segunda-feira, 24 de agosto de 2015

"O horror que eu vi dentro do movimento de 'emancipação' das mulheres"

Por Mallory Millett

"When women go wrong men go right after them.”
-- Mae West

“O socialismo é a filosofia do falhanço, o credo da ignorância, e o evangelho da inveja; a sua virtude inerente é a igual partilha da miséria.” Winston Churchill escreveu isto a mais de um século atrás.

Durante o meu primeiro ano na escola secundária, as freiras perguntaram-me sobre os meus planos para depois da minha graduação. Quando eu lhes disse que iria frequentar a Universidade Estadual, reparei no seu desapontamento. Perguntei à minha freira favorita, "Porquê?". Ela disse, "Isso significa que quatro anos mais tarde vais sair da universidade como comunista e ateísta!"

Eu e as outras raparigas rimos bastante. "Quão pouco sofisticadas estas freiras eram," pensamos nós. Depois fui para a faculdade, e saí de lá comunista e ateísta, tal como tinha acontecido com a minha irmã Katie seis anos antes de mim.

Algum tempo mais tarde, eu passei a ser uma jovem divorciada com uma criança pequena. A pedido da minha irmã, passei a viver em NYC depois de passar anos casada com um executivo Americano colocado no Sudoeste Asiático. Com o fim do casamento, passei a construir uma nova vida para mim e para a minha filha. A minha irmã Katie disse:

Vem para Nova York. Estamos a fazer uma revolução! Algumas de nós estamos a dar início a um grupo com o nome de "National Organization of Women" e também tu podes fazer parte dele.

Havia já já muitos anos que eu não a via. Embora ela me tivesse atormentado quando nós éramos novas, depois dos meus traumas Asiáticos e do fim do meu casamento, essas memórias estavam distantes. Eu loucamente pensei que ela seria o meu santuário no meio da tempestade. Com tanto tempo e tamanha distância entre nós, eu já me tinha esquecido da sua instabilidade emocional.

E assim comecei a testemunhar involuntariamente a História. Fiquei com a Katie e o seu amável marido Japonês, Furnio, num sótão delapidado em The Bowery enquanto ela acabava o seu primeiro livro, uma tese de doutoramento para a Columbia University, com o nome de “Sexual Politics.” Estávamos em 1969.

A Katie convidou-me para me juntar a ela na sua reunião na casa da sua amiga, uma tal de Lila Karp. Elas chamaram à assembleia de "grupo de consciencialização", uma iniciativa tipicamente comunista e algo practicado pela China Maoísta.

Tomamos o nosso lugar numa mesa larga à medida que cada uma das presentes dava início à reunião com uma recitação-e-resposta, algo parecido a uma Litanía - um tipo de oração feita na Igreja Católica. Mas desta vez era o Marxismo, a Igreja da Esquerda, a imitar uma práctica religiosa:

"Porque é que estamos aqui?" perguntou ela.
"Para fazer a revolução", responderam elas.
"Que tipo de revolução?" respondeu ela.
"Revolução Cultural", responderam elas.
"E como é que fazemos uma Revolução Cultural?" exigiu ela.
"Destruindo a família America!" responderam elas.
"E como é que destruímos a família Americana?" perguntou ela.
"Destruindo o Patriarcado Americano." gritaram elas de modo exuberante.
"E como é que destruímos o Patriarcado Americano?" respondeu ela.
"Acabando com o seu poder!"
"E como é que fazemos isso?"
"Destruindo a monogamia!" gritaram elas.
"E como é que podemos destruir a monogamia?"

A resposta delas deixou-me chocada, sem fôlego, e sem acreditar no que estava a ouvir. Sera´que estava no planeta Terra? Quem eram estas pessoas?

"Promovendo a promiscuidade, o erotismo, a prostituição e o homossexualismo!"  ressoaram elas.

Elas continuaram com uma longa discussão em torno das formas de avançar estes objectivos estabelecendo a "National Organization of Women".  Era óbvio que elas nada mais queriam que a destruição total da sociedade Ocidental. A conclusão disto tudo é que a única forma de fazer isto é "invadindo todas as instituições Americanas. Todas elas têm que ser permeadas com 'A Revolução'": Os média, os sistemas de ensino, as universidades, as escolas secundárias, as K-12, os conselhos escolares, etc.; depois disto, o sistema judiciário, as legislaturas, os ramos executivos e até sistema bibliotecário.

Tudo isto caiu nos meus ouvidos como um esquema ridículo, como se elas fossem um grupo de crianças com imaginação fértil a planear um roubo ao Brink; uma brincadeira gerada numa noite nevosa entre um grupo de crianças mimadas cheias de álcool e haxixe.

