quinta-feira, 31 de maio de 2012

Será que as feministas realmente querem direitos iguais?

É frequentemente afirmado que tudo o que o feminismo tenciona fazer é conferir direitos iguais às mulheres. Isto soa muito a "o feminismo quer dar às mulheres os direitos que os homens já possuem". Mas se os padrões de igualdade segundo o qual as feministas se regem são "os direitos que os homens já possuem", então pode-se afirmar que as feministas não buscam igualdade.

Embora seja um erro comum afirmar que o feminismo busca a "igualdade", está é uma mentira (ao estilo do nacional-socialista Joseph Goebbels) mais fácil de assimilar que a verdade inconveniente: o feminismo existe para conferir direitos especiais às mulheres à custa dos homens, das crianças, das outras mulheres e, de facto, à custa da sociedade como um todo.

Esta mentira indefensável - de que o feminismo "centra-se na igualdade" - tem sido construída em resposta à questão em si. No entanto, o PROPÓSITO do feminismo é mais facilmente revelado nos seus OBJECTIVOS do que no seu discurso político.

Tendo isto em conta, a pergunta aqui é: quais são os propósitos do feminismo?

  • 1) O feminismo glorifica a autonomia da mulher individual de tal forma que até romantiza a irresponsabilidade das mulheres.

Os votos de casamento nada valem para a mente feminista. A responsabilidade das mulheres para com os seus próprios filhos é irrelevante se tal responsabilidade infringir de alguma forma a autonomia da mulher.

Não é por acaso que as feministas promovem o aborto como um "direito"; uma vez que levar a gravidez até ao fim é sinal de responsabilidade, e como essa responsabilidade condiciona a autonomia feminina, as feministas forçam os governos a subsidiar a matança de bebés inocentes como forma delas não perderem a sua "preciosa" autonomia. O facto de todos os abortos terminarem com uma vida humana inocente é irrelevante para as feministas.

A própria estabilidade da sociedade tem um valor relativo se tal estabilidade entrar em conflito com a subjectiva "felicidade" da mulher individual.

  • 2) O feminismo quer que as mulheres ganhem o mesmo ordenado que os homens sem que elas tenham que produzir o mesmo que os homens.

Uma vez que as mulheres trabalham menos tempo que os homens (por várias razões que vão desde iniciar o trabalho mais tarde, perder horas de trabalho devido a doença , gravidez, ou voluntariamente tirar horas de trabalho para estar junto dos filhos, etc) a mulher mediana com 35 anos de idade trabalhou menos 10 anos (em horas) que os homens medianos com a mesma idade e na mesma profissão.

No entanto, as feministas exigem que as mulheres recebam o mesmo que os homens da mesma profissão apesar do facto das mulheres trazerem menos experiência, menos horas de trabalho e menos talento para o serviço (resultante do menor investimento na carreira profissional).

  • 3) As feministas afirmam que as mulheres são capazes de produzir os mesmos resultados que os homens em profissões tradicionalmente masculinas, mas ao mesmo tempo que defendem isto, elas fazem pressão política para que as leis e os requerimentos sejam alterados de modo a que mais mulheres sejam admitidas nas tais profissões que as feministas afirmam puderem ser levadas a cabo tanto por homens como por mulheres.

Ou seja, segundo as feministas, aquilo que as mulheres trazem para as forças polícias, para os bombeiros e para as forças militares é exactamente o mesmo que os homens trazem. No entanto, a noção de "igualdade" das feministas envolve perverter as leis e os testes físicos para que as mulheres possam ser polícias, bombeiras e soldados.

Se elas são igualmente capazes, porque é que se diminui o nível de exigência? Se isto não é feito com os homens que não conseguem atingir os níveis físicos que lhes dê acesso a estes postos, porque é que se deve fazer isso para as mulheres? Onde está a "igualdade" nisso?

Onde estão as feministas a fazer pressão politica para que os homens que não conseguem entrar nestes empregos entrem à mesma?

  • 4) O feminismo defende que as mulheres deveriam ter o DIREITO de combater na linha da frente das forças militares sem que no entanto tenham a OBRIGAÇÃO de o fazer - uma opção que os homens não têm.

Elas querem ser chamadas de "soldados" e "bombeiros" e "polícias" (e receber o mesmo que os homens) mas não querem passar pelas situações difíceis que os genuínos soldados, bombeiros e polícias passam. Isto não é igualdade em lugar nenhum do universo EXCEPTO na mente pervertida duma feminista.

  • 5) As feministas afirmam que, ao nível intelectual e emocional, as mulheres são tão fortes como os homens, mas afirmam ao mesmo tempo que as mulheres são vítimas de "violência doméstica" se os sentimentos delas não são rapidamente levados em consideração. Para além disso, as feministas afirmam que são vítimas de "assedio sexual" se descobrem no local de trabalho um calendário com uma mulher em bikini .

No entanto, se por acaso um homem estiver num local de trabalho maioritariamente feminino, ele não verá as imagens de homens semi-nus nos cartazes ou nas revistas feministas como uma forma de "assédio sexual".

Como diz um dos vídeos do site ManWomanMyth.com, quando um homem entra num local de trabalho, ele questiona-se sobre a forma como ele mais rapidamente se adaptará ao mesmo. Por outro lado, quando uma feminista entra num local de trabalho, ela tenta mudar o local de trabalho de modo a que o emprego esteja de acordo com os seus gostos.

Não é ela que tem que se ajustar às condições de trabalho, mas sim o trabalho que tem que se ajustar a ela.

  • 6) Embora o feminismo mantenha que os homens e as mulheres são iguais, considera as mulheres moralmente acima dos homens.

O feminismo demonstra a sua fé na superioridade moral das mulheres quando:

. . .

A realidade dos factos é que as feministas apercebem-se que elas, as feministas (e NÃO as mulheres), não são iguais aos homens. Devido a isso, elas (as feministas) desprezam os homens pelo facto deles conseguirem ser o que elas (as feministas) nunca vão conseguir ser: independentes, capazes de resistir ao governo, capazes de liderar famílias, capazes de desbravar caminhos morais, empresariais e artísticos que beneficiam toda a sociedade (e não só os homens).

As feministas odeiam a natural superioridade dos homens (sobre as feministas e não sobre as mulheres) e como tal juntaram-se num movimento baseado no ódio como forma de fazerem pressão política tendo em vista a opressão dos homens - um conceito correctamente identificado como misandria.

