domingo, 30 de setembro de 2012

A solidão que o feminismo causa


Há alguns anos atrás, quando ela tinha 44 e ainda era solteira, Bibi disse:
Estou a olhar para dentro do longo barril dum futuro solitário sem marido, abandonada, sozinha e sem filhos. Como é que eu me meti nesta posição tão delicada? Um dos motivos é o facto dos homens gostarem das mulheres mais novas. Sim, eu também já fui jovem e tudo o mais. Quando estava na casa dos 20 e dos 30, eu não era propriamente uma super-modelo, mas estava constantemente rodeada de homens. O problema é que na altura eu não queria "assentar".
Ela agora teve que aceitar que é demasiado velha para ter filhos, e isto deixou-a desolada:
Não consigo verbalizar o quão doloroso é não ter filhos. Sinto dores físicas precisamente onde o bebé haveria de crescer [útero].

É sobrepujante saber que o meu legado começa e acaba comigo. Portanto, não haverá fotografias de reuniões familiares minhas e dos meus irmãos; não haverá momentos onde observarei, orgulhosa, os filhos a crescer; não há lugar natural no ciclo da vida.

Vocês, mães, criaram a próxima geração. Uma nova linhagem - filhos e provavelmente netos. que são vossos e vocês são deles. Se vocês pensam que estas são palavras duma mulher amargurada que destruiu a sua própria vida e que agora está com inveja . . . então estão 100% correctas. Fico morta por dentro saber que vocês [as mães] têm o bebé e eu não. Porque é que não aconteceu comigo? Sempre quis crianças, sempre assumi que teria crianças e que só não as tinha tido ainda porque só estive num relacionamento suficientemente sério para as ter.

Com 40 anos, e ainda sozinha, descobri que era demasiado velha para a NHS IVF [National Health Service, In Vitro Fertilization]; não tinha dinheiro e como tal enterrei a minha cabeça na areia. Leio com frequência histórias de mulheres que engravidam na casa dos 40.

Foi então que o meu pai morreu. A dor reavaliou a minha a voltei a centrar-me em mim. (As pessoas querem sempre criar algo quando alguém morre. Um livro, uma pintura, uma criança) Enchi-me de coragem e fiz os meus testes de fertilidade. Os mesmos revelaram que, com 46 anos, as minhas probabilidades de ter um filho eram virtualmente nulas.

Foi então que me apercebi o quanto eu queria um bebé, e que nada do que eu tinha na altura significava alguma coisa porque esse amor é o amor, e eu não o tenho e nem vou tê-lo, e como tal, não tenho nada.

Esse amor é a chave de tudo, não é? Esse é o motivo que me leva a estar tão frustrada e o motivo pelo qual as mães devem estar agradecidas. Foi-nos dito que o amor entre uma mãe e o seu filho é a emoção mas linda e mais realizadora que existe no mundo - o sentimento que finalmente da sentido à nossa existência. Eu pessoalmente não sei porque nunca o experimentei. No entanto, se a agonia de saber que nunca vou sentir esse amor serve de forma de medição, então eu alteraria todas as decisões que alguma vez tomei que me levaram a este lugar horrível.

Já tive pessoas que amava morrerem à minha frente, mas mesmo esse horror não se compara. A dor que eu sinto rasga-te por dentro (e ao teu futuro) porque, como me disse uma amiga que passou por esta situação e a quem, chorosa, contei toda a minha historia "Nunca vais sarar porque isto está bem dentro de ti. Isto é o que era suposto tu fazeres. Foi para isto que tu nasceste mas tu não o fizeste."

Nunca vou ficar grávida, nunca vou ser protegida pelo pai do meu filho, nunca serei amada por ele como a mãe do seu filho, nunca amarei como vocês [as mães com filhos] amam, nunca serei amada como vocês são amadas. Eu nunca significarei para alguém aquilo que vocês significam.
Esta história ressalva um dos problemas da maternidade adiada. As mulheres da classe média têm apenas uma pequena janela de oportunidade (30 a 35 anos) onde é suposto elas tornarem-se sérias na sua busca dum parceiro, e ter filhos no momento em que a sua fertilidade começa a decair. É inevitável que muitas mulheres, e sem necessidade alguma, deixem passar esse breve período - especialmente aquelas que vagueiam durante essa pequena janela de oportunidade.

Actualmente, nos EUA, 25% das mulheres com educação universitária com idades compreendidas entre os 40 e 44 estão sem filhos. Isto é uma variação enorme, se considerarmos que no período pós-guerra, essa percentagem centrava-se nos 10%.

Crê-se que os 30 anos sejam o momento crítico para as mulheres da classe média, mas será mais sensato recuar ligeiramente esse numero como forma de dar tempo de encontrar alguém. conhecerem-se, passar pelo noivado, casar e começar a ter filhos.

Isto faz muito mais sentido que entrar em correrias nos momentos finais, quando as mulheres e os homens provavelmente já se habituaram ao estilo de vida de solteiros, quando as mulheres têm que competir com mulheres mais jovens, e quando não foi dado aos homens qualquer sinal para se prepararem para o papel de marido e pai.

* * * * * * *

Nunca é demais relatar histórias em torno da forma como as mulheres foram, e estão, a ser enganadas pela forma de pensar feminista: carreira primeiro, filhos depois. Embora isto possa parecer cruel, a verdade é que estes relatos têm que ser amplamente publicitados e mostrados às mulheres actuais que ainda pensam que "podem ter tudo". 

A lógica e a razão não entram da mente feminista e como tal, pode ser  que os relatos de outras mulheres façam aquilo que a lógica e a razão não conseguem.

Bibi tem razão quando diz que não é actualmente uma super-modelo, mas olhando para a sua foto, e extrapolando alguns anos para trás, não é difícil construir um cenário onde ela está rodeada por homens.  A tragédia da história é que muito provavelmente qualquer um desses homens  estaria disposto em ser seu marido

Mas ela decidiu que "não estava pronta" ; primeiro era preciso investir na carreira e em si própria ao mesmo tempo que esbanjava os seus melhores anos com homens não-voltados para o casamento.

Pois bem; ela agora está pronta, mas o corpo dela  já não está

Como disse o autor do texto, as mulheres têm uma janela de oportunidade relativamente reduzida para encontrar o futuro pai dos filhos, travar conhecimento, casar e gerar as crianças.

Se, pelo contrário, a mulher moderna resolve "esperar" durante os anos de beleza máxima (18-27), quando ela decidir que "está pronta", o tempo pode não jogar a seu favor. Por essa altura, não só ela tem contra si a idade [os homens estão programados para dar preferências às mulheres mais jovens], como tem a biologia.

O feminismo enganou e continua a enganar as mulheres.

sábado, 29 de setembro de 2012

Estudo revela que casais que partilham as tarefas domésticas são mais susceptíveis de se separar


 Mais um mito feminista refutado pela realidade.

No que parece ser uma chapada na cara de quem defende a "igualdade de género", um relatório recente apurou que a taxa de divórcio entre casais que partilham as lides domésticas é cerca de 50% mais elevada de que entre os casais onde a mulher leva a cabo a maior parte das tarefas caseiras.

Thomas Hansen, co-editor do estudo intitulado “Equality in the Home” ["Igualdade no Lar"] afirmou:

O que nós apuramos é que a divisão de responsabilidades em casa não implica necessariamente um aumento do contentamento.

A ausência de correlação entre a igualdade em casa e a qualidade de vida  foi surpreendente, afirmou o pesquisador. 
[ed: Tradução: "Aquilo que as feministas nos têm dito há décadas não corresponde à realidade dos factos.."]

Seria de esperar que as separações ocorressem com mais frequência entre as famílias com menos igualdade no lar, mas as nossas estatísticas revelam exactamente o contrário.

Os dados revelam que "quanto mais o homem faz em casa, maior é a taxa de divórcio". Os motivos por trás disto, continuou Hansen, encontram-se parcialmente nas tarefas em si.

Provavelmente é algo visto como bom ter papéis claros e bem definidos . . . . onde uma pessoa não perturba o outro .... Podem existir menos discussões, uma vez que ambos podem mais facilmente entrar em rota de colisão se ambos têm os mesmos papéis e uma das partes sente que o outro não está a fazer o que lhe compete.

