sábado, 31 de dezembro de 2011

Riley, a revoltada.

A jovem Riley está intrigada: porque é que meninas compram peças cor-de-rosa, com temas de princesa, ao mesmo tempo que os rapazes compram produtos com as outras cores e os super-heróis?

E se meninas quiserem super-heróis?”, diz Riley.

Ora, Riley, se as meninas quiserem super-heróis, elas podem comprar super-heróis. Não há nenhuma lei que impeça as meninas como tu de adquirirem super-heróis.

Quando fores crescida e te informares melhor, vais ver que a natural preferência das raparigas por bonecas e pelo cor-de-rosa, bem como a natural preferência dos rapazes por super-heróis e por carros, não é uma "construção social" nem uma técnica de marketing, mas sim pré-condicionalismo biológico inato.

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Vídeo em português pode ser visto aqui.

Dica: Paul Roland


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A Feminização da Família

por William O. Einwechter

O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideais e objectivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical… nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais… se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planeada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1]

Sendo uma ideologia radical, o objectivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] Feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3]

Quão bem sucedidas feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de género da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto do silêncio absoluto.”[4]

A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência directa do Cristianismo e a Bíblia.

Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar.

Feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objectivo é a destruição total da família tradicional.

A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas – a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] Feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que é moldada segundo o dogma feminista.

Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e reflectir o quão bem sucedidas feministas tem sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio.

O fato é que na sociedade Ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objectivos do feminismo.

Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que encaradas e palavras iradas de feministas.

Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objectivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental.

Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.

A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:

1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está numa crescente.

A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico que casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna.

O conceito bíblico foi substituído pela noção de que casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.

2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.

A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada por feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de ambos homens e mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.

3. O homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade económica compartilhada.

A visão da nossa era é que o homem não é mais responsável do que a mulher por prover as necessidades financeiras da família. Feministas crêem que o ensinamento bíblico que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por fazerem delas economicamente dependentes dos homens.

4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.

O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas actividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.

5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.

A responsabilidade da maternidade é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe de estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.

6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.

O conceito de “planeamento familiar” objectivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas proclamando serem cristãs.

A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceito sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva a justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.

Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planeamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.

Dois factores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.

O primeiro factor é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional.

Mas que homens cristãos, que tem a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas um olhar para o lar evangélico cristão mediano revelará que até mesmos eles foram largamente feminizados.

Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não objectaram contra isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. E ainda, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus os entregou.

Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.

O segundo factor é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus.

Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planeamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora.

Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.

Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o facto não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “re-Cristianização” da família.

Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico.

Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.

A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la.

Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias.

E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.

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Fontes:

1. Citado por Michael Levin em Feminism and Freedom [Feminismo e Liberdade] (New Brunswick, 1988), p. 19.

2. Idem.

3. Idem.

4. Nicholas Davidson, “Prefácio”, em Gender Sanity [Sanidade de Gênero], ed. Nicholas Davidson (New York, 1989), p. vi.

5. Citado por Rita Kramer em “The Establishment of Feminism” [Estabelecendo o Feminismo], em Gender Sanity [Sanidade de Gênero], p. 12 (ênfase acrescentada).

6. Levin, Feminism and Freedom [Feminismo e Liberdade], p. 277.


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Como a sociedade reage quando a violência é iniciada pelas mulheres

Criamos uma sociedade onde a violência levada a cabo por mulheres é aceite - e muitas vezes celebrada (como se vai ver no vídeo). Pior ainda é saber que há homens que também pensam assim.

A indoutrinação feminista está a ter os seus nefastos e previstos resultados.

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http://canaldobufalo.galacta.org/ para mais traduções e vídeos.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feminismo: movimento baseado no ódio

Imagina que tu eras uma mosca que se encontrava dentro duma sala onde decorria uma reunião privada. Da lista de participantes faziam parte uma lobista executiva, uma professora universitária, uma membra dum concílio artístico, uma escritora política, uma novelista "best-seller", uma assistente de comunicações duma câmara de comércio, uma web designer, uma professora envolvida em educação de crianças especiais e uma profissional dedica aos cuidados infantis.
O que é que achas que ouvirias nessa reunião? Talvez planos para melhorar a educação de crianças, especialmente aqueles com necessidades especiais? Talvez um apelo para se mobilizarem recursos com os quais se possam garantir que as crianças não entrem nas aulas com fome, ou que elas não sejam vítimas de abuso e exploração? 