Para mim, tudo isto era ridículo. Eu estava a passar por um choque cultural por ter sido retirada da minha nação, ter vivido em países do Terceiro Mundo durante anos, sem ter feito uma única viagem de regresso aos Estados Unidos. Eu era uma daquelas pessoas que, quando regressa ao solo Americano, sai do avião a gaguejar de êxtase por estar em casa, nos Estados Unidos.

Ajoelhei-me no chão e cobri-o com beijos. Eu havia aprendido o quão deliciosa era a minha terra de nascença e não me importava com o que as outras pessoas pensavam porque elas não tinha visto o que eu tinha visto, e nem estado onde eu tinha estado. Eu havia visto operários fabris e escravas sexuais algemadas às paredes.

Como é que elas poderiam saber? A Ásia estava para além do nosso alcance visual e, tal como se diz, totalmente inescrutável, e um tipo de inferno que eu nunca havia planeado visitar. Eu, ao contrário de quem fez um piquenique por lá ou quem o visitou (como os doces e inocentes turistas), vivi lá; eu levei a cabo tarefas domésticas e tentei educar uma criança. Eu havia superado o comunismo dos tempos da minha universidade e estava a tentar de forma atabalhoada encontrar o caminho de volta para Deus.

Como foi possível que 12 mulheres Americanas, que eram dos tipos mais respeitados possíveis - licenciadas privilegiadas e polidas e de instituições estimadas: Columbia, Radcliffe, Smith, Wellesley, Vassar; o tio de uma dessas mulheres era um Secretário de Guerra sob Franklin Roosevelt - planear tais coisas? A maior parte delas tinha cursos avançados para além de terem a aparência de serem convincentes, inteligentes, razoáveis e boas. Como é que estas pessoas racionalmente acreditam que podem ser bem sucedidas com tal grandiosidade viciosa? E porquê?

Eu qualifiquei isto como a construção dum castelo de ar por parte dum aglomerado académico.

Continuei com a minha em Nova York ao mesmo tempo que a minha irmã se tornou famosa publicando os seus livros e aparecendo na capa da "Time Magazine". A revista "Time" deu-lhe o nome de a "Karl Marx do Movimento das Mulheres." Isto ocorreu porque o seu livro explanou um curso para iniciantes do Marxismo para as mulheres.

A sua tese era: A família é um antro de escravatura onde o homem opera como o Burguês e a mulher e as crianças como o Proletariado. A única esperança para a "libertação" das mulheres (e libertação é a palavra comunista favorita que serve para conduzir os servos para uma escravidão inextricável; "libertação", tal como "colectivo" - por favor, fujam delas, fujam e defendam as vossas vidas) era o novo "Movimento das Mulheres".

Os seus livros cativaram as aulas académicas e rapidamente cursos de "Estudos Femininos" foram instalados nas universidades numa onda constante que varreu a nação tendo como leitura obrigatória os livros de Kate Millett.

Imaginem isto: uma rapariga com 17 ou 18 anos encontra-se à mesa com a sua mãe, a estudar o plano de estudos do seu primeiro ano na universidade. A mãe vê uma aula com o nome de "Estudos Femininos" e pensa "Hmmm...isto pode ser interessante. Pode ser que retires alguma coisa boa destas aulas." Parece inofensivo para ela.

Como é que ela poderia suspeitar que esta é uma aula onde a sua filha inocente será ensinada que o seu pai é um vilão? A sua mãe é uma louca por ter deixado que um homem a escravizasse sob prácticas bárbaras tais como a monogamia e a vida familiar e a maternidade, que é uma desperdício do seu talento. Ela não pode de maneira nenhuma seguir os passos da sua mãe porque isso seria como submeter-se a uma vida de um drone sem inteligência para um homem dominador, o opressor, que a hipnotizou com truques tais como o amor romântico.

A sua filha será ensinada a nunca se deixar enganar por este engodo.

Embora os homens sejam totalmente maus, ela pode usá-los para gratificação orgásmica, dormir com quantos homens quiser como forma de se manter inalcançável e livre. Hoje em dia dificilmente existe uma rapariga de 17 anos sem um rancor (originário na escola secundária) contra um Jimmy ou um Jason. Os rapazes também estão a aprender, e também eles podem ser descuidados durante os anos secundários - esse tormento de danças de cortejo para ambos os sexos.

Quando as professoras de Estudos Femininos acabarem com a sua obra junto da tua filha, ela será uma sombra da inocente rapariga que foi, e rapidamente ficará convencida de que, embora ela deva dormir com todos os rapazes por quem sente atracção, ela não deve de maneira alguma engravidar. E, como uma practicante de promiscuidade, ela torna-se mestre nas artes de prevenção, especialmente no aborto.