Mas a razão principal para uma mais elevada taxa de divórcio, sugeriu Hansen, prende-se com os valores dos casais "modernos" em si e não nas tarefas que eles levam a cabo.

Os casais modernos são isso mesmo [modernos], tanto na forma como dividem as tarefas, como na percepção do casamento como uma instituição menos sagrada ... Nestes casais modernos, a mulher tem também um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado, o que lhe torna menos dependente financeiramente do esposo. Eles podem sobreviver mais facilmente se se divorciarem.

A Noruega tem uma longa tradição de igualdade de género e em 70% dos casos, ambos os sexos partilham de igual modo a tarefa de cuidar das crianças. Mas quando se fala nas tarefas domésticas, as mulheres norueguesas ainda fazem a maior parte do trabalho em 7 de cada 10 casais.

Segundo o estudo, as mulheres que faziam a maior parte das tarefas domésticas, faziam-no por vontade própria e os seus níveis de felicidade eram tão elevados como a dos casais "modernos".

( . . . )

Os pesquisadores esperavam apurar que, onde os homens faziam mais tarefas, os níveis de felicidade da mulher eram mais elevados. Na verdade, o que eles apuraram é que eram os homens que viam os seus níveis de felicidade a aumentar embora o das mulheres não sofresse variações. 

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Será que sempre que as feministas apelam para uma "divisão de tarefas em casa", na verdade o que elas pretendem é um aumento de  tensões entre os casais (guerra de classes aplicada aos sexos) de modo que isto aumente as probabilidades do divórcio ocorrer? Pode ser, como pode não ser. É complicado saber o que se passa na cabeça duma feminista.

Mas uma coisa é certa: se levarmos em conta que a destruição da instituição do casamento é um dos grandes propósitos do movimento feminista - e do esquerdismo em si - fica assim claro que todos os conselhos matrimoniais dados por uma feminista não valem absolutamente nada. Mais ainda, os casais normais devem ficar ofendidos sempre que uma feminista se disponibiliza para ser sua "conselheira matrimonial".

Ainda em relação ao estudo em si ; o problema dos divórcios serem mais frequentes entre os casais  igualitários do que entre os casais tradicionais provavelmente - e quase de certeza - não se restringe só à questão da divisão das tarefas domésticas mas sim na atitude "moderna"  de ambos - que aceita a noção de que  "não há papéis de género" para cada um dos sexos. Ou seja, se um casamento parte do pressuposto que o mesmo não é uma união de dois seres fundamentalmente distintos  - mas complementares - tendo em vista a criação dum ambiente onde cada pessoa tem um papel único a cumprir, invariavelmente outras áreas da vida comum sofrerão com esta mentalidade.

Se a isto adicionarmos a natural repulsa que as mulheres têm por homens emasculados/efeminizados, é seguro afirmar que mais cedo ou mais tarde as mulheres perdem interesse (sexual incluído) no "homem a dias" que vive com ela.

Por fim: ao afirmar que "Nestes casais modernos, a mulher tem também um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado", Hansen revelou que quanto mais educação formal a mulher têm, maiores são as probabilidades do casamento acabar em divórcio. Ou seja, toda a receita feminista para um "casamento bem sucedido"  falha em toda a linha.

Mas, como  já sabemos, é esse o propósito.
...

Nova Zelândia: Maioria das crianças mortas por adultos são mortas pelas próprias mães

Fonte
Relatório policial da Nova Zelândia apurou que a maior parte das crianças que são mortas por adultos, são mortas pelas próprias mães (normalmente com fracturas na cabeça ou por estrangulamento):
Quase 50 por cento das crianças que morrem como resultado de violência familiar são mortos pelas mães, revelou o relatório policial
A polícia emitiu hoje o relatório sumariando os dados apurados em torno da análise de 95 mortes resultantes de incidentes de violência familiar envolvendo 101 vítimas entre 2004 a  2011.
O relatório, que não inclui todas as mortes que se verificam nesse período, verificou que 15 das 33 vítimas infantis foram mortas pela mãe.
Cinco recém nascidos foram mortos por mulheres que ocultaram a gravidez, ao mesmo tempo que seis crianças foram mortas pelas mães antes delas mesmas se  suicidarem.
A causa mais comum de morte foi o traumatismo craniano. A sufocação ou o afogamento por parte da mãe também se encontravam na lista.
Embora nós que temos estado a prestar atenção já soubessemos disto há já algum tempo, não deixa de ser surpreendente ver este assunto discutido abertamente num órgão de informação, especialmente num país  tão "progressista" como a Nova Zelândia. 

O que deve ser retirado desta notícia não é que as mães são más e nada mais que assassinas de bebés - obviamente, porque a maioria delas não são - mas sim que a violência doméstica não é algo que se que se limita a "homens maus" a gerarem problemas nos lares. 

As feministas gostam que caracterizar a  violência e o assassínio como resultado do "patriarcado", mas é bem provável que algumas destas crianças ainda estivessem vivas se o pai estivesse presente. Infelizmente, a premissa é a de que os homens têm que ser removidos da presença das crianças após a mínima alegação da mãe, mesmo que os homens possam a ser capazes de proteger as crianças de algum dano físico.

Existem homens violentos por aí, mas os dados que temos na nossa posse não parece suportar a tese de que os homens são mais susceptíveis que as mulheres de de matar os seus filhos biológicos. Na verdade, o que nós sabemos é que o que se passa é exactamente o reverso.

Isto põe em causa a ideia de que remover os pais da vida das crianças "é no interesse da criança." Torna-se cada vez mais aparente que nem as feministas nem os governos têm qualquer tipo de preocupação com os interesses das crianças, mas apenas  usam essa frase ("no interessa da criança") como forma de encobrir uma grande mentira, nomeadamente,  que eles se preocupam com as famílias e com as crianças.

As feministas não se preocupam nem com as famílias nem com as crianças. Primeiro, elas preocupam-se com o "direito" de prevenir ou exterminar crianças [aborto]. Segundo, elas estão interessadas em extrair dos homens o máximo de dinheiro possível.

Esperemos que as autoridades da Nova Zelândia estejam genuinamente preocupadas em reduzir os danos feitos às crianças, e coloquem em práctica medidas que realmente protejam as crianças em vez de servir os interesses das feministas - que não se preocupam minimamente com o bem estar das crianças.

Já é tempo de se reconhecer que os direitos dos homens e os direitos das crianças são inseparáveis, e não confrontantes.
* * * * * * *

Como diz o autor do texto, uma vez que as feministas lutam de forma hercúlea para garantir o "direito" de decapitar, esquartejar, queimar, envenenar e deitar no caixote de lixo bebés inocentes, é seguro afirmar que esse movimento não têm em vista o bem estar das crianças. Daqui se pode concluir que sempre que uma organização feminista se envolve em acções feitas "no interesse da crianças", podemos ter a certeza que elas não estão a revelar toda a verdade.

Quem foi Helen Demuth ?



Como fundador da "doutrina comunista", e figura quase "divina",  a biografia pessoal de Karl Marx é extremamente importante para os comunistas. Mas a vida pessoal de Marx era muito diferente daquilo que ele acreditava que o mundo deveria ser.

Durante a tradução do livro Biografia de Marx, a secção que fala do seu filho ilegitimo foi apagada das versões Soviéticas e Chinesas. Como resultado, as gerações mais antigas de revolucionários marxistas só sabiam do romance que ele partilhava com a sua esposa Johanna. Eles não faziam ideia nenhuma de que Marx havia escondido o caso amoroso privado que ele teve com a governanta, um caso que resultou no nascimento dum filho no ano de 1851.

É um facto amplamente conhecido que Marx tinha um profundo desagrado  pela exploração da classe operária. No entanto, havia uma operária que nem a remuneração mínima recebeia. Este tipo de operária não estava regsitada no museu Britânicoa. não trabalhava nas minas Salésianas, ou nas zonas de recolha de algodão da Inglaterra. Esta operária nem se encontrava presente no Das Kapital. Esta operária encontrava-se na sua casa.

