Escolhido pelos estudantes como mascote, o puma foi considerado pela directora da escola (mulher, portanto) como podendo conter conotação desrespeitosa para as mulheres uma vez que, na cultura popular, a qualificação "puma" (inglês: cougar) representa mulheres de meia-idade sexualmente agressivas na sua busca por homens mais novos.
A direcção escolar, composta por seis manginas homens e uma balzaca mulher, afirmou que o Charger seria mais apropriado que o puma. O facto desta mascote ter estado na lista de potenciais mascotes mas ter sido rejeitada em favor do puma não interessa. O que interessa é não ofender as mulheres.
Os pumas - o grandes gatos das montanhas - são muito populares no Utah. A Universidade Brigham Young, considerada como conservadora (mórmon), usa o puma como mascote. Não há notícia das mulheres dessa universidade se sentirem "desrespeitadas" ou "ofendidas".
Eu sou ofensivo para as mulheres velhas e feias.
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Temos que re-organizar o nosso universo de modo a que as balzacas não se sintam ofendidas. Será que teremos que deixar de usar a palavra "velha"? E a palavra "feia"? Talvez a palavra "gorda" seja banida do dicionário português como forma de não ofender as mulheres que se apercebem que estão a perder a sua beleza.
As mulheres mais velhas são livres para procurar romance com homens mais novos. Nem é essa a questão.
Semelhantemente, não há nada de mal em usar a qualificação de "puma" para tais mulheres. O problema aqui é uma elite escolar decidir que tem o poder para rejeitar as escolhas da maioria só porque por esta elite PENSA que as mulheres se sentirão ofendidas com ela.
Exemplos como este demonstram de forma cabal como o politicamente correcto tem uma natureza totalitária.