segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

A agenda do marxismo cultural

O movimento esquerdista é a soma de tudo o que é anti-Bíblico, anti-civilização, anti-casamento e anti-social.

Façam um pequeno exercício: Tentem pensar em todas as ideologias e crenças que são contra o que a Bíblia diz. Agora juntem todas essas ideologias num único movimento. Isso é o esquerdismo actual.

Pensem no aborto, no auto-destrutivo comportamento homossexual, no multiculturalismo e nos movimentos ambientalistas radicais. Tudo isso são facetas duma mesma guerra; batalhas do mesmo confronto.

Esta guerra não começou em 1968, nem em 1918. Não começou com Gramsci nem com Marx e Engels. Também não começou com Darwin, nem com Malthus, nem Hume, nem com o Iluminismo e muito menos começou na Arábia há 1400 anos atrás. Estas figuras foram apenas peões nas mãos de alguém.

Esta guerra começou no Jardim do Éden quando Satanás pôs em causa o que Deus disse com as palavras "Será que Deus disse mesmo 'não comereis de toda a árvore do jardim?'". Desde então, ele tem usado pessoas, instituições e eventos para minar e destruir as estruturas sociais que Deus estabeleceu.

Os cristãos correctamente usam a unidade e a coerência da Revelação Bíblica como evidência em suporte da tese que a Bíblia tem Uma Fonte Única (Deus). Ora, os inimigos da civilização têm sido bastante consistentes na sua luta contra a Bíblia.

Primeiro tentaram destruir-nos de fora. Atacaram o casamento, a família e o cristianismo. Falharam. Como não conseguiram - tal como os revolucionários não conseguiram subverter a civilização ocidental a partir de fora - eles agora entram no acampamento inimigo e minam as estruturas internas dos seus adversários ideológicos.

Agora temos pessoas dentro da civilização ocidental que usam lugares de autoridade para promulgar ideologias que visam destruir o ocidente.

O vídeo colocado em baixo é bastante informativo sobre as intenções do esquerdismo, e como esse esquerdismo se tem transformado ao longo dos anos, embora o seu propósito seja sempre o mesmo.


Se és cristão, lembra-te duma coisa:

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. - Efésios 6:12


sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Homossexual descobre que os marxistas culturais preferem os muçulmanos

Há um fenómeno triste que tem ocorrido com alguma frequência em algumas cidades europeias: grupos muçulmanos tem-se dedicado a atacar os homossexuais, quer fisicamente quer em forma de panfletos anti-homossexualidade.

Este artigo mostra as palavras dum homossexual em torno desse fenómeno, mas mais sério que isto é o facto da sociedade inglesa ignorar por completo os actos violentos dos muçulmanos contra os homossexuais. Eis aqui alguma das coisas que o escritor lá tem:

O Este de Londres tem-se revelado como uma das áreas onde os ataques homofóbicos cresceram como em mais nenhuma área de Inglaterra. Toda a gente sabe porquê, mas ninguém quer falar sobre isso.
Sim, toda a gente sabe que quem está por trás dos ataques são os muçulmanos.
Porque é que ninguém quer falar nisto?.....Porquê o silêncio?
Aparentemente este homossexual vivia num mundo onde as forças políticas lutariam entre si para defender os homens que usam o sistema digestivo como fonte de prazer sexual. O que este homossexual não sabe é que a "defesa" que os marxistas culturais fazem ao seu grupo é uma defesa meramente táctica. Como é algo meramente táctico, esta defesa pode mudar mal haja outra opção mais proveitosa.

O propósito do marxismo cultural não é defender a homossexualidade mas obter e manter o poder nas suas mãos. Neste caminho até ao poder absoluto, várias alianças tem que ser feitas como forma de combater inimigos comuns. Uma dessas alianças é com os grupos homossexuais.

Mas o poder por enquanto ainda é decido através de votos e os muçulmanos são em maior número do que os homossexuais. Como tal, quando estas duas facções lutam entre si, os marxistas culturais levantam a questão sobre qual dos dois grupos lhes é mais útil como forma de chegar ao poder? Os homossexuais, sendo menos de 5% da sociedade, são uma força ínfima quando de votos se trata.

