terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O auge do feminismo

Por W.F. Price

Eu sempre pensei que o ponto alto do feminismo foi durante a década 90, tomando como base as minhas observações pessoais. Aparentemente, esse pode muito bem ter sido o caso, pelo menos a julgar pelo visualizador ngram da Google. O blogueiro Audacious Epigone postou um gráfico revelando a frequência com que a palavra "feminismo" tem aparecido nos artigos através dos anos. O aumento ocorre durante os anos 70, atinge o ponto mais alto a meio dos anos 90, e actualmente encontra-se em declínio acelerado.


Audacious Epigone questiona:
Quanto deste declínio deve-se à realização das distinções biológicas e quanto deste declínio se prende com o facto das preocupações femininas terem sido ultrapassadas pelas preocupações de outras classes "vítimas como os negros ou os gays, que se encontram acima na pirâmide da vitimologia?
Não sei se algum destes factores é assim tão importante; eu sou de opinião de que a ascensão do feminismo reflecte a ascensão duma certa demografia que investiu muito no movimento. O auge do feminismo coincide com o auge da presença feminina na esfera laboral, que ocorreu na parte final dos anos 90. Era uma ideologia "capacitadora" para as mulheres nascidas entre, digamos, 1945 e 1964, que queriam a sua fatia da grande expansão económica que durou até cerca do ano 2000.

Hoje em dia, para as mulheres mais jovens, o feminismo tem pouca utilidade. As mulheres jovens são, em média, mais pobres que as suas mães. Para além disso, elas estão a ter dificuldade em obter apoio dos homens, da mesma forma que estão a ter dificuldade em obter empregos. O feminismo tem pouco - se alguma coisa - a lhes oferecer, e pode até ser algo negativo.

Há já muito tempo que sou de opinião de que as opiniões políticas das pessoas são primariamente motivadas pelo egoismo. Em Seattle, por exemplo, as pessoas votam de forma sobrepujante no Partido Democrata [esquerdistas], e estou seguro de que eles fazem isso porque Seattle é uma cidade que em larga escala depende do sector público. Dito de outro modo, é uma cidade universitária, sendo a Universidade de Washington, de longe, a maior empregadora local.

Nos anos 80, quando o sector privado ainda era razoavelmente robusto, as tendências de voto em Seattle eram mais divididas entre os Democratas e os Republicanos.

À medida que as condições mudam, as pessoas ajustam a sua ideologia de modo a que ela melhor reflicta os seus interesses pessoais. As mulheres com menos de 40 anos já não são as vencedoras do feminismo, mas começam a parecer as derrotadas: mães solteiras com pais ausentes e falidos, mulheres batalhando com as dívidas do empréstimo universitário, mulheres a trabalhar em empregos inferiores com ordenados pobres e a serem usadas para sexo casual (na verdade, são melhor definidas como prostitutas não-remuneradas) por homens receosos de serem escravizados pelo Direito Familiar feminista.

No fundo, no fundo, as mulheres mais jovens sabem que o feminismo não as está a ajudar em nada. É por isso que o feminismo está em declínio acelerado: ele tornou-se num movimento disfuncional não só para os homens e para as crianças, mas também para as mulheres.


* * * * * * *
Pode ser que o uso do termo "feminismo" esteja em declínio (muito graças às atitudes infantis e claramente ofensivas das feministas) mas o conceito em si se tenha tornado tão poderoso e tão permeado na cultura, que o uso da palavra como algo distinto da sociedade não faça mais sentido. De qualquer das formas, os anúncios da morte de qualquer movimento subversivo são sempre de se suspeitar, se esse anuncio não se faz acompanhar com o fim dos movimentos e das forças políticas que financiam esse mesmo movimento.




