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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Inglaterra: mais de 40% dos casos de violência doméstica é dirigida aos homens


Contrariando a mentira feminista e governamental que visa colocar a mulher como a única vítima de violência doméstica, estudo levado a cabo pela organização pela defesa dos direitos dos homens "Parity" (Inglaterra) demonstrou que 2 em cada 5 vítimas de violência doméstica são homens.

Os homens que são atacados pelas parceiras não só são geralmente ignorados pela polícia, como muitas vezes vêem as agressoras a serem deixadas em liberdade. Para além disso, há comparativamente muito menos casas de refúgio para homens vítimas da violência feminina.

A análise aos dados estatísticos em torno da violência doméstica mostra que o número de homens atacados pelas mulheres ou namoradas é muito maior do que se pensava. A reportagem "Domestic Violence: The Male Perspective" declara:

A violência doméstica é essencialmente vista segundo o padrão mulher/homem agressor, mas as evidências demonstram que esta é uma imagem incorrecta.
Dados provenientes dos boletins estatísticos da Home Office e do "British Crime Survey" mostram que os homens são cerca de 40% das vítimas de violência doméstica em cada um dos anos entre 2004-2005 a 2008-2009.

Em 2006-07 os homens foram cerca de 43,4% das vítimas entre todos aqueles que sofreram abusos por parte dos parceiros no ano anterior. Os números subiram para 45%,5 em 2007-08 mas desceram para 37,7% em 2008-09.

Segundo o mesmo documento, números semelhantes ou ligeiramente superiores de homens foram sujeitos a força severa num incidente com a parceira. Em 2006-07 o número foi de 48,6%, em 2007-08 foi de 48,8% e em 2008-09 foi de 37,5%.

O boletim de 2008-09 declara:

Uma em cada 4 mulheres (28%) e 1 em cada 6 homens (16%) experimentou violência doméstica desde os seus 16 anos. Estes números são equivalentes aos estimados 4,5 milhões de mulheres vítimas de violência doméstica e aos estimados 2,6 milhões de homens vítimas de abuso doméstico.

6% das mulheres e 4% dos homens reportaram ter experimentado violência doméstica no ano anterior, equivalente ao milhão de mulheres vítimas de abuso, e 600,000 homens também vítimas de abuso,

Os activistas pelos direitos do homem (MRA) alegam que, não só os homens são tratados como "vítimas de segunda classe", como muitas forças policiais e concílios não os levam a sério.
As vítimas masculinas são quase invisíveis aos olhos de autoridades como a polícia . . . O seu sofrimento é largamente ignorado pelos órgãos de informação, pelas reportagens oficiais e pelos medidas governamentais. Isto pode ser visto no provisão pelas casas de refúgio: em Inglaterra e País de Gales há 7,500 casas de refúgio para mulheres e apenas 60 para os homens.
Os números oficiais subestimam o verdadeiro número de vítimas masculinas, afirma John Mays (Parity).
Culturalmente é difícil os homens trazerem a lume estes incidentes de modo a que as autoridades as notem. Os homens estão relutantes em dizer que foram vítimas de violência por parte de mulheres uma vez que isso é visto como fraqueza e algo pouco digno dum homem.
O número de mulheres condenadas por violência doméstica subiu de 1,575 em 2004-05 para 4,266 em 2008-09.

Alex Neill (parlamento escocês) afirma:

Tanto os homens como as mulheres podem ser vítimas e nós sabemos que o homens estão sob pressão imensa para manter a aparência de que tudo está bem.

Abuso doméstico contra os homens é tão repugnante como quando a vítima é uma mulher.

Aparentemente Alex Neill não sabe que os governos lucram muito mais (em poder e impostos) com a indústria da violência doméstica se esta se focar exclusivamente na mulher como vítima.

Mark Brooks da "Mankind Initiative", uma linha de ajuda para as vítimas, afirma:

É um escândalo que em 2010 as vítimas de violência doméstica não estejam a ser tratadas da mesma forma.

Rejeitamos a análise de género (inglês: "gendered") que muitos membros da elite governante ainda perseguem, nomeadamente, que o foco principal deve ser nas vítimas femininas.

Todas as vítimas deveriam ser vistas como indivíduos e ajudadas de igual modo.

Como dito em cima, isto nunca irá acontecer por vontade governamental (o governo é a entidade que financia o feminismo através da indústria da violência doméstica entre outras). Isto só mudará se os homens lançarem um ataque sem misericórdia a todas as ideologias feministas que promovem o ódio e a intolerância.

O feminismo é uma ideologia baseada no ódio, no poder e na ganância. Como tal, para o bem da sociedade, ele tem que ser combatido e destruído.

Fonte


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