sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quem é Karen Hudes?

Por Michael Snyder

Karen Hudes é graduada pela Yale Law School e trabalhou para o departamento legal do Banco Mundial durante mais de 20 anos. Na verdade, ela foi despedida por denunciar a corrupção que existe dentro do Banco Mundial. Devido a isto, ela está numa posição única para observar a forma como a elite global controla o mundo; a informação que ela está agora a revelar ao público é absolutamente surpreendente.

Segundo Hudes, a elite usa um restrito grupo de instituições financeiras e mega-empresas para dominar o planeta. O objectivo é o controle; eles querem-nos escravos da dívida, querem todos os nossos governos escravos da dívida, e querem todos os nossos políticos viciados às gigantescas contribuições financeiras que eles canalizam para as suas campanhas eleitorais. Uma vez que a elite é também dona das grandes companhias mediáticas, os média nunca nos revelam nada do segredo de que há algo fundamentalmente errado com a forma como funciona o nosso sistema.

Lembrem-se: isto: isto não são as palavras dum "teórico  da conspiração" mas sim as palavras duma advogada graduada de Yale que trabalhou dentro do Banco Mundial por mais de duas décadas. O resumo que se segue das suas credenciais chegam-nos directamente do seu site:

Kares Hudes estudou Direito na Yale Law School e Economia na Universidade de Amsterdão. Para além disso, Hudes trabalhou dentro do US Export Import Bank dos Estados Unidos  entre 1980 a 1985, e no Departamento Legal do Banco Mundial entre 1986 a 2007. Ela fundou o Non Governmental Organization Committee da International Law Section da American Bar Association, o Committee on Multilateralism, e o Accountability of International Organizations do American Branch of the International Law Association.

Actualmente, Hudes tenta de forma dedicada expor o sistema financeiro corrupto que a elite global usa para controlar a riqueza do mundo. Durante uma entrevista para o New American, Hudes falou da forma como nós estamos a permitir que este grupo de elitistas controle de forma absoluta os recursos do planeta:

Antiga funcionária do Banco Mundial, a ex-Consultora Sénior Karen Hudes afirma que o sistema financeira global é dominado por um pequeno, e corrupto, grupo de figuras sedentas de poder, centrado no banco privado com o nome de Federal Reserve (Estados Unidos). Ela explicou como esta rede obteve o controle dos média como forma de ocultar os seus crimes.

Numa entrevista para o The New American, Hudes disse que quando tentou alertar [o público] para os múltiplos problemas dentro do Banco Mundial, ela foi despedida pelos seus esforços. Hoje em dia, e juntamente com uma rede de denunciantes, Hudes está determinada a expor e colocar um ponto final na corrupção. E ela está confiante no seu sucesso.

Citando um explosivo estudo Suiço publicado na revista PLOS ONE sobre a "rede global de controle corporativo", Hudes ressalvou que um pequeno grupo de entidades - na sua maioria, instituições financeiras e, especialmente, bancos centrais - exerce ocultamente uma quantidade gigantesca de influência sobre a economia internacional. Ela explicou que, "O que realmente está a acontecer é que os recursos mundiais estão a ser dominados por este grupo", acrescentando ainda que "pessoas corruptas ávidas de poder" conseguiram também dominar os média. "Eles estão a receber permissão para o fazer."

Eu escrevi previamente sobre o estudo Suíço que Hudes menciona. O mesmo foi levado a cabo por um grupo de pesquisadores do Swiss Federal Institute of Technology em Zurique (Suiça). Eles estudaram os relacionamentos entre 37 milhões de companhias e de investidores do mundo inteiro, e descobriram que existe uma "super-entidade" de apenas 147 e vincadamente restritas mega-corporações que controlam 40% de toda a economina mundial..

