quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O porquê da elite globalista odiar Putin

Por Vox Day.

Eis aqui uma porção do excelente e perspicaz discurso de Vladimir Putin, que ilustra de forma perfeita o porquê dos globalistas e dos média anti-Ocidente estarem desesperados para o atacar e  para atacar a Rússia:

Um desafio maior para a identidade nacional Rússia está associada aos processos que observamos fora da Rússia. Entre eles listam-se a política externa, os valores morais e outros aspectos.

Observamos que muitos estados Euro-Atlânticos seguiram um caminho onde eles negam ou rejeitam as suas raízes, incluindo as suas raízes Cristãs que formam a base da civilização Ocidental.

Nestes países, as bases morais e muita da identidade tradicional está a ser negada - a nacionalidade, a religião, a cultura e até as identidades de género estão a ser negadas ou relativizadas.

Por lá, os políticos tratam a família com muitos filhos como juridicamente idêntica à parceria homossexual; a fé em Deus é equivalida à fé em Satanás. Os excessos e os exageros do politicamente correcto que existem nestes países levam, de facto, a que sejam feitas considerações sérias em favor da legitimação de partidos que promovem a propaganda da pedofilia.

As pessoas de muitos estados Europeus têm, na verdade, vergonha das suas afiliações religiosas e estão de facto assustadas em falar delas. Os feriados e as celebrações Cristãs estão a ser abolidas ou renomeadas de maneira a serem "neutrais", como se alguém estivesse envergonhado desses feriados Cristãos. Desta forma, é escondido o profundo valor moral dessas celebrações.

E estes países tentam forçar esse modelo noutros países, e a nível global. Estou profundamente convencido de que isto é a degradação directa e a primitivização da cultura. Isto leva à crises demográficas e morais profundas no Ocidente.

Que melhor evidência pode haver da crise moral da sociedade humana no Ocidente que a perda da sua função reprodutiva? E, actualmente, quase todos os países Ocidentais "desenvolvidos" não conseguem sobreviver em termos reprodutivos, e nem mesmo com a ajuda dos imigrantes.

Sem os valores morais que se encontram enraizadas no Cristianismo e noutras religiões mundiais, sem regras e valores  morais que foram formados, e têm sido desenvolvidos durante os milénios, as pessoas inevitavelmente perdem a sua dignidade humana e tornam-se brutas. E nós achamos que está certo e é natural defender e preservar estes valores morais Cristãos.

Temos que respeitar o direito das minorias à auto-determinação, mas, ao mesmo tempo, não podemos, e nem devemos, duvidar dos direitos da maioria.

Ao mesmo tempo que este processo se desenrola a nível nacional no Ocidente, observamos, a nível internacional, tentativas de se criar no mundo um modelo unipolar unificado, de relativizar e remover as instituições centradas nos direitos internacionais e na soberania nacional. Nesse mundo unipolar e unificado, não há lugar a estados soberanos. Tudo o que esse mundo precisa é de vassalos.

Do ponto de vista histórico, tal mundo unipolar iria significar a rendição da liberdade e da diversidade criada por Deus.

Não é de admirar que os globalistas o odeiem e o temam. Ele é um verdadeiro nacionalista, e não tem medo de defender tanto o Cristianismo como o Ocidente.......e tem armas nucleares. Para aqueles que buscam um líder para a Direita-Alternativa, eis aí um forte candidato.

Fonte: http://bit.ly/2iml7xW

* * * * * * *

Basicamente o que isto demonstra é que a maior parte (não toda) propaganda anti-Rússia e anti-Putin é motivada pelos mesmos globalistas que já controlam e dominam sobre o Ocidente. Claro que isto não é um garantia da honestidade e fiabilidade de Putin, mas sim algo que pode explicar parcialmente uma vasta gama de eventos actuais, especialmente no que toca aos eventos a desenrolar na Síria.


Putin está a ser, também, inteligente em associar a sua luta contra os globalistas em termos da uma guerra entre a civilização Cristã contra os globalistas e contra os internacionalistas. O sucesso desta estratégia pode ser visto na popularidade que Putin tem junto da população Americana.

Claro que esta "guerra"  entre Putin e os globalistas pode muito bem ser uma falsa guerra tendo em vista uma concentração ainda maior do poder mundial - hipótese não de todo fora da possibilidade se levarmos em conta quem está por trás do nome "BRICS".



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O regresso da sexualidade pagã

By Eric Metaxas

Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um "admirável mundo novo" repleto de liberdade, mas a sua "nova" moralidade é tão antiga como as montanhas.

Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão "do lado errado da história"? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milénios - nas ruínas do Fórum Romano.

Sim, a civilização Ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem-se transformar em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres. Sem surpresa alguma, estamos também a observar esforços rumo à normalização da poligamia, pedofilia e incesto.

É precisamente em tempos como estes que temos que ter algum tipo de perspectiva histórica. E é precisamente por isso que o livro do pastor Luterano Matthew Rueger com o título de “Sexual Morality in a Christless World,” é cronologicamente apropriado. Nele, Rueger mostra como a moralidade sexual Cristã agitou o mundo pagão da Roma antiga. As noções do amor compassivo, da castidade sexual, e da fidelidade marital eram estranhos, e até chocantes para o povo dessa altura.

Citando estudiosos actuais, Rueger detalha a visão sexual do mundo Romano que durou centenas de anos. As mulheres e as crianças eram vistas como objectos sexuais; os escravos - homens e mulheres - poderiam esperar serem abusados sexualmente; a prostituição estava amplamente difundida; e o homossexualismo predatório era comum. A moralidade sexual Cristã [que limita a actividade sexual para o casamento entre um homem e uma mulher com idade para gerar filhos e filhas, cuidar do lar e ensinar os mandamentos Bíblicos à descendência] pode ter sido vista como repressiva para os licenciosos mas ela era um dom de Deus para as vítimas.

Rueger escreve que:

As alegações actuais de progressismo e avanços por via da aceitação de "visões sexuais dominantes em torno da sexualidade e do casamento [sic] homossexual" estão totalmente desinformadas.... A visão contemporânea em torno da sexualidade nada mais é que um renascimento duma visão do mundo antiga e muito menos compassiva.   

Mas ela é também o renascimento duma visão antiga e mais pobre do homem. Imaginem a reacção duma escrava pagã Romana que aprendia pela primeira vez que ela tinha valor - e não valor monetário como um bem para ser usado e descartado pelo dono - mas valor eterno visto que ela havia sido criada à Imagem de Deus.

Ou imaginem a dor de consciência sentida por um marido Romano infiel mal ele viesse a saber que Deus havia incarnado, tomado a forma dUm Homem, e que a maneira como ele cuidava do seu próprio corpo e do corpo dos outros era importante para Deus. Sem dúvida, que isto havia de ser importante.

Não podemos desviar o olhar e ignorar este renascimento profano da sexualidade pagã e da sua visão humilhante do ser humano. Mas também não podemos agitar as mãos temerosamente, ou desistir derrotados. Tal como Rueger salienta, Cristo e a Sua Igreja transformaram de maneira radical uma sexualidade mais cruel e mais caótica que a nossa.

Olhem para os crentes antigos que vieram antes de nós: Em vez de sucumbirem ou se acomodarem ao espírito da época, os novos convertidos da Igreja primitiva vieram a entender, tal como escreve Rueger, que "a moralidade Cristã fundamentava-se na pureza abrangente de Cristo e no amor auto-esvaziante... Os Cristãos já não poderiam viver como os Gregos ou como os Romanos. A sua visão do mundo e a visão que eles tinham deles mesmos eram totalmente distintas. Eles agora eram um com Cristo, de coração e alma."

Agora, escrever Rueger, a sua natureza distinta "não os irá poupar do sofrimento, mas sim convidar o sofrimento". É totalmente claro que o mesmo se aplica a nós nos dias de hoje. Será que iremos dobrar os nossos joelhos a esta renascida sexualidade pagã, ou será que iremos disponibilizar a liberdade e o plano de Deus para a sexualidade humana para um mundo que desesperadamente necessita dele?

Fonte: http://bit.ly/2hptjbS

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Claro que o renascimento desta moralidade sexual pagã não é algo "orgânico" ou consequência natural dos eventos, mas sim acto consciente e planeado levado a cabo pela elite como forma de desorganizar e fragilizar as nações ocidentais. Depois de fragilizadas, e totalmente submissas (devido à sua aderência a escolhas sexuais inferiores e auto-destrutivas), a elite poderá "reinar" sobre elas como bem entender, sem se preocupar numa revolta popular por parte de quem se encontra focado no número de parceiros e parceiras sexuais é que já teve e pode vir a ter.

Por incrível que pareça, os limites que a civilização Cristã colocou no comportamento sexual (colocando de lado a sexualidade pagã), resultaram em liberdade, enquanto que os comportamentos sexuais que a civilização pós-Cristã está a promover sob a bandeira da "liberdade sexual", irão ter como consequência a perda da liberdade.
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. - João 8:34-36





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