segunda-feira, 27 de abril de 2015

Como destruir uma nação sem usar armas de fogo

Por Coronel Dan

Se por acaso tivesses o propósito de destruir uma nação poderosa, imersa numa filosofia originalmente poderosa, independente e totalmente oposta à tua - um país que não quisesses enfrentar militarmente - como é que farias as coisas? A resposta é simples; orquestra a sociedade para a destruir a partir de dentro. 

Embora isto possivelmente possa demorar mais tempo que uma vitória militar, e exigir mais paciência, os estragos seriam igualmente eficazes - se não mais ainda. Quando se destrói uma nação a partir do seu interior, usasse o seu próprio povo, e desde logo, nenhum sangue é derramado em combate e as infraestruturas físicas são mantidas intactas.

Em qualquer país, existem certas área-chave que determinam a forma como os cidadãos amadurecem, vivem, e desenvolvem as suas crenças. Esses são os pontos centrais que têm que ser atacados. No seu livro "On War", Clausewitz referiu-se a este conceito de identificar e focar-se nos pontos seleccionados como um ataque aos centros de gravidade.

O centro de gravidade é o tal elemento-chave que, quando controlado e destruído, irá prejudicar de forma considerável o teu adversário e isso é um factor crítico para tu  atingires o teu objectivo. Neste caso, quando se toma o controle ou se destrói o inimigo a partir do seu interior, a chave é atacar e controlar a mente dos seus habitantes - tens que moldar a forma como as pessoas olham para a vida e para os valores sobre quais a sua vida se fundamenta. Molda a sua mente e irás controlar o seu avanço. Controla o seu avanço, e serás capaz de as guiar até um caminho que desça até ao inferno.

Os centros de gravidade que eu iria moldar na orquestração da queda dum país a partir do seu interior são os responsáveis pela sua percepção da verdade, as suas gerações futuras, a ideologia política, o seu sentido de nacionalismo e, claro, a sua economia.

Para moldar a verdade, há que controlar os média: A maior parte das pessoas absorve o que elas sabem sobre a vida a partir dos grandes centros mediáticos, que pintam uma imagem que tem como propósito ser vista por todos. Se essa imagem é constantemente distorcida, as mentiras passam a ser aceitáveis - isto é, digam repetidamente mentiras suficientes e mais cedo ou mais tarde essas mentiras passam a ser um "facto".

Rodopiem e inventem, distorçam e influenciem usando as plataformas públicas - tais como a televisão, a rádio e a imprensa - e vocês serão capazes de manejar e controlar a mente da vasta maioria da sua população em qualquer área à vossa escolha.

Esta influência subversiva inclui 1) colocar um grupo contra o outro, como forma de gerar discórdia interna, 2) ridicularizar, desacreditar e colocar em causa os princípios morais e os valores nacionais do país como forma de destruir qualquer traço dum forte fundamento espiritual ou duma forte aliança, única àquela cultura nacional. Isto é mais fácil de ser feito se muitos dos alvos da vossa audiência se tiverem tornado preguiçosos, sem educação, mal-informado, sem capacidade de raciocinar e apática.

Para moldar as gerações futuras, controla as escolas: Indoutrina de forma progressiva as crianças com princípios que estão de acordo com a tua filosofia. Faz com que as gerações futuras fiquem mentalmente, fisicamente e espiritualmente fracas. Evita ensinar as crianças os factos básicos da sua própria história, da sua constituição ou dos seus direitos. Ensina-os que a agressividade natural está errada, e que o certo é ser dócil e submisso.

Ensina-os que qualquer fundamento moral, tais como os princípios da religião, é uma fraqueza a ser evitada em nome da liberdade, e cria uma nova definição de patriotismo de forma que este novo entendimento esteja de acordo com os teus pontos de vista.

Ensina-os a colocar de parte os antigos valores e as antigas tradições no interesse e em nome da sensibilidade - afinal de contas, não queremos que as pessoas se sintam ofendidas com as nossas crenças antiquadas e tradicionais, pois não? E as armas, oh, as armas são malignas, perigosas, e socialmente inaceitáveis - um mal que tem que ser erradicado da sociedade para o bem das crianças, obviamente.

Para moldar a filosofia política, infiltra-te no governo: Sempre que for possível, coloca pessoas favoráveis à tua filosofia nos mais elevados cargos - quanto mais elevados, melhor - de modo a que elas possam manejar a direcção do país dentro de cada sector do governo, prometendo soluções, oferendas e benefícios para todos. De certa forma, tu podes pender a legislação rumo ao aumento do controle do governo e da dependência da população perante esse mesmo governo - governo esse que tu estás a moldar.

Actualmente, se tu conseguires encher os tribunais com juízes nomeados que não serão responsabilizados perante a lei e perante a constituição, podes agir com impunidade virtual. 

A infiltração junto dos mais elevados cargos pode também ser empregue para enfraquecer as forças militares através de cortes orçamentais, restrições injustificáveis, degradando tanto a moral como a eficácia das forças militares. Um país sem uma forte força militar é como um touro sem chifres ou um tigre sem garras - indefensável e vulnerável.

Para moldar o sentido de nacionalismo, dilui a cultura e a língua: Uma sociedade forte tem os seus fundamentos numa cultura única e na língua comum. Dito de forma simples, e em última análise, a cultura e a língua é que definem e unem a nação. Se conseguires manipular estes dois elementos importantes através de acção legislativa e pressão social, podes enfraquecer os fundamentos de qualquer país. Como? Introduzindo e eventualmente forçando a aceitação do conceito multicultural bem como a recusa do uso da língua comum como a língua oficial.

Resumidamente, impede a assimilação cultural e fragiliza qualquer sentido de nacionalismo. Encoraja e orquestra o aparecimento duma sociedade mosaica, e não dum "melting pot", e serás capaz de, eventualmente, ferir de morte a estrutura nacional.

Para moldar a economia, gasta, gasta, gasta, e tributa, tributa, tributa: Um país com uma economia forte é financeiramente independente e pouco provável de olhar para o governo para o que quer que seja. Se as pessoas livres não dependem do governo, então o governo tem poucas formas de manobrá-las. Ao legislar largas somas de dinheiro dos bolsos do erário público, consegues atingir dois objectivos importantes:
  • Primeiro, crias dependentes junto dos negócios públicos e privados, que estão agora sujeitos à condições, regras e regulamentos que tu ditas.

  • Segundo, estás a colocar o país sob uma dívida insustentável, reduzindo o valor da sua moeda ao mesmo tempo que fragilizas a sua economia.

