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quinta-feira, 7 de junho de 2018

E as mulheres polícias abatidas na Bélgica não revolta as feministas?

Por Cristina Miranda

Isabel Moreira, essa deputada cujas batalhas tem sido apenas pela defesa do cigarro electrónico, pelo direito de fumar em locais públicos, eutanásia, casamento gay, adopção gay, pelo aborto, mudança de sexo aos 16 anos e drogas livres, está zangada.

Então não é que foram fazer uma publicidade com uma mãe fumadora para alertar sobre os perigos dessa dependência agora que foi revelado um estudo que aponta para o crescimento de mulheres fumadores ultrapassando já os homens?  Onde já se viu usar uma mulher para passar uma mensagem às mulheres com tanto género disponível (dizem que são cerca de 70)?

Uma publicidade, não pode ter um mercado alvo. Tem de ser ambígua. Tem de servir os géneros todos senão é discriminação. A mesma disse à agência Lusa: “Espero que o Ministério da Saúde retire a campanha, que é uma campanha misógina e culpabilizante das mulheres”. Não se assustem. Este raciocínio não é de um doente mental. É de uma deputada que é paga (e bem paga!) por todos nós.

Estamos na era da idiotice avalizada pelos defensores do politicamente correcto. Os criadores de idiotices estão em todo o lado prontos para actuar a cada segundo. Escrutinam tudo ~e mais alguma coisa para encontrar motivos de discórdia alegando discriminação. Uma simples opinião que põe em causa uma teoria oficial ou até comprovar cientificamente a falácia de certas ideologias, vai imediatamente desencadear todo um processo de desacreditação das pessoas que tiveram a coragem de questionar ou contrariar, chegando ao extremo de processar, rotular  ou prender quem não se submete às idiotices da desconstrução social como foi o caso do jornalista inglês Tommy Robinson. 

Este Mundo tornou-se perigoso. Os doidos agora andam soltos e com  o apoio dos Governos e organizações internacionais.

O caso da dita publicidade podia ter ficado por aqui com estas baboseiras a que Isabel nos habituou há muito. Mas não. Tinha de entrar no “campo de batalha” as Capazes, famosas pela defesa dos transportes públicos separados,  sanções a livros para meninas,  proibição de voto a homens brancos e tantas outras pérolas. 

A associação vai mesmo processar quem autorizou esta publicidade alegando que “o problema é a redução da campanha a uma série de estereótipos que têm prejudicado a mulher, reduzindo-a ao papel de mãe e ao papel de princesa”. 

Estas “snowflakes” sentem-se atingidas na mensagem da publicidade cujo filme é da autoria de alunas da Escola Profissional de Artes, Tecnologias e Desporto. Vejam só que irónico. São duas meninas. Vá lá… o mundo das mulheres não está perdido. A esperança vive, sem dúvida,  nestas jovens lúcidas imunes à lavagem cerebral do marxismo cultural.

É curioso ver quanta hipocrisia reina nestas cabeças desorientadas. Estão tão presentes nas causas inventadas onde não há problemas (só uma mente distorcida vê descriminação na publicidade em causa) mas completamente ausentes, a marimbarem-se literalmente com  mulheres vítimas do politicamente correcto, em serviço na Bélgica enquanto defendiam o país de migrantes extremistas que o governo alberga. 

A morte destas duas mulheres polícias não as comoveu, não as fez exigir mais controlo na aceitação de migrantes nem tão pouco foi exigido um voto de pesar no Parlamento como o foi  para Marielle Franco. Porquê? É simples: estas feministas não representam as mulheres. Representam uma agenda  “sui generis” para as mulheres. Quem não bater palmas a essa agenda, feita por elas, onde só cabem as mulheres ocidentais (mas não todas) é excluída das suas  “lutas”. Haja coragem para o admitir.

Sou mãe de uma jovem que fuma e confirmo que este flagelo está em crescimento nas adolescentes que amanhã serão também mães. Mas eu não sou politicamente correcta. Não digo à minha filha que “as princesas não fumam” (uma forma muito querida e inofensiva de abordar o tema para as sensibilizar). 

Digo peremptoriamente que “fumar é estúpido” numa sociedade que promove cada vez mais uma vida saudável. Digo com toda a dureza que “é uma tonta” e que se não fizer nada por ela agora, mais tarde se arrependerá com a perda da própria saúde. Digo-lhe que “só alguém pouco inteligente” se mata lentamente com uma porcaria que não serve para nada muito menos para se promover socialmente (como era no meu tempo de liceu).  Digo o que tem de ser dito sem delicadeza. Sem pinças. 