Ou se calhar ouvirias genuínas preocupações àcerca da qualidade da educação e dos orçamentos escolares durante a recessão global. Ou ouvirias discussões em torno dos problemas com os quais a geração vindoura de cidadãos mundiais teriam que lidar. 

Bem, uma reunião desse tipo tem ocorrido liderada por indivíduos suficientemente qualificados para se equivalerem à lista mostrada em cima no texto. Mas as melhorias educacionais não foram os seus tópicos de conversa.

A agenda da reunião foi o desejo comum de abusar e matar crianças, amarrar pessoas em edifícios de madeira e explodir o prédio, atirar crianças através e de janelas, insistir com o infanticídio e eugénica forçada e seriamente entreter e prosseguir a ideia de seguir com métodos para exterminar metade da população mundial.

Se estás à espera da piada final, não esperes.

O RadFem Hub (RadFem é versão encurtada de Radical Feminist) é um site que exibe artigos escritos por activistas muito bem conhecidas, muitas delas com posições politicas e sociais influentes.
O site tem sido o foco de alguma atenção desde que a novelista Pamela O’Shaughnessy (a feia da foto), postando sob o nome de Vliet Tiptree, escreveu um artigo advogando experiências em seres humanos e eugenismo forçado de modo a que se possa "extirpar" alguns aspectos da masculinidade.

As editoras da RadFem Hub frequentemente professam e promovem solidariedade filosófica com Valerie Solanas, a doente mental e autora do livro "The Scum Manifesto", e uma ideóloga violenta que propôs a extermínio dos homens.

Ela também disparou contra Andy Warhol, ferindo-o para toda a vida.

Algumas figuras bem conhecidas estão intimamente associadas ao RadFem Hub.

Loretta Kemsley, editora da Moon Dance Magazine, que recebeu um prémio da "United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization", é listada como alguém que tem "presença no conselho" no seu perfil público lá listado.

Sheila Jeffreys, autora feminista e professora na "University of Melbourne" tem uma presença pública lá e frequentemente providencia artigos. 

Julie Bindle, autora e colunista no The Guardian, um jornal popular na Grã-Bretanha, também postou por lá.

No entanto, por baixo da fachada de consciência social da RadFem, e agregado ao mesmo site, existe um fórum privado; o núcleo e o sala que servem de motor para todo o site. As discussões lá presentes, tidas como fora do visionamento público, são virulentas e cheias de ódio. Com relativa frequência elas eram temperadas com apelos à violência. Durante muito tempo elas foram bem sucedidas em manter o secretismo e a a privacidade.

Até agora.

Durante os últimos meses, um operacional - que vamos identificar como Agente Laranja - conseguiu com sucesso infiltrar-se no grupo e recolher bastante informação. Entre esta informação encontram-se mais de 100 screen shots que documentam o que só pode ser qualificado de a mais chocante evidência de ódio extremo presente no movimento feminista alguma vez visto.

Não só estas conversas foram muito bem documentadas com screen shots, como foi possível ao Agente Laranja, com a ajuda de um investigador, localizar as identidades de várias figuras. Não só o nível de confiança da informação é enorme, como mais serão reveladas num futuro próximo.

Eis aqui uma porção das mulheres identificadas bem como as suas declarações.

Danielle Pynnonen (nickname “Allecto”), uma mulher que trabalha com crianças mas cujo patrão é desconhecido. 