Nenhuma feminista pode dar algum tipo de exemplo onde o feminismo fez pressão política tendo em vista algo remotamente parecido com a "igualdade". Embora as bocas das feministas estejam cheias de PALAVRAS como "igualdade" e "emancipação", o facto é que as acções das feministas tendem a conferir direitos especiais às mulheres, independentemente da irresponsabilidade ou imoralidade das mulheres envolvidas.

Conclusão:

Toda a propaganda proveniente das feministas em torno da "igualdade" é pura manobra de diversão dirigida aos mais incautos. O importante é relativizar o que elas dizem mas observar atentamente o que elas fazem e, especialmente, contra quem elas lutam (família, homens, bebés em gestação, etc). Levando isso em conta, fica auto-evidente que, longe de ser um movimento que busca a igualdade, o feminismo busca, sim, a supremacia feminina.


Modificado a partir do original


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dessensibilizando a anormalidade

Quando pessoas com 26 anos são classificadas de "crianças" e a engenharia social está a tornar os homens cada vez mais efeminizados, não surpreende a ninguém que os esquerdistas da revista TIME mostrem na sua capa uma mulher a amamentar uma criança de 3 anos (!). Mas não se preocupem; este acto agora tem o nome pomposo de "parentalidade afectuosa" (inglês:“attachment parenting”).

A AP conta-nos a história por trás da foto:

Chocante ou normal? Uma mulher a amamentar o seu filho de 3 anos é a capa da Time desta semana para a sua história em torno da "parentalidade afectuosa". As reacções variam dos aplausos, para adulação, terminando no encolher de ombros.

A foto mostra-nos uma mãe caseira de 26 anos chamada Jamie Lynne Grumet que afirma que a sua mãe a amamentou até aos seus seis anos de idade.

Na sua entrevista à Time ela afirma que desistiu de tentar explicar este acto aos estranhos que olham para o que ela faz e ameaçam-na de "chamar os serviços sociais ou olham para isto como abuso de crianças".

As pessoas têm que entender que isto é biológico e normal” disse ela, acrescentando que “Quanto mais as pessoas se depararem com isto, mais se tornará normal na nossa cultura. É isso que espero. Quero que as pessoas vejam.

“Quanto mais as pessoas se depararem com isto, mais se tornará normal na nossa cultura.”

Portanto, o "normal" é criado através da dessensibilização do anormal. Aquilo que há 30 anos era justificadamente tido como "anormal" e "perverso", hoje em dia é visto como "normal" e "aceitável". Isto acontece não porque temos a "mente mais aberta", mas sim porque os engenheiros sociais usaram da sua posição para nos dessensibilizar.

A Jamie tem razão quando diz que amamentar é normal. No entanto, o facto de algo ser normal não implica que possa ser levado a cabo em qualquer altura, a qualquer pessoa, quando bem se quiser. Amamentar é normal. Amamentar uma criança de 3 anos não é.

Que tipo de "homens" é que esta cultura gera?

"Machos"

É irónico que muitas feministas estejam prontas a alegar que "já não há homens como antigamente", mas não se apercebam que a maioria dos homens actuais foi criada por mulheres que cresceram sob a bandeira da "mulher emancipada". Elas são rápidas em identificar o que elas qualificam de "problema" mas não se apercebem da culpa que elas próprias possuem neste processo.

Fonte


terça-feira, 29 de maio de 2012

O que é o politicamente correcto ?

Original (Ênfase adicionado)


Karl Marx

Muitos de nós fazemos uma ideia do que é o politicamente correcto (PC), pela repetição de informações transmitidas pelos mídia.

O PC não teve origem recente; remonta a sua utilização como instrumento ideológico, ao tempo da I Guerra Mundial. Quando Karl Marx escreveu o “Manifesto Comunista” (séc. 19), ficou bem claro que ideologia que nascia assentava em duas vertentes básicas: O Marxismo Económico, que defende a ideia de que a História é determinada pela propriedade dos meios de produção, e o Marxismo Cultural, que defende a ideia de que a História é determinada pelo Poder através do qual, grupos sociais (para além das classes sociais) definidos pela raça, sexo, etc., assumem o poder sobre outros grupos.

Até à I Guerra Mundial, o Marxismo Cultural não mereceu muita atenção, que se concentrou praticamente toda no Marxismo Económico, que deu origem à revolução bolchevista (URSS).

O Marxismo Cultural é uma sub-ideologia do Marxismo (a “outra face da moeda” é o marxismo económico), e como todas as ideologias, tende inexoravelmente para a implantação de uma ditadura, isto é, para o totalitarismo.

À semelhança do Marxismo Económico, o Marxismo Cultural (ou Politicamente Correcto) considera que os trabalhadores e os camponeses são, à partida, “bons”, e que a burguesia e os capitalistas são, a priori, “maus”.

Dentro das classes sociais assim definidas, os marxistas culturais entendem que existem grupos sociais “bons” (como as mulheres feministas — porque as mulheres não-feministas são “más” ou “ignorantes”), os negros e os homossexuais – para além dos muçulmanos, dos animistas, dos índios, dos primatas superiores, etc..

Estes “grupos sociais” (que incluem os primatas superiores — chimpanzés, gorilas, etc.) são classificados pelos marxistas culturais como sendo “vítimas” e por isso, são considerados como “bons”, independentemente do que os seus membros façam ou deixem de fazer.

Um crime de sangue perpetrado por um homossexual é visto como “uma atitude de revolta contra a sociedade opressora”; o mesmo crime perpetrado por um heterossexual de raça branca é classificado como um “acto hediondo de um opressor”. Segundo o Marxismo Cultural, o “macho branco” é o equivalente ideológico da “burguesia” no Marxismo Económico.

Enquanto que o Marxismo Económico baseia a sua acção no acto de expropriação (retirada de direitos à propriedade), o Marxismo Cultural (ou PC) expropria direitos de cidadania, isto é, retira direitos básicos a uns cidadãos para, alegadamente, dar direitos acrescidos e extraordinários a outros cidadãos, baseados na cor da pele, sexo ou aquilo a que chamam de “orientação sexual”.

Nesta linha está a concessão de quotas de admissão, seja para o parlamento, seja no acesso a universidades ou outro tipo de instituições, independentemente de critérios de competência e de capacidade.

Enquanto que o método de análise utilizado pelo Marxismo Económico é baseado no Das Kapital de Marx (economia colectivista marxista), o Marxismo Cultural utiliza o desconstrucionismo filosófico e epistemológico explanado por ideólogos marxistas como Jacques Derrida, que seguiu Martin Heidegger, que bebeu muita coisa em Friederich Nietzsche.

O Desconstrucionismo, em termos que toda a gente entenda, é um método através do qual se retira o significado de um texto para se colocar a seguir o sentido que se pretende para esse texto. Este método é aplicado não só em textos, mas também na retórica política e ideológica em geral.

