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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Feminista violada no Haiti atribui culpas ao patriarcado do homem branco

Reparem bem na lógica da esquerdista Amanda Kijera. Depois de se ler isto, coloquem a questão: se o esquerdismo não é uma doença mental, então o que é uma doença mental?

Há duas semanas atrás, numa 2ª Feira de manhã, comecei a escrever o que eu pensava que seria um editorial inteligente em torno da violência contra as mulheres no Haiti. Este assunto, pensei eu, estava a ser mencionado diversas vezes pelas organizações femininas e como tal precisava de mais fundamentação.

Sempre determinada em preservar a dignidade do homem Negro num mundo que constantemente os estereotipa de selvagens e violentos, eu via esta escrita como mais uma oportunidade de combater "o homem" em favor dos meus irmãos.

Nessa noite, antes de ter terminado o artigo, fui mantida e violada repetidamente num telhado do Haiti por um dos homens em nome de quem eu havia passado grande parte da minha vida a advogar [isto é, um negro].

Isto deixou-me profundamente magoada. A experiência quase foi mais do que eu podia suportar. Implorei que ele parasse. Com medo que ele me matasse, implorei que ele honrasse o meu compromisso com o Haiti, a ele como um irmão na luta mutua em torno do término da opressão comum, mas ele nem ligou [porque será?].

Ele não se importou que eu fosse uma estudiosa do Malcolm X. Ele não só mandou-me calar como deu-me uma bofetada. Sobrepujada, parei de lutar a meio da noite.

Aceitando a fragilidade da minha condição, afastei para longe de mim a pulseira haitiana que eu havia orgulhosamente usado durante mais de um ano, com ela os meus sonhos da libertação humana.

....

Fui até ao Haiti depois do terremoto como forma de dar poder à auto-suficiência dos haitianos. Fui lá não só para lhes lembrar das inúmeras contribuições que os afro-descendentes fizeram ao mundo, como para lhes lembrar da sua resiliência e força como um povo.

Nunca me vi como alguém que se tornaria o receptáculo da raiva do homem Negro contra o mundo branco, mas foi nisso que me tornei. Embora eu me oponha ao comportamento do meu irmão [o violador negro], estou grata pela experiência [Ela está grata por ter sido violada por um negro]. Ela despertou-me e fez-me entender de um modo mais profundo o nível de terror que as minhas irmãs experimentam diariamente.

O homem Negro tem todo o direito de sentir a raiva que sentem em resposta à sua posição na hierarquia global, mas a sua raiva está mal direccionada.

As mulheres não são a fonte da sua opressão; as políticas opressivas e o ainda-por-questionar patriarcado do homem branco ainda dominam a arena mundial. Isto porque as mulheres - especialmente as mulheres de cor - são forçadas a suportar a resposta do homem Negro à condição do homem Negro.


Como é possível que uma mulher seja violada e declare posteriormente estar "grata pela experiência"? Ora, quando a mulher é uma esquerdista e o violador faz parte dos grupos "protegidos" da esquerda política.

Segundo o esquerdume, toda a violência que os grupos protegidos fazem é sempre uma reacção à "opressão" que eles "sofrem" por parte do homem branco. O homem branco é, portanto, culpado pelos seus pecados e pelos pecados dos outros.

Alguém deveria dizer a esta feminista que ela não foi violada pelo "patriarcado do homem branco" mas sim por um homem negro. E se ela está grata pela experiência (como ela afirma) ela que voe até à Libéria onde cerca de 70% das mulheres já foram sexualmente abusadas pelo patriarcado do homem branco por outros negros.

3 crianças ainda ignorantes da realidade da vida.

Antes que algum esquerdista ignorante me acuse de racismo, convém ressalvar umas coisas:
  • Não há nada na biologia dos negros que os torna mais violadores que os outros. Isto é uma questão política, cultural e comportamental.Se o homem branco crescesse naquela tipo de cultura, ele faria exactamente os mesmos erros.
  • O ponto do artigo não é dizer que este ou aquele grupo é mais violento, mas sim mostrar como a ideologia feminista-esquerdista destrói toda a racionalidade humana.
  • Nenhuma mulher mentalmente saudável diria que está grata por ter sido violada EXCEPTO uma feminista/esquerdista que tenha sido violada por pessoas pertencentes aos seus grupos "protegidos".

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A "ajuda" das Nações Unidas

Parece que a "ajuda" que os socialistas das Nações Unidas trouxeram ao Haiti não correu bem.

Cinco mil mortes, 300,000 doentes, e uma emergência médica que já dura há seis meses; agora a população do Haiti tem alguém a quem culpar pelo surto de cólera que deflagrou no seu país: os capacetes-azuis das Nações Unidas (NU).

Uma reportagem oficial em torno da epidemia (que começou em Outubro último) concluiu que a mesma foi quase de certeza causada pelo sistema sanitário pobremente construído e instalado num campo rural usado por centenas de tropas da NU provenientes do Nepal.

A bactéria da cólera começou a infectar os locais depois de matéria fecal ter tido acesso ao Rio Meye, um tributário do Rio Artibonite na região central do país.


As NU são uma piada maior do que as pessoas pensam. Se esses socialistas algum dia conseguirem ter acesso ao poder global que eles tanto buscam, os cinco mil haitianos mortos nos últimos seis meses vai parecer o mais pequeno dos erros.

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