Sempre que Marx e a sua família davam um passeio por Londres, ou faziam um pic-nic com amigos debaixo dum tempo agradável, uma forte serva feminina caminhava sempre ums metros atrás. Ela levava consigo um cesto cheio de comida e carregava um saco cheio de copos e pratos. Ela tinha que servir comida e bebida quando os patrões chegavam ao destino, e no final, arrumava e limpava tudo.

A mulher, que se chamava Helen Demuth mas que era tratada por "Lenchen" por Marx e pela sua família, vinha duma família camponesa pobre, e era serva do sogro de Marx desde a mais tenra idade. Quando Johanna e Karl Marx se casaram, ela foi oferecida a ele como parte do dote. Marx não rejeitou a oferta, pelo contrário, aceitou-a sem levantar questões. Historicamente, ele defendia que o uso de trabalho físico era algo condenável, mas parece que ele era de opinião de que ele merecia este tipo de devoção sem qualquer tipo de contra-partida.

A família de Marx confiava na serva. Para além de gerir as tarefas diárias domésticas, ele geria os seus assuntos financeiros. Lenchen geria também toda a roupa da família e durante o dia, geria as rejeições e à noite geria as despesas. Em relação aos filhos do patrão, ela considerava-os como seus.

No entanto, a devoção de Lenchen por Marx excedia a normal devoção de quem gere as tarefas domésticas e os assuntos financeiros.  No ano de 1850, Lenchen engravidou. Quando a criança nasceu, Marx convenceu Friedrich Engels, o seu leal companheiro de  batalha,  a assumir a responsabilidade.

Marx tinha que ser capaz de declarar de forma clara tudo em torno desta criança ; ele não podia deixar que alguém desconfiasse que o filho da Lenchen era ilegitimo, impedindo assim que se abatesse sobre ele ou sobre a mulher que tomava conta da sua casa e dos seus familiares qualquer tipo de embaraço.
Friedrich Engels era a escolha ideal uma vez que ele visitava Marx com frequência e era solteiro. A criança recebeu o nome de Henry Friedrich ; Friedrich era um nome familiar de  Engels.

Frederick Demuth: o filho ilegítimo de Marx morreu em 1929, aos 77 anos
Marx não poderia deixar que o seu filho ilegítimo ficasse na sua casa, e como tal Henry foi retirado de casa e cresceu na casa dum operário.  Mais tarde, Henry teve permissão para ver a sua mãe, mas não podia entrar em casa pela porta da frente, mas sim por uma das portas laterais.

Friedrich Engels morreu depois de Marx e no funeral deste, Engels elogiou o pensador como uma pessoa completamente perfeita - embora durante mais de metade da sua vida, a reputação do falecido tivesse dependido de Engels.Eventualmente, Engels morreu com um cancro na garganta. Quando se encontrava às portas da morte, Engels não podia falar, e como tal, ele escreveu num pedaço de papel: Henry Friedrich é o filho de Marx.

Lenchen morreu no ano de 1890. Durante a maior parte da sua vida, Lenchen trabalhou para a família de Marx, mas no final da sua vida, ela ficou de mãos a abanar ; ela não era nada, nem mesmo uma "operária contratada". No entanto, mais tarde na vida,  o seu filho tornouse num mecânico - um genuíno operário contratado. Ele não se interessou muito pela revolução comunista idealizada pelo seu pai, mas tornou-se membro dum sindicato reformador.



Será que as mulheres estão melhor adaptadas ao mundo actual?



No meu artigo anterior, Zykos deixou o seguinte comentário:
O que a realidade nos mostra é que as mulheres não se estão a adaptar de maneira nenhuma. Quantas vezes nós ouvimos dizer que as mulheres estão esmagadas sob o peso de tantas "responsabilidades"? Sim, ela "tem" que fazer tudo o que está listado em cima, e ainda tem que ter uma carreira profissional, e o marido não a está a ajudar. em nenhuma destas "tarefas".
Elas podem mentir a elas mesmas e afirmar que nunca quiseram este tipo de fardos mas ao aceitarem a autoridade (que, nesta cultura chega de forma natural, especialmente depois da chegada dos filhos), elas implicitamente aceitaram a responsabilidade correspondente.
Como resultado disto, as mulheres encontram-se mais infelizes e os homens estão mais suicidas. Mas pelo menos todos eles podem fingir que são cristãos. 
Este é um ângulo muito bom ; o que eu me apercebi é que é tipico acusar os homens por  estes não se adaptarem quando na verdade não só foram as mulheres que se recusaram a adaptar e aceitar os seus papéis, como deram início a este mundo feminizado onde já não há lugar para os homens.. 

Há não muito tempo atrás o mundo funcionava com a precisão dum relógio, com as mulheres na esfera doméstica e os homens na esfera mundial. Foi então que as mulheres decidiram que estavam aborrecidas e alteraram as regras do jogo para sempre.

O novo mundo que elas criaram é um onde a maioria das mulheres não só têm que trabalhar, mas também cuidar das crianças. No entanto, como disse o comentador Zykos, as mulheres não conseguem lidar com todas estas "responsabilidades", e como tal, estão mais stressadas do que alguma vez estiveram.

As mulheres forçam e envergonham os homens para que estes façam mais trabalhos em casa e cuidem mais das crianças, mas será que não são as mulheres que têm que se adaptar  ao mundo que elas criaram?  Portanto, quem é que não se está a adaptar?

As mulheres tomaram a decisão de complicar a sua própria vida e agora recusam-se a adaptar à realidade das suas decisões. “Ter tudo” requer um ajuste à realidade de "fazer tudo". Obviamente que é mais conveniente depositar a responsabilidade de "fazer tudo" sobre os homens de modo a que as mulheres possam "ter tudo".
 
Portanto, chegamos à situação actual onde parece que as mulheres se estão a adaptar melhor, mas é fácil adaptar quando és tu que fazes e modificas as regras.

Superficialmente, gerou-se a imagem de que as mulheres são as pessoas que melhor se adaptam; mas na realidade, elas estão a desmoronar e em vez de admitirem que fizeram um erro, que elas não podem ter tudo e fazer tudo, elas direccionam os seus verdadeiros sentimentos de não terem sido capazes de se adaptarem ao mundo que elas criaram para os homens. É então que se espera que os homens apanhem os bocados e se adaptem a este mundo feminizado cheio de empregos feminizados.

É suposto as mulheres serem as ajudantes dos homens, mas elas criaram um mundo onde se ajudam-se a elas mesmas.

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Multiculturalismo ou colonialismo?


Comecemos por assumir uma premissa e colocar algumas questões: Assume que "Maomé" é o nome mais popular dado aos bebés masculinos nos EUA. Mais ainda, assume que esse nome tem sido o mais popular nos últimos 5 anos. O que é que isso te diria? Será que ficarias preocupado?