O propósito da Emancipação das Mulheres é o de forçar as mulheres a perder toda a empatia pelos rapazes, pelos homens e pelos bebés. Os aspectos mais ternos da sua alma são endurecidos e transformados num amontoado de cinismo, e ela irá pensar que não há nada de mal em assassinar o  bebé que se encontra no protector ninho do seu útero de mulher jovem.

Ela será ensinada que, para ser livre, ela tem que se tornar numa fora-da-lei. E isto é razoável visto que o sistema legal Ocidental, desde a Magna Carta e mesmo antes disso, é um aglomerado de homens brancos malignos cujo propósito real era o de avançar com a escravatura dela.

Sejam foras-da-lei! Revoltem-se! Sejam desafiadoras! (Pensem em mulheres como Madonna, Lady Gaga, Lois Lerner, Elizabeth Warren.) “Todas as mulheres são prostitutas,” ser-lhe-á dito. Ou tu és muito inteligente e usas o sexo sendo promiscua para prazer próprio e para auto-desenvolvimento como um ser humano pleno e livre "tal como os homens", ou tu podes ser uma prostituta profissional, uma viável mulher de negócios , que é "empoderador", ou tu podes ser enganada tal como a tua mãe e prostituires-te exclusivamente para um só homem, caindo assim sob o pesado domínio do "opressor". Todas as esposas são "prostitutas de um só homem".

Ele tem que se entregar de alma e coração a isto. Nada de sentimentos emocionais em torno do cortejamento. Nenhuma empatia para rapazes ou para bebés. Ela tem uma vida a viver e ninguém se pode colocar no seu caminho. E se por acaso o rapaz ou o homem "não entender", então nada de sexo para ele; "fazer amor" passa a ser "fazer sexo". "Não vou 'fazer sexo' com um patife qualquer que não acredite que eu posso matar o seu filho ou filha que se encontra no meu útero. Ele não tem palavra neste assunto porque o corpo é meu!" (Esta é uma lógica estranha visto que, quem alguma vez ouviu falar num corpo com duas cabeças, dois corações, quatro braços e quatro pés?)

Não há limite para os absurdos que as jovens raparigas serão convencidas a engolir. "Tenho planos para saltar de homem em homem o quanto puder e não há ninguém que me possa parar porque eu sou livre!" Dito de outra forma, estas pessoas irão transformar a tua jovem filha numa vadia, tendo o livro da minha irmã como manual de instruções. ("Vadia é uma boa palavra. Orgulha-te dela!")

Ela dir-te-á, "É provável que nunca me case e se me casar, farei isso quando a minha carreira profissional estiver bem estabelecida," o que hoje em dia significa nunca. "Vou manter o meu nome e na verdade eu nem quero filhos. Eles são uma chatice e estão sempre no caminho." Mais ainda, elas dirão à tua filha "Não deixes que pessoa alguma te degrade permitindo que ele te abra as portas. Ser chamada de 'Senhora' é um insulto. O cavalheirismo tem o significa de posse."

Logo, as fêmeas, que fundamentalmente são os árbitros da sociedade, vão endurecendo os homens jovens com tal conversa de almofada da mesma forma que elas foram endurecidas porque, "Wow, rapaz. Tenho que ir para a cama mas ela não aceita enquanto eu não concordar em deixar que ela mate o bebé, se por acaso ela engravidar!"

Oprimidas? As mulheres sempre tiveram poder. Pensem no paradigma eterno: só depois de Eva ter convencido Adão a comer o fruto é que a humanidade caiu. Isto é, o homem faz de tudo para fazer a mulher feliz, mesmo que seja algo que desagrade a Deus. Isto, sim, é poder! Sem mulheres decentes, a humanidade está perdida. Tal como Mae West disse, "Quando as mulheres caem no erro, os homens seguem logo atrás delas!"

Conheço mulheres que foram enganadas por este credo durante a sua juventude e que, hoje, na casa dos 50 ou 60, choram pela noite a dentro passadas que estão décadas de noites de arrependimento pelas crianças que nunca irão ter e pelas crianças que elas mataram friamente quando elas estavam a proteger os seus futuros vazios de amor dentro do qual hoje vivem e sem forma de regressar. "Onde é que estão os meus filhos? E os meus netos?" elas choram para mim.

Por diversas vezes ouvi

Os livros da tua irmã destruíram a vida da minha irmã! Ela estava casada e com quatro filhos, e depois de ler aqueles livros, abandonou o marido estupefacto e nunca mais olhou para trás.

O homem caiu em desespero e em ruína. As crianças ficaram surpresas, fora dos seus eixos, profundamente prejudicadas; a família foi profundamente afectada e não havia forma de voltar a colocar as coisas tal como elas estavam.