E, claro, para apoiar todo este gasto, dizes que as pessoas têm que "investir" nestes "benefícios" disponibilizados pelo governo de forma a que possas tributá-los incessantemente, tirando o dinheiro dos seus bolsos e a independência das suas vidas. Eventualmente, se tributares as pessoas o suficiente, irás oprimi-las financeiramente a tal ponto que elas passam a ser servas, sobrecarregando a estrutura económica até ao ponto do colapso.

Através duma manipulação paciente e inteligente, coordenando estes poucos centros de gravidade, tu podes - com o passar do tempo - tecer a queda até da nação mais poderosa que existe, usando os seus próprios cidadãos e os seus sistemas para orquestrar a sua destruição.

A ironia é que em apenas algumas gerações, as massas indoutrinadas ficarão convencidas que este caminho, que foi preparado para eles, verdadeiramente é o caminho esclarecido para a humanidade e irão de livre vontade ansiar pela viagem. Tu terás, assim, tomado conta dum poderosos rival sem no entanto ter derramada uma gota do teu sangue. (...)


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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Feminismo revelou a verdadeira natureza da sexualidade feminina

Por Laura Wood

Se alguma coisa boa aconteceu com a chegada do feminismo, foi a apreciação elucidante do desejo sexual feminino e do seu potencial destruidor. O instinto monogâmico das mulheres foi largamente exagerado na imaginação popular, até por parte de realistas Darwinianos que se gabam de ter uma visão clara da natureza humana. A emancipação sexual revelou toda a extensão da deslealdade e do capricho das mulheres.

Pelo menos dois terços dos divórcios neste país são iniciados pelas mulheres. As mulheres estão mais desejosas que os homens de casar; mal se encontram casadas, elas estão mais desejosas que os homens de sair do casamento. Em muitos destes divórcios, as mulheres agem como se os maridos as tivessem desiludido ou ofendido quando na realidade estas mulheres desejam outro homem ou a possibilidade de ter um novo romance.

O poder económico para as mulheres e as leis de divórcio que garantem a custódia maternal ou a guarda junta desmascararam a verdade sobre os impulsos sexuais das mulheres. As mulheres não são fiéis inatas e nem a maioria das mulheres coloca os interesses das crianças acima dos seus próprios interesses. Elas expressam a sua inquietação sexual de formas totalmente diferentes dos homens, e muitas vezes de formas frequentemente confusas.

Durante séculos, as mulheres consolaram-se quando os seus maridos eram infiéis com o pensamento de que os homens eram naturalmente promíscuos. Esta ideia comummente reforçada permitiu que as mulheres sentissem que os adultérios dos maridos não eram necessariamente um reflexo sobre elas. O mesmo não acontece com a traição feminina. As mulheres são vistas como naturalmente monogâmicas, e como tal, as suas infidelidades causam um desespero maior e levam muitas mulheres a colocar mais peso sobre as paixões passageiras.

Quando eu tinha 14 anos, a minha família vivia do outro lado da rua dum casal bonito com cinco crianças. Era frequente eu tomar conta delas, sentada até tarde na sua sala de estar a ouvir o tic-tac do relógio. Numa noite de Primavera, lembro-se de ver o sr Minder a cortar a sua relva. Fiquei impressionada com a sua expressão; era como  expressão de alguém totalmente desligado, como se o cortador o estivesse a arrastar com uma trela.

Dois dias mais tarde, o meu pai acordou-me bem cedo pela manhã. "Acorda, acorda", disse ele. "Aconteceu algo terrível." O sr Minder estava morto. Na noite anterior, ele tinha ido para a sua garagem, selado as portas e ligado o carro. Foi um evento devastador. Ele era um homem gentil e amável. Não posso evitar pensar que ele foi vítima da sua própria inocência visto que quando ficou a saber que a sua esposa estava a ter uma relação extra-conjugal com o vizinho, foi tomado pelo desespero; ele não estava preparado para uma coisa deste tipo.

Conheci várias mulheres que abandonaram homens decentes e amáveis. Para mim, esta é a tendência mais triste dos nossos tempos, numa altura de tendências culturais tristes e perturbadoras. Algumas destas mulheres trocaram os seus maridos por outros homens, enquanto outras deixaram os seus maridos pura e simplesmente pela alegria de viver uma vida de possibilidades românticas.  De facto, os seus divórcios parecem ser os actos mais românticos das suas vidas.

Ao causarem o divórcio, elas olham para elas mesmas como pessoas a caminharem rumo ao bem, e não simplesmente a afastarem-se dum casamento que as desiludiu (e tendo expectativas tão elevadas em torno do casamento, as mulheres facilmente ficam desapontadas). De muitas formas, estas mulheres lembram-me a senhora Minder. Ela era uma mulher agradável e amável, e não o tipo de pessoa de quem se pudesse suspeitar uma traição.

Nunca irei esquecer a memória dela a caminhar pelo corredor da igreja durante o funeral do marido, com todos os filhos agarrados aos seus tornozelos. Foi uma cena terrível. Também ela parecia ser uma vítima da sua própria inocência, alguém que estava totalmente despreparada para lidar com os seus impulsos ilícitos. Num ponto, ela era totalmente diferente das mulheres de hoje em dia; se o sr Minder tivesse ficado vivo, estou segura que ela nunca o deixaria e o caso teria terminado.

Michelle Langley, no seu livro "Women’s Infidelity", lança um olhar profundo ao fenómeno numa altura em que as mulheres, ao contrário da senhora Minder, estão prontas para pedir o divórcio. Ela acredita que muitos estes divórcios são causados por uma combinação de culpa, insensibilidade, e ignorância por parte das mulheres. Ela escreve:

…. as mulheres jovens são condicionadas para acreditar na sua monogamia natural e elas levam essa crença por toda a sua vida. Logo, quando a mulher experimenta sentimentos que se desviam desta crença, particularmente depois do casamento, esses sentimentos podem causar conflitos internos enormes. Muitas mulheres resolvem o dilema dissolvendo o casamento.

Algumas mulheres acham mais fácil acreditar que se casaram com a pessoa errada do que olhar para elas mesmas como algum tipo de aberração da natureza. A sua errónea crença na pré-disposição monogâmica, impede que elas se tornem cientes da sua tendência sexual. Esta falta de conhecimento pode causar uma reacção em cadeia que em ultima análise coloca um ponto final nos seus casamentos.

Langley faz observações astutas sobre este assunto. Ela é uma feminista com simpatias para com o inimigo. Não acredito em muitos dos seus pontos e fiquei ofendida com a sua linguagem rude. Ela parece também não conhecer o efeito que o adultério tem sobre as crianças, para além de ter uma atitude casual em relação ao divórcio. Mas, ela faz umas observações surpreendentemente correctas em relação à forma como as mulheres se tornaram livres para expressar os seus instintos mais básicos:

Tal como o comportamento masculino, o comportamento feminino pode ser bom, mau, e tudo pelo meio. As mulheres são tão capazes como os homens de abusar o seu poder. Os homens podem crescer sentido-se poderosos e superiores às mulheres, usando-as para obter o que querem, descartando-as de seguida, mas quando as mulheres conseguem o que querem dos homens, elas estão igualmente inclinadas a descartá-los visto que no mundo actual, elas podem. Hoje em dia, as mulheres são livres para expressar esta característica humana.

