Os homens que são atacados pelas parceiras não só são geralmente ignorados pela polícia, como muitas vezes vêem as agressoras a serem deixadas em liberdade. Para além disso, há comparativamente muito menos casas de refúgio para homens vítimas da violência feminina.
A análise aos dados estatísticos em torno da violência doméstica mostra que o número de homens atacados pelas mulheres ou namoradas é muito maior do que se pensava. A reportagem "Domestic Violence: The Male Perspective" declara:
A violência doméstica é essencialmente vista segundo o padrão mulher/homem agressor, mas as evidências demonstram que esta é uma imagem incorrecta.Dados provenientes dos boletins estatísticos da Home Office e do "British Crime Survey" mostram que os homens são cerca de 40% das vítimas de violência doméstica em cada um dos anos entre 2004-2005 a 2008-2009.
Em 2006-07 os homens foram cerca de 43,4% das vítimas entre todos aqueles que sofreram abusos por parte dos parceiros no ano anterior. Os números subiram para 45%,5 em 2007-08 mas desceram para 37,7% em 2008-09.
Segundo o mesmo documento, números semelhantes ou ligeiramente superiores de homens foram sujeitos a força severa num incidente com a parceira. Em 2006-07 o número foi de 48,6%, em 2007-08 foi de 48,8% e em 2008-09 foi de 37,5%.
O boletim de 2008-09 declara:
Uma em cada 4 mulheres (28%) e 1 em cada 6 homens (16%) experimentou violência doméstica desde os seus 16 anos. Estes números são equivalentes aos estimados 4,5 milhões de mulheres vítimas de violência doméstica e aos estimados 2,6 milhões de homens vítimas de abuso doméstico.Os activistas pelos direitos do homem (MRA) alegam que, não só os homens são tratados como "vítimas de segunda classe", como muitas forças policiais e concílios não os levam a sério.6% das mulheres e 4% dos homens reportaram ter experimentado violência doméstica no ano anterior, equivalente ao milhão de mulheres vítimas de abuso, e 600,000 homens também vítimas de abuso,
As vítimas masculinas são quase invisíveis aos olhos de autoridades como a polícia . . . O seu sofrimento é largamente ignorado pelos órgãos de informação, pelas reportagens oficiais e pelos medidas governamentais. Isto pode ser visto no provisão pelas casas de refúgio: em Inglaterra e País de Gales há 7,500 casas de refúgio para mulheres e apenas 60 para os homens.Os números oficiais subestimam o verdadeiro número de vítimas masculinas, afirma John Mays (Parity).
Culturalmente é difícil os homens trazerem a lume estes incidentes de modo a que as autoridades as notem. Os homens estão relutantes em dizer que foram vítimas de violência por parte de mulheres uma vez que isso é visto como fraqueza e algo pouco digno dum homem.O número de mulheres condenadas por violência doméstica subiu de 1,575 em 2004-05 para 4,266 em 2008-09.
Alex Neill (parlamento escocês) afirma:
Tanto os homens como as mulheres podem ser vítimas e nós sabemos que o homens estão sob pressão imensa para manter a aparência de que tudo está bem.Abuso doméstico contra os homens é tão repugnante como quando a vítima é uma mulher.
Mark Brooks da "Mankind Initiative", uma linha de ajuda para as vítimas, afirma:
É um escândalo que em 2010 as vítimas de violência doméstica não estejam a ser tratadas da mesma forma.Rejeitamos a análise de género (inglês: "gendered") que muitos membros da elite governante ainda perseguem, nomeadamente, que o foco principal deve ser nas vítimas femininas.
Todas as vítimas deveriam ser vistas como indivíduos e ajudadas de igual modo.
O feminismo é uma ideologia baseada no ódio, no poder e na ganância. Como tal, para o bem da sociedade, ele tem que ser combatido e destruído.