
Odivelas, como dizem alguns moradores (brancos, por acaso…) está entregue à bicharada:
” José Mendes, 72 anos, a viver no local há 12, relata que a polícia queria deter um homem e os companheiros não deixavam. «Eram para aí uns 50 (…) foi uma confusão». Refere que a polícia atirava «tiros para o ar para os acalmar», mas sem sucesso. «Foi uma vergonha».
No bairro diz-se que o problema é a polícia não ter poderes. «Se chega aí a polícia e dá uma palmada a um, eles começam a bater na polícia e se a polícia carrega em algum ainda vai a tribunal o polícia».
José Mendes garante que o povo anda «todo revoltado». O grupo em causa, indica, reúne-se no Centro Comercial: «Quando há futebol, então, eu nem lá entro. Ontem pareciam formigas e as pessoas não se metem porque têm medo».
PS – O tribunal mandou em liberdade os oito detidos pela PSP, na sequência dos confrontos e da tentativa de invasão da esquadra da PSP. Parabéns, senhores juízes…
Aparentemente basta ter uma certa côr na pele para não se ser responsável pelo seu comportamento. Claro que a subversão dos valores tradicionais - tão comum no esquerdismo - é o motivo principal desta balcanização das cidades europeias.
O sistema legal do mundo ocidental historicamente responsabilizou as pessoas pelo seu comportamento. raramente levando em conta se ela é pobre, negra, chinesa ou outra característica que não torne a pessoa inimputável.
Gramsci e todos os ideólogos do marxismo, por outro lado, na sua tentativa de "transformar" a sociedade de modo a torná-la mais susceptível de cair nas mãos dos comunistas, visou usar os bandidos, os traficantes, os ladrões e todos aqueles que tivessem um estilo de vida contrário à norma estabelecida contra a ordem vigente.
Mas da forma como as leis ocidentais estão construídas, as hipóteses desses criminosos estarem por trás de grades (e desde logo, inúteis para a causa revolucionária) são enormes e como tal, o politicamente correcto ataca as leis como forma de 1) ter os delinquentes cá fora e 2) espalhar um clima de terror e desconfiança geral da população em relação ao sistema legal.
Esta indoutrinação está tão assente na mente esquerdista que é impossível dizer-se a verdade sem que eles entrem em histeria e acusem interlocutor de "racismo". Por exemplo, se alguém (preferencialmente, um caucasiano) diz que os negros estão sobre-representados nas prisões americanas (um facto incontornável), os esquerdistas entram em paranóia tentam acabar com a discussão com insultos e ataques pessoas - como se a validade dessa alegação dependesse do carácter de quem a diz.
O que está a acontecer em Odivelas faz parte do plano esquerdista. Para eles, a utilidade dos delinquentes é mais importante do que a segurança das pessoas que subscrevem a moralidade tradicional. Afinal, quem é mais susceptível de se envolver em "revoluções": o pai de família, com emprego das 9 às 15, ou o ladrão que odeia o sistema legal? A mulher conservadora, responsável e adulta, ou a mulher promiscua que se orgulha de ter sido sexualmente usada por vários machos - como se isso fosse algo de que se orgulhar?
Porque é que pessoas com a mentalidade do radical Francisco Loiçã apoiam a imigração desmedida? Não é porque ele se preocupa com a vida dos imigrantes mas sim porque pessoas com valores morais tradicionais não se alinham com "revolucionários".
O que está a acontecer em Odivelas é exactamente o que os esquerdistas querem para o resto do país., mas eles só irão ser bem sucedidos se o resto da população deixar.