Langley entrevistou dezenas de homens e mulheres em torno da sua vida privada. Ela concluiu que as mulheres frequentemente manipulam os esposos como forma de evitarem assumir as responsabilidades pelos seus erros e pelos seus desejos.

As suas observações fazem-me lembrar dum casal que eu sei estar a atravessar actualmente um processo de divórcio. A esposa acabou tudo justificando a sua a acção com queixas mesquinhas em relação ao seu marido (muito provavelmente em busca de alguma excitação vaga). Recentemente eles estavam a discutir os seus tópicos financeiros quando ela fez a referência improvisada de que a separação deles era algo que "ambos tínhamos decidido". O marido teve que parar tudo e dizer-lhe o seguinte:

Olha, nós não tomamos a decisão de fazer isto; tu tomaste essa decisão.

Na mente da mulher, distorcida pela auto-pena, pelo pensamento esperançoso, e pela vaga excitação duma nova vida, o divórcio era uma decisão mútua. Langley diz que muitas vezes as mulheres enganam-se a elas mesmas desta forma, mas ela (Langley) está optimista de que, mal a imagem da mulher como pessoa naturalmente fiel seja perfurada para sempre, as mulheres passem a ser mais capazes de prosseguir com a sua vida com menos auto-decepção. Ela escreve:

Mal as mulheres passem a perceber que elas buscam o compromisso da mesma forma que os homens buscam o sexo - busca e descarte - as mulheres pararão de olhar para si mesmas como vítimas, e irão passar a assumir a responsabilidade pelas suas escolhas.

Ela tem alguns bons conselhos para os homens, tal como o conselho para o homem que subitamente se depara com uma mulher que se queixa duma infelicidade vaga e por um desejo de mudança: que ele se recuse a aceitar qualquer responsabilidade pela sua inquietação. A pior coisa que ele pode fazer é culpar-se a ele mesmo se por acaso ela não tem uma queixa específica.

Conheço uma mulher que já vai no 4º marido. Bem, na verdade, ela não está casada com este último, mas ele é, essencialmente, como outro marido. "Gosto de estar casada", diz ela. "Infelizmente não sou boa nisso." Ela olha para a destruição que ela causou a 4 crianças e a 3 homens omo algo infeliz que aconteceu a ela.



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terça-feira, 14 de abril de 2015

A maior parte das mulheres não queria o "direito" de voto

Por Blair Naso

A narrativa popular dos dias de hoje é que as mulheres exigiram o direito ao voto e que os homens foram dizendo não até que se cansaram das queixas feministas. Afinal de contas, porque é que as mulheres não haveriam de querer mais direitos? Afinal, parece que existiam vários motivos que levam a maior parte das mulheres a querer os seus direitos fossem limitados, e todos eles têm a ver com o facto das mulheres saberem a verdadeira natureza das mulheres. Como diz o ditado, "O misógino é o homem que odeia as mulheres tal como as mulheres se odeiam mutuamente". As mulheres sabem o quão terríveis as mulheres podem ser. Uma amiga minha feminista disse o seguinte:

Eu tenho inveja de vocês homens porque se colocarmos dois homens no mesmo dormitório, eles irão ter ter um convívio normal, mas isso nunca acontece com duas mulheres aleatórias.

As organizações anti-sufragistas tinham o mesmo número entre as mulheres Americanas e as mulheres do Reino Unido tal como as organizações sufragistas, muitas vezes excluindo os homens de se  juntarem. Mais mulheres que homens eram contra o sufrágio feminino. Para ser justo, alguns destes grupos apoiavam a ideia do sufrágio feminino em eleições locais.

Mas todos eles temiam o inferno que poderia ser gerado com o sufrágio completo das mulheres, nomeadamente, o socialismo suave dentro do qual vivemos actualmente. Já notaram que tudo o que o Obama diz é pró-mulher e que ele já acalmou com a sua agenda pró-negros? Isto prende-se com o facto dos únicos fãs que ele ainda tem serem as mulheres; até os negros já não o querem.

Eis aqui alguns motivos que levavam as próprias mulheres a não se quererem envolver no mundo da política.

Menos Que Femininas

É indecoroso para uma mulher ser encontrada dentro dos assuntos políticos. Pura e simplesmente não é sexy; ninguém gosta duma mulher activista. Uma mulher viciada pela Fox News ou pelo HuffPo é tão perturbador como a madrasta a gritar contra um arbitro durante um jogo de basquetebol no ensino secundário.

As mulheres ficam apaixonadas pelas coisas, normalmente, o que quer que seja que o seu homem esteja apaixonado. Isto pode ser uma coisa boa dentro do contexto certo. No contexto errado, pode ser aterrorizador. Um amigo meu era um grande fã do Rush Limbaugh e certo dia decidiu envolver a sua esposa dentro da sua paixão. Mas, de modo geral, ela era  uma psicopata, e ele passou a ficar com medo do monstro direitista que ele tinha criado. Ele viu que o ódio e a crueldade gerais dela haviam sido aumentadas dentro da sua visão política.

Mental Floss escreve:

Outra mulher de Massachusetts, escrevendo em 1916, expressou preocupação em relação aos efeitos do movimento sufragista no carácter das mulheres. Para muitos críticos, o sufragismo parecia ser abertamente agressivo. "Certamente que não as está a tornar mais amáveis e nem agradáveis nas suas vidas. Elas ficam amargas, agressivas, e até antagónicas, gostando da excitação das campanhas e considerando os seus deveres naturais 'chatos, imóveis e inúteis'".

Isto pode causar ofensa, mas quantas mulheres já encontraram que amargas, agressivas, e antagonistas em relação aos seus pontos de vista políticos? Porque é que uma mulher gostaria de passar a ser assim? E quantas mais mulheres que homens já encontraram com esse comportamento? Ser casado com uma mulher investida no mundo da política ou teoria social é como estar casado com uma colega de trabalho passiva-agressiva que é a melhor amiga do patrão. 

Actualmente, mais mulheres que homens votam, especialmente as mulheres solteiras, embora as mulheres casadas votem mais frequentemente que as mulheres solteiras. As mulheres solteiras são mais susceptíveis de votar no Partido Democrata [esquerdistas] do que as mulheres casadas, e os homens são mais susceptíveis de votar no Partido Republicano do que qualquer um dos grupos. Quer seja o apoio financeiro ou a orientação moral, as mulheres tendem a votar à direita quando estão sob a influência dum homem (e é por isso que os esquerdistas tentam constantemente destruir a família nuclear).