Não só esta estatística é genuína para a Grã-Bretanha (GB), como parece que o país não está muito preocupado com isso - exceptuando nos casos onde esse mesmo país se desdobra de modo a alterar a sua cultura e reescrever a História presente nos currículos como forma de não ofender os maometanos.
  • Em Cheshire, dois estudantes não-muçulmanos da Alsager High School foram punidos pelos professores por se recusarem a rezar a Alá - o deus árabe - como parte da sua indoutrinação "educação religiosa".
  • Na Escócia, foi requerido a 30 crianças não muçulmanas da Parkview Primary School que visitassem a mesquita "Bait ur Rehman Ahmadiyya", no distrito Yorkhill de Glasgow.
Na mesquita, as crianças foram instruídas a recitar a shahada - a declaração de fé maometana que declara "Não há deus senão Alá e Maomé é seu mensageiro." Para se ver o ridículo desta situação, imaginem o que a esquerdalha unida aos maometanos não faria se viesse ao conhecimento público que 30 crianças maometanas haviam sido levadas para uma igreja, instruídas a recitar o Pai Nosso e a confessar que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus sem O qual não há salvação.
  • Actualmente, e supostamente como forma de impedir as "atitudes negativas contra os muçulmanos", os discípulos de Maomé estão a pedir exigir que sejam enviados pregadores maometanos a todas as escolas escocesas.
Boa ideia. Usando da mesma lógica, que tal enviar um rabino a todas as mesquitas e madrassas da GB como forma de impedir as "atitudes negativas contra os Judeus" presentes entre os muçulmanos? Semelhantemente, que tal enviar o líder da comunidade gay de Glasgow para todas as mesquitas e madrassas locais como forma de impedir "as atitudes negativas contra os homossexuais" presentes no maometanismo?
  • Por falar em Judeus; segundo um relatório com o título de "Teaching Emotive and Controversial History" comissionada pelo "Department for Education and Skills". as escolas britânicas estão progressivamente a colocar de lado o Holocausto das suas lições de História como forma de evitar ofender os maometanos.
Portanto, temos que passar a ser historicamente ignorantes como forma de não ofender os perpétuamente ofendidos maometanos.
  • Professores britânicos estão relutantes em discutir as Cruzadas, onde os Cristãos lutaram contra os exércitos maometanos pelo controle de Jerusalém - a Cidade Santa -, uma vez que a História, tal como ela realmente aconteceu, normalmente é bem diferente daquilo que as mesquitas locais ensinam.
  • Num esforço para conter a "islamofobia" nas escolas britânicas, é requerido aos professores que "ensinem contribuições-chave dos muçulmanos tais como a álgebra e o número zero", embora o conceito do zero seja oriundo da Índia e não do mundo islâmico.
Mas mesmo que fosse originário do mundo islâmico, isso seria irrelevante uma vez que não é a ignorância em torno das "contribuições-chave dos muçulmanos" que faz com que as pessoas fiquem suspeitas dos maometanos, mas sim os contínuos ataques terroristas perpetrados por homens e mulheres um pouco por todo o mundo. Esses homens e essas mulheres afirmam que esses actos de violência são feitos por motivos puramente islâmicos.

Portanto se a comunidade islâmica realmente quer acabar com a "islamofobia", o que eles têm que fazer é conter aqueles que andam no meio deles, e que recrutam muçulmanos pacíficos para a jihad.
  • No distrito do Este de Londres com o nome de Tower Hamlets, 4 maometanos foram recentemente aprisionados por terem atacado um professor branco por este ter ensinado estudos religiosos a raparigas muçulmanas.
Ou seja, eles podem levar 30 crianças não-maometanas para ensinar exclusivamente o islão, mas este professor não pode dar aulas de religião a muçulmanas. Como é normal junto dos maometanos, aquilo que eles exigem aos europeus não é o mesmo que eles estão dispostos a disponibilizar. Para muitos deles, a tolerância é uma via de um só sentido.
  • Neste mesmo distrito de Tower Hamlets, 85 das 90 escolas proibiram o consumo de carne de porco.
  • Em West Yorkshire, a Park Road Junior Infant e a Nursery School em Batley baniram histórias que contenham porcos incluíndo "Os Três Porquinhos", não se dê o caso de (sim, adivinharam) ofender os muçulmanos.
  • Em Nottingham, a Greenwood Primary School cancelou a peça de Natal uma vez que a mesma intereferia com o festival maometano Eid al-Adha.
  • Em Scarborough, a Yorkshire Coast College removeu as palavras "Christmas" (Natal) e "Easter" (Páscoa) do seu calendário como forma de não ofender os budistas hindusjudeus maometanos.
  • Também em Cheshire, uma menina Católica de 14 nos, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School, foi criticada por se recusar a vestir como uma muçulmana e visitar a mesquita local.
  • Em Stoke-on-Trent, as escolas locais foram ordenadas a re-datar os exames, cancelar as aulas de natação e a suspender as aulas de educação sexual durante o "mês sagrado" dos maometanos, o Ramadão.
  • Em Norwich, a Knowland Grove Community First School removeu a tradicional peça de Natal como forma de "olhar para outros festivais culturais do mundo."
Entretanto, a censura aos porcos na GB estende-se para a área dos brinquedos. O produtor duma quinta de brinquedo com o nome de "HappyLand Goosefeather Farm" removeu recentemente os porcos como forma de . . . . não ofender os muçulmanos. A remoção dos porcos ganhou atenção pública depois duma mãe britânica ter comprado o brinquedo como presente para o primeiro aniversário da filha. Embora o conjunto tivesse os modelos duma vaca, dum carneiro, de galinhas e dum cão, o mesmo não tinha um porco, apesar de existir um botão que produzia o som "oink".

Depois da mãe se ter queixado, a Early Learning Centre (ELC), que produz o brinquedo, respondeu:
Antigamente, o porco fazia parte da Goosefeather Farm. No entanto, devido ao feedback dos clientes e devido a motivos religiosos, o mesmo já não faz parte da quinta.
Que "bom" que o politicamente correcto está a pavimentar o caminho para a futura dominação islâmica. Podemos ter a certeza que a Early Learning Centre não deixou de incluir o porco na quinta devido aos pacíficos Judeus (que também não consomem carne de porco) mas sim devido aos não-tão-pacíficos maometanos. Mas o que importa é satisfazer a elite esquerdista (no seu desejo de destruir a coesão social).


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Costa do Marfim: Presidente instalado pela ONU e por Obama ataca a imprensa e a oposição




O novo regime pertencente ao banqueiro central muçulmano Alassane Ouattara, instalado na Costa do Marfim através do uso das forças da ONU apoiadas pela administração de  Obama, suspendeu todos os jornais pertencentes à oposição e alegadamente está a levar a cabo um desmantelamento brutal das forças de oposição. Os activistas pelos direitos humanos, bem como os diplomatas ocidentais, manifestaram-se contra a agressão, o que causou o levantamento temporário da suspensão aos órgãos de informação [média]. Mas os problemas ainda continuam.

Na semana de 10 de Setembro, o assim chamado "Conselho Nacional de Imprensa" do governo decidiu banir temporariamente os seis jornais críticos do novo regime. O alegado crime: publicar fotos do antigo presidente marfinense Presidente Laurent Gbagbo com o seu governo (que foi removido do poder no ano passado de forma bárbara por militantes muçulmanos e  pela ONU depois de resultados eleitorais disputados). O Tribunal Supremo da Costa do Marfim declarou Gbagbo como o vencedor.

Cerca de 3,000 pessoas morreram nos confrontos, incluindo mais de 1,000 Cristãos chacinados pelas forças de Ouattara à medida que marchavam para Abidjan, apoiadas pelas forças internacionais. E embora a guerra se tenha dissipado depois de Gbagbo ter sido preso (com o apoio da ONU), a violência e a falta de ordem prosseguem ainda à medida que os ataques à polícia são usados como justificativa para 1) o encarceramento de opositores e 2) a censura de vozes mediáticas críticas ao regime.

Depois dos ataques aos órgãos de informação da oposição, a embaixada dos EUA localizada em Abijan emitiu uma declaração afirmando:


O povo da Costa do Marfim deveria ter a permissão para determinar por ele mesmo a validade das visões politicas em competição.

Por sua vez, as "forças de paz" da ONU em missão na Costa do Marfim qualificaram o ataque aos jornais,  levado a cabo pelo regime que eles colocaram no poder, como "um dado pouco saudável."

Defensores da liberdade de imprensa e organizações defensoras dos direitos humanos condenaram também  as acções do regime. O grupo "Reporters Without Borders" afirmou:

Esta suspensão colectiva, que é um passo atrás na liberdade da imprensa na Costa do Marfim, deixa-nos preocupados.

Outros activistas condenaram também o gesto.

Segundo os agentes locais que regulam os média, publicar as fotos e as descrições "sediciosas" das mesmas era "contrário à reconciliação nacional" e foi algo  feito para "prolongar a crise pós-processo eleitoral." Aparentemente as imagens podem ter induzido alguns marfinenses a acreditar que havia um segundo governo. Os jornais receberam ordem para fechar durante duas semanas.

A forte e rápida pressão internacional sobre a decisão colocou enorme pressão sobre o regime, chegando-se  ao ponto de alguns apoiantes do regime levantarem as suas vozes contra os abusos. Verdadeiramente, o furor global pode ter levado ao anuncio do dia 17 de Setembro declarando o fim temporário da suspensão.

Raphael Lakpe, patrão do "National Press Council", afirmou:

Decidimos suspender a sanção que se abateu sobre os jornais dentro do contexto da mediação decorrente com a associação dos editores de imprensa da Costa do Marfim, e a comissão do diálogo, verdade e reconciliação. . . . Queremos que estas mediações tenham algum tipo de hipótese.