A desconstrução de um texto (ou de uma realidade histórica) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por aquilo que se pretende.

Por exemplo, a análise desconstrucionista da Bíblia pode levar um marxista cultural a inferir que se trata de um livro dedicado à superioridade de uma raça e de um sexo sobre o outro sexo; ou a análise desconstrucionista das obras de Shakespeare, por parte de um marxista cultural, pode concluir que se tratam de obras misóginas que defendem a supressão da mulher; ou a análise politicamente correcta dos Lusíadas de Luís Vaz de Camões, levaria à conclusão de que se trata de uma obra colonialista, supremacista, machista e imperialista.

Para o marxista cultural, a análise histórica resume-se tão só à análise da relação de poder entre grupos sociais.

O Desconstrucionismo é a chave do politicamente correcto (ou marxismo cultural), porque é através dele que surge o relativismo moral como teoria filosófica, que defende a supressão da hierarquia de valores, constituindo-se assim, a antítese da Ética civilizacional europeia.



António Gramsci

Com a revolução marxista russa, as expectativas dos marxistas europeus atingiram um ponto alto. Esperava-se o mesmo tipo de revolução nos restantes países da Europa. À medida que o tempo passava, os teóricos marxistas verificaram que a expansão marxista não estava a ocorrer.

Foi então que dois ideólogos marxistas se dedicaram ao estudo do fenómeno da falha da expansão do comunismo marxista: António Gramsci (Itália) e George Lukacs (Hungria).

Gramsci concluiu que os trabalhadores europeus nunca seriam servidos nos seus interesses de classe se não se libertassem da cultura europeia – e particularmente da religião cristã.

Para Gramsci, a razão do falhanço da expansão comunista marxista estava na cultura e na religião. O mesmo conclui Lukacs.

Em 1923, por iniciativa de um filho de um homem de negócios riquíssimo de nacionalidade alemã (Félix Veil), que disponibilizou rios de dinheiro para o efeito, criou-se um grupo permanente (“think tank”) de estudos marxistas na Universidade de Frankfurt.

Foi aqui que se oficializou o nascimento do Politicamente Correcto (Marxismo Cultural), conhecido como “Instituto de Pesquisas Sociais” ou simplesmente, Escola de Frankfurt – um núcleo de marxistas renegados e desalinhados com o marxismo-leninismo.


Max Horkheimer

Em 1930, passou a dirigir a Escola de Frankfurt um tal Max Horkheimer, outro marxista ideologicamente desalinhado com Moscovo e com o partido comunista alemão. Horkheimer teve a ideia de se aproveitar das ideias de Freud, introduzindo-as na agenda ideológica da Escola de Frankfurt; Horkheimer coloca assim a tradicional estrutura socio-económica marxista em segundo plano, e elege a estrutura cultural como instrumento privilegiado de luta política.

E foi aqui que se consolidou o Politicamente Correcto, tal como o conhecemos hoje, com pequenas variações de adaptação aos tempos que se seguiram. Surgiu a Teoria Crítica.

O que é a Teoria Crítica? As associações financiadas pelo nosso Estado e com o nosso dinheiro, em apoio ao activismo gay, em apoio a organizações feministas camufladas de “protecção à mulher”, e por aí fora – tudo isso faz parte da Teoria Crítica do marxismo cultural, surgida da Escola de Frankfurt do tempo de Max Horkheimer.

A Teoria Crítica faz o sincretismo entre Marx e Freud, tenta a síntese entre os dois (“a repressão de uma sociedade capitalista cria uma condição freudiana generalizada de repressão individual”, e coisas do género).

No fundo, o que faz a Teoria Crítica? Critica. Só. Faz críticas. Critica a cultura europeia; critica a religião; critica o homem; critica tudo. Só não fazem auto-crítica (nem convém). Não se tratam de críticas construtivas; destroem tudo, criticam de forma a demolir tudo e todos.


Marcuse

Por essa altura, aderiram ao bando de Frankfurt dois senhores: Theodore Adorno e Herbert Marcuse. Este último emigrou para os Estados Unidos com o advento do nazismo.

Foi Marcuse que introduziu no Politicamente Correcto (ou marxismo cultural) um elemento importante: a sexualidade. Foi Marcuse que criou a frase Make Love, Not War.

Marcuse defendeu o futuro da Humanidade como sendo uma sociedade da “perversidade polimórfica”, na linha das profecias de Nietzsche.

Marcuse defendeu também, já nos anos trinta do século passado, que a masculinidade e a feminilidade não eram diferenças sexuais essenciais, mas derivados de diferentes funções e papéis sociais; segundo Marcuse, não existem diferenças sexuais, senão como “diferenças construídas”.

Marcuse criou o conceito de “tolerância repressiva” – tudo o que viesse da Direita tinha que ser intolerado e reprimido pela violência, e tudo o que viesse da Esquerda tinha que ser tolerado e apoiado pelo Estado. Marcuse é o pai do Politicamente Correcto moderno.


O sucesso de expansão do Marxismo Cultural na opinião pública, em detrimento do Marxismo Económico, deve-se três razões simples: a primeira é que as teorias económicas marxistas são complicadas de entender pelo cidadão comum, enquanto que o tipo de dedução primária do raciocínio PC, aliado à fantasia de um mundo ideal e sem defeitos, é digno de se fazer entender pelo mentecapto mais empedernido.

A segunda razão é porque o Politicamente Correcto critica por criticar, pratica a crítica destrutiva até à exaustão – e sabemos que a adesão popular (da juventude, em particular) a este tipo de escrutínio crítico é enorme.

A terceira razão é que o antropocentrismo do marxismo económico falhou, como sistema social e económico, em todo o mundo; resta ao Marxismo a guerrilha cultural.

O que se está a passar hoje na sociedade ocidental, não é muito diferente do que se passou na União Soviética e na China, num passado recente. Assistimos ao policiamento do pensamento, à censura das ideias, rumo a uma sociedade totalitária.
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domingo, 27 de maio de 2012

Os efeitos do marxismo cultural numa nação

Título original: "Bem vindos à Inglaterra" - Fonte: Neo-Ateísmo Português



O país onde um casal cristão, por ser cristão, não pode adoptar uma criança, e um par de homossexuais pode.

O país onde um casal cristão é punido se não disponibilizar um quarto e uma cama da sua casa de família, a qualquer par de homossexuais que lhes bata à porta.


O país onde o director da emissora pública de rádio e televisão admite que a estação ridiculariza os cristãos, por serem pacíficos, e respeita os muçulmanos, por serem violentos.