E se por acaso tu és um homem que vota nos Democratas, então sim, tu votas como uma menina. E muito provavelmente uma menina feia com quem ninguém se quer comprometer, em vez da jovem e bonita professora da Escola Dominical Presbiteriana.

Parte da razão que faz com as mulheres votem nos Democratas prende-se com o facto das mulheres serem terríveis com o dinheiro e com a matemática. Este é o mesmo motivo que faz com que seja ensinado às crianças que busquem ter o seu emprego de sonho em vez de aprenderem uma profissão que lhes venha a dar um rendimento seguro.

Mau Para a Família


Um ano mais tarde, no di 3 de Abril de 1914, o diário de [Kate] Roosevelt [a prima-de-lei do presidente Theodore Roosevelt] menciona a srª Martin a falar em casa da srª Henry Seligman, esposa dum banqueiro milionário.... Segundo o Times, a srª Martin continuou, destruindo a nova grande causa. A audiência escutou à sua demolição do movimento sufragista. "Nós não só somos contra o feminismo, como somos a favor da família. Não podemos conciliar o feminismo e a família. Esperamos ouvir o som dos pés das mulheres a caminharem para longe da fabrica e de volta para casa."

Notem que a ideia do sufrágio está associada com as mulheres terem uma carreira profissional. As ideias não surgem isoladas. A mulher doméstica Católica, descalça e grávida, e com cinco filhos, é mais feliz que a carrancuda escritora feminista que se aposenta e consegue dar à luz um filho deficiente no final dos seus anos 30, concebido através do in vitro.

Normalmente, as mulheres não fazem uma boa transição do escritório para a vida doméstica, passando a ficar aborrecidas e apáticas depois de se habituarem à elevada energia e ao (germofóbico) ambiente laboral. Para além disso, o motivo que leva as escritoras feministas pensar que ter uma carreira profissional é gratificante é porque escrever literatura feminista é divertido. A maior parte das mulheres (e dos homens) não têm carreiras profissionais - elas têm empregos onde trabalham nas mercearias e onde odeiam a vida.

Esta alegação de que a entrada das mulheres na política e no mercado de trabalho iria destruir a família não era uma posição mantida só pelas anti-sufragistas. As próprias sufragistas admitiram que a guerra entre os sexos era um dos motivos que lhes levava a querer o direito de voto.

A Dr. Anna Shaw, Presidente do "National American Women’s Suffrage Association", qualificou as anti-sufragistas da a "multidão da casa, da lareira e das mães". Obviamente que ela não estava interessada em nenhuma destas identidades. Quando lhe foi pergunta o porquê de não haver casamento no céu, a Drª Shaw respondeu descaradamente, "Porque não há homens no céu." Tal como muitas sufragistas, ela sentia que os homens não eram necessários e que as mulheres, unidas poderiam tomar conta delas mesmas e viver duma forma feliz num mundo - e num Além - dominado pelas mulheres.
Uma população em declínio não é relevante para a sua ideologia visto que o feminismo centra-se nos desejos do indivíduo. O feminismo é uma ideologia que glorifica o egoísmo; não tentes ficar atraente para o homem da tua vida; não fiques em casa a investir nas tuas crianças nos anos do seu desenvolvimento; não te preocupes em aprender  habilidades que façam com que a casa seja gerida de forma mais eficaz; não te preocupes se por acaso o teu futuro marido se sente pouco confortável com o número de homens com quem já tiveste relaçôes sexuais; não te esforces em fazer coisas boas para servir o teu marido.

Ideias Miseráveis.

As mulheres foram as principais apoiantes da proibição nos Estados Unidos. Mal o álcool foi ilegalizado, não só a vida social passou a ser aborrecida, como o crime organizado floresceu. (....) As mulheres são os principais apoiantes do Partido Democrata. São elas que fazem força para a instalação dum estado-Previdência. São também elas que controlam a indústria da educação. São elas que querem destruir as escolas seguras levando até lá crianças do guetto provenientes do outro lado da cidade. Foram elas que fizeram um activismo energético de modo a que a pavoíce das florestas tropicais nos fosse forçada goela abaixo durante os anos 90.

Idolatria Ideológica

A anarquista e feminista radical Emma Goldman escreveu um artigo contra o sufrágio feminino. Ela refere-se ao movimento sufragista como adoração de fetishe, como algo que está na moda mas que não é normal. As suas palavras em relação às atitudes fascistas parecem ter sido escritas contra o liberalismo geral dos dias de hoje.

Aqueles que ainda não atingiram esse objectivo, fazem revoluções sanguinárias como forma de o obter, e aqueles que desfrutaram desse reinado trazem um sacrifício enorme para o altar desta divindade. Ai do herético que questione esta divindade!

Este pequeno ensaio é, na verdade, razoavelmente pílula vermelha e vai para além do sufrágio. Eu sei que normalmente, as mulheres não são muito boas na filosofia, mas de vez em quando chega-nos uma que realmente nos causa uma impressão (tive uma professora de filosofia na universidade que era absolutamente fantástica). Deixem-me ser franco e dizer que realmente gostei deste artigo apesar das nossas diferenças ideológicas e das contradições internas do mesmo. Nele, existem muitas passagens citáveis mas eu terei que deixá-las para trás.

Goldman diz-nos como as mulheres são seguidoras, quer seja na religião ou numa ideologia social. Ela avança com um argumento de que a maior parte das mulheres que querem o sufrágio fazem-no de modo a que fiquem ainda mais escravizada pela igreja e pelo Estado. Isto pode parecer loucura até que nós pensemos nas coisas que hoje em dia são ilegais, a roçar o ilegal, ou um tabu social tão forte poderiam muito bem ser ilegais.

A exigência feminina pelo sufrágio igualitário baseia-se largamente na contenda de que as mulheres têm que ter os mesmos direitos em todos os assuntos. Ninguém poderia refutar isto, se o sufrágio fosse um direito. Ai de nós, pela ignorância da menta humana, que pode ver um um direito numa imposição. Ou será que não é a mais brutal imposição que um grupo de pessoas faça leis que um outro conjunto seja coagido pela força a obedecer? No entanto, as mulheres clamam por tal "oportunidade dourada" que trouxe miséria para todo o mundo, e roubou ao homem a sua integridade e a sua auto-dependência; uma imposição que tem, de modo geral, corrompido as pessoas, tornando-as presas absolutas nas mãos de políticos sem escrúpulos.

Se olharmos para a História, iremos ver que a democracia raramente funcionou bem. Ela não é a liderança da maioria mas dos mais vocais. E quem é mais vocal que uma mulher? Quem é mais apaixonado? E quando as mulheres seguem umas as outras como lemingues, podemos ver como o sufrágio se pode rapidamente se tornar destrutivo.

