Carta dum pai.
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O amor que eu e a minha filha partilhávamos era realmente especial. Ela é uma menina tão doce e amável. Sinto pena que não estarei junto dela para lhe ver a crescer até ser uma mulher bonita. O facto de não poder ter estado junto dela nos últimos 3 meses esmagou-me por completo. Trabalhei duramente como pai para aumentar a sua confiança e a sua auto-estima. Ela é inteligente, engraçada, atenciosa mas ela não sabia disso ainda. Oro para que ela se aperceba dos seus pontos fortes e que a sua confiança nela mesma continue a crescer. Amo-te muito, Lily.
O meu filho Jack estava a iniciar o seu período no jardim infantil quando perdi acesso a ele. Ele é extrovertido e um grande atleta. Para além disso, ele é inteligente e destemido. Ele tanto se pode divertir sozinho como na companhia de outras crianças. Até os rapazes mais velhos querem brincar com o Jack. Parte-me o coração saber que não o poderei ajudar a tornar-se num homem. Amo-te muito também, Jack. Sinto muito a falta de ambos.
Como consequência deste processo, a minha identidade foi-me retirada. Quando tudo começou, eu era um corretor de imóveis comerciais com a "CB Richard Ellis", e vivia segundo a Regra de Ouro, ganhando a vida reconciliando partes distintas e encontrando pontos comuns. A minha reputação como corrector foi construída com a minha honestidade e com a minha integridade. Quando tudo acabou, eu estava falido, sem casa, sem emprego e não recebia a visita dos meus próprios filhos.
Eu não tinha confiança e estava paralisado de medo, receoso de ir parar à cadeia se assim a minha ex-esposa quisesse. Nada do que eu dissesse poderia por término a isto. Isto é o que ser marcado para a morte por parte dum psicopata significa. Este é o resultado. Eu não mudei e passei a ser uma pessoa de "elevado conflito", e nem perdi a minha capacidade de ficar longe das forças policiais.
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O amor que eu e a minha filha partilhávamos era realmente especial. Ela é uma menina tão doce e amável. Sinto pena que não estarei junto dela para lhe ver a crescer até ser uma mulher bonita. O facto de não poder ter estado junto dela nos últimos 3 meses esmagou-me por completo. Trabalhei duramente como pai para aumentar a sua confiança e a sua auto-estima. Ela é inteligente, engraçada, atenciosa mas ela não sabia disso ainda. Oro para que ela se aperceba dos seus pontos fortes e que a sua confiança nela mesma continue a crescer. Amo-te muito, Lily.
O meu filho Jack estava a iniciar o seu período no jardim infantil quando perdi acesso a ele. Ele é extrovertido e um grande atleta. Para além disso, ele é inteligente e destemido. Ele tanto se pode divertir sozinho como na companhia de outras crianças. Até os rapazes mais velhos querem brincar com o Jack. Parte-me o coração saber que não o poderei ajudar a tornar-se num homem. Amo-te muito também, Jack. Sinto muito a falta de ambos.
Como consequência deste processo, a minha identidade foi-me retirada. Quando tudo começou, eu era um corretor de imóveis comerciais com a "CB Richard Ellis", e vivia segundo a Regra de Ouro, ganhando a vida reconciliando partes distintas e encontrando pontos comuns. A minha reputação como corrector foi construída com a minha honestidade e com a minha integridade. Quando tudo acabou, eu estava falido, sem casa, sem emprego e não recebia a visita dos meus próprios filhos.
Eu não tinha confiança e estava paralisado de medo, receoso de ir parar à cadeia se assim a minha ex-esposa quisesse. Nada do que eu dissesse poderia por término a isto. Isto é o que ser marcado para a morte por parte dum psicopata significa. Este é o resultado. Eu não mudei e passei a ser uma pessoa de "elevado conflito", e nem perdi a minha capacidade de ficar longe das forças policiais.
Antes disto tudo, eu nunca tinha sido preso, estado
deprimido ou tido tendências suicidas. A tensão e a pressão que foram
exercidas sobre mim foi deliberada e nada do que eu fizesse ou dissesse
me poderiam aliviar. Nada do que eu ou os meus advogados dissessem ao
advogado da minha ex-esposa ou ao Tribunal faziam algum tipo de
diferença. Nem a verdade, os factos, as evidências ou até o melhor
interesse das crianças alteravam o resultado final.
O tribunal familiar está avariado, mas, de acordo com a minha experiência o problema não são as leis mas os advogados. Eles alimentam-se do conflito, e eles não são contratados para reduzir o conflito ou proteger o melhor interesse das crianças; é por isso que uma terceira parte tem que estar envolvida. Deveria ser obrigatório as crianças terem um guardião ad litem com experiência extensa em abuso e agressividade.