4 comentários:

  1. Ninguém fala em feminismo porque ele já se tornou uma prática óbvia, normal. Pouca gente sabe que certas atitudes são feministas, de tão entranhado que o feminismo já está. Basta proibir uma funcionária ou uma aluna de usar roupas inadequadas (muito curtas ou apertadas) que ela se achará "a oprimida" em sua liberdade e seu direito inalienável de andar seminua por onde bem entender (desafiando a autoridade em roupas ainda mais curtas e mais apertadas, isso quando não forem quase transparentes...).

    Se procurarmos as palavras "liberdade", "igualdade", "avanços / promoção para as mulheres", "direitos da mulher", "erradicação do machismo", conseguiremos detectar a escalada marxista no discurso e na prática.

    O feminismo não está em decadência. As "femens" , as participantes de paradas gays (sempre apoiando os movimentos revolucionários e desafiando as normas) e as marchas de vadias, todas de seios de fora, o provam muito bem. A porcentagem de mulheres que postam opiniões feministas neste blog encontra uma ou outra exceção, ao contrário do que ocorre com os homens, os que mais são prejudicados por tal ideologia totalitária. O dragão cospe fogo mais do que nunca!

    Está muito mais difícil para os homens conseguirem emprego do que as mulheres, principalmente porque os salários descem onde quer que elas se infiltrem. Mulher é mais barato. Sem contar que, dependendo da profissão (principalmente as que lidam com público, como vendas, administração, corretagem de imóveis, atendimento ao público, advocacia, etc), já vi muito homem competente sendo trocado por alguma mulher nem tão competente assim, mas com dotes físicos agradáveis de apreciar.

    As mulheres só perceberão que o feminismo é uma péssima atitude bem depois dos 35-40 anos, quando forem trocadas por "concorrentes" mais bonitas, mais jovens, mais agradáveis e sorridentes, e acabarem gastando compulsivamente com frivolidades como o único objetivo na vida para serem endeusadas por suas amigas falsas.

    Quando a situação ficar muito ruim (e perceberem que o dinheiro e uma ocupação levaram à solidão e se tornaram uma armadilha), um psiquiatra aumentará as doses de calmantes e outros remédios para elas continuarem fingindo que são "poderosas e resolvidas".

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    1. Vou te contar uma situação particular, CSJB.
      A minha família paterna tem cinco empresas na área de seguros. Eles demitiram TODAS as mulheres devido aos imensos problemas de comportamento e falta de profissionalismo que atrapalhava muito o andamento da administração. As únicas mulheres que trabalham é minha tia e minha mãe, de resto são TODOS Homens, desde secretário até os operadores. Isso prova que na prática algumas empresas já estão percebendo o problema que é trocar qualidade por quantidade.

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    2. Pats, seus parentes fizeram muito bem.

      Efeitos colaterais que elas trazem para qualquer ambiente de trabalho: problemas de comportamento e defeitos profissionais como falsidades, bajulações, grosserias, oscilações perigosas e agressivas de humor , falta de profissionalismo, excesso de pessoalidade, fofocas, verborragia, mania de encher os escritórios de fotos e plantas, falta de respeito com colegas e subalternos, excesso de suscetibilidades ao serem questionadas ou cobradas, gastos excessivos e desnecessários, falta de senso de prioridade, excesso de zelo com detalhes insignificantes, falta de foco quanto ao objetivo, mentiras, autopromoção, excesso de proteção aos amiguinhas (e politicagem para conseguir e manter empregos para elas - mesmo que elas não os mereçam), ineficiência, manipulações, chantagens emocionais, baixa resistência psicológicas a pressões, pouca resistência física, saúde podre (vivem faltando por problemas de saúde ou por preguiça), indisciplina e insolência, vitimismo (acham-se inatacáveis pelo simples fato de serem mulheres), comodismo (não se esforçam em condições adversas) e a lista continua...

      Claro que há exceções ou momentos em que não agem assim (e alguns homens efeminados ou mimados que também agem assim). Mas elas sempre põem tudo a perder nos momentos mais cruciais.

      Ninguém precisa de fracos nos momentos difíceis. Os heróis são condecorados por sua bravura em batalha, e não por suas bravatas.

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