É verdade que a monarquia pode ser igualmente opressiva, tirando os nossos direitos, censurando a liberdade  de expressão colocando em execução coisas que se encontra em oposição ao que a maior parte das pessoas quer, e frequentemente causar a que as pessoas fiquem miseráveis e pobres. Mas de que forma é isso diferente das democracias ocidentais? Pelo menos a monarquia poderia levar a cabo algumas coisas, enquanto que o nosso governo não consegue fazer nada a não ser desperdiçar o nosso dinheiro.

Para além disso, a monarquia tem o Deus Que-Tudo-Vê, o legado familiar, e nobres ansiosos (com pequenos exércitos a respirarem sobre o seu pescoço) a garantirem que ela faz o que é melhor para o país. Na democracia, são as empresas gananciosas e as pequenas minorias de activistas que controlam a narrativa política. Qual dos dois é o mal menor?

O pobre, estúpido e livre cidadão Americano! Livre para passar fome, livre para caminhar sobre as auto-estradas deste grande país, ele desfruta do sufrágio universal, e, com esse direito, ele forjou correntes em torno dos seus membros. A recompensa que ele recebe são rigorosas leis que lhe proíbem o direito de boicotar, de formar piquetes, de facto, lhe proíbem o direito a tudo - excepto o direito de ver roubado o fruto do seu trabalho.

Goldman continua comparando os países e os estados que já têm o sufrágio e aqueles que não têm. Ela menciona as novas e complexas leis laborais Australianas que fazem das "greves sem a aprovação dum comité de arbitragem um crime igual à traição.” Para ser justo, ela diz que isto não é necessariamente consequência do sufrágio feminino mas que pelo menos este sufrágio foi incapaz de ajudar os operários, apesar das alegações de que as mulheres eram mais compassivas.

Depois de elaborar alguns outros exemplos da forma como o sufrágio das mulheres não melhorou essas sociedades, Goldman continua falando da natureza da filosofia moral das mulheres.

A mulher, essencialmente uma purista, é naturalmente intolerante e incansável nos seus esforços de fazer os outros tão bons como ela pensa que eles deveriam ser.... Desta forma, a lei tem que ser do género feminino: ela proíbe sempre.. A prostituição e o jogo [de azar]  nunca fizeram negócios tão rentáveis como desde a altura em que a lei foi colocada contra eles. […]

Pergunto-me se as pessoas entendem que é precisamente isto que, em vez de elevar as mulheres, fizeram dela uma espião política, uma bisbilhoteira desprezível que entra nos assuntos privados das pessoas, não tanto para o bem da causa, mas sim porque, como disse uma mulher do Colorado, "elas gostam de entrar em casa onde nunca estiveram, e descobrir o mais que conseguirem - politicamente ou não.".... Porque nada satisfaz mais os desejos da maior parte das mulheres do que um escândalo. 
É como um profecia. De todas as coisas que ela disse, qual delas é que não veio a acontecer? E não é só no que toca às mulheres na política, mas também mulheres no jornalismo em publicações de fofoca tais como Gawker.

Como esclarecimento, em Latim e nos idiomas descendentes, a palavra para lei é do género feminino, o que penso que é o ponto da passagem onde se lê "Desta forma, a lei tem que ser do género feminino".

Progresso

Nós temos esta ideia de que a sociedade está ficar progressivamente mais inteligente com o passar de cada geração. No entanto, se formos a ler os livros, iremos descobrir que o ser humano está a ficar gradualmente mais estúpido com o passar dos séculos. Mesmo há menos de 100 anos atrás, as pessoas - tanto os homens como as mulheres - tinham o bom senso de não se destruírem a eles mesmos devido aos assuntos relativos às mulheres.

Actualmente, temos este sentido dos direitos no geral como se tivéssemos sido comissionados por Deus na melhor das hipóteses, ou pelo Nada na pior das hipóteses, para ter certas leis estabelecidas em algunas locais. O ateu esquerdista acredita nestes direitos humanos mais do que qualquer outra pessoa, embora ele não acredite num deus e desde logo, não tenha bases para a sua filosofia da lei natural. Faria mais sentido ele acreditar em qualquer que fosse a mais antiga ou a moral mais universal, mas em vez disso, a maior parte dos ateus avança e aceita qualquer que seja a nova moral que preencha o vazio. Só porque a religião é ópio das massas não quer dizer que as massas não precisam de ópio.

A pessoa religiosa também não está isenta de críticas. Em parte alguma da Bíblia se fala de igualdade, tolerância ou democracia, e duvido muito que essas coisas estejam presentes noutras religiões A Bíblia não fala muito de política mas pode-se fazer uma suposição de que, embora o rei possa ou não ser nomeado por Deus, o senador ou o presidente são claramente nomeados pelo homem, e desde logo, a democracia não é Bíblica.

Conclusão:

Mas tudo isto é alimento para o pensamento. O ponto a reter em relação a tudo o que se disse em cima é que as mulheres convencionalmente não eram a favor do direito das mulheres votarem. O feminismo não chegou como o messias há muito aguardado, como fomos levados a acreditar. Em vez disso, as feministas apenas protestaram de forma suficientemente ruidosa, assumiram o controlo do mundo académico, e foram encorajadas por homens assexuados.

As mulheres assumem sempre as crenças das pessoas em seu redor. É melhor que o homem que a ama que tenha uma maior influência sobre as suas crenças e sobre as suas acções do que as suas maliciosas amigas que a odeiam por ela ser mais atraente.


* * * * * * *

Tudo aquilo que as mulheres anti-sufragistas avisaram durante o século passado aconteceu tal como elas tinham dito.

A mulher feminista é a mulher mais agressiva, mais repelente, mais feia, mais odiosa que existe dentro do grupo das mulheres, e isso é culpa desse mesmo feminismo e da entrada das mulheres na vida política.

Outra coisa a levar em conta é que o propósito do feminismo não é só colocar as mulheres no mercado de trabalho, mas mais ainda retirá-la de casa. O texto diz o porquê:
No entanto, as mulheres clamam por tal "oportunidade dourada" que trouxe miséria para todo o mundo, e roubou ao homem a sua integridade e a sua auto-dependência; uma imposição que tem, de modo geral, corrompido as pessoas, tornando-as presas absolutas nas mãos de políticos sem escrúpulos.
É precisamente porque o feminismo causa a que todos nós passemos a ser "presas absolutas nas mãos de políticos sem escrúpulos" que esses mesmos políticos estão tão desejosos de satisfazer as exigências ridículas das feministas. Portanto, o nosso maior inimigo não é só o feminismo, mas mais ainda o governo que concede às feministas tudo o que ela querem.