No entanto, o ataque aos jornais pode ser um sintoma dum problema muito maior visto que, segundo observadores e oponentes do novo regime, e sob o manto do "terrorismo", o governo de Ouattara está a levar a cabo uma campanha sem misericórdia contra todas as forças de oposição - especialmente os apoiantes do antigo presidente.

Durante o mês passado, por exemplo, o partido de Gbagbo, Frente Popular Marfinense ["Ivorian Popular Front" (FPI)], viu as suas instalações serem atacadas por homens armados em plena luz do dia.  Mais tarde, e no mesmo dia, as instalações duma organização que publica um jornal de oposição (e de apoio a  Gbagbo) foram assaltadas. Numerosos oficiais de topo do partido foram presos, e a maior parte dos apoiantes militares e politicos seniores de Gbagbo ou estão na prisão ou a viver no exílio.

Em relação às actividades do regime, um documento oficial do FPI declarou:

Durante estas operações . . . . os actos cometidos são invariavelmente os mesmos. Espancamentos, extorsões  . . . . torturas,  para extrair confissões como forma de fundamentar a tese de que o FPI está a planear algo contra Ouattara, forçar as pessoas que são a favor de Gbagbo a desistir, procedimentos judiciais relâmpagos em torno de acusações mirabolantes.

O presidente do FPI, Sylvain Miaka Ouretto, fez eco destas palavras, afirmando que o partido estava pronto para iniciar um diálogo com o regime mas que o desmantelamento ilegal tem que terminar.

Não fizemos nada de mal e como tal, não podemos aceitar que sejamos transformados em bodes expiatórios duma guerra por poder dentro do regime.

Embora o regime de Ouattara alegue estar a combater "terroristas", e a combater um alegado esforço que está a ser feito em favor dum "golpe de estado" que tem como propósito removê-lo do poder, os observadores internacionais não estão totalmente convencidos. E mesmo que seja verdade - cenário improvável mas possível dadas as tensões profundas que ainda perduram depois do antigo presidente ter sido violentamente removido do poder - as tácticas maldosas e o terror que visa os oponentes dificilmente se justificam, segundo os grupos em torno dos direitos humanos.

Souhayr Belhassen, presidente da organização com sede em Paris "International Federation for Human Rights" (FIDH), afirmou:
Estas infracções dos direitos civis e políticos - incluindo o direito da liberdade de expressão e liberdade da imprensa - não ajudam em nada a consolidação da formação dum estado de direito, formação essa que  autoridades marfinenses se comprometeram a levar a cabo. É imperioso que as autoridades da Costa do Marfim garantam que estes direitos sejam respeitados.
Entre outras preocupações mais sérias, a FIDH e os seus afiliados expressaram alarme pelo uso das tropas governamentais para a propagação de "pânico entre os civis".  Outro problema em crescimento, ressalvado numa declaração emitida pelos grupos dos direitos humanos, eram as prisões em massa e as sentenças de prisão estipuladas aos apoiantes de Gbagbo.

Por exemplo, o Secretário-Geral da FPI, Akoun Lawrence,  foi preso no dia 26 de Agosto e acusado de "conduta desordeira" por declarações que ele fez durante um encontro partidário. O Procurador-Público esperava assegurar uma sentença de 5 anos pelo comentário, mas Lawrence foi sentenciado a seis meses de prisão - excessivo, segundo qualquer padrão.

Persistem também questões em torno dos processos judiciais. Sidiki Kaba, Presidente Honorário da FIDH, afirmou:

Os procedimentos judiciais nacionais têm que avançar de uma forma transparente, independente e imparcial - quer seja em torno dos eventos mais recentes, quer sejam assuntos relativos à crise pós-eleitoral. As autoridades marfinenses têm que evitar contribuir para os sentimentos de estigmatização e desconfiança entre a população civil, facto que só vai azedar o processo nacional de reconciliação - um desafio urgente para a Costa de Marfim.

.....

Depois das contestadas eleições de Novembro de 2010, e com o apoio de forças militares internacionais aliadas a milícias muçulmanas, o novo regime do banqueiro central Ouattara foi colocado no poder durante o ano passado. A votação original indicava uma vitória marginal por parte de Ouattara, principalmente devido ao  predominantemente muçulmano norte do país.

No entanto, e depois de terem sido descobertas evidências de fraude eleitoral ampla ( . . . ), o "Constitutional Council" nacional determinou que Gbagbo — um Católico esquerdista do Sul — havia vencido as eleições. Segundo a Constituição da Costa do Marfim, essa decisão deveria ter sido o ponto final dos eventos. Devido a isso,  Gbagbo recusou-se a abdicar.

Em vez de deixarem a Costa do Marfim resolver os seus assuntos internos, a ONU, o governo francês  e a administração de Obama exigiram que Gbagbo entregasse o poder a  Ouattara, um antigo oficial do Fundo Monetário Internacional. Quando Gbagbo recusou, as forças internacionais juntaram forças com combatentes muçulmanos e atacaram o governo, o que levou à prisão de Gbagbo.

Isto gerou uma “guerra civil” que deixou milhares sem vida. Bombas da ONU choveram sobre a capital, ao mesmo tempo que as forças islâmicas invadiam o palácio presidencial e apreendiam Gbagbo. O antigo presidente encontra-se agora a aguardar julgamento - num auto-intitulado "Tribunal Criminal Internacional" -  por alegados crimes contra a humanidade que se geraram no conflito - apesar do facto de Ouattara e os seus combatentes terem sido acusados de matança quando lutavam para adquirir o poder.

Falando perante a Assembleia Geral da ONU, o presidente Obama celebrou um leque de guerras e apelou a mais. Entre os exemplos de intervenções militares com o apoio da ONU  supostamente bem sucedidas, encontrava-se a violenta deposição de Gbagbo e a consequente instalação de Ouattara.

O mundo recusou-se a virar a cara,” declarou Obama, erradamente alegando que Gbagbo havia perdido as eleições.

O Conselho de Segurança, liderado pelos EUA, Nigéria e França, uniu-se em apoio à vontade do povo.

Apesar das celebrações de Obama, a Costa de Marfim - tal como virtualmente todos os países onde os EUA e a ONU intervieram - está em tumulto. O novo regime instalado pelos power-brokers internacionais já mostrou as suas verdadeiras cores, e os analistas afirmam que o pior ainda está para vir.

* * * * * *

O mais surpreendente desta notícia não é o facto dum líder do Terceiro Mundo abusar do seu poder ilegítimo para reduzir ou destruir a influência dos opositores políticos, mas sim o facto da ONU já ser de facto uma organização que decide quais os líderes que devem ficar, e quais os líderes que têm que ser removidos. Se isto não é um desrespeito claro pela soberania nacional das instituições democráticas da Costa do Marfim, então a expressão  "soberania nacional" termo não tem qualquer significado coerente.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Quem financia as "Femen" ?

A jovem entrou nas fileiras da organização, supostamente inspirada por suas ideias, participou pessoalmente nas acções topless, filmando o que ocorria com câmara oculta. Verificou-se que a essência da actividade das participantes resume-se à propaganda e dinheiro, que chega da Europa Ocidental e dos EUA.

Para revelar publicamente a essência do Femen, a jovem jornalista teve de realizar uma acção de auto-sacrifício, tornar-se participante das acções topless. Durante algumas semanas ensinaram-lhe a propaganda profissional – modo de conduta agressivo, habilidade em atrair a atenção dos jornalistas, representando uma vítima inocente. E o mais importante, expor os seios nus diante das câmaras.

A jovem estreou em topless em Paris, onde as participantes do Femen abriram recentemente seu novo escritório. Lá algumas jovens organizaram uma manifestação em seu estilo tradicional, isto é - despiram o peito diante de centro cultural islâmico. A jornalista afirma que sentiu literalmente na pele o ódio das pessoas, cujos sentimentos religiosos elas ofenderam intencionalmente: “A acção ocorre perto do centro cultural islâmico. E nós sentimos que a multidão estava disposta a nos despedaçar. Somente as objectivas dos colegas salvam-nos da represália."