Não por não a ver como minha princesa (que mal tem isso?) mas porque quando o tema é duro,  opto sempre por uma mensagem também dura.  Se  em vez de uma menina fosse um rapaz e a mãe dissesse,  “os heróis não fumam” , também seria uma histeria porque haveria sempre uma feminista a ver descriminação “contra as mulheres”, ao atribuir aos rapazes a imagem de heróis, porque os coloca numa posição superior  em relação às meninas. 

É assim que funciona a cabeça destas mulheres. Vêem discriminação em tudo.

Perder tempo a alegar descriminação imaginária numa simples publicidade, muito bem feita, idealizada por duas jovens do ensino secundário, sem qualquer desrespeito por ninguém, enquanto se ignora as verdadeiras vítimas, só demonstra a inutilidade desta gente que vive à custa do Estado. Não há paciência!

Cristina Miranda

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feminismo: movimento baseado no ódio

Imagina que tu eras uma mosca que se encontrava dentro duma sala onde decorria uma reunião privada. Da lista de participantes faziam parte uma lobista executiva, uma professora universitária, uma membra dum concílio artístico, uma escritora política, uma novelista "best-seller", uma assistente de comunicações duma câmara de comércio, uma web designer, uma professora envolvida em educação de crianças especiais e uma profissional dedica aos cuidados infantis.
O que é que achas que ouvirias nessa reunião? Talvez planos para melhorar a educação de crianças, especialmente aqueles com necessidades especiais? Talvez um apelo para se mobilizarem recursos com os quais se possam garantir que as crianças não entrem nas aulas com fome, ou que elas não sejam vítimas de abuso e exploração? 

Ou se calhar ouvirias genuínas preocupações àcerca da qualidade da educação e dos orçamentos escolares durante a recessão global. Ou ouvirias discussões em torno dos problemas com os quais a geração vindoura de cidadãos mundiais teriam que lidar. 

Bem, uma reunião desse tipo tem ocorrido liderada por indivíduos suficientemente qualificados para se equivalerem à lista mostrada em cima no texto. Mas as melhorias educacionais não foram os seus tópicos de conversa.

A agenda da reunião foi o desejo comum de abusar e matar crianças, amarrar pessoas em edifícios de madeira e explodir o prédio, atirar crianças através e de janelas, insistir com o infanticídio e eugénica forçada e seriamente entreter e prosseguir a ideia de seguir com métodos para exterminar metade da população mundial.

Se estás à espera da piada final, não esperes.

O RadFem Hub (RadFem é versão encurtada de Radical Feminist) é um site que exibe artigos escritos por activistas muito bem conhecidas, muitas delas com posições politicas e sociais influentes.
O site tem sido o foco de alguma atenção desde que a novelista Pamela O’Shaughnessy (a feia da foto), postando sob o nome de Vliet Tiptree, escreveu um artigo advogando experiências em seres humanos e eugenismo forçado de modo a que se possa "extirpar" alguns aspectos da masculinidade.

As editoras da RadFem Hub frequentemente professam e promovem solidariedade filosófica com Valerie Solanas, a doente mental e autora do livro "The Scum Manifesto", e uma ideóloga violenta que propôs a extermínio dos homens.

Ela também disparou contra Andy Warhol, ferindo-o para toda a vida.

Algumas figuras bem conhecidas estão intimamente associadas ao RadFem Hub.

Loretta Kemsley, editora da Moon Dance Magazine, que recebeu um prémio da "United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization", é listada como alguém que tem "presença no conselho" no seu perfil público lá listado.

Sheila Jeffreys, autora feminista e professora na "University of Melbourne" tem uma presença pública lá e frequentemente providencia artigos. 

Julie Bindle, autora e colunista no The Guardian, um jornal popular na Grã-Bretanha, também postou por lá.

No entanto, por baixo da fachada de consciência social da RadFem, e agregado ao mesmo site, existe um fórum privado; o núcleo e o sala que servem de motor para todo o site. As discussões lá presentes, tidas como fora do visionamento público, são virulentas e cheias de ódio. Com relativa frequência elas eram temperadas com apelos à violência. Durante muito tempo elas foram bem sucedidas em manter o secretismo e a a privacidade.