Kat Pinder (nickname “Amazon Mancrusher”), coordenadora de desenvolvimento da comunidade em Perth (Austrália) e ex-participante do programa inglês Big Brother;



Isabelle Moreira (nickname: “Izzie”), programadora web do Brasil (Curitiba);

Lucy Nicholas (“Luckynkl”), professora e palestrante tanto na University of Edinburgh como na University of Portsmouth. Neste post, Nicholas claramente demonstra o entendimento de que as ideias que ela está a avançar são ilegais;







Mary Syrett (“Mary Sunshine”), escritora e membro da City of Kingston Arts Council em Ontário, Canada;

Julie LeComte (“Rain”), assistente de comunicação na Câmara do Comércio e Indústria Franco-Canadiana na Austrália;



Lorraine Allen (“White Tiger”), educadora e professora de pessoas especiais no The Center for Discovery Hurleyville, New York;



Laila Namdarkhan (“yabawife”), uma conhecida activista feminista que foi instrumental na aprovação de legislação relativa à saúde mental das mulheres nas prisões da Grã-Bretanha;

E, claro, Pam O’Shaughnesey (nickname alterada de Vliet Tipree” para “karma”), uma escritora de renome, editora e advogada. Neste post, a total depravação da ideologia defendida pela O’Shaughnessy exibe-se de forma clara quando ela demonstra clara vontade em levar a cabo o "assassínio em massa" como "último recurso".


Estes prints representam apenas uma amostra das imagens e de outros dados que mostram pessoas reais a levar a cabo o que só pode ser descrito de orgia de ódio de género dirigido aos homens. 

O que é mais significativo é que estas feministas não são pessoas que vivem à margem da sociedade, mas sim mulheres que possuem cargos públicos e posições de revelo nos centros académicos e nos órgãos de comunicação.

As vozes e as ideias carregadas de ódio destas mulheres são ouvidas em centros de legislação um pouco por todo o mundo (e mesmo nas divisões das Nações Unidas).

Num futuro próximo, o corpo de dados integral recolhido pelo Agente Laranja vai-se tornar público. Isto significa que qualquer pessoa interessada em aprender mais àcerca destas pessoas, e publicar a sua própria análise nos seus blogues, contas de youtube o outro veículo, poderá fazê-lo.

Isto significa também que os membros públicos interessados podem vocalizar as suas preocupações à imprensa, bem como em qualquer lado onde quer que estas mulheres possam ser uma ameaça (especialmente no que se trata do bem estar de crianças).

Há já algum tempo que os MRA (Men's Rights Activists = Activistas Pelos Direitos do Homem) e outros têm tentado mostrar aos políticos e ao público em geral que o feminismo é, no seu âmago, um movimento fundado no ódio (e não na "igualdade"). As pessoas que contestam este ponto de vista alegam que o feminismo radical não é considerado como legítimo pela maior parte das feministas, e que as radicais não são levadas a sério.

Esta nova informação demonstra que isso é falso.

Estes dados, bem como a montanha de dados que estão para chegar, revelam que as feministas radicais, com seu pensamento preconceituoso e inclinado à violência, estão bem implantadas nos órgãos sociais, nos sistemas educacionais e nos sistemas governamentais um pouco por todo o mundo.

Para além disso, estas mulheres estão a exercer a sua influência de modo a avançar com legislação e políticas que não só reflectem o seu ódio aos homens e aos rapazes, como reflectem o seu desejo de se colocarem em lugares estratégicos de modo a que possam causar o maior número de dano possível aos homens. 

Fontes:
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domingo, 25 de dezembro de 2011

David Attenborough: "Não interessa se o homem está por trás do aquecimento global. Temos que combatê-lo à mesma!"

Quando se trata de documentários em torno da natureza, todo o respeito deve ser dado ao Sir David Attenborough. Os seus programas geralmente estão na categoria EXCELENTE!, particularmente Blue Planet – Seas Of Life.

No entanto, e como muitos, ele é um firme membro da Igreja Al Gore, a Igreja dos Aquecimistas dos Últimos Dias. Ele gosta de voar um pouco para todo o mundo, causando o aumento das emissões de CO2 com os combustíveis fósseis dos aviões, ao mesmo tempo que nos diz para sermos neutros nas emissões de carbono. Isto, claro, para não falar nas viagens de barco e de Land Rovers - tudo muito pouco amigável para o meio ambiente.

Como se isso não fosse suficientemente ridículo, temos agora esta pérola:

(Bloomberg entrevista Attenborough)

PERGUNTA: O que é que você diria ao considerável corpo de cépticos que duvidam que o aquecimento global é causado pelo homem?

RESPOSTA: Para mim, seria absolutamente extraordinário se a mais numerosa e mais poderosa espécie que o planeta alguma vez teve não tivesse efeito no clima.

