Nos termos da proposta, as empresas com mais de 250 trabalhadores ou com mais de 50 milhões de euros de receitas terão de reportar anualmente a composição, por géneros, dos seus conselhos de administração. As que não cumprirem a quota obrigatória serão alvo de coimas administrativas ou deixarão de ser elegíveis a ajudas estatais e a concursos públicos.
As cotadas europeias serão obrigadas, a partir de 2020, a reservar pelo menos 40% dos seus assentos nos conselhos de administração às mulheres. Se assim não for, terão de pagar coimas e poderão ser alvo de outras sanções. Isto nos termos de uma proposta que está a ser delineada pela Comissão Europeia.
Esta proposta legislativa, a que o “Financial Times” teve acesso, destina-se a combater aquilo que os responsáveis europeus consideram ser um grave desequilíbrio de géneros nos 27 Estados-membros da UE.
Os dados da União Europeia revelam que, em Janeiro, as mulheres representavam apenas 13,7% das posições nos conselhos de administração das grandes empresas cotadas, refere o “FT”.
Se bem que alguns países da UE – França, Itália, Espanha e Holanda – tenham já adoptado as suas próprias quotas nacionais, esses limites têm enfrentado forte resistência por parte do Reino Unido e da Suécia. No entanto, prossegue o jornal britânico, a proposta (que deverá ser formalmente apresentada pela comissária europeia da Justiça, Viviane Reding [na foto], no próximo mês) poderá ser adoptada através do processo de aprovação por maioria que vigora na UE, o que significa que nem o Reino Unido nem a Suécia poderão vetar a sua entrada em vigor.
Nos termos da proposta, as empresas com mais de 250 trabalhadores ou com mais de 50 milhões de euros de receitas terão de reportar anualmente a composição, por géneros, dos seus conselhos de administração. As que não cumprirem a quota obrigatória serão alvo de coimas administrativas ou deixarão de ser elegíveis a ajudas estatais e a concursos públicos.
Viviane Reding decidiu avançar com esta legislação depois de observar que o programa voluntário não melhorou o equilíbrio no número de homens e mulheres nas administrações das empresas.
* * * * * * *As cotadas europeias serão obrigadas, a partir de 2020, a reservar pelo menos 40% dos seus assentos nos conselhos de administração às mulheres. Se assim não for, terão de pagar coimas e poderão ser alvo de outras sanções. Isto nos termos de uma proposta que está a ser delineada pela Comissão Europeia.
Esta proposta legislativa, a que o “Financial Times” teve acesso, destina-se a combater aquilo que os responsáveis europeus consideram ser um grave desequilíbrio de géneros nos 27 Estados-membros da UE.
Os dados da União Europeia revelam que, em Janeiro, as mulheres representavam apenas 13,7% das posições nos conselhos de administração das grandes empresas cotadas, refere o “FT”.
Se bem que alguns países da UE – França, Itália, Espanha e Holanda – tenham já adoptado as suas próprias quotas nacionais, esses limites têm enfrentado forte resistência por parte do Reino Unido e da Suécia. No entanto, prossegue o jornal britânico, a proposta (que deverá ser formalmente apresentada pela comissária europeia da Justiça, Viviane Reding [na foto], no próximo mês) poderá ser adoptada através do processo de aprovação por maioria que vigora na UE, o que significa que nem o Reino Unido nem a Suécia poderão vetar a sua entrada em vigor.
Nos termos da proposta, as empresas com mais de 250 trabalhadores ou com mais de 50 milhões de euros de receitas terão de reportar anualmente a composição, por géneros, dos seus conselhos de administração. As que não cumprirem a quota obrigatória serão alvo de coimas administrativas ou deixarão de ser elegíveis a ajudas estatais e a concursos públicos.
Viviane Reding decidiu avançar com esta legislação depois de observar que o programa voluntário não melhorou o equilíbrio no número de homens e mulheres nas administrações das empresas.
O uso do governo para o avanço dos grupos protegidos é uma medida socialmente destrutiva muito do agrado dos marxistas culturais. Eis algumas reacções a esta "medida":







Os movimentos que promovem o injusto e ofensivo sistema de quotas não se preocupam com nada disto porque o propósito não é ajudar a mulher mas destruir a ordem social.