Até agora.

Durante os últimos meses, um operacional - que vamos identificar como Agente Laranja - conseguiu com sucesso infiltrar-se no grupo e recolher bastante informação. Entre esta informação encontram-se mais de 100 screen shots que documentam o que só pode ser qualificado de a mais chocante evidência de ódio extremo presente no movimento feminista alguma vez visto.

Não só estas conversas foram muito bem documentadas com screen shots, como foi possível ao Agente Laranja, com a ajuda de um investigador, localizar as identidades de várias figuras. Não só o nível de confiança da informação é enorme, como mais serão reveladas num futuro próximo.

Eis aqui uma porção das mulheres identificadas bem como as suas declarações.

Danielle Pynnonen (nickname “Allecto”), uma mulher que trabalha com crianças mas cujo patrão é desconhecido. 

Kat Pinder (nickname “Amazon Mancrusher”), coordenadora de desenvolvimento da comunidade em Perth (Austrália) e ex-participante do programa inglês Big Brother;



Isabelle Moreira (nickname: “Izzie”), programadora web do Brasil (Curitiba);

Lucy Nicholas (“Luckynkl”), professora e palestrante tanto na University of Edinburgh como na University of Portsmouth. Neste post, Nicholas claramente demonstra o entendimento de que as ideias que ela está a avançar são ilegais;







Mary Syrett (“Mary Sunshine”), escritora e membro da City of Kingston Arts Council em Ontário, Canada;

Julie LeComte (“Rain”), assistente de comunicação na Câmara do Comércio e Indústria Franco-Canadiana na Austrália;



Lorraine Allen (“White Tiger”), educadora e professora de pessoas especiais no The Center for Discovery Hurleyville, New York;



Laila Namdarkhan (“yabawife”), uma conhecida activista feminista que foi instrumental na aprovação de legislação relativa à saúde mental das mulheres nas prisões da Grã-Bretanha;

E, claro, Pam O’Shaughnesey (nickname alterada de Vliet Tipree” para “karma”), uma escritora de renome, editora e advogada. Neste post, a total depravação da ideologia defendida pela O’Shaughnessy exibe-se de forma clara quando ela demonstra clara vontade em levar a cabo o "assassínio em massa" como "último recurso".


Estes prints representam apenas uma amostra das imagens e de outros dados que mostram pessoas reais a levar a cabo o que só pode ser descrito de orgia de ódio de género dirigido aos homens. 

O que é mais significativo é que estas feministas não são pessoas que vivem à margem da sociedade, mas sim mulheres que possuem cargos públicos e posições de revelo nos centros académicos e nos órgãos de comunicação.

As vozes e as ideias carregadas de ódio destas mulheres são ouvidas em centros de legislação um pouco por todo o mundo (e mesmo nas divisões das Nações Unidas).

Num futuro próximo, o corpo de dados integral recolhido pelo Agente Laranja vai-se tornar público. Isto significa que qualquer pessoa interessada em aprender mais àcerca destas pessoas, e publicar a sua própria análise nos seus blogues, contas de youtube o outro veículo, poderá fazê-lo.

Isto significa também que os membros públicos interessados podem vocalizar as suas preocupações à imprensa, bem como em qualquer lado onde quer que estas mulheres possam ser uma ameaça (especialmente no que se trata do bem estar de crianças).

Há já algum tempo que os MRA (Men's Rights Activists = Activistas Pelos Direitos do Homem) e outros têm tentado mostrar aos políticos e ao público em geral que o feminismo é, no seu âmago, um movimento fundado no ódio (e não na "igualdade"). As pessoas que contestam este ponto de vista alegam que o feminismo radical não é considerado como legítimo pela maior parte das feministas, e que as radicais não são levadas a sério.

Esta nova informação demonstra que isso é falso.

Estes dados, bem como a montanha de dados que estão para chegar, revelam que as feministas radicais, com seu pensamento preconceituoso e inclinado à violência, estão bem implantadas nos órgãos sociais, nos sistemas educacionais e nos sistemas governamentais um pouco por todo o mundo.

Para além disso, estas mulheres estão a exercer a sua influência de modo a avançar com legislação e políticas que não só reflectem o seu ódio aos homens e aos rapazes, como reflectem o seu desejo de se colocarem em lugares estratégicos de modo a que possam causar o maior número de dano possível aos homens. 

Fontes:
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