Mas quer o tenhamos feito ou não o tenhamos feito, não é relevante visto que enfrentamos agora o problema do aumento das temperaturas e alterações climáticas.

Ninguém pode negar que o clima está a mudar - e ESTÁ a mudar. Se não fizermos nada, o mesmo continuará a mudar a um ritmo exponencial.

Entenderam? Quer a humanidade esteja ou não esteja por trás das alterações climáticas, nós Temos Que Fazer Alguma Coisa. E sim, o tempo está a mudar; o tempo está SEMPRE a mudar.

O Dr. Attenborough acredita no mesmo estadismo esquerdista que a maior parte da esquerda política defende, sendo parte dele a crença de que o Governo É a Resposta e a Solução Para o Nossos Problemas.

Será que estes mesmos estadistas, que nada mais fazem do que falar quando se trata de reparar a economia dos seus próprios países, realmente pensam que podem controlar o clima a nível mundial? Eles não conseguem construir uma linha de comboios a tempo, e dentro do orçamento, mas acham que conseguem controlar a temperatura do planeta Terra, o único planeta onde há vida?

Eles não conseguem resolver problemas tais como [inserir nome aqui] para além de campanhas "consciencialização" (inglês: "awareness") no entanto eles acham que podem controlar o comportamento de 7 000 000 000 pessoas?

Para o David, não interessa se o ser humano está ou não por trás do aquecimento global; ele TEM que mudar o seu comportamento mesmo que o dito cujo não esteja a influenciar no alegado aumento das temperaturas mundiais.

Estas pessoas deveriam ser isoladas do resto da sociedade e sujeitas a medicação 24 horas por dia.


A música seguinte é dedicada a todos os aquecimistas que entregaram a sua alma a Al Gore.

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sábado, 24 de dezembro de 2011

O Enxame Feminista OU A Não Existente Distinção Entre "Moderada" e "Radical"


Uma das linhas de argumentação usadas pelas feministas é:
As feministas não são todas iguais.
Paralelamente, ouviremos coisas como
  • "o feminismo não é monolítico",
  • "nem todas as feministas são iguais",
  • "nós não somos todas radicais",
  • "não queremos a supremacia feminina",

etc, etc...

No entanto, o que nunca ouviremos é estas feministas repudiarem EXPLICITAMENTE a retórica agressiva e carregada de ódio das feministas radicais que abertamente promovem o "fim do homem" e a supremacia feminina.

Tal como Adam Kostakis diz:

As feministas sinceras nem sempre tencionaram levar a cabo os propósitos enumerados pelas feministas radicais. Mas como elas fazem parte do colectivo feminista, elas irão agir como membros do colectivo.

Mesmo que elas não participem na perseguição activa dos homens. elas serão proibidas - como regra tácita - de exibir qualquer tipo de simpatia pelos homens - independentemente do sofrimento destes.

Aquelas que violarem esta lei não-falada, serão prontamente expulsas e catalogadas como anti-feministas e sujeitas ataques malignos do grupo.

Nenhuma feminista tentará impedir o processo de eliminação do homem, nem sentirá ela qualquer tipo de arrependimento mal isso esteja completo se ela se mantiver como feminista.

Se observarmos com atenção, elas nunca dirão que o seu feminismo sincero é o verdadeiro feminismo, enquanto que o mais radical não é o "verdadeiro" feminismo. As feministas não-radicais raramente - se alguma vez - condenam o ódio que as radicais propagam. Em vez disso, elas evitam cuidadosamente o assunto, mostram algumas "diferenças" e mudam logo de assunto.

Pessoalmente falando, isso já aconteceu comigo quando falava com uma das editoras do blogue "Feministas 100 Fronteiras". Ela teve o cuidado de se distanciar das feministas radicais mas nunca as qualificou de "não serem feministas".

A fraude nas definições.

"Lê a definição no dicionário" grita a igualitária feminista, "o feminismo centra-se na igualdade. Se alguém diz algo diferente ou odeia os homens, então, por definição, esse alguém não é uma feminista."

É mesmo?

Então porque é que estas feministas não-radicais não dizem, por exemplo, "A Andrea Dworkin afirmou que todos os homens são essencialmente violadores e isto não está de acordo com o feminismo, e desde logo Dworkin não era uma feminista" ?