A viagem da jornalista a Paris foi paga pelo movimento Femen. As passagens de avião, a hospedagem no hotel, táxi e alimentação – um total de mil euros de gastos por dia para cada moça durante tais acções, sem contar as compras de roupas, serviços de maquiadores e estilistas.

Além disso verificou-se que as activistas do Femen recebem salário, não menos de mil dólares por mês, o que ultrapassa em quase 3 vezes o salário médio na Ucrânia. Além disso a manutenção de escritórios em Kiev – dois mil e quinhentos dólares por mês e do recentemente aberto em Paris – mais alguns milhares de euros por mês.

Quem financia tão generosamente este movimento e quem é o patrocinador que indica às jovens a quem devem atacar de peito aberto, é um segredo guardado a sete chaves, como se diz, sancta sanctorum. Só se pode imaginar quem são. A jornalista supõe que são pessoas que com maior frequência são vistas junto com o Femen. O multimilionário Helmut Geier, a mulher de negócios alemã Beat Schober e o homem de negócios americano Jed Sanden. Também a Wikipedia considera que o último é patrocinador do Femen.

Fonte
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Uma das formas de saber quem financia uma determinada organização é saber contra quem ela luta. No caso das Femen, não parece haver muitas duvidas.
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domingo, 23 de setembro de 2012

Efeitos do Marxismo Cultural na Grã-Bretanha

Fonte

Da sua prisão na Itália dos anos 1920, o Marxista Antonio Gramsci escreveu a sua visão para a Europa e como uma "longa marcha através das instituições" seria necessária para alterar a cultura.  Através das instituições, particularmente através dos média e do sistema de ensino, as massas seriam indoutrinadas com valores Marxistas Culturais.

Avançando para 2012, observamos que as ideias de hegemonia cultural de Gramsci confirmam-se na Grã-Bretanha uma vez que só agora os Marxistas culturais controlam a sociedade. A BBC e o nosso sistema de ensino promove valores que são anti-nacionais, anti-tradicionais, anti-religiosos [ed: anti-Cristãos mas nunca anti-islâmicos] mas, naturalmente, pró-esquerdismo e pró-multiculturais.

Com o dinheiro dos contribuintes, a BBC disponibiliza telenovelas vácuas tais como "The Eastenders", onde personagens de todas as nacionalidades bebem na  'Queen Vic' em perfeita harmonia multicultural. Onde estão os comentários politicamente incorrectos que seriam de esperar nos pubs?  Onde estão as piadas exageradas a roçar o racismo mas mesmo assim cheias de humor?

Na verdade, os pubs são um dos poucos bastiões da tradicional cultura britânica e a 'Queen Vic' não os representa ; no seu lugar, promove uma utópica agenda multicultural.

Na série Eastenders, onde estão os crimes levados a cabo pelos gangues ? [ . . . ] Onde estão os protestos muçulmanos a apelar por zonas controladas exclusivamente pela Sharia? Onde estão as minorias étnicas que não falam inglês e nem se integram na sociedade Britânica? Onde estão os estados [= zonas] onde os Brancos não são bem vindos?

Em lugar algum se vêem estas coisas porque os enredos centram-se no mito duma sociedade multicultural cujos valores comuns centram-se na cerveja, nos relacionamentos extra-conjugais, e nas idas à lavandaria.

Syed, o 'Muçulmano Homossexual' com origens imprecisas que a BBC colocou numa história gay lado a lado com um  inglês 'Gay' que, por coincidência, se chama Christian,  é o sonho da BBC dum país das maravilhas numa tentativa de normalizar o anormal,  promover estilos de vida minoritários e apresentar isso como os componentes centrais da Cultura Nacional.

A ideologia do multiculturalismo está a ser promovida pela BBC News de modo ainda mais óbvio. Jornalistas seleccionados a partir quotas feitas aos grupos minoritários, e "peritos" cuidadosamente escolhidos, dizem-nos que a imigração em massa é  "boa para a economia" e nós agora estamos numa crise económica.  Eles dizem que o facto de muitas cidades Britânicas não mais terem uma aparência Britânica  mais não são que "forças do mercado", e que isso está  a  "enriquecer" e a "diversificar".

As escolas do governo, que seguem as linhas orientadoras fornecidas pela BBC, são igualmente culpadas da hegemonia esquerdista e da podridão institucional.  Hoje em dia as crianças deixam as escolas com um melhor entendimento das alterações climáticas do que com um melhor entendimento da nossa religião.  A religião, quando ela é ensinada nas escolas, é apresentada como algo tão inconsequente como escolher um doce em vez de outro na "Haribo Pick n' Mix."

As instituições de qualquer sociedade saudável promovem sempre preferências como forma de instigar um sentimento de unidade nacional, e o Cristianismo encontra-se intimamente conectado com as nossas tradições e com a nossa constituição não-escrita.

Até nas aulas de História, as crianças aprendem mais acerca da fraude Comunista Martin Luther King do que o Rei Edward I, e mais sobre Nelson Mandela do que o Almirante Nelson. A Educação Estatal encontra-se sob um domínio esquerdista que milita contra a tradição e sistematicamente tenta multiculturalizar a nossa história nacional.

Quando eles chegam a ensinar às crianças os eventos e as  biografias das figuras Históricas Britânicas, normalmente há um desproporcional foco no monarca que matou as mulheres ou na forma como a Europa supostamente é responsável pela escravatura, opressão e a pobreza que existe no Terceiro Mundo. Isto não é História mas sim propaganda criada para fragilizar o nosso sentido de orgulho nacional e fragilizar a nossa identidade.
Crianças acorrentadas como escravos (!)
Um movimento popular de direita pode desafiar as certezas da arrogante elite esquerdista, expondo a sua preguiça intelectual quando eles criticam tudo o que não gostam de "extremista."  A direita tem que ser firme e aberta nas exigências e falar a verdade.
  • Nós queremos a repatriação dos poderes da União Europeia.
  • Nós queremos fechar as nossas fronteiras aos imigrantes uma vez que já temos imigrantes de sobra. De facto, nós queremos dar início a repatriação.
  • Nós queremos dar prioridade aos trabalhadores Britânicos no acesso aos empregos Britânicos.
  • Nós realmente achamos que o currículo escolar deveria colocar ênfase nas virtudes e nos feitos Britânicos.
  • Nós achamos que a BBC, que é subsidiada com o dinheiro dos contribuintes, deveria celebrar a nossa herança Cristã, Cultural e Étnica como algo que há centenas de anos tem guiado os Britânicos à grandiosidade, em vez de expulsar estes valores da arena pública e promover a agenda Comunista.
  • Nós achamos que , se tu vives no Reino Unido,  falar Inglês é obrigatório,

  • E nós realmente achamos que deveríamos ter o direito da liberdade de expressão sem que os Ditadores do Politicamente Correcto nos digam o que nós podemos dizer ou pensar.
 
Resumindo, queremos o nosso país de volta.
  • Queremos que os traidores sejam removidos do governo,
  • Queremos que os traidores dentro das nossas instituições sejam removidos,
  • Queremos que as nossas forças policiais sejam imunes às manobras políticas dos Marxistas Culturais e do lixo Britânico, 
  • Não queremos que os nossos excepcionais homens e mulheres das nossas forças militares  sejam usados para lutar em nome de interesses estrangeiros,
  • Não queremos que os nossos filhos recebam uma lavagem cerebral, aceitando a sua própria destruição Cultural e étnica levada a cabo por professores Marxistas Culturais que servem uma agenda e uma indústria de entretenimento que promove o homossexualismo e os relacionamentos mistos como algo a aspirar,
  • Não queremos que as nossas cidades se assemelhem ao Terceiro Mundo, como muitas já se assemelham,
  • Não queremos a crescente islamização do nosso país,

  • Não queremos que as nossas filhas sejam racialmente e culturalmente usadas para a prostituição, 
  • Não queremos que os nossos jovens sejam violentamente atacados e assassinados pelas alegadas minorias étnicas, e esquecidos pelos órgãos de informação com viés Marxista Cultural,
  • Não queremos que as pessoas da nossa Nação tenham que limitar a sua opinião e a sua liberdade de expressão devido ao medo que elas têm pelas leis raciais que os oprimem e dão poder às "minorias",
  • Não queremos que as nossas universidades sejam centros de indoutrinação Marxista, produzindo traidores anti-Brancos e anti-Britânicos,
  • Não queremos que grupos como  UAF, SWP e "Hope not Soap" tenham permissão para avançar violentamente com a sua propaganda Comunista nas nossas ruas, financiados pelos traidores do Parlamento.
A lista é literalmente infindável.

