...a etnicidade e a "raça" tornaram-se palavras armadilhadas.No meio disto tudo, é ridículo os políticos descreverem o multiculturalismo como uma celebração da diversidade deste país.
Eles saltam dum festival chinês para as festas do enclave paquistanês e chamam a isso "celebrar diversidade". Mas alguém viu um grupo étnico juntar-se a outro para celebrar esta diversidade? Algumas pessoas podem alegar que os grupos imigrantes começam a ser assimilados pela sociedade apenas depois da terceira ou quarta geração.
Sim, isso aconteceu com os imigrantes que vieram do mesmo grupo étnico e religioso do país para onde emigraram, e, chegando ao novo país, cortaram todos os laços com a terra de onde vieram.
Mas isso não aconteceu com os imigrantes recentes que não só chegam de diferentes partes da Terra como também pertencem a grupos étnicos totalmente diferentes. Para além disso, graças à revolução nas comunicações, estes novos imigrantes mantém-se 24 horas por dia em ligação com as terras nativas.
Quanta interacção se vê entre os chineses e os indianos embora ambos os grupos estejam aqui há mais de um século?
Os chineses que vivem nos EUA integraram-se nesta cultura, tal como os judeus, os italianos, os escoceses e os irlandeses.
O Canadá, por outro lado, não só é um país multi-étnico como para sua destruição, é um país multicultural. Não há a supremacia da cultura anglo-saxónica, judaico-cristã que há nos EUA.
O que este escritor sikh revela é que os sonhos de um grupo étnico a celebrar a cultura de outro grupo étnico é isso mesmo, um sonho. Para além dos secularistas caucasianos (que fingem celebrar a "diversidade" como forma de avançarem com o seu marxismo cultural), cada cultura celebra as virtudes (ou o que eles pensam serem virtudes) da sua própria cultura.