Quando a equipa continuou a desenredar ainda mais a rede de posse, descobriu que a maior parte dela rastreava de volta para uma "super-entidade" de 147 companhias ainda mais coesas - toda a sua posse era mantida por membros da super-entidade - que controlava 40% de toda a riqueza dentro da rede. "Na verdade, menos de 1% das companhias era capaz de controlar 40% de toda a rede", afirma Glattfelder. A maior parte eram instituições financeiras e as 20 do topo incluíam o Barclays Bank, a JPMorgan Chase, e o Goldman Sachs Group.

Mas a elite global não controla só estas mega-corporações; segundo Hudes, ela [a elite] controla também as não-eleitas e não-responsabilizáveis organizações que controlam as finanças de virtualmente todas as nações sobre a face do planeta. O Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, e os bancos centrais - tais como o Federal Reserve - literalmente controlam a criação e o fluxo de dinheiro em todo o mundo.

No ápice deste sistema está o Bank for International Settlements [Banco de Compensações Internacionais]; este é o banco central dos bancos centrais e mais embaixo encontra-se um vídeo onde se pode ver Hudes a dizer o seguinte a Greg Hunter (USAWatchdog.com):

Não temos que esperar até que alguém despeça o Fed [Federal Reserve] ou o BIS [Bank for International Settlements] .... Alguns estados já começaram a reconhecer a prata e o ouro, metais preciosos, como moeda.

A maior parte das pessoas nunca ouviu falar no Bank for International Settlements, mas o mesmo é uma organização extremamente importante. Num artigo anterior descrevi como este "banco central do mundo" é de, forma literal, imune às leis de todos os governos nacionais:

Uma imensamente poderosa organização internacional, da qual a maior parte das pessoas nunca ouviu falar, secretamente controla o fornecimento de dinheiro do mundo inteiro. A mesma chama-se Bank for International Settlements, e é o banco central dos bancos centrais. Localizado em Basileia, na Suiça, o mesmo tem filiais em Hong Kong, e na Cidade do México.

Essencialmente, esta instituição é o banco central não-eleito e não-responsabilizável do mundo, e o mesmo tem imunidade total de tributação e de subserviência às leis nacionais. Até a Wikipedia admite que o mesmo "não responde [legalmente] perante um único governo nacional do mundo".

O Bank for International Settlements foi usado pelos Nazis para lavagem de dinheiro durante a Segunda Guerra Mundial, mas actualmente o propósito principal do BIS é o de orientar e direccionar o sistema financeira global centralmente-planeado. Hoje, um total de 58 bancos centrais do mundo pertencem ao BIS e o mesmo tem muito mais poder sobre a forma como a economia Americana (ou qualquer outra economia) se irá desempenhar durante o próximo ano do que qualquer político.

A cada dois meses, o banqueiros centrais do mundo reúnem-se em Basileia para mais um "Encontro Económico Mundial". Durante estes encontros, são tomadas decisões que afectam todo o homem, mulher e criança do planeta, no entanto nenhum de nós tem voz sobre o que por lá ocorre. O Bank for International Settlements é uma organização que foi criada pela elite global , opera para o benefício da elite global, e tem como propósito ser uma das pedras angulares do emergente sistema económico mundial único.

Este sistema não veio a existir por acaso mas é sim algo que a elite global tem estado a desenvolver há já algum tempo. Num artigo anterior com o título de "Quem Controla o Mundo?", inclui a citação do professor de História da Georgetown University, Carroll Quigley, que faz parte dum livro que ele escreveu no logínquo ano de 1966, onde ele discute os planos da elite para o Bank for International Settlements:

[O]s poderosos do capitalismo financeiro tinham outro propósito de longo alcance: nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro na posse de  entidades privadas, não só capazes de dominar o sistema político de cada país, mas também a economia do mundo como um todo. Este sistema seria controlado duma forma feudalista pelos bancos centrais do mundo (agindo em sintonia), por acordos secretos conseguidos em encontros frequentes, e por reuniões privadas. O ápice deste sistema seria controlado pelo "Bank for International Settlements" na Basileia, Suíça, sendo ele um banco privado possuído e controlado pelos bancos centrais do mundo que seriam também eles companhias privadas.