É absolutamente vergonhoso que o "Fairfax County Court" nada tenha feito para intervir ou entender o conflito em andamento. O Juíz Randy Bellows usou também as crianças como castigo, impedindo o acesso a elas apenas por não ter sido capaz de enviar um recibo.
O tribunal familiar está avariado, mas, de acordo com a minha experiência o problema não são as leis mas os advogados. Eles alimentam-se do conflito, e eles não são contratados para reduzir o conflito ou proteger o melhor interesse das crianças; é por isso que uma terceira parte tem que estar envolvida. Deveria ser obrigatório as crianças terem um guardião ad litem com experiência extensa em abuso e agressividade.
É absolutamente vergonhoso que o "Fairfax County Court" nada tenha feito para intervir ou entender o conflito em andamento. O Juíz Randy Bellows usou também as crianças como castigo, impedindo o acesso a elas apenas por não ter sido capaz de enviar um recibo.
Todo o conflito
centrava-se na negação do acesso às crianças, e era-me inconcebível que
ele fosse usar as crianças desta forma. Era exactamente isto que a minha ex-esposa estava a fazer e agora o Juiz Bellows estava a fazer.
A toda a minha família, amigos e pessoas que me deram o seu apoio durante todo este processo, perdoem-me. Eu sei que as minhas reacções e o meu comportamento durante este processo nem sempre fizeram algum tipo de sentido. Nada disto faz algum sentido para mim também. Eu não recebi qualquer tipo de ajuda, e a única sugestão que os meus advogados me deram foi a de permanecer calado. Inicialmente, fiz o que me foi dito, permanecendo silencioso e ouvindo o que os meus advogados me diziam. Depois de eu ter dado toda a custódia à minha ex-esposa como forma de tentar apaziguá-la, aprendi mais sobre a Psicopatia e enviei um email ao Dr. Samenow falando-lhe dos meus receios e pedindo a sua ajuda. Obviamente que fui ignorado.
À medida que o conflito continuava, fui forçado a defender-me. Quando isso não funcionou, pensei que poderia obter algum tipo de ajuda falando publicamente sobre o assunto. Não existe uma forma certa ou errada de alguém se defender de abuso. Inocentemente, pensei que abuso era abuso e haveria de ser reconhecido como tal, e medidas seriam tomadas. Pensei que falando abertamente colocaria um fim no abuso ou pelo menos faria com que eles recuassem um bocado. Não fez. Quando ninguém fez nada, eles sentiram-se mais encorajados.
Acabei com a minha vida porque havia chegado à conclusão de que não havia nada que eu pudesse dizer ou fazer para acabar com o abuso. Sempre que eu deixava de estar sobre os meus joelhos, era atingido e forçado a ficar outra vez de joelhos. Eles nunca me deixariam ser o pai que eu queria ser para as minhas crianças. As pessoas podem pensar que sou um cobarde por desistir das minhas crianças, mas eu não vi como é que eu haveria de me recuperar disto. Não tenho dinheiro para um advogado, para um terapeuta, ou para medicação. Perdi quatro empregos devido a este processo. Eu estaria sujeito à sua compaixão para o resto da minha vida e eles não haviam mostrado nenhuma.
Ter sido alienado, legalmente e emocionalmente abusado, isolado e arruinado financeiramente é receita para o suicídio. Gostaria de ser mais forte para manter as coisas, mas a dor emocional e o medo de ir para o tribunal e para a prisão (devido à exorbitante pensão para as crianças) tornaram-se sobrepujantes. Fiquei paralisado com medo. Não conseguia fugir e nem lutar. Nunca teria permissão para me curar ou para me recuperar. Gostaria de ser melhor na articulação do trauma emocional e psicológico pelo qual eu passei.
Eu poderia preencher um livro com as mentiras e as decisões legais misteriosas do tribunal. Nunca na minha vida eu experimentei dor como esta. Pedi ajuda mas as pessoas de bem não fizeram nada e o mal prevaleceu. Tudo o que eu queria era um guarda ad litem para as minhas crianças. Qualquer outra parte envolvida no processo seria capaz de confirmar ou refutar todas as minhas alegações, e é precisamente por isso que nenhum guardião ad litem foi alguma vez nomeado para proteger as crianças ou reduzir o conflito.
O abuso centra-se no poder e no controle. Façam frente ao abuso e falem. Se por alguém vos disser que está a ser vítima de abuso, acreditem.