Bem-vindos à Inglaterra! Estado oficialmente cristão-anglicano, mas anticristão na prática.

É também o país de Richard Dawkins, o profeta ateu que, até hoje, ninguém ainda percebeu se será um incompetente lobo em pele de cordeiro, ou apenas um esquizofrénico.

Nuns dias diz que o Cristianismo deve ser respeitado e é melhor do que o Islão, noutros confessa que ambiciona destruir o Cristianismo e apela à multidão de seguidores para ridicularizarem e não respeitarem as crenças dos cristãos.

Às vezes diz-se "cristão cultural" e teme que o Cristianismo possa dar lugar ao Islão. Mas não se conhecem discursos e palavras de Dawkins declaradas à frente de jornalistas, no meio da rua e em protesto contra o Islão, no mesmo tom que usou para dirigir insultos, calúnias e provocações aos católicos e ao Papa quando este visitou a Inglaterra.

Conclusão: O sistema judicial e o governo inglês que continuem empenhados em banir o Cristianismo do território. O Islão agradece e os homossexuais, depois do gayzismo anticristão ser descartado como a idiotice útil que já cumpriu o seu papel, saberão o que é a verdadeira "homofobia".

Quanto aos ateus, não consta que o Islão lhes reserve tratamento melhor, mas não é de esperar que esses iluminados parem de atacar os cristãos. Em nome do "mundo livre". Leia-se: islâmico.

* * * * * * *

Mas há mais. Inglaterra é também o país onde:

etc, etc.

As coisas estão tão anormais por terras de sua majestade que quem se atreve a dizer o óbvio é prontamente vaiado por um público cuidadosamente escolhido.

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sábado, 26 de maio de 2012

Horrível: mãe espanca violentamente filha de 10 meses

Um vídeo perturbador emergiu recentemente mostrando uma mãe malaia a bater e a pontapear repetidamente a desprotegida filha de 10 meses. O vídeo, que tem a duração de pouco mais de 4 minutos, gerou fúria na internet, levando muitas pessoas que viram o vídeo a qualificar a mulher de "sádica" e de "não estar apta para estar junto de crianças".

Depois de previamente ter visto a mulher a espancar o bebé, uma das amigas da mãe, que tinha 18 anos na altura, ficou preocupada com o incidente e resolveu gravar um vídeo para enviá-lo posteriormente à polícia.


Depois de verem o vídeo, muitos utilizadores viram~se compelidos a expressar a sua revolta na secção de comentários. Um dos comentadores disse:
Literalmente falando, eu chorei depois de vêr o vídeo. Nem me consigo imaginar a bater numa criança da forma como ela bate. Como é possível que as pessoas que estavam no quarto tenham ficado impávidas e serenas à medida que a situação se desenrolava? A pobre criança só quer colo mas o que ela faz é espancar a criança continuamente.
Os tribunais decidirão se a mãe, que será liberta em Novembro deste ano, terá permissão para ficar com a custódia da criança.

Fonte

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Tal como dito várias vezes, as mulheres são tão violentas como os homens. Algumas feministas dizem até que a violência feminina dirigida aos homens justifica-se. A diferença fulcral é que, devido à sua inferior capacidade física, a violência feminina normalmente é levada a cabo por outros homens, pelo Estado, ou é dirigida às crianças e aos idosos. No entanto, muita da violência feminina é, mesmo assim, dirigida aos homens.

Como é de prever, nada disto é falado ou levado em conta pelo lobby feminista quando este usa a lucrativa indústria da violência doméstica como forma de financiar a sua vagenda (agenda feminista).

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Feminismo levou Thomas Ball ao suicídio

Helen Smith revela a forma como o feminismo desvaloriza o sofrimento masculino.

Imaginem, se forem capazes, que uma rapariga de 16 anos tenta obter justiça através do sistema legal depois de lhe ter sido negado um aborto. Ela é empurrada dum lado para o outro - à medida que houve frases como "temos pena, miúda" - até que um dia, levada ao desespero, ela leva a cabo uma auto-imolação em frente a um tribunal.

Imaginem o que aconteceria nos média: a história rapidamente se transformaria numa tempestade de fogo e a MSNBC e a CNN colocariam a notícia em rodapé de hora em hora. Paralelamente, o New York Times entrevistaria feministas famosas que não perderiam a oportunidade para recolher dividendos deste "acto político corajoso" e as suas implicações para as liberdades individuais das mulheres.

Agora falemos do que realmente aconteceu. Thomas James Ball, homem de New Hampshire com 58 anos, imolou-se em frente a um tribunal porque "estava farto de ser castigado" pelo sistema de tribunal de família "por ser um homem".

Apesar da sua horrível morte pública, o homem obteve pouca atenção por parte dos órgãos de comunicação; houve apenas alguns activistas na internet e algumas fontes noticiosas - tais como a International Business Times and the Keene Sentinel - que pegaram na notícia. Até a Wikipedia retirou a sua página em torno do homem.

Basicamente, o último gesto de Ball foi tratado pelos média tradicionais como um incidente envolvendo um maluco solitário sem qualquer tipo de relevância política. A diferença entre estes dois casos centra-se naquilo que os média americanos consideram realmente importante: raparigas e mulheres são importantes; homens e rapazes, nem tanto.

Christina Hoff Sommers tinha razão: a guerra contra os rapazes e contra os homens ainda está bem forte. Thomans Ball sabia disso. Ele enviou uma longa carta ao Keene Sentinel explicando as queixas que tinha contra o sistema judicial e contra a sociedade que desvaloriza os homens. Como geralmente acontece quando um homem se queixa, as suas palavras foram classificadas de queixume e não de problemas genuínos.

Como um do meus comentadores ressalvou num dos posts que escrevi em torno desta situação, quando uma mulher aproveita-se do facto do marido estar a dormir para o queimar até à morte, o gesto não só é visto como um aviso em torno da violência contra as mulheres, como é também imortalizado num filme premiado com o título de "The Burning Bed".

Mas quando um homem como Thomas Ball suicida-se por imolação, o gesto não é visto como um aviso em torno da forma como os homens são tratados de forma injusta pelo sistema legal. Em vez disso, algumas "almas compassivas" olham para o incidente como mais um aviso em torno das necessidades das mulheres.

Será que os homens tem algum valor para estas "feministas" ou será que elas sentem prazer com o sofrimento masculino? Eu acho que a última hipótese tem mais peso.