Durante o tempo em que estas mulheres estavam a "invadir" as nossas instituições, o carácter da mulher Americana transformou-se drasticamente de modelos caracterizados para nós por mulheres como Rosalind Russell, Bette Davis, Deborah Kerr, Eve Arden, Donna Reed, Barbara Stanwyck, Claudette Colbert, Irene Dunn, Greer Garson. Estas mulheres foram notáveis que não precisavam de lições de "empoderamento", e que cujas personalidades, bem como as personagens que elas desempenhavam, eram fortes, resistentes e claramente moldadas. As suas vozes eram tão diferentes que era possível identificá-las pela voz. Todos nós conhecíamos a voz de Rita Hayworth. Todos nós conhecíamos a voz de Katherine Hepburn.

Desafio alguém a identificar as vozes "cortador de biscoito" das mulheres pós-emancipação das mulheres de Hollywood actual. Como foi que estas mulheres "emancipadas" se tornaram neste indistinguível monte de desordem? Todas elas têm exactamente a mesma aparência, excentuando algumas características individualizadoras, e as suas vozes são idênticas, estas Julies e Jessicas!

O meu amigo Padre George Rutler deu-lhes o nome de "as caloiras chalreadoras da Nova Idade das Trevas." O carácter da mulher Americana foi distorcido por este movimento pernicioso. De onde veio esta criatura blasfema, tatuada e fora-da-lei, que mata o seu bebé sem pestanejar, e depois vai para as festas sem qualquer tipo de consciência ou remorso? E em tempo histórico tão curto?

Nunca antes havíamos ouvido falar de tantas mulheres a matarem os seus filhos: Casey Anthony a matar o seu pequeno Caylee e a mergulhar numa festa durante semanas; Susan Smith a conduzir os seus rapazes até ao lago, deixando-os encurralados debaixo de água como forma de morrerem mortes tortuosas; aquela mulher que afogou os seus cinco filhos numa banheira? "Hey! Se eu posso matar o meu bebé aos seis meses de gestação, porque é que não posso matá-lo depois do nascimento? Vamos-lhe dar o nome de aborto pós-parto.”

Insisto que as mulheres sempre foram os árbitros da sociedade, e quando aquelas mulheres à mesa da Lila Karp em Greenwich Village se determinaram a destruir a família Americana, ao fazerem com que as mulheres passassem a ser foras-da-lei, perpetradoras de infanticídio, e odiadoras da lei Ocidental, dos homens e do casamento, elas conseguiram o que tinham planeado. O seu desejo - e eu testemunhei isso em reuniões subsequentes até ao momento em que fiquei farta do seu ódio desenfreado - era o de destruir a  sociedade Americana juntamente com a família e o "Patriarcal dono de escravos", o marido Americano.

Nós estávamos todos tão ocupados felicitando uns aos outros porque Ronald Reagan "tinha vencido a Guerra Fria em disparar um único tiro" sem nos apercebermos da verdade que Mao, com o seu Pequeno Livro Vermelho, e os Soviéticos haviam vencido a Guerra Fria sem dsparar um único tiro, tomando conta das mossas mulheres, dos nossos jovens, e das mentes de todas as pessoas tutelados por Noam Chomsky e pelos livros escolares de Howard Zinn.

O recém-graduado é um Peter Pan preso na Never Never Neverland do porão da mãe (que é divorciada). Christina Hoff Sommers diz:

Pais e mães, tenham medo dos vossos filhos. Há uma guerra a ser levada a cabo contra os homens e esta guerra que começou há muito tempo nas aulas de estudos de género e dentro de grupos de defesa dos direitos das mulheres ansiosas por acreditar que os homens são tóxicos. ... Muitas 'mulheres educadas' dos Estados Unidos beberam o Kool Aid de género feminista. As raparigas em Yale, Haverford e Swarthmore olham para elas mesmas como oprimidas. Isto é loucura.

Se por acaso olharem para isto como uma traição para com a minha irmã, eu passei a identificar-me com pessoas como Svetlana Stalin ou Juanita Castro; que vieram a público para condenaram abertamente um membro familiar particularmente prejudicial. A lealdade pode ser altamente destrutiva. O que dizer dos muçulmanos que se recusam a falar agora?

Eu fui uma das pessoas silenciosas, mas pelo menos estou agora a falar tudo. As raparigas têm sido envolvidas em algo e não é nada bom. Nós temos que ficar doentes até à alma em relação a isso. Eu sei que eu estou. E consequentemente, a indoutrinação em massa, a consequência inevitável de todas as experiências socialistas/comunistas, deixa atrás de si o seu rasto característico de destruição.

Tanta graça, femininidade e beleza perdidas.

Tantas vidas arruinadas.

- http://bit.ly/1Jx2A4f



2 comentários:

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