A classe operária Branca está farta. A classe operária Branca não subscreve ao mantra esquerdista da guerra de classes. Só os Comunistas subscrevem a esta ideologia anti-Brancos, anti-Nação e anti-Cristã. A classe operária Branca foi traída e está, gradualmente, a despertar.

Esta é a Nação que a classe operária Branca transformou na mais grandiosa Nação da Terra ; eles lutaram e morreram por esta nação, mas foram traídos como nunca haviam sido.

Grã-Bretanha, desperta.



Cultura de estupro ou cultura de falsas alegações?

Rosie Dodd, de 20, tinha estado a beber quando conheceu 3 homens, de 25, 23 e 21 anos. Depois de ter começado a apalpar um deles quando se encontrava no autocarro, teve relações sexuais consensuais com todos eles, Depois de ter contado a uma amiga que se sentia "suja", mentiu à polícia e disse que havia sido "violada."

Os 3 homens, dois deles estudantes, sofreram um "pesadelo" durante o tempo em que foram intimamente examinados e apreendidos pela polícia. Mas depois das polícia se ter apercebido das inconsistências do testemunho de Rosie, ela admitiu ter inventado a questão da violação. Como resultado disso, ela foi colocada atrás das grades.

Nas redes sociais, Dodd tinha uma série de fotos suas ao lado de vários homens, aparentemente exibindo-os como troféus.

Enquanto a mandava para a prisão, o Juiz do tribunal em Nottingham, John Milmo, disse:

Nenhum destes homens havia alguma vez visto o interior duma cela. Se estas acusações tivessem seguido para julgamento, eles seriam injustamente acusados. Só passados 10 dias a seguir ao evento é que a polícia conseguiu falar consigo. Foi aí que você admitiu que as suas alegações eram totalmente falsas. Segundo sei, do seu ponto de vista era mais fácil dizer mentiras do que dizer a verdade. Não sei o porquê de você ter inventado estas alegações falsas.

Os eventos.

Nottingham - Em Junho passado, Rosie Dodd esteve a beber de forma descontrolada (8 vodkas) tendo acabado num casino onde se deparou com um dos seus muitos ex-namorados. Através dele, ela conheceu o trio, com quem, posteriormente, viajou de autocarro até uma casa na área de Clifton. Durante a viagem, Rosie começou a apalpar um dos homens e quando chegaram à casa, ele teve sexo consensual com os três.

Depois do evento, Rosie enviou um SMS à uma amiga alegando que se sentia "suja" com o que havia acontecido, e mais tarde alegou ter sido violada pelos três. Os homens, que não foram identificados, foram presos acusados de violação, e passaram 50 horas na prisão antes de terem sido libertos sob fiança.

Depois da investigação policial ter levantado suspeitas em torno do seu testemunho, Rosie não só admitiu ter tido sexo consensual com os três, como admitiu ter inventado a história devido ao facto de estar arrependida de ter dormido com os três.

No entanto, a polícia alegou que Dodd não só não mostrou qualquer tipo de arrependimento, como exibia no seu perfil nas redes sociais que ela estava "Num Relacionamento." Ela foi acusada de perverter a justiça, declarando-se posteriormente como culpada deste crime.

As Vítimas

O tribunal ficou a saber que uma das suas vítimas havia recentemente terminado a universidade, mas o que deveria ter sido um momento de celebração tornou-se num "pesadelo." Outra vítima, que também é um estudante, disse que a investigação médica que se seguiu foi "horrível", e que se sentiu envergonhado por ter que detalhar o sexo consensual que tiveram.

Um dos homens disse temer que os seus planos de ir trabalhar com crianças nos EUA seja prejudicado por este episódio, embora a polícia tenha alegado que todos os indícios desta investigação seriam removidos dos seus ficheiros. Nenhum deles tinha antecedentes criminais.

A detective Gina Farrell, que liderou a investigação, disse:

Nós levamos a sério todos as alegações de violação ou de assédio sexual, mas cedo se tornou óbvio que haviam inconsistência com o depoimento da Rosie. Os 3 homens acusados de violação estavam visivelmente afectados pelas acusações, mas Dodd não exibia qualquer tipo de remorso por aquilo que a que ela havia sido submetida. O tempo que os nossos oficiais investiram neste caso poderia ter sido gasto com alguém que realmente precisava da nossa ajuda.

O detective-inspector Stephen Waldram, chefe da Equipa Investigação de Violação local, disse:
Lembro a todos os que têm planos de levantar falsas acusações para pensarem duas vezes. Nós levamos a cabo investigações minuciosas e como tal, as suas mentiras serão expostas.

* * * * * * *
Dificilmente ela ficará na prisão por todo o tempo da sentença, mas ao menos os 3 homens foram ilibados de mais esta tentativa de não assumir as consequências dos seus actos (tão comum hoje em dia). Aparentemente a cultura que existe é a da falsa acusação de violação ; "a cultura de estupro" só existe na mente de pessoas determinadas a colocar as mulheres num permanente estado de vítima.

[ACTUALIZAÇÃO - 26/12/2012: Presa por dois anos]

sábado, 22 de setembro de 2012

A utilidade do estatuto de vítima

Aparentemente teve início uma bem organizada iniciativa que visa proteger o feminismo de alguns dos seus críticos mais activos. Há alguns dias atrás tivemos o Ivan mangina Martins a declarar, perturbado, que há homens que odeiam o feminismo - coisa que, aparentemente, não era suposto acontecer. 

Infelizmente o Ivan não se questionou do porquê existirem homens de todos os quadrantes sociais que  levantam oposição a um movimento  político que visa destruir todos os traços de masculinidade da sociedade ao mesmo tempo que visa conferir direitos especiais e exclusivos às mulheres.

Depois do Ivan, um tal de Alex Castro decidiu que os "mascus" [termo que supostamente significa "masculinistas", mas que na boca dos esquerdistas nunca se sabe] também estão cheios de ódio "pelas mulheres", causando a que eles deixem comentários "ofensivos" para as mulheres na sua página do facebook




Como todos sabemos, resistir ao ódio que provém do feminismo é "ódio às mulheres". Curiosamente, as atitudes que visam erradicar todos os traços de masculinidade da sociedade nunca são vistas como sendo o resultado de "ódio aos homens".

Depois destas figuras cómicas se embaraçarem com frases e palavras ridículas, foi a vez da Lola também se embaraçarar perguntando:

FALTA QUANTO PROS MASCUS ASSUMIREM SUA MISOGINIA?

Note-se que este tipo de pergunta - obviamente - não é feita com o expresso propósito de saber uma data específica em que "mascus" irão assumir "a sua misoginia" mas sim com o propósito de colocar todos os homens que criticam o feminazismo na posição defensiva. Essencialmente o que a Lola e todos os aliados feminazistas tencionam é colocar os anti-feministas a fornecer evidências de que não são misóginos uma vez que enquanto eles estiverem ocupados em tarefas defensivas, eles não estão a criticar o feminazismo [tarefas ofensivas].

Não há necessidade de fornecer evidências contrárias para aquilo que nunca foi provado (para além de ser ridículo os MRAs terem que provar uma negativa ["Prova-me que NÃO ÉS um assassino"]). Se a Lola acha que as vozes autoritárias dentro do movimento (e não os "sanctus" ou outros perturbados mentais) promovem o "ódio às mulheres" é a Lola que tem que citar os blogueiros e as vozes aprovadas dentro do  movimento que fazem isso. Isto envolve fornecer nomes, datas e fontes primárias (e não o "diz que disse" tão comum na esquerdalha militante).

Devido a isto, uma das formas de remover o auto-conferido lugar de autoridade moral que a Lola conferiu à sua volumosa pessoa é virar o disco ao contrário, e colocar o foco no que os feministas querem desesperadamente esconder com perguntas deste tipo.