Por favor, ensinem às minhas crianças sobre a empatia e sobre a invalidação emocional, bem como sobre o gas-lighting*, como forma de evitar que elas acabem como eu.
Que Deus tenha misericórdia da minha alma.
Chris Mackney
* * * * * * * *
Quanto mais cedo os homens se aperceberem que o tribunal familiar é uma arma com a qual o governo destrói o que resta da instituição familiar, mais depressa eles se mentalizam de que não devem depositar qualquer tipo de fé nessa instituição.
A toda a minha família, amigos e pessoas que me deram o seu apoio durante todo este processo, perdoem-me. Eu sei que as minhas reacções e o meu comportamento durante este processo nem sempre fizeram algum tipo de sentido. Nada disto faz algum sentido para mim também. Eu não recebi qualquer tipo de ajuda, e a única sugestão que os meus advogados me deram foi a de permanecer calado. Inicialmente, fiz o que me foi dito, permanecendo silencioso e ouvindo o que os meus advogados me diziam. Depois de eu ter dado toda a custódia à minha ex-esposa como forma de tentar apaziguá-la, aprendi mais sobre a Psicopatia e enviei um email ao Dr. Samenow falando-lhe dos meus receios e pedindo a sua ajuda. Obviamente que fui ignorado.
À medida que o conflito continuava, fui forçado a defender-me. Quando isso não funcionou, pensei que poderia obter algum tipo de ajuda falando publicamente sobre o assunto. Não existe uma forma certa ou errada de alguém se defender de abuso. Inocentemente, pensei que abuso era abuso e haveria de ser reconhecido como tal, e medidas seriam tomadas. Pensei que falando abertamente colocaria um fim no abuso ou pelo menos faria com que eles recuassem um bocado. Não fez. Quando ninguém fez nada, eles sentiram-se mais encorajados.
Acabei com a minha vida porque havia chegado à conclusão de que não havia nada que eu pudesse dizer ou fazer para acabar com o abuso. Sempre que eu deixava de estar sobre os meus joelhos, era atingido e forçado a ficar outra vez de joelhos. Eles nunca me deixariam ser o pai que eu queria ser para as minhas crianças. As pessoas podem pensar que sou um cobarde por desistir das minhas crianças, mas eu não vi como é que eu haveria de me recuperar disto. Não tenho dinheiro para um advogado, para um terapeuta, ou para medicação. Perdi quatro empregos devido a este processo. Eu estaria sujeito à sua compaixão para o resto da minha vida e eles não haviam mostrado nenhuma.
Ter sido alienado, legalmente e emocionalmente abusado, isolado e arruinado financeiramente é receita para o suicídio. Gostaria de ser mais forte para manter as coisas, mas a dor emocional e o medo de ir para o tribunal e para a prisão (devido à exorbitante pensão para as crianças) tornaram-se sobrepujantes. Fiquei paralisado com medo. Não conseguia fugir e nem lutar. Nunca teria permissão para me curar ou para me recuperar. Gostaria de ser melhor na articulação do trauma emocional e psicológico pelo qual eu passei.
Eu poderia preencher um livro com as mentiras e as decisões legais misteriosas do tribunal. Nunca na minha vida eu experimentei dor como esta. Pedi ajuda mas as pessoas de bem não fizeram nada e o mal prevaleceu. Tudo o que eu queria era um guarda ad litem para as minhas crianças. Qualquer outra parte envolvida no processo seria capaz de confirmar ou refutar todas as minhas alegações, e é precisamente por isso que nenhum guardião ad litem foi alguma vez nomeado para proteger as crianças ou reduzir o conflito.
O abuso centra-se no poder e no controle. Façam frente ao abuso e falem. Se por alguém vos disser que está a ser vítima de abuso, acreditem.
Por favor, ensinem às minhas crianças sobre a empatia e sobre a invalidação emocional, bem como sobre o gas-lighting*, como forma de evitar que elas acabem como eu.
Que Deus tenha misericórdia da minha alma.
Chris Mackney
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Quanto mais cedo os homens se aperceberem que o tribunal familiar é uma arma com a qual o governo destrói o que resta da instituição familiar, mais depressa eles se mentalizam de que não devem depositar qualquer tipo de fé nessa instituição.
O governo é o principal inimigo da família natural.
Para se ter uma ideia da relação satânica
entre o feminismo e o governo, veja-se este texto.
* "Gas lighting" é
uma forma de abuso mental onde a pessoa é levada a duvidar das suas
próprias experiências pessoas, da sua própria memória e da sua sanidade..