Alguns pundits e comentadores afirmam que Ball não merece qualquer tipo de compaixão e nem merece ser tratado como um ícone dos direitos dos homens uma vez que ele pode ou não ter sido enxovalhado pelo tribunal familiar. Afinal, ele chegou a esbofetear a sua filha de 4 anos - cortando o seu lábio - quando ela se recusou a obedece-lo depois de 3 avisos verbais.

Isto não é positivo mas não justifica o tempo de cadeia, a prisão ou a remoção da filha da sua presença. Se isto justifica essas medidas, então existem muitas mulheres por aí que merecem o mesmo tratamento. Tremo só de pensar nisto.

Mas independentemente de pensarmos que o Thomas Ball foi um homem bom, ou um homem mau, ou um maluco, isso é irrelevante. O que interessa é que a morte de Ball - e a reacção a ela - deveriam ser um aviso para a forma como os homens e os rapazes são tratados numa sociedade que desvaloriza a sua existência.

  • A taxa de suicídio entre os homens é muito superior do que entre as mulheres, mas ninguém se importa com isso.
  • Os homens são tratados de forma injusta pelos tribunais mas ninguém pestaneja.
  • Eles são vítimas das atitudes femininas durante a sua vida, mas as pessoas apenas dizem "é a vida".
  • Quando eles finalmente agitam um bocado o jogo e começam com a auto-imolação, mais uma vez, os média e a sociedade dizem apenas "e depois?"
Será que conseguimos ficar impávido e serenos e não fazer nada em relação ao tratamento que os homens e os rapazes da nossa sociedade recebem? Quando penso na foto do sr Ball, em chamas nos degraus do tribunal, acho que a única resposta tem que ser um resoluto "Nem pensar!"

Os planos do feminismo para os homens

Homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e mulheres para casar


Apesar da evolução dos tempos, os homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e mulheres para casar. E essa diferença existe numa proporção significativa. «Há sequelas de uma sociedade patriarcal e muitos valores perduram», afirma o psicólogo Thiago de Almeida, especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso.

Para a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), isso ocorre porque os valores demoram muito a mudar, apesar dos comportamentos serem alterados mais rapidamente. «Há uma valorização do marido, que na nossa cultura é visto como um capital», diz Mirian. «Isso faz com que o comportamento sexual feminino seja muito controlado socialmente. Ou seja, a honra masculina ainda está vinculada ao controlo do comportamento sexual das suas mulheres».

O terapeuta Sergio Savian diz que boa parte das mulheres ainda leva em consideração o que os homens pensam delas. «Elas estão preocupadas com o que todos pensam. Aprenderam com as suas mães e avós que não podem ser fáceis. Também não querem ser alvo de “fofocas” maldosas», diz Savian.

Para Mirian, tudo isso é reflexo de uma cultura religiosa. «A família é vista como alicerce da vida social. Observei que em culturas mais individualistas como na Alemanha e na Suécia, por exemplo, essa desigualdade de género não é tão forte», diz a antropóloga.

Por conta desse pudor, as mulheres omitem que tiveram muitos parceiros, mentem sobre o próprio desejo, fingem ter orgasmos. Para o psicólogo Thiago de Almeida, esse é um processo natural que reflecte o quanto a sociedade ainda está enraizada aos valores antigos. «Mulheres costumam dizer que tiveram menos homens. Se tiveram dez relacionamentos, dizem que tiveram apenas cinco. Já os homens, se tiveram três, afirmam ter tido dez», diz Almeida.

[Isso é porque, ao contrário dos homens, as mulheres aparentemente preferem os homens sexualmente experientes]

Por vezes é a própria mulher que deixa de fazer algo com medo do que os homens vão pensar. Isso pode ser uma consequência do ciúme que os homens têm do passado das suas companheiras. Eles frequentemente querem saber com quantos homens elas se relacionaram e o que fizeram com eles. «Por inúmeros motivos e, dentre eles, há uma descomunal insegurança masculina e eles infernizam a vida das suas parceiras», afirma o terapeuta Sergio Savian.

Para a sexóloga Laura Muller, cada um pode viver a prática sexual como preferir, mesmo num país conservador. «Se essa mulher conheceu uma pessoa que vai julgá-la por ter tido um acto sexual no primeiro encontro, talvez seja importante avaliar se ele realmente combina com a sua forma de ser», diz Laura. «Quando o assunto é sexualidade, não há regras. O importante é ter respeito».

Segundo o psicólogo Thiago de Almeida, o homem fica mais romântico e usa artifícios que podem mascarar a sua personalidade na hora de conquistar uma mulher. «Ele pode mostrar-se descomplexado, mas depois não leva adiante aquele relacionamento por puro preconceito», diz.

Para Almeida, a mulher que busca o sexo casual deve ter isso bem definido na sua cabeça para não criar expectativas, enquanto os homens precisam de começar a entender que apenas o tempo mostra os reais atributos de cada pessoa. «Hoje, a principal arma feminina é saber conduzir esse tipo de situação de forma a contemplar a sua própria expectativa. E agir de forma equilibrada pode ser a forma mais correcta para evitar frustrações», afirma Almeida.

* * * * * * *

Na verdade, a principal arma feminina é manter os joelhos unidos até que o homem se comprometa com ela (via casamento). Mas se ela não quiser ser assim (e ela tem liberdade para escolher o seu comportamento sexual, mesmo sabendo que os homens preferem as mais sexualmente conservadoras quando se fala em casamento) ela é livre de seguir os "conselhos" dos psicólogos marxistas e deixar que o seu corpo seja usado por vários homens não interessados em ter qualquer tipo de compromisso sério com ela. Pode ser que um dia, mais tarde, ela se aperceba do erro.

Pronta para casar e para cuidar de crianças.

A ler:

Dawn Eden: Sou uma das muitas vítimas do feminismo e do sexo casual

terça-feira, 22 de maio de 2012

As mentiras da feminista Lola

O feminismo é uma ideologia que visa conferir privilégios especiais e poder supremo a um segmento da sociedade em prejuízo do resto da população. No entanto, como há um limite máximo ao poder disponível a cada um dos géneros, as feministas tentam (com sucesso) obter para as mulheres poder que não lhes compete. Por exemplo, hoje em dia as mulheres tem o poder da vida e da morte sobre a existência de bebés inocentes. Este poder não lhes compete.

Havendo atingido tal poder sobre vidas alheias, e tendo em vista adquirir ainda mais poder, as feministas resistem agressivamente as ideologias e movimentos que imponham limites ao que as mulheres podem ou não fazer - mesmo que os princípios dessa ideologia não envolvam afectar os genuínos direitos humanos que as mulheres possuem, mas envolvam sim a defesa dos direitos humanos dos bebés e dos homens.