E é precisamente isso que temos nos dias de hoje. Temos um sistema de "neo-feudalismo" onde todos nós e os nossos governos se encontram escravos da dívida. O sistema é governado pelos bancos centrais e pelo Bank for International Settlements, e o mesmo transfere de forma sistemática a riqueza do país das nossas mãos para as mãos da elite global.

Mas a maior parte das pessoas não sabe que isto está a acontecer porque a elite global também controla o que vemos, ouvimos e que tipo de coisas nós pensamos. Hoje em dia, seis empresas mediáticas gigantescas controlam 90% de todas as notícias e entretenimento que assistimos nas televisões Americanas. É este sistema insidioso que Karen Hudes está a tentar desmascarar.

Para mais informações, oiçam Joyce Riley (Power Hour) a entrevistar Karen Hudes por uma hora aqui [mp3].

video

Fonte: http://bit.ly/1ruzPf4

* * * * * * *

Convém ressalvar que é esta mesma elite global que financia o activismo homossexual, o feminismo, os "movimentos sociais", e todos os movimentos que visam desestabilizar a ordem social dos países ocidentais. Lembrem-se do que Snyder diz no artigo: Temos um sistema de neo-feudalismo. Neste sistema neo-feudal, quanto menos organizados estiverem os "não-feudais", melhor é para a elite global visto que uma oposição organizada é uma ameaça constante.

É precisamente sob esse prisma que temos que olhar para os "movimentos sociais" (activismo lgbt, feminismo, movimentos raciais, etc) - nomeadamente, como armas da elite capitalista que têm como propósito desorganizar a sociedade, consolidar o poder da elite, e lucrar duplamente com a nossa miséria.

Também por isso é que é importante levar em conta que resistência aos alegados "movimentos sociais" não é "ódio" aos homossexuais, nem às mulheres, e muito menos às ditas "minorias étnicas", mas sim uma guerra cultural contra uma elite que "apenas e só" controla tudo o que ocorre dentro da sociedade, e que uma vitória dos "movimentos sociais" não é uma vitória para os homossexuais, nem para as mulheres ou e nem para as ditas "minorias", mas apenas e só para a elite capitalista que controla os bancos centrais e quase todo o mundo.

A única ideologia com alcance global, e com o poder real (espiritual), capaz de resistir às investidas da elite capitalista é o Cristianismo; é precisamente por isso (ou também por isso) que os activistas lgbt, as feministas - e muitos outros grupos - têm um ódio particular contra esta religião (e só contra ela).







5 comentários:

  1. http://revistaglamour.globo.com/Na-Real/noticia/2014/03/documentario-revela-o-grupo-feminista-femen-e-comandado-por-um-homem.html

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  2. http://whiteresister.com/index.php/stories/1519-somalians-celebrate-christmas-in-denmark-horrific-racially-motivated-attack-on-white-couple

    Alienígenas comemoram o natal na Dinamarca.

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  3. http://nationalvanguard.org/2014/12/biological-reality-part-1/

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  4. Cada vez mais se confirma o que estudei por longos anos: Que a as causas Feministas,LGBT,anti-sexistas são Capitalistas...o Socialismo é a ideologia do compartilhamento da miséria....o próprio ateísmo é filhote do Protestantismo,não do Comunismo...as causas da liberdade que moveram a Reforma Protestante e a Revolução Francesa são burguesas....por isso me apaixonei por tudo isso...Viva as causas da Reforma,da Revolução e do Feminismo...um 'Gramsci' da vida nunca poderia tê-las proporcionado,no máximo teria imitado....LIBERTÉ,EGALITÉ,FRATERNITÉ!!!!!

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  5. http://whiteresister.com/index.php/stories/1521-gang-raped-raped-until-bleeding-with-a-gun-gang-raped-again

    Da limpeza étnica dos brancos na Suécia.

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