Claramente, a querida Dworkin está em busca da igualdade; porque é que ela ainda é qualificada de feminista pelas feministas "moderadas"?

E que dizer da doente mental Valerie Solanas?

Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino.
Ou a Robin Morgan?
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime.
(Reparem na retórica marxista na boca da Solanas e da estúpida da Morgan.)

Voltando ainda para a Andreia Dworkin:

Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco.
Germaine Greer?
Acho que a testosterona é um veneno raro.
Ou a Catherine MacKinnon?
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher.
Ou a Marilyn French?
Todos os homens são violadores e é isso que eles são.
Alguma vez ouvimos qualquer feminista afirmar que estas feministas notáveis, misândricas confessas, não eram feministas?

Porque é que achas que isso nunca aconteceu?

Eu digo-te porquê: é porque elas possuem uma irmandade próxima com estas outras feministas.

. . . .

Uma feminista pode não concordar com este tipo de misandria e pode mesmo discordar com sinceridade em alguns pontos, mas ela não irá qualificar as pessoas que promovem este ódio como alguém fora da irmandade uma vez que ela olha para elas como aliadas e ícones a seguir.

É muito difícil rejeitar uma heroína, alguém cujos livros ela pode ter lido quando era uma jovem feminista; alguém que ela cresceu a admirar.

Elas são iguais umas às outras, lutando pelos mesmos objectivos, vivendo na mesma tenda e lançando o mesmo ódio ao mesmo alvo seleccionado: o homem.

Devido à sua explícita irmandade, esta aceitação incondicional umas das outras independentemente do quão cheias de ódio elas podem ser, eu comparo as feministas a um enxame de vespas determinadas a ferroar um homem infortunado.

"This is what a Feminist looks like"

Elas fazem um zumbido feroz à volta do homem, envolvendo-o numa nuvem de miséria e dor.

  • Algumas picam só uma vez; outras picam múltiplas vezes.
  • Algumas picam-no em áreas sensíveis; outras picam-no em áreas menos sensíveis.
  • Algumas possuem ferrões extremamente dolorosos; outras não.
  • Algumas não o picam; apenas voam à sua volta como forma de o deixar confuso.
  • Algumas nem possuem ferrões, mas atiram-se a ele, desejando ter ferrões.
  • Algumas ficam à alguma distância das ferroadas, mas guiam e dirigem outras vespas para o alvo (o homem).
  • Algumas são demasiado jovens para possuir ferrões poderosos, e como tal, observam ao longe e aprendem.
  • Algumas ficam em guarda, prontas a atacar qualquer coisa que possa prejudicar as vespas enquanto elas estão ocupadas a picar o homem.
  • Algumas continuam a recolher comida e material para o enxame como forma de alimentar as vespas atacantes quando estas voltarem.
  • Algumas apenas observam os incidentes e apreciam o espectáculo.

Justiça aproxima-se.

Podemos portanto observar que nem todas as vespas são iguais e nem todas levam a cabo as mesmas funções.

No entanto, apesar das distinções entre as vespas individuais, e apesar das diferenças entre o que as vespas estão a fazer, todas elas são vespas, todas elas fazem parte do mesmo enxame e todas elas estão envolvidas no ataque ao homem.

Agora coloquem-se no lugar dum controlador de pragas que chega a um sítio precisamente na altura exacta para acabar com esta pestilência.

Onde é que se encontram essas feministas irritantes?

Será que perderias tempo a examinar cada uma das vespas antes de neutraliza-las com um químico especifico? Será que haverias de tentar saber quantas ferroadas cada uma das vespas levou a cabo e julga-las segundo essa contagem? Deverias tu tentar distinguir entre as vespas "moderadas" e as vespas "radicais"?

Não.

Tu claramente haverias de verificar que tipo de pestes decidiram fazer parte deste ninho sórdido e erradicá-las todas em massa.

Sem misericórdia.

Sem perdão.

Não há inocentes neste ninho e qualquer controlador de peste decente estaria determinado em destruir todas as vespas que se encontrassem no local. Ele estaria determinado em erradicar todas as vespas duma assentada.

Bem como o ninho.

E os ovos.

