
O National Post reportou:
Segundo Mike Hulme, um proeminente cientista climático e um profundo conhecedor da PIAG, o Painel Intergovernamental em torno do Aquecimento Global das Nações Unidas enganou a imprensa e o público ao fazer passar a mensagem de que supostamente milhares de cientistas suportavam as suas alegações acerca do aquecimento global antropogénico [AGA].O numero actual de cientistas que se alinhavam com esta alegação climática não era "mais do que uma pequena dúzia de peritos"afirmou Mike Hulme num artigo escrito para a "Progress in Physical Geography", co-escrito com o estudante Martin Mahony.
“Alegações de que '2,500 dos cientistas de topo chegaram a um consenso de que as actividades humanas estão a ter impacto significativo no ambiente' são insinceras" afirma o artigo de forma directa, acrescentando que as mesmas deixaram "o PIAG vulnerável a criticismo externo."
A caracterização de Humle acerca dos exageros do PIAG em torno do número de cientistas que suportaram a alegação do AGA pode ser encontrada nas páginas 10 e 11 do seu artigo. O mesmo pode ser lido aqui.
Patético.
Conclusão:
Mais uma vez se vê que o "consenso" não significa nada em termos científicos. O que interessa são os dados e as evidências e não as crenças de uma certa elite.Isto é muito importante para o qualquer tipo de debate contra os esquerdistas uma vez que uma das formas através da qual eles tentam acabar com o debate mesmo antes de começar é afirmarem que o ponto de vista que eles defendem é consensual entre os "cientistas".
Bem, talvez seja, mas mesmo que fosse verdade, isso não é evidência para nada.
Esta notícia é mais uma grande derrota para o comunismo e para os "redistribuidores da riqueza" e uma grande vitória para a ciência.