Um desses movimentos é composto pelos MRAs (Men's Rights Activists) e o mesmo visa acabar com a misandria e a discriminação que o feminismo gerou na sociedade ocidental. Para os MRAs, o objectivo não é "oprimir" ou "subjugar" as mulheres mas sim defender o que é seu das garras das feministas politicamente motivadas.

Como dito em cima, as feministas não aguentam movimentos que lutem por poder que elas queiram para si, e como tal, elas respondem da única forma que sabem a quem o faça: com mentiras e distorções da realidade.

Uma das feministas que resolveu mostrar ao mundo o quão profundamente imersa ela está nas mentiras do movimento ao qual ela entregou a sua alma é a blogueira Lola. No seu post com o título de "O masculinismo como ele é" Lola dedicou-se distorcer os MRAs de modo a que eles fiquem com uma imagem que não corresponde à verdade.

O seu post tem demasiadas mentiras para serem refutas num só post, e como tal, vamo-nos focar naquelas que o editor do blogue acha as mais perigosas.

Eu sempre digo que o masculinismo teria razão de existir se fosse para rediscutir o papel do homem na sociedade e o conceito ultrapassado do que é visto como masculinidade.
Mas um "masculinismo" que visa "rediscutir" o papel do homem na sociedade como forma de alterar o conceito "ultrapassado" de masculinidade seria practicamente indistinguível do feminismo. Porque é que teríamos dois "movimentos" com os mesmos propósitos se um deles já existe? O que a Lola quer é que as mulheres e os homens lutem em favor da sua versão do feminismo mas isso é ridículo - mais ridículo ainda se pensarmos que os MRAs existem PRECISAMENTE devido as mentiras e exageros feministas.
É péssimo (pros homens e pras mulheres) esse conceito arcaico de homem provedor, homem pegador, homem que precisa tomar a iniciativa nos relacionamentos e sair com quantas mulheres puder para não ser chamado de brocha ou v*ado, homem que não pode chorar, homem que aprende a resolver conflitos na base da porrada.
Não existe regra alguma entre os MRAs que defenda que homem só é homem se for "pegador", promíscuo ou violento sob pena de ser chamado de homossexual. Essa é uma caricatura que a Lola criou na sua cabecinha feminista. Os MRAs defendem os direitos do homem. Ponto final. O que as pessoas fazem com os seus corpos é consequência directa delas terem essa liberdade e não consequência delas lutarem pela defesa de direitos do homem.

Entre os MRAs existem homens que defendem o sucesso sexual junto da comunidade feminina como algo de bom, mas há outros que qualificam a promiscuidade sexual como algo de mau para todos (incluindo para o próprio homem). A Lola está errada ao qualificar as escolhas pessoas como algo que emana do seu envolvimento na defesa dos direitos do homem.

Mas colocando o foco no feminismo que a Lola defende, quem parece advogar a promiscuidade sexual como forma de fomentar um certo tipo de movimento, são as feministas, como se pode ver neste post:

  • "Não aceito que me julguem pelo número de pessoas com quem me relaciona sexualmente".
  • "uso o meu corpo para conseguir o que quero"
  • "Não abro mão do meu prazer só para agradar outra pessoa"

etc, etc. O foco deste movimento parece ser o sucesso sexual. Ou seja, para se ser uma boa feminista, tem que ser "pegada" por vários homens. Aquilo que a Lola acusa os MRAs (auto-promoção através da sexualidade) é exactamente o que existe no movimento que ela defende.

Sou totalmente a favor do fim do serviço militar obrigatório, de campanhas que incentivem os homens a fazer exame de toque pra detectar câncer de próstata, da pílula anticoncepcional masculina, do homem ter tanta responsabilidade quanto a mulher para evitar a gravidez e para criar a prole, do combate ao estupro nas cadeias, de homens não serem pintados pela mídia como babacas inúteis incapazes de manejar um aspirador em pó, de homens não sofrerem preconceito se escolherem profissões predominantemente femininas (professor de séries iniciais, enfermeiro, empregado doméstico etc). Mas preste atenção nesta grande revelação: nenhum dos sérios problemas descritos acima foi criado por feministas em particular ou por mulheres em geral.
A Lola aparentemente chegou ao planeta Terra nos últimos 3 meses. Como é que ela pode de forma séria afirmar que 1) a desproporcional investigação médica em torno da doenças femininas, 2) a inexistência da pílula masculina 3) e a caracterização mediática dos homens como
"babacas inúteis" não é consequência directa das acções preconceituosas das feministas?

Quem é que a Lola acha que está por trás desse tipo de manobras? Quem é que fica a ganhar com a redução social da importância dos homens? Quem é que fomenta o ódio à masculinidade e promove a discriminação dos homens? De certeza que não são as mulheres como um todo mas sim um sub-segmento de mulheres ideologicamente afiliadas ao movimento político com o qual a Lola se identifica (feminismo).

São tradições e velhos preconceitos que se perpetuam no sistema e ideologia que nós feministas combatemos: o patriarcado, o machismo.
Não é o patriarcado que fomenta o ódio aos homens. Não é o patriarcado que caracteriza o homem como um "babaca inútil". Não é o patriarcado quem canaliza mais verbas para as doenças femininas do que para as doenças que afligem os homens. Não é o machismo (que é o oposto de feminismo) quem defende o tratamento do homem como cidadão de segunda.
se o masculinismo realmente se opusesse a esses problemas, lutaria contra o patriarcado e o machismo.
Ou seja, o masculinismo só será um movimento com o qual a Lola esteja de acordo se o mesmo lutar em favor das coisas pelas quais a Lola luta. O que isto significa é que o masculinismo só será válido quando deixar de existir. Sim, porque se o masculinismo for defender as mesmas coisas que o feminismo defende (o fim do "patriarcado" e do "machismo"), o mesmo deixa de fazer razão de existir.

Portanto as opções que a feminista Lola coloca aos MRAs são "juntem-se a nós ou deixem de existir!".

Mas não. O que fazem os mascus? Inventam que o patriarcado acabou, e que agora vivemos num matriarcado
Os MRAs não defendem que o patriarcado acabou - a prova disso é que o último nome da Lola foi-lhe dado pelo pai e não pela mãe. O que os MRAs dizem é que a sociedade actual, controlada pela esquerda militante, tem dado apoio ao movimento feminista (como forma de aumentar o poder do governo) e tem gerado leis e atitudes que geram discriminação contra o homem. Será tão difícil de entender, Lola?
Negam que mulheres, gays, negros, sejam grupos historicamente discriminados.
O facto dos negros terem sofrido genuína discriminação (muitas vezes por parte de outros negros) não implica que os homossexuais e as mulheres também tenham "sofrido" aquilo que a Lola qualifica de "discriminação". O que se passa é que a Lola, como feminista, qualifica de "discriminação" aquilo que a sua agenda política considera como discriminação.