Para além disso, o profissional certificaria-se que mais nenhum enxame se formasse em qualquer outra parte da casa, prevenindo assim que outras pessoas da habitação tenham que lidar com tal virulência num futuro próximo.

Sim, esta é a forma de fazer as coisas.

A única forma.

Se as feministas "não-radicais" querem escapar ao químico, elas têm que sair do ninho feminista enquanto podem.

Se em vez disso elas (as feministas "moderadas") continuam no mesmo enxame, ajudando a causa feminista, suportando financeiramente a causa, e recusando-se a cortar todos os laços com esta ideologia de ódio com o nome de feminismo, o Controlador de pragas (isto, o Juiz Supremo) vai-Se certificar de tratar todas de igual modo - sem apelo e nem agravo.

O povo diz e com razão: "diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és."

"Pelo que, saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e Eu vos receberei"
2 Coríntios 6:17


Modificado a partir do original.


75% da perseguição religiosa mundial é contra Cristãos

"E odiados de todos sereis, por causa do Meu Nome: mas, aquele que perseverar até ao fim será salvo."
Mateus 10:22

(l-r) Aid to the Church in Need's UK Director Neville Kyrke-Smith, Archbishop Bashar Warda of Erbil, Iraq, Cardinal Keith Patrick O'Brien of Saint Andrews and Edinburgh and Aid to the Church in Need head of press John Pontifex launch 'Persecuted and Forgotten?'

A "Aid to the Church in Need" lançou uma nova reportagem que revela que os Cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo: 75% das perseguições religiosas feitas no mundo é feita contra Cristãos.

"Perseguidos e Esquecidos?"uma reportagem feita com o propósito de estudar a perseguição aos Cristãos - foi oficialmente lançada pelo Arcebispo Bashar Warda de Erbil (Iraque) e o Cardeal Keith Patrick O’Brien de Saint Andrews e Edinburgh num evento em Glasgow, no passado dia 15 de Março.

O que a reportagem verificou, classificado como "chocante e entristecedor" pelo Cardeal O’Brien, põe em relevo as palavras do Papa Bento XVI que no início do ano de 2011 disse:

Muitos Cristãos vivem com medo devido à sua busca pela verdade, a sua fé no Senhor Jesus e o seu sincero apelo ao respeito pela liberdade religiosa.

De acordo com a reportagem, em dois terços dos países onde a perseguição aos Cristãos é mais severa há fortes indicativos de que o problema piorou. Isto coloca um ênfase na ameaça severa à presença Cristã em partes do Médio Oriente, especialmente no Iraque e na Terra Santa.

Em relação aos medos do futuro dos Cristãos no Iraque, o Arcebispo Warda disse:

Questiona-mo-nos se, como pessoas, vamos sobreviver no nosso próprio país. A reportagem Perseguidos e Esquecidos? e o trabalho da "Aid to Church in Need" são fulcrais para nós, membros da comunidade Cristã Internacional.

Esta informação vai contribuir significativamente para a construção de suporte e solidariedade para os Cristãos um pouco por todo o mundo, onde quer que os nossos direitos humanos nos sejam negados e as nossas liberdades religiosas nos sejam retiradas.

A reportagem Perseguidos e Esquecidos? ressalva também a ameaça do extremismo islâmico não só no Médio Oriente, mas também no norte de África e partes da Ásia. A reportagem revela também que as autoridades em alguns países comunistas ou ateus estão a reafirmar o controle estatal sobre as actividades religiosas.

Antes do lançamento do estudo, o Arcebispo Vincent Nichols de Westminster disse:

O livro mostra a escala do sofrimento suportado pelos Cristãos hoje em dia. [Nele] encontramos algumas pessoas espantosas que estão a entregar as suas como testemunhos heróicos para Cristo. É uma leitura essencial para todos aqueles que se preocupam com a sobrevivência do Cristianismo... em lugares de onde os fiéis estão a fugir e onde a Igreja está em vias de desaparecer.
Pode-se vêr aqui como requisitar uma cópia do livro Perseguidos e Esquecidos?

(Fonte)


Resumindo: 75% (3/4) da perseguição religiosa do mundo é feita contra os Cristãos. Esta perseguição é feita por religiosos (hindus e muçulmanos) e por não-religiosos (ateus). É feita por todas as etnias (brancos, negros, indianos, árabes) e é feita por pessoas de todas as classes sociais e económicas (políticos, camponeses, advogados, etc).