Ninguém ganha com isto, obviamente - nem a mulher nem o homem - mas para as feministas nada disto importa, desde que elas continuem a receber dinheiro e louvor por parte da elite cultural Ocidental.





quarta-feira, 8 de abril de 2015

Peter Hitchens e o propósito político e cultural da imigração

Por Peter Hitchens

Quando eu era um Marxista Revolucionário, nós todos éramos a favor da imigração; quanto mais, melhor. Isto não se prendia com o facto de gostarmos de imigrantes, mas sim porque não gostávamos da Grã-Bretanha. Nós [Marxistas] olhávamos para os imigrantes - qualquer que fosse a sua origem - como aliados contra a sóbria e estabelecida sociedade conservadora que o nosso país ainda era no final dos anos 60.

Para além disso, nós sentiamo-nos, oh, tão superiores ao povo aturdido - normalmente das partes mais pobres da Grã-Bretanha - que via a sua vizinhança subitamente transformada em comunidades supostamente "vibrantes". Se por acaso eles se atrevessem a expressar a mais tímida das objecções, nós chamávamos-lhes de intolerantes.

Os estudantes Revolucionários não eram oriundos de tais zonas "vibrantes"; segundo o que pude apurar, nós vínhamos de Surrey e de outras partes bonitas de Londres. Era possível nós vivermos nos lugares "vibrantes" durante alguns (normalmente esquálidos) anos, perto de relvados por aparar e caixotes de lixo cheios. Mas nós fazíamos isto como crianças irresponsáveis e transientes - e não como donos de casa, ou pais com filhos em idade escolar, ou como idosos em busca dum bocado de paz no final das suas vidas.

Quando nós terminávamos a universidade e começávamos a ganhar um bom dinheiro, nós normalmente caminhávamos rumo às partes mais dispendiosas de Londres e passávamos a ser muito cuidadosos em relação ao local onde os nossos filhos iriam estudar - uma escolha que nós alegremente negávamos aos pobres urbanos, os mesmos a quem acusávamos de "racismo".

O que é que nós sabíamos, ou era do nosso interesse, da grande revolução silenciosa que até por essa altura estava a transformar a vida dos pobres da Grã-Bretanha? Para nós, o que isso significava é que o patriotismo e a tradição poderiam ser sempre acusadas de serem "racistas". Também significava servos baratos para a nova classe média (pela primeira vez desde 1939), bem como restaurantes baratos e - mais tarde - construtores e canalizadores baratos a trabalharem de forma clandestina.

Não eram os nossos ordenados que estavam a ser afectados, e nem o nosso trabalho que estava a ser financeiramente removido do mercado do trabalho. Os imigrantes não faziam o tipo de trabalho que nós fazíamos e desde logo, eles não era uma ameaça para nós. A única ameaça poderia ter surgido do ofendido povo Britânico, mas nós poderíamos sempre silenciar os seus protestes sugerindo que eles eram fascistas dos dias de hoje.

Desde então, aprendi o quão rancoroso, hipócrita, pretensioso e arrogante eu era (e também o eram a maioria dos meus camaradas revolucionários). Eu vi lugares onde eu me sentia em casa a serem totalmente transformados num curto espaço de anos. Já imaginei o que seria envelhecer em ruas estreitas onde os meus vizinhos falavam uma língua diferente e onde eu me fosse sentido gradualmente mais solitário, e um estranho com voz trémula num mundo que eu conhecia mas que já não me conhecia.

Já me senti profundamente e desesperadamente arrependido por não ter dito ou feito nada em defesa daqueles cujas vidas foram voltadas do avesso, sem serem questionados, e que foram claramente avisados que, se reclamassem, seriam desprezados como parias. E já passei um bom tempo nas partes da Grã-Bretanha onde a  unintelligentsia revolucionária não vai.

Tais pessoas raramente - se alguma vez - visitam o seu país. Eles orbitam nas partes mais chiques de Londres e nos destinos de férias. Eles conhecem muito bem os Apeninos da Itália mas nada sabem dos Pennines do seu próprio país. Mas ao contrário de mim, a maior parte da geração dos anos 60 ainda mantém os mesmos pontos  de vista que eu tinha e - com a recente e honrada excepção de David Goodhart, o jornalista esquerdista transformado em chefe dum grupo de reflexão e que reconhece que ele estava errado - eles não irão mudar.

A pior parte disto tudo é a profunda hipocrisia. Mesmo nos meus dias de Trotskista eu já havia reparado que muitos dos imigrantes Asiáticos não eram, de facto, nossos aliados. Eles eram profundamente e de inabalavelmente religiosos. Eles eram socialmente conservadores. As suas atitudes em relação às raparigas e às mulheres eram, em muitos casos, quase medievais.

Muitos deles eram horríveis para com os Judeus e de uma forma que nós haveríamos de condenar de forma feroz se outra pessoa tivesse expressado essa opinião, mas que no caso deles nós conseguíamos perdoar e esquecer. Nós vimos recentemente um caso deste tipo no perturbador  embaraçoso episódio das palavras repentinas de lorde Ahmed relativas a uma fantasmagórica conspiração Judaica.

Mas lembro-me de ver, há cerca de 10 anos, numa loja muçulmana que se encontrava nas ruelas de Burnley, uma edição moderna das revoltantes palavras anti-Judaicas de Henry Ford "The International Jew", há muito renegadas pelo próprio Ford. É impensável que uma loja mainstream de qualquer parte da High Street pudesse vender este conteúdo tóxico.

Muitas pessoas recém-chegadas, embora nós como revolucionários as recebêssemos de braços abertos, sabiam ou preocupavam-se pouco ou nada pelas grandes causas liberais [esquerdistas] que todos nós defendíamos. Ou então essas pessoas eram hostis a essas causas. Muitas pessoas da esquerda irão mentir em relação a isto. George Galloway, o MP mais esquerdista do Parlamento, deve o seu lugar nesse mesmo Parlamento aos muçulmanos conservadores. Mas ele votou em favor do "casamento" homossexual. Seria interessante estar presente num reunião onde Galloway discute estas coisas com os seus constituintes.

Obviamente que todos os partidos políticos fazem compromissos mas há uma diferença enorme entre deixar de lado as diferenças e ignorar por completo o profundo choque de princípios. Este tipo de cinismo tem estado no centro de todo o acordo. Os imigrantes foram usados por aqueles que queriam transformar o país; eles tomaram as partes deles que gostam. e usaram-nas. Enquanto isso, ignoraram as partes que não gostavam.

O senhor Galloway gosta da oposição muçulmana à guerra no Iraque e o seu desdém pelo novo Partido Trabalhista (e boa sorte para ele), mas ele não gosta da sua posição em relação à moralidade sexual. O mesmo se aplica a muitos outros.