Estatuto de vítima

Uma mulher que é violentamente espancada pela sua parceira lésbica é uma pessoa com um estatuto de vítima real visto que o que lhe confere o tal estatuto baseia-se em dados genuínos. Por outro lado, uma mulher que falsamente alega ter sido sexualmente abusada por um homem recebe um  estatuto de vitima  falso até que a verdade seja apurada [se vier].

O estatuto de vítima pode ser muito rentável e proveitoso para: 1) a vítima (real ou não),  2)  as pessoas em seu redor, e 3) as pessoas que fomentam um falso estatuto de vítima. Para se ver como é que isto acontece, basta levar em consideração um caso que ocorreu nos Estados Unidos há alguns anos atrás quando uma jovem mulher alegou ter sido "violada" por um promissor jovem jogador de futebol americano. O rapaz foi preso e passou vários anos na prisão até que as evidências o ilibaram. Durante esse tempo, graças ao estatuto de vítima falsamente adquirido pela mulher, ela foi generosamente compensada com $750,000.


O seu estatuto, embora falso, foi rentável para ela, para a família, e para um incontável número de pessoas em seu redor.

Hoje em dia, um dos grupos que falsamente se auto-confere o estatuto de "vitima" é o lobby homossexual ocidental. Embora existam lugares no mundo onde practicar o homossexualismo é um crime punível  com a  morte [países islâmicos] é absolutamente ridículo um homossexual ocidental afirmar que é uma "vítima" só porque não vê toda a sua agenda política, social e sexual aprovada pelas autoridades competentes.

Mas o "grupo de vítimas" que mais interessa ao feminismo são mulheres. Para a elite feminazi é de extraordinária importância perpetuar o estatuto de vítima junto das mulheres como forma dela [a elite] manter e aumentar o seu poder e influência.

Paralelamente, para algumas mulheres, este estatuto de vítima também lhes é favorável visto que lhes permite usar todo o tipo de desculpas [fornecidas pela elite feminista] para justificar o seu insucesso em alguma área da vida:
  • "Não avancei na minha carreira porque a sociedade é machista!" [e não porque saía todos os dias às 5 da tarde enquanto os colegas continuavam a trabalhar até altas horas]
  • "Ganho menos dinheiro por causa do patriarcado opressor!" [e não porque os homens têm profissões mais rentáveis]
  • "Não obtive a promoção porque o meu patrão é um machista!" [e não porque o colega é melhor profissional]

  • "Estou solteira porque os homens, que são machistas, e só querem mulheres jovens" [e não porque tem 35 anos, é divorciada, e tem um longo historial de relacionamentos falhados.]

  • "Há preconceito contra as mulheres fortes e independentes que gostam de expressar livremente a sua sexualidade" [Não. Há, sim, um conhecimento de facto que nos leva a concluir que as pessoas promíscuas - homens ou mulheres - são menos capazes de manter um relacionamento monogâmico, duradouro e estável.]
O que é que a elite feminazi ganha com isto?

Para a elite, o estatuto de vítima das mulheres é bastante rentável visto que é (também) com base nele que os governos ocidentais disponibilizam elevadas somas de dinheiro público a organizações controladas pelas feministas (centro de abrigo a vítimas de violência doméstica, organizações em favor da "igualdade", etc). Ou seja, essas feministas atraem contribuições estatais e contribuições sociais alegando que, entre outras coisas, existe uma "cultura de estupro"  onde todos os homens são potenciais violadores por virtude de serem homens.

Espalhar o pânico junto das mulheres perpetua assim o estatuto de vitima e faz com que elas olhem ainda mais para as "líderes" feministas como pessoas que podem fornecer algum tipo de orientação neste mundo cheio de homens que querem a todo o custo maltratar as mulheres.

Para além de serem vistas como "guias" e "exemplos", e para além de lucrarem muito isso, as líderes feministas aproveitam-se da credulidade de muitas mulheres para escrever livros e artigos onde ficamos a saber que as mulheres sempre foram oprimidas pelos homens, e que se a masculinidade for removida da sociedade, tudo funcionará melhor.(Nós sabemos como é que isso acaba)

(Curiosamente, e como disse o psicólogo "Angry" Harry. se as mulheres sempre foram "oprimidas" pelo homem,  isto significa que, não só as mulheres em nada contribuíram para o avanço do conhecimento humano, como todo o sucesso da civilização ocidental deve-se exclusivamente ao génio do homem. Quantas feministas estão prontas a concordar com isto?)

Por outro lado, temos homens feministas - escritores e jornalistas -  que sabem que o público feminino é mais fácil de manipular que o masculino, e que usam isso em seu favor. (Que melhor forma de angariar mais leitoras do que atacar o seu próprio sexo sabendo que só as mulheres menos informadas irão acreditar nas suas palavras?)

Portanto, temos aqui alianças perfeitas:
  • Líderes feministas lucram financeiramente com a promoção de mitos que conferem estatuto de vítima às mulheres;

  • Homens feministas que ganham uma nova legião de seguidoras atacando os homens;
  • Mulheres que se aproveitam desse estatuto para se desculparem perante a sociedade de alguma área da sua vida que não corre (ou não correu) como elas desejam (ou desejaram)
Sim, mas e os "mascus"?

E é neste contexto que os MRAs entram -  como perturbadores dum status quo que já dura, sem oposição,  há alguns anos. Para uma líder feminista, que lucra com o estatuto de vítima das mulheres, é primordial fragilizar e desacreditar todos os movimentos que expõe o feminismo por aquilo que ele é. Não é do seu interesse que se saiba que, longe de ser "oprimida", dentro da sociedade ocidental a mulher pertence a uma classe privilegiada.




Através desse prisma, podemos entender melhor a raiva de algumas blogueiras (e blogueiros manginas) perante o crescimento das vozes masculinas que se levantam contra o feminazismo. Não é que essas vozes feministas realmente acreditem que os "mascus" sejam "misóginos" ; o que se passa é que a mensagem dos "mascus" é totalmente destrutiva para a elite feminazi e como tal, importa que a mesma seja desacreditada antes que faça mais estragos.

O problema - para a elite feminista - é que o próprio facto delas se dedicarem de modo tão fanático ao que os MRAs escrevem demonstra que a mensagem dos "mascus" está a fazer o seu efeito. Ou seja, os ataques  que têm sido feitos [ao feminismo, e não às mulheres] estão a surtir efeito. A mensagem está a ser ouvida, entendida e assimilada (tanto por homens como por mulheres) e não há nada que os Ivans, os Alexs e as Lolas deste mundo possam fazer.

Melhor, há uma coisa que podem fazer : sair da frente antes que sejam triturados pela onda de verdade que sem dúvida vai assolar o seu frágil edifício feminista.



Conclusão:

Como foi dito inicialmente, não acredito que este inundar de textos anti-MRAs seja um "acaso" ; eu acredito que há um afinar de agulhas, um plano e uma estratégia bem montada que tem como propósito desacreditar os anti-feministas - pró-família, pró-vida (Cristãos ou não).

Tendo como base esta suspeita, acredito que num futuro próximo  mais textos sejam escritos, e mais vozes levantem ainda mais alto o clamor de "CULTURA DE ESTUPRO!!!" que as feminazis e seus aliados manginas tanto gostam. A verdade não interessa: o que interessa é cultivar o estatuto de vitima.

O que os  feministas não se apercebem é que quanto mais tempo investem a demonizar os MRAs, mais as pessoas ganham interesse, e mais elas fazem a sua própria investigação. E quando estas pessoas acedem aos grupos, blogues e fóruns MRAs, e verificam empiricamente que o histerismo das feministas não faz sentido algum, quem fica mal na história são as próprias feministas.

Por fim, só para comentar uma coisa que a Lola disse:

Como é que um “movimento” que dedica seu tempo livre pra pregar violência contra todo um gênero pode não ser considerado um grupo de ódio?

Curiosamente, estou de acordo com a Lola. Um movimento que apregoa o que se vê mais embaixo [ódio e extermínio de seres humanos inocentes] só pode ser considerado um grupo de ódio.
...
Obrigado ao D.R. pelas imagens. 

[ATENÇÃO: IMAGENS GRÁFICAS]












































































































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