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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

África do Sul: criminosos admitem ter afogado criança de 12 anos em água a ferver

Imagem de Amaro Viana, de 12 anos, colocada no Facebook.

Amaro Viana tinha 12 anos quando foi afogado em água a ferver pelos homens que violaram a sua mãe e mataram os seus pais durante um assalto à sua casa em Joanesburgo. Este massacre ocorreu a 1 de Outubro de 2011 e esta semana os três indivíduos admitiram a sua culpa. A sentença é conhecida a 6 de Setembro.

Os três homens entraram na casa da família Viana em Wakerville, Joanesburgo, a 1 de Outubro de 2011 com o objectivo de assaltarem a residência e vingarem-se da forma como a sua patroa, Geraldine Viana, 42 anos, os tratava.

O jardineiro da família, Patrick Petrus Radebe, 24 anos, o filho da sua empregada doméstica, Sipho Mbele, 21, declararam-se na terça-feira culpados de três acusações de homicídio e uma de violação cada. David Motaung, de 20 anos, declarou-se culpado da acusação de roubo.

O jornal Beeld relata os três abandonaram o tribunal sul-africano de volta às suas celas de sorriso nos lábios.

Segundo o contado pelos três acusados esta terça-feira em tribunal, Tony Viana, de 53 anos, chegou a casa, foi atacado com um taco de golfe e uma catana e ordenaram-lhe que abrisse o cofre da residência. Tony foi então amarrado e a mulher e o filho, que chegaram a casa pouco depois, foram amarrados em quartos separados.

Mbele violou então Geraldine enquanto Radebe a segurava, colocando-se em cima da sua cara. A mãe de Amaro foi depois violada por Radebe. Depois mataram-na com um tiro na cabeça com a arma do marido, que teve o mesmo destino.

Como eram conhecidos da família, os três acusados chegaram à conclusão de que iriam ser identificados por Amaro, de apenas 12 anos. "Fomos à casa de banho e abrimos a torneira. Fomos buscá-lo [ao Amaro] e pusemos-lhe uma mordaça porque ele estava a chorar. Depois metemos-lhe a cabeça dentro da banheiro, sabendo que ia afogar-se", disse o trio nos seus depoimentos.

As provas forenses indicam que Amaro foi afogado em água a ferver. Os seus pés e mãos estavam atados.

O cão da família foi esventrado porque ladrou muito durante o ataque.

A sentença será conhecida a 6 de Setembro.

Fonte

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Sinceramente não sei o porquê dos portugueses ainda ficarem neste país totalmente imerso no ódio racial contra os brancos. Será que eles não se apercebem que o seu tempo por lá acabou? Não é possível viver lado a lado com pessoas que te odeiam por seres como és (branco, negro, chinês, indiano, cigano, etc) - e não por causa daquilo que acreditas ou aquilo que fizeste.

Tal como as coisas estão, citando o blogue Dextra, "Eles contam com o silêncio de toda a grande média ocidental e com o apoio velado ou explícito de toda as classes conversadeiras nas academias, na imprensa, nos governos esquerdistas e nas ONGs ocidentais que, pelo menos desde os anos 60, fomentam o ressentimento e o ódio dos negros e outros grupos não brancos contra os eurodescendentes."

Isto faz parte da agenda marxista tendo em vista a nivelação da cultura mundial ao mínimo denominador comum. Os agentes marxistas não fazem isto porque se preocupam com os negros, mas sim como forma de destruir a identidade e a superior civilização Ocidental - tradicionalmente mais difícil de se submeter às mentiras esquerdistas.

Dito de outra forma: como não conseguem fazer a revolução com os brancos/Cristãos/Judeus/heterossexuais/etc, eles [os engenheiros marxistas] buscam outros "oprimidos" com os quais possam fazer aquilo que um dos líderes da Escola de Frankfurt tinha em mente quando perguntou: "Quem nos livrará da civilização ocidental?"

Foi uma longa espera mas parece que já há um leque enorme de "oprimidos" prontos a fazer isso mesmo.


terça-feira, 17 de abril de 2012

O que seria de nós sem o ateísmo estatal?



O que os ímpios fãs do John Lennon esquecem-se com frequência é que já existe um lugar sem países, sem religiões, e sem motivos para matar ou morrer. Visto do nosso ponto de vista, esse lugar é bastante pacífico. Ele chama-se de "caixão".

E não é por acaso que muitos inocentes acabem mesmo num caixão sempre que um homem utópico - que frequentemente é ateu mas não precisa de ser - se coloca numa posição de poder onde ele pode tentar construir o Novo Homem, a Nova Sociedade ou a Nova Ordem Mundial.

Não é o ateísmo que causa este utopismo letal, mas o facto amplamente observado é que os militantes ateus são muito susceptíveis a ele.


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