Uma das características mais marcantes da maioria dos imigrantes provenientes das Caraíbas é a sua forte e desenvergonhada fé Cristã, e o seu amor pela educação disciplinada. No entanto, a chegada de tais pessoas em Londres nunca foi usada como motivo para dizer que a nossa sociedade deveria ser mais Cristã, ou que as escolas deveriam ser melhor organizadas. Por essa altura, os esquerdistas revolucionários tinham a esperança de dizer adeus à Igreja, e estavam ocupados em expulsar a disciplina para fora das escolas. Portanto nunca ninguém disse "Vamos adaptar a nossa sociedade às exigências nos recém-chegados".

Eles tinham o tipo de exigências errado. Em vez disso, as autoridades fizeram um caso do comportamento duma minoria desses imigrantes, muitas vezes actividades atacadas pelos seus companheiros Afro-Caribenhos - homens que tomavam e vendiam drogas ilegais e que não foram preparados para respeitar a lei Britânica. Se o policiamento dessas pessoas poderia ser classificado de "racismo", então todas as leis relativas ao combate às drogas poderiam ser enfraquecidas, e a polícia passaria a estar sob o controle esquerdista.

É por isso que o assim-chamado "Motim de Brixton" em Abril de 1981 foi usado como alavanca para enfraquecer a polícia e minar as leis de combate as drogas, em vez de ser um motivo para restaurar a lei própria e a paz nessas partes de Londres.

Algo muito semelhante aconteceu com o Macpherson Report relativo ao assassinado de Stephen Lawrence. Poucas pessoas repararam que o relatório não só apelou para que as pessoas de outros grupos étnicos fossem policiadas em maneira distinta, como criticou o policiamento que não levava em conta a cor dos criminosos. Isto foi feito no interesse de quem? E não foi esta atitude, que diferentes tipos de comportamento se poderiam esperar por parte de grupos étnicos distintos, um preconceito racial?

Mas o que é que isso interessava, se isso estava de acordo com a agenda revolucionária de purgar a polícia dos tipos antiquados e conservadores? Estas mesmas forças destruíram Ray Honeyford, um director escolar que - muito antes de estar na moda - tentou enfrentar o politicamente correcto que existia dentro das escolas. Ele foi expulso do seu emprego e, obviamente, classificado de "racista".

Mas se os seus avisos tivessem sido ouvidos e aplicados, isso seria muito mais no interesse da integração e da igualdade genuína em Bradford. Da forma como as coisas estão, e qualquer visitante pode ver isso, os cidadãos muçulmanos e os não-muçulmanos de Bradford vivem em separados uns dos outros, raramente entrando em contacto uns com os outros. A maior parte da comunidade islâmica está totalmente fora se sintonia com o resto da sociedade Britânica.

Mais uma vez, os esquerdistas revolucionários haviam feito uma aliança cínica como forma de destruir a oposição conservadora. O seu maior aliado sempre foi o político Tory Enoch Powell que, num discurso estúpido e cínico em 1968, cheio de linguagem alarmista e polvilhado com expressões depreciativas e rumores inflamadores, definiu o debate em torno da imigração pelos 40 anos que se seguiram.

Graças a ele, e à sua incontestável tentativa de mobilizar uma hostilidade racial, os esquerdistas revolucionários viram o seu trabalho facilitado no processo de acusar o adversário de ser um Powellita.

Absurdamente, mesmo quando as fronteiras Britânicas estavam a ser demolidas pelo Governo de Blair e centenas de milhares de Europeus Brancos vieram trabalhar para aqui, ainda era possível acusar quem levantasse oposição de "racista". Não poderia ser mais óbvio que o problema não era a raça. O que fazia estes novos residentes diferentes dos locais era a cultura - língua, costumes, atitudes, e sentido de humor.

Em vez deles se adaptarem ao nosso modo de vida, nós é que nos estávamos a adaptar ao deles. Isto não era integração, mas sim uma revolução. Mas ninguém - especialmente os seus representantes eleitos - os queria ouvir visto que era assumido que eles eram Powellitas intolerantes, motivados por algum tipo de ódio irracional. Hoje acredito que o ódio irracional vem quase por completo da Esquerda liberal.

Obviamente que ainda há pessoas que têm preconceitos raciais estúpidos, mas a maior parte das pessoas preocupadas com a imigração são inocentes de tais sentimentos. A intolerância gritante e ofensiva chega-nos da elite mimada que se sente envergonhada do seu próprio país, desprezam o patriotismo que os outros têm e não têm nenhum neles mesmos.

Eles anseiam por uma horrível Utopia sem fronteiras onde o amor ao próprio país desapareceu, as amas são baratas e os ordenados das outras pessoas são baixos. Que pena que não pareça haver uma forma de expor estas pessoas e removê-las dos seus lugares de poder e influência. Porque se é para haver algum tipo de harmonia nestas ilhas, então ela só pode vir através dum grande esforço que nos une a todos, mais uma vez, num amor partilhado pelo país - o mais bonito e abençoado lote de terra do planeta.

- http://goo.gl/XL2WrH.

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O discurso de Enoch Powell:

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Quando o feminismo colide com a raça

Por Michael McGregor

Mais um dia que passou, mais um vídeo esquerdista que se tornou viral. Desta vez temos um episódio horrível duma jovem mulher a ser assediada na rua por uma série de homens. Filmado durante uma caminhada de 10 horas em várias partes de Nova York, o pequeno vídeo gerou a raiva previsível perante a opressão que as mulheres sofrem quando recebem pirosos e são elogiadas enquanto andam pela cidade.

Naturalmente, este clip de vídeo é o aríete de ataque perfeito com o qual se investir contra os homens - especialmente os homens Brancos - pela sua misoginia e pelo seu comportamento quase-de-violação. Dêem sinal de entrada às comparações com o #GamerGate bem como com outros episódios de homens a atacar as mulheres.

Mas há um gigantesco elefante na sala que está a receber pouca atenção: todos os homens a assediar esta mulher são Negros e Hispânicos. Em vez de ser um problema do "homem", isto parece ser mais um problema dos não-Brancos.....e é precisamente isso que isto é.

O problema do "assédio nas estradas" surgiu recentemente largamente devido à ascenção do número de Brancos com educação universitária nos infernais centros urbanos. Ao mesmo tempo que mais Brancos e Asiáticos se estão a mudar para dentro, nem todos os não-Brancos se estão a mudar para fora. Logo, nós temos agora mais mulheres que passaram quatro anos a aprender a teoria do género a dar de caras com minorias viris que não se importam nada com a etiqueta urbana dos elfos. Agora, sim, temos um problema de assédio nas ruas.