Por exemplo, o aborto só recentemente é que começou (infelizmente) a ter aceitação política em muitos países ocidentais. Para a Lola, como no passado a matança de bebés inocentes não era permitida, então a mulher era "discriminada".

Juram que a verdadeira vítima hoje em dia é o homem branco e hétero.
Especialmente se for cristão ou judeu.
E elegem as feministas como suas inimigas número 1.
O esquerdismo é o inimigo público número um. As feministas são apenas "idiotas úteis" que a elite esquerdista usa para atingir os seus fins totalitários. Quando a elite finalmente atingir os seus propósitos, as feministas levarão o proverbial chute no traseiro.
Ou as mulheres (eles consideram que toda mulher é feminista).
Felizmente, nenhum MRA considera toda a mulher como uma feminista. Quem normalmente faz isto são as feministas uma vez que para elas, crítica ao feminazismo equivale a uma crítica as "mulheres" (como se todas as mulheres tivessem planos de dar apoio a um movimento que visa dar "poder" as mulheres através da promiscuidade sexual).
Uma das centenas de diferenças entre feministas e masculinistas é de cunho ideológico. Enquanto feministas somos em grande parte de esquerda e lutamos para transformar o mundo, 99% dos masculinistas são de (extrema) direita.
Aparentemente na mente da Lola "ser de esquerda" e querer "transformar o mundo" possuem o significado de "santo e puro". Stalin também era de esquerda e lutava para "transformar o mundo". Hitler era um nacional-SOCIALISTA (esquerda) e também visava "transformar o mundo". Todos sabemos como isso acabou.

Nem preciso dizer isto, mas os MRAs abominam a extrema-"direita" pelos mesmos motivos que abominam o feminismo: ambos são movimentos fundamentados no ódio e no preconceito tendo como base para o ódio a composição genética das vítimas. Enquanto que a extrema-"direita" odeia negros, judeus e outras etnias PRECISAMENTE por serem dessa minoria étnica, as feministas odeiam os homens PRECISAMENTE por serem homens (XY).

E não querem mudar o mundo -– querem voltar atrás.
A Lola faz parte do grupo de pessoas que realmente pensa que o avanço no tempo melhora as sociedades. Para a Lola, só porque algo é do "passado" automaticamente significa que ela é moralmente inferior. Usando esta lógica tipicamente marxista (do lento progredir para um Éden esquerdista na Terra) somos forçados a concluir que ser um "pegador" é melhor que ser homem casado e fiel à esposa visto que, embora no passado existissem os pegadores, hoje eles são muito mais que no passado. Neste caso, a Lola provavelmente já não pensa assim.

De certa forma, os MRAs querem voltar o tempo atrás. Queremos voltar o tempo para a época em que o feminismo era virtualmente inexistente e as sociedades eram mais funcionais, produzindo maior felicidade para um maior número de pessoas.

Outra diferença é que nós feministas temos orgulho de lutar pelas nossas causas.
Irrelevante. Ter orgulho numa práctica não a torna moralmente correcta. Os esquerdistas que torturavam cristãos e judeus nos gulags também tinham "orgulho de lutar pelas suas causas", mas a sua causa era moralmente condenável.
A maior parte de nós têm nome e rosto.
. . . uns mais bonitos que os outros.
Já os mascus... Como levar a sério um movimento que se esconde por trás de pseudônimos como ArlindãoViril, Puscifer Casey, Enigmático e Realístico, Barão Kageyama e Lobo Sagrado?
Antes de criticar um movimento por este se "esconder" por trás de nomes falsos, a verdadeira questão é: o que acontece a um MRA quando este se revela publicamente? O que acontece aos homens e às mulheres que publicamente criticam o feminazismo?

O site ManWomanMyth.Com revela uma história em torno dum juiz que escreveu um editorial onde revelou que existe preconceito no sistema legal inglês contra os homens.

Pormenor: ELE NÃO SE ATREVEU A ASSINAR O EDITORIAL porque ele estava bem ciente do que as organizações feministas (financiadas pela indústria da violência doméstica) fazem aos homens e às mulheres que publicamente revelam a discriminação resultante da crescente influência social do feminismo.

Dois de seus líderes estão presos por fazerem ameaças e manterem um blog de ódio em que propõem estupro corretivo para lésbicas, sexo com “novinhas” (meninas com até 12 anos), morte a mulheres, gays e negros, e atentado a bomba no centro de ciências humanas da UnB, para assim eliminar vadias e esquerdistas.
A Lola fala dos idiotas que tomaram conta do site www.silviokoerich.com e que usaram essa plataforma para vomitar ódio e preconceito contra os grupos que ELES odiavam (não que os MRAs odeiam). O que a Lola não diz é que esse site foi universalmente (literalmente) condenado pela comunidade MRA lusófona.

Ou seja, os "mascus sanctus" que a Lola usa para colocar os MRAs lusófonos sob luz negativa foram corridos do movimento há muito tempo atrás (assumindo que alguma vez fizeram parte dele). Que pena que a Lola não fez o trabalho de casa antes de escrever a colecção de mentiras que colocou no seu post.

Mas se a Lola genuinamente quer usar a violência como forma de demonstrar a falta de moralidade dum movimento, que tal a Lola olhar mais de perto as pessoas que tem ao seu lado? O que dizer da doente mental Valerie Solanas?

Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino.
Ou a Robin Morgan?
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime.
(Reparem na retórica marxista na boca da Solanas e da estúpida da Morgan.)

Voltando ainda para a Andreia Dworkin:

Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco.
Germaine Greer?
Acho que a testosterona é um veneno raro.
Ou a Catherine MacKinnon?
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher.
Ou a Marilyn French?
Todos os homens são violadores e é isso que eles são.
Uma vez que a Lola defende que os "mascus sactus" são representantes genuínos dos MRAs lusófonos, somos obrigados a usar a sua própria forma de pensar e dizer que as doentes mentais e assassinas citadas em cima são representantes da forma de pensar da Lola. Ou será que a Lola quer afirmar que estas mulheres notáveis, misândricas confessas, não eram feministas?
Eles idolatram um sujeito que se suicidou ateando fogo a si mesmo em frente a uma corte de justiça nos EUA. Isso porque sua mulher tinha se divorciado dele uma década atrás por ele bater nela e na filha, e a corte -- que estranho! -- não queria lhe dar a guarda da menina (ah, ele também não pagava pensão).
A Lola fala dum homem (Thomas Ball) que foi literalmente sangrado até ao desespero pelo sistema judicial feminista através da indústria da pensão alimentícia. Incapaz de lutar contra o governo (aliado do feminismo) Ball cometeu o maior erro da sua existência: o suicídio.