Os muçulmanos, por outro lado, sendo bem mais férteis que os homossexuais (obviamente) e tendo como suporte o petróleo dos países árabes (com os quais os europeus tem que ter boas relações), são muito mais úteis ao marxismo cultural do que os homossexuais. Devido a isto, os ataques que os muçulmanos fazem aos homossexuais (quer na Europa quer nos países muçulmanos) são ignorados.

Conclusão:

O homossexualismo é apenas uma arma com a qual os esquerdistas visam destruir o Ocidente e o Cristianismo. Eles só se importarão com esse estilo de vida enquanto o mesmo lhes fôr útil. Quando já não fôr útil, eles descartar-se-ão deles.

Os homossexuais que se preparem porque o número de muçulmanos na Europa está a aumentar de forma explosiva. Aquilo que está a acontecer em Londres vai acontecer noutras partes da Europa.

A ironia disto tudo é que estes mesmos homossexuais lutaram de forma militante contra o Cristianismo porque pensavam que daí surgiria um sociedade mais tolerante em relação à sua perversão.

Parece que o que vem a seguir vai ser bem pior.

Os planos da Irmandade Muçulmana assemelham-se aos do marxismo cultural

Esta é então a nossa estratégia,” afirmou o Presidente Bush há alguns anos: “Nós vamos lutar contra eles como forma de evitar lidar com eles nos Estados Unidas da América.” Ele falava de jihadistas, claro.

Mas o ex-presidente aparentemente não sabia que a luta já decorre nos EUA. A evidência disso são documentos de 1991 que o FBI encontrou quando fez uma rusga à casa de um suspeito em Virgínia.

Este "memorando explanatório" traça o "propósito estratégico" para a operação da América do Norte da Irmandade Muçulmana ("Ikhwan"). Eis aqui o parágrafo chave:

O processo de instalação [do islão nos EUA] é uma processo "Civilizacional-Jihadista" com tudo o que a palavra significa.

A Ikhwan tem que entender que o seu trabalho na América é uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos] de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões.

Sem este nível de percepção, nós não estamos prontos para este desafio e não estamos prontos para a Jihad.

É o propósito do muçulmano executar a jihad onde quer que se encontre e onde quer que ele se fixe até a hora final chegar, e não há escapatória a esse propósito excepto para aqueles que escolhem desleixarem-se.

O documento de 18 páginas delineia uma estratégia a longo prazo que descreve o plano compreensivo da Irmandade Muçulmana no seu propósito de se estabelecer na sociedade civil, começando com o financiamento e o controlo das organizações muçulmanas americanas como forma de unificar e educar a comunidade muçulmana - isto como forma de preparar a dita comunidade no estabelecimento do estado islâmico global governado pela Sharia.

Soa a teoria da conspiração mas é real. Husain Haqqani, o principal do Centro de Relações Internacionais da Universidade de Boston (e um antigo muçulmano radical), confirma que a Irmandade "tem gerido as principais organizações muçulmanas nos EUA" como parte do plano delimitado no documento estratégico.


É devido a coisas como estas que se vê que o islão é uma teoria política e não uma religião no verdadeiro sentido da palavra. O seu propósito é o controlo político do mundo sob a bandeira de Allah. Quem se insurgir à "pax islamica" vai ser vitimado.

Os seus planos são planos políticos e não espirituais. A sua estratégia é uma estratégia usada por organizações políticas e não algo que se esperaria dum líder religioso preocupado com a transformação interior de cada indivíduo. A sua forma de governação é a emulação do mesmo sistema de governação que existia na Arábia Saudita no século VII. Qual é a espiritualidade nisto?

Outra coisa que se nota é quão semelhante é a forma de subversão existente entre os muçulmanos e os comunistas: infiltração e destruição. Eles não propõem um ataque frontal (guerra organizada) porque o Ocidente é superior ao islão e às nações (ainda) comunistas. Como não podem vencer em guerras convencionais, os mesmos (muçulmanos e marxistas) optam pela destruição das estruturas que sustentam a superior Civilização Judaico-Cristã: família, patriotismo, governação da lei, etc, etc.

Conclusão:

A Irmandade Muçulmana é uma organização forte com planos bem estabelecidos. O seu objectivo é a implantação do Islão no Ocidente. Todos aqueles que julgam que é possível negociar com organizações ligadas a esta organização tudo o que fazem é uma "hudna" (estado de paz até que os muçulmanos estejam suficientemente fortes para voltar a atacar).

Mas como o mundo é governado por pessoas com o mesmo ódio anti-Cristão que o islão tem, todas as evidências que mostram os propósitos anti-ocidente da Irmandade Muçulmana vão ser ignoradas.

Aquecimento Global: Nações Unidas pede ajuda a Hollywood

Já a algum tempo que as Nações (des)Unidas (N.U.) namoram as celebridades de modo a que estas usem a sua visibilidade para promover ideologias que estejam de acordo com as N.U. (Mia Farrow, Ricky Martin, George Clooney e a Angelina Jolie). É uma aliança que beneficia ambos: as estrelas de Hollywood buscam seriedade e as N.U. buscam publicidade.

Agora, a agência multinacional, acabada de sair de uma decepcionante ronda de negociações em Cancum, busca algo mais concreto: enredos em filmes, televisão e órgãos da socia-media (grupos sociais) chamando a atenção para os "perigos" do aquecimento global.

Este empreendimento vem numa altura em que a preocupação pública em relação ao aquecimento global caiu vertiginosamente nas sondagens, e o Congresso americano rejeitou legislação que visa diminuir as emissões de carbono.

O promotor do "Dia Global da Justiça Social", o socialista e secretário geral das N.U. Ban Ki-moon disse:

Geralmente eu falo com ministros e presidentes, mas isso tem as suas limitações.....Os produtores de filmes, os directores e os actores tem, por outro lado, alcance global.
Ban Ki-moon terá conversas com Don Cheadle e muitos outros convidados do mundo do cinema durante o “Global Creative Forum” , Terça-Feira no museu "Hammer".

O dia inclui palestras com nomes tais como "As Nações Unidas e Hollywood em Luta por um Planeta Mais Verde e Melhor", "Tornado o Aquecimento Global uma Questão QUENTE", "Dando Poder às Mulheres e Protegendo as Crianças Rumo a Um Mundo Mais Seguro".

(PS: Não sei como dar poder às mulheres vai ajudar no combate ao não-existente aquecimento global antropogénico.)


Se mais dúvidas houvessem da importância ideológica (não científica) da mitologia do "aquecimento global", este pedido de ajuda dos socialistas das Nações Unidas seria mais uma evidência poderosa. Como estão a perder terreno no campo das evidências e dos dados empíricos, as NU viram-se para as artes como forma de propagar a sua mitologia.

Claro que esta questão nada tem a ver com a ciência ou com o bem estar do homem, mas sim com o avanço do comunismo:

Se as nações ricas desistirem de Kyoto “seremos responsáveis por um ecocídio e um genocídio. Ou morre o capitalismo ou morre a mãe-Terra.
(Evo Morales, presidente da Bolívia: Cancún, dez 2010)
Por "mãe-terra" ele quer dizer "socialismo". As nações mais poluentes do mundo não são "as nações ricas" mas sim as nações onde impera o controle estatal da economia (China e países pobres de África e América do Sul). Os países que mais cuidado tem com o meio ambiente já são os países mais ricos. Se duvidam disto, façam estas perguntas: onde será que as ruas estão mais limpas, Suécia ou Índia? Suíça ou Bolívia? Onde é que os sistemas sanitários são mais fiáveis, Estados Unidos ou Congo? Canadá ou Argélia? Se isto é assim, porque é que os eco-fanáticos atacam as nações ricas em vez de atacarem os verdadeiros poluidores da Terra, a China comunista e os países dominados pelo socialismo?

Este ataque aos países ricos não visa a sua mudança de comportamento mas sim visa a "justiça ecológica" na forma de cheques chorudos para os países