar num hospital local, encontrava-se deprimida depois de não ter conseguido reatar o relacionamento com o pai da criança - um inglês. Foi emitido um ordem de prisão contra ela, no entanto a polícia ainda não conseguiram questioná-la.

Vizinhos da Judith afirmaram que ela ainda se encontrava deprimida devido ao término da relação com o pai da criança - há quatro anos - e que por diversas vezes ela tentou reacender o romance. Outro vizinho reportou:

Nem posso acreditar. Ainda estamos chocados. Ela era uma pessoa tão feliz.
Outro vizinho no entanto diz:
Ela tinha-se retirado um bocado; ela já não se encontrava com as pessoas. Ela fazia coisas estranhas como por exemplo levar o pequeno David a andar de trenó a meio da noite.

Ela voltou grávida da Inglaterra há quatro anos. O pequeno David nasceu aqui na Áustria. Ela queria voltar para a Inglaterra mas o pai da criança, que é inglês, não queria ter qualquer tipo de relacionamento com a criança ou com a mãe.

A polícia confirmou a existência duma nota de suicídio deixado à família, mas não revelou mais detalhes. Os órgãos de informação locais afirmam que o pai da criança não se queria envolver com ela e nem com a criança.

O cunhado da Judith, Roland Egger, disse:

Não conseguimos explicar isto. Não havias sinais ou qualquer coisa que nos fizesse pensar que algo poderia acontecer.
Os paramédicos declararam a morte da criança no local mas levaram a Judith de urgência para os cuidados intensivos onde ela se encontra a recuperar das feridas causadas por uma faca.

A porta-voz policial Simone Mayr acrescentou:

A mulher vivia na casa dos pais quando a tragédia aconteceu. Desconhecem-se os motivos.
Colegas estupefactos da escola onde Miesenbock trabalha e ensina inglês e biologia afirmam que a mulher aparentava estar completamente normal.
Não observamos qualquer tipo de sinal que tal drama fosse ocorrer.

* * * * * * * * * *

Incrível os esforços que a sociedade ocidental faz para desculpabilizar a violência feminina. Com que então ela estava "deprimida" porque o pai da criança não queria nada com ela? Muito bem. De que forma o "estou deprimida" conduz a "vou matar o meu filho"? Há algum tipo de evidência que demonstre que a depressão torna uma pessoa mais violenta? Esta mulher não matou a criança por se encontrar deprimida: ela matou-a porque ela é uma assassina.

Com alguma sorte, o pai da criança ainda é recambiado para a Áustria e acusado de "causar depressão numa mulher e forçá-la a matar o filho".

Violência doméstica aflige pessoas e não mulheres. As feministas que tomem atenção a isso.

Mais uma vítima de violência doméstica.

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