Enquanto esta perseguição real ocorre em todo o mundo, os marxistas culturais e a elite ocidental auto-flagela-se pela não existente perseguição dos muçulmanos no ocidente. Parece que vivemos num universo paralelo.

Quando os ramos militantes da Igreja de Inglaterra e os Baptistas Sulistas começaram a matar indivíduos sem medo de serem acusados pela lei, pode ser que a elite ocidental ganhe algum tipo de argumento.

As sociedades seculares não se preocupam com o sofrimento dos Cristãos porque uma parte significativa dessa mesma elite secular tem planos para executar uma perseguição similar aqui no Ocidente. Aliás, em certa medida, ela já ocorre mas ainda sem a componente mais física que caracteriza a perseguição feita pelos muçulmanos e pelos socialistas ateus.

Mas uma coisa que é comum entre os anti-Cristãos é a sua ignorância da História do Cristianismo. Se eles soubessem que a perseguição apenas redunda numa Igreja Cristã ainda mais forte, talvez eles pensassem duas vezes. Mas, vendo bem as coisas, se eles soubessem analisar a História, eles não seriam anti-Cristãos.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Como o feminismo ensina o ódio aos homens

Se este vídeo é genuíno, será curioso ver as feministas tentarem esconder o facto do feminismo ser uma ideologia baseada no ódio ao homem.

Se o feminismo não é uma ideologia de ódio, elas que condenem este tipo de acto. Elas que digam que quem faz este tipo de coisas viola os "princípios" de "igualdade" do feminismo (sejam lá quais forem).

Como é que nós chegamos a uma situação do mundo ocidental onde quem controla o sistema legal pertence a um grupo minoritário que visa usar a maioria como forma de avançar com uma ideologia de ódio? O feminismo é uma ideologia análoga ao nazismo; ambas descriminam seres humanos com base no código genético.

Como diz o autor do mesmo, este vídeo esteve no Youtube durante um ano. Quanto tempo é que um vídeo a simular o assassinato dum negro, duma mulher ou duma criança estaria no Youtube? Nem um dia.

O que é que isso nos diz acerca da política do Youtube?

video


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Justiça marxista: agressores do Facebook saem a rir do tribunal

Foi uma actividade coordenada. Houve reuniões para combinar as agressões à jovem e, como se não bastasse, filmaram e exibiram na Internet, como troféu.

O tremendo vazio destas pessoas assusta. O procurador do Ministério Público foi duro nas palavras, mas no final não pediu mais do que a realização de trabalho comunitário para os seis jovens acusados de ofensas à integridade física qualificada, roubo e filmagens ilícitas.

Rudolfo Santos e Bárbara Oliveira, 18 e 16 anos, respectivamente, saíram a rir do Campus de Justiça em Lisboa, ontem ao final da tarde. "Para já, parece-me o mais justo", acrescentou o procurador.

Recorde-se que Rudolfo e Bárbara estavam num grupo de seis jovens que espancou Filipa T., de 13 anos, junto ao centro comercial Colombo, em Maio deste ano. As agressões violentas foram filmadas no telemóvel e depois colocadas no Facebook.

"Quando o julgamento acabar vou fazer uma festa", disse Rudolfo à saída da sessão de julgamento. "Não combinámos nada. Simplesmente ela [Filipa T.] chamou ‘prostituta’ à minha mãe e ‘porca’ à mãe de outro amigo meu", referiu o jovem de 18 anos, acrescentando que está "arrependido" e não torna "a fazer aquilo".

Fonte

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Que tipo de mensagem o nosso sistema legal envia aos criminosos? Não é difícil ver qual: "o governo está do vosso lado". E desta forma, o desespero instala-se na população civil, o que por sua vez gera ressentimento.

Esse ressentimento causa acções irreflectidas - precisamente o que os marxistas culturais e a Nova Ordem querem como desculpa para diminuírem as liberdades constitucionais em nome do "restauro da ordem pública".

O pior é que muitos portugueses irão voluntariamente dar mais poder ao estado sem se aperceberem que o estado é a causa dos problemas sociais.


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