Levando em conta que estamos a lidar com elfos urbanos, o ângulo racial nunca será discutido. Em vez disso, a raiva será canalizada ao monolítico "patriarcado". Se por acaso estes assediadores chegam a ser retratados, há uma tentativa desesperada de mostrar que eles são de "todas as origens", ou que são camaradas elfos urbanos.

O segmento do The Daily Show sobre este fenómeno fez isso mesmo, e retratou todos os homens imagináveis a levar a cabo este tipo de comportamento. (Houve até uma mulher Negra como forma de mostrar como "os corpos negros" são objectificados.) O vídeo do BuzzFeedinverteu” os papéis do assédio e exibiu exclusivamente homens Brancos e Asiáticos com baixa Testosterona, implicando que estes são os responsáveis por esta grave injustiça.

O motivo que levou a que só fossem colocados homens Brancos é simples: eles são os únicos que irão prestar atenção a estas asneiras e a sua subjugação é o propósito do feminismo. É por isso que a cultura de violação e o #GamerGate dominam o discurso feminista mais do que o assédio de rua. É muito mais fácil conjurar vilões quando se está a lidar com video-jogadores nerds e rapazes de fraternidades universitárias. É muito mais difícil quando os perpetradores são as amorosas vítimas da opressão Branca.

A campanha intencional que tenta pintar este caso como um que se estende a todas as raças e a todas as classes (quando isso é falso) faz, então, perfeito sentido. Se não fosse assim, ficaríamos com um tópico que seria uma propaganda excelente para aqueles racistas arrepiantes. É neste ponto que o feminismo entra em rota de colisão com a verdade racial. Se o feminismo tem, de modo contínuo, promovido a noção de que os homens Brancos são aqueles que têm que ser temidos, um vídeo a demonstrar que não é bem isso que acontece pode causar alguma consternação,para dizer o mínimo.

Hanna Rosin está mais à frente ao notar na subversiva mensagem racial do video do assédio, ao mesmo tempo que passa o artigo inteiro a alegar que não é verdade que os não-Brancos são, em larga maioria, os perpetradores. A sua evidência? O segmento do The Daily Show. A sério, isso é tudo o que ela tem. A aspirante a actriz que estrelou no vídeo também usou a argumentação dos "homens de todas as origens" quando o seu vídeo refuta isso.

Embora actualmente seja alegado que durante as filmagens havia homens Brancos a assediar, essas passagens foram editadas e removidas porque elas não eram suficientemente escandalosas ou então o barulho de sirenes misteriosas bloquearam o seu assédio. Que choque. Não ficarei nada surpreso se este vídeo for re-editado de modo a incluir correctores de Wall Street loiros a lançar expressões como "Monta-te no meu *****, sua ****!"

Adicionalmente, há também a questão de como parar esta suposta ameaça. O grupo por trás da campanha, Hollaback!, quer que o Estado cavalgue em direcção a elas e prenda estes homens. Isto é bem irónico porque os mesmos esquerdistas que querem colocar um fim ao pare-e-reviste exigem agora que a polícia prenda os homens Negros por gritarem comentários injustificáveis.

Esta ideia rapidamente sairia pela culatra e haveria de gerar outro movimento - desta vez, por parte dos Negros e não das mulheres  privilegiadas. É também muito pouco provável que ela seja colocada em acção, mas isto demonstra que, mais uma vez, a mulher independente tem sempre que recorrer à opção “homens armados” sempre que está numa situação complicada.

Escusado será dizer isto, mas o assédio das ruas é um dilema enorme para as feministas. Embora os seus temas preferidos sejam abstractos (tais como a cultura de violação) e afectem poucas mulheres - se alguma - o assédio de rua tem impacto junto dum enorme grupo de mulheres. Tenho muito poucas dúvidas que deve ser aterrorizador ver grupos de Negros a abordá-las diariamente e ameaçá-las com uma violação. Entendo isto perfeitamente devido ao facto disto não ser um assunto feminista, mas sim um assunto racial.

Embora a sociedade nos diga para nos mudarmos para a cidade-grande mal terminemos a universidade, e que todos os problemas na América têm origem junto dos Brancos, e que não há nada a temer em relação aos não-Brancos, o assédio das ruas diz outra coisa totalmente diferente. Isto é a consequência de se viver numa sociedade multicultural onde não existe liberdade para se dizer a verdade racial. Consequentemente, seguimos com as explicações feministas embora dentro de nós estejamos bem cientes que elas são falsas.

E é por isso que isto continuará a ser um problema para a mulher Branca. Prevejo que a crítica de Rosin seja apenas o princípio da reacção contra este sucesso viral, e o mesmo será rapidamente denunciado pela sua não-intencional mensagem racial. Eles irão criar rapidamente uma versão totalmente Branca ou encontrar um bode expiatório Branco como forma de manter viva o argumento de "homens de todas as origens". Eles irão obscurecer a verdade e continuar a atacar o patriarcado e não os verdadeiros culpados da agressão: os não-Brancos e as normas culturais [raciais] distintas.

Você, leitor, como homem Branco, pode começar a pensar o que é que nós, como homens Brancos, podemos fazer para parar isto. Absolutamente Nada.

Estes elfos urbanos fizeram a sua cama, e agora é tempo delas dormirem nela. A maior parte delas viveu toda a sua vida em enclaves protegidos e nem por uma vez teve que interagir com um verdadeiro não-Branco. Sim, eles tiveram um simbólico amigo Negro, e tiveram a chance de conhecer Mexicanos inteligentes que conseguiram entrar na sua escola prestigiosa devido à acção afirmativa. Mas embora elas possam gostar da diversidade, elas nunca experimentaram a diversidade.

Sou um firme crente no oposto da teoria do contacto. Entrar em contacto com grupos distintos, particularmente Negros assobiadores, é mais provável que cause a que os Brancos se tornem racialmente mais conscientes do que se isolarem em subúrbios totalmente Brancos-como-o-lírio.

Talvez o assédio de rua esteja a abrir alguns poucos olhos na América para o verdadeiro problema racial. Talvez esteja a fazer com que mais mulheres Brancas fiquem junto do seu povo do que junto de outros grupos. Talvez esteja a causar a que elas façam perguntas que não é suposto elas fazerem.

O que quer que esteja a acontecer, uma coisa é certa: a prevalência do assédio de rua prende-se com a diversidade urbana. Se os elfos urbanos querem celebrar a diversidade, então deixem-nos celebrá-la de forma próxima e pessoal.

- http://goo.gl/Swg2XW

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Na Europa o problema de "assédio" nas ruas é, também, um problema racial e/ou cultural - como se pode ver no vídeo que se segue - mas os esquerdistas não querem seguir essa linha de pensamento sem que, com isso, destruam a frágil "aliança" esquerdista.

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