O Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940) poderá contar com mais uma forma qualificada de homicídio: o feminicídio. A pena sugerida para o crime – conceituado como “forma extrema de violência de género que resulta na morte da mulher” – é de reclusão de 12 a 30 anos.
A tipificação especial para o delito foi recomendada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher e está prevista no projeto de lei do Senado (PLS 292/2013), proposto no relatório final da CPI.
O projecto também deixa claro que a aplicação da pena do feminicídio não elimina punições por demais crimes a ele associados, como estupro.
Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/07/18/crime-de-feminicidio-podera-ser-incluido-no-codigo-penal
P.S: Ai está o feminismo militante em acção. Matar uma mulher vai ser considerado um crime pior do que matar um homem, afinal, quem se importa com o que acontece com os homens?
Em todas as guerras sempre foram os homens que foram enviados para a morte, para proteger as mulheres, que SEMPRE FICAVAM PROTEGIDAS EM CASA.
Ou seja, a vida dos homens, em toda a história da humanidade, sempre valeu menos do que a vida das mulheres. O Feminismo está agora legalizando oficialmente isso.
Só idiota ainda acredita que o Feminismo busca a igualdade. O Feminismo busca privilégios, superioridade e a ditadura feminista.
Vítimas de violência doméstica podem ter atendimento especializado no SUS - http://ow.ly/n9mk6
CPMI propõe leis e ações do poder público para reduzir violência contra mulheres - http://ow.ly/n9mlf
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O problema aqui não é o facto dos homens considerarem a vida das mulheres mais valiosa que a vida dos homens; inconscientemente ou conscientemente, TODOS os homens (especialmente os mais masculinos) vivem e agem com essa crença dentro de si. Por isso é que os homens historicamente sempre protegeram as mulheres e sempre preferiram colocar a sua própria vida em situações que colocassem em causa a sua integridade física (deixando as mulheres a salvo).
Semelhantemente, por isso é que a maioria dos homens não se sente extraordinariamente prejudicada ao saber que a medicina dá prioridade às doenças que afectam ** exclusivamente ** as mulheres em detrimento das doenças que afectam exclusivamente os homens.
O problema aqui é a existência de mulheres brancas da classe média-alta (http://ow.ly/n9mDx) que se consideram "oprimidas" (quando o padrão histórico revela exactamente o contrário) , e afirmam lutar pela "igualdade" quando na verdade o que elas buscam é AINDA MAIS direitos especiais e AINDA MAIS privilégios únicos.. Elas fazem isso, não porque são ignorantes da psicologia masculina (protectora em relação às mulheres) ou da História, mas sim porque conferir direitos especiais e privilégios únicos às mulheres acentua a subversão da cultura ocidental aumentando o ressentimento dos homens contra as mulheres. E quanto maior for o ressentimento masculino contra as mulheres, mais frágil será a instituição do casamento, e maior será o poder do governo da vida social.
O feminismo é, assim, uma poderosa arma de do Marxismo Cultural (a mais destrutiva) e não uma teoria que se encontra pronta para ajudar as mulheres.
É seguro afirmar que a maior parte das mulheres brancas se apercebe do estatuto especial que elas sempre tiveram na cultura ocidental. Acho até que muitas das mulheres brancas gostariam de falar abertamente dos ataques à masculinidade que são feitos pelas feministas, mas estas mulheres sentem-se de alguma forma intimidadas pelo discurso das feministas.
O que estas mulheres que são realmente contra o feminismo e a favor do Tradicionalismo têm que se mentalizar é quanto mais caladas elas estão, mas os homens assumem que as feministas falam por elas.
Semelhantemente, por isso é que a maioria dos homens não se sente extraordinariamente prejudicada ao saber que a medicina dá prioridade às doenças que afectam ** exclusivamente ** as mulheres em detrimento das doenças que afectam exclusivamente os homens.
O problema aqui é a existência de mulheres brancas da classe média-alta (http://ow.ly/n9mDx) que se consideram "oprimidas" (quando o padrão histórico revela exactamente o contrário) , e afirmam lutar pela "igualdade" quando na verdade o que elas buscam é AINDA MAIS direitos especiais e AINDA MAIS privilégios únicos.. Elas fazem isso, não porque são ignorantes da psicologia masculina (protectora em relação às mulheres) ou da História, mas sim porque conferir direitos especiais e privilégios únicos às mulheres acentua a subversão da cultura ocidental aumentando o ressentimento dos homens contra as mulheres. E quanto maior for o ressentimento masculino contra as mulheres, mais frágil será a instituição do casamento, e maior será o poder do governo da vida social.
O feminismo é, assim, uma poderosa arma de do Marxismo Cultural (a mais destrutiva) e não uma teoria que se encontra pronta para ajudar as mulheres.
É seguro afirmar que a maior parte das mulheres brancas se apercebe do estatuto especial que elas sempre tiveram na cultura ocidental. Acho até que muitas das mulheres brancas gostariam de falar abertamente dos ataques à masculinidade que são feitos pelas feministas, mas estas mulheres sentem-se de alguma forma intimidadas pelo discurso das feministas.
O que estas mulheres que são realmente contra o feminismo e a favor do Tradicionalismo têm que se mentalizar é quanto mais caladas elas estão, mas os homens assumem que as feministas falam por elas.