Podem ler a história de mais um homem levado à morte pelo feminismo.

A Lola, como é normal, mente em torno dos motivos do suicídio do infeliz. Ele não se matou "porque sua mulher tinha se divorciado dele uma década atrás" mas sim porque a sua mulher, para além de impedir o seu acesso à criança (que, alegadamente, também era sua - só um teste de paternidade pode confirmar isso), usava e abusava do sistema judicial para levar a cabo o roubo aprovado pelo feminismo.

Ball sabia que não tinha hipóteses de vencer a máquina feminista - e deixou isso bem claro na carta de suicídio que ele escreveu - e como tal resolveu terminar com a sua vida. Perante esta situação, quem é que as feministas acham que sofreu? Ora, a mulher do homem!

Portanto, ele é que perdeu contacto com a prole, elevadas somas de dinheiro e a vida, mas segundo as feministas, a sua mulher é que foi a verdadeira "vítima" da situação. Se isto não revela de forma clara o egoísmo das feministas, então nada o fará.

Portanto, mascus não são um grupo cuti-cuti como a BBC faz parecer. Aqui nossos mascus não têm coragem sequer de se assumirem mascus, porque a vergonha alheia é tremenda.
Não é a vergonha que faz com que os MRAs não revelem os seus dados pessoais, mas sim a atitude fascista da esquerda militante quando os seus interesses são colocados em jogo. Em caso de dúvidas, perguntem o que aconteceu ao Júlio Severo quando ele começou a revelar a agenda homossexualista (esquerdista).
Nos EUA eles são muito mais organizados... e este ano, pela primeira vez, foram chamados por uma ONG pelo que realmente são: um grupo de ódio.
A ONG a que a Lola alude é um grupo esquerdista com o nome de Southern Poverty Law Center. Citar grupos esquerdistas como forma de demonstrar que outros grupos esquerdistas estão certos não é muito eficiente.

Para se ver o quão ridícula esta lista de "blogues de ódio" é, basta citar que um dos blogues que a SPLC acusa de ódio é um site que visa reportar as instâncias onde um HOMEM é falsamente acusado de ter violado uma mulher. Portanto, segundo a mente feminista da Lola, um site que demonstra como muitas mulheres MENTEM quando acusam um homem de as ter "violado" está a fomentar "ódio".

Dá para ter algum tipo de conversa adulta com pessoas assim?

Ao mesmo tempo em que se declaram eleitores de Bolsonaro e Malafaia e lamentam o fim da família, alardeiam que homens deveriam fazer “greve de casamento” (como se alguma mulher em sã consciência quisesse casar com eles)
Mas as duas posições não são mutuamente exclusivas. Eu posso defender que se beba muita água durante o Verão mas que evitem UM CERTO tipo de água. Do mesmo modo, o casamento, como instituição, é fundamental e importante para a estabilidade da sociedade. No entanto, o feminismo destruiu as mulheres de tal forma que casar com uma mulher ocidental é, hoje, um risco muito grande para os homens que tenham uma visão mais tradicional da vida.

A Lola que entenda isto duma vez por todas: Os MRAs não são contra o casamento em si mas sim contra O TIPO DE MULHERES que *actualmente* se "disponibilizam" para um "casamento".

Recém casada: "Amo o meu marido mas estou com vontade de dormir com um roqueiro"

Em suma, o masculinismo atrai os homens que sentem-se merecedores do que lhes foi prometido por nascerem homens, merecedores de um mundo que felizmente está começando a ser contestado.
Não. O movimento dos MRAs (que, para desespero da Lola, inclui muitas mulheres), atrai pessoas que estão fartas do esquerdismo e fartas de serem tratadas como pessoas de segunda classe apenas e só por não se alinharem com o feminismo.
E é por isso que eu faço questão de divulgar o masculinismo como ele é.
Só que, como se viu, ela não divulgou o masculinismo como ele é; ela DISTORCEU a verdade e apresentou a versão feminista do que o masculinismo é. Mas a Lola faz isto por motivos mais ou menos óbvios: se ela identificar e caracterizar os MRAs por aquilo que eles são, ela será forçada a justificar a existência desse movimento (lutar a misandria). Mas ela não quer falar nisso. Pelo menos não agora.
Para que os incautos não sejam enganados por reportagens cor de rosa como a que foi publicada pela grande mídia esta semana. E grande mídia, por favor, saiba quem você está divulgando positivamente: anônimos covardes cheios de ódio.
Uma vez que a a Lola atribui para si o direito de insultar pessoas que exercem o seu direito de não revelar informação pessoal por motivos de segurança, deixa-me retribuir o favor e qualificá-la de mentirosa, ignorante e estúpida por não saber - e nem querer saber - os rudimentos básicos dum movimento que é o resultado directo das acções odiosas das feministas.

Mas de certa forma, textos como o da Lola revelam que a verdade está a vir ao de cima e a onda anti-feminista está a crescer.

Conclusão:

A Lola é o exemplo perfeito da necessidade de se controlar a retórica feminista. Ela não tinha a necessidade de dizer falsidades em torno dos MRAs, mas fê-lo apenas e só porque não consegue lidar com a verdade. Ela não aceita que haja homens que tenham sido vítimas do discurso de ódio proveniente das suas irmãs ideológicas, e como tal, não aceita que esse alegadamente não-existente discurso possa causar uma revolta social contra o feminismo.

Para as feministas como a Lola, o feminismo é a ideologia mais perfeita que já existiu à face da Terra, portanto qualquer resistência a ela é sinal de inferioridade moral por parte de quem a resiste. Mas ela não tem argumentos, e como tal, termina o seu post apelando AOS OUTROS que não disponibilizem espaço de antena a quem ela acha que é motivado pelo "ódio".

A boa notícia para os MRAs é que a guerra cultural contra o feminismo já passou a fase do "não liguem ao que eles dizem". Como se vê na imagem no topo do post, primeiro eles ignoram-te, depois ridicularizam-te, depois lutam contra ti, mas no fim tu vences.

E porque é que tu vences? Porque, no final dos tempos, o Bem vencerá o Mal.

Porque eu sei que o meu Redentor vive
e que por fim, se levantará sobre a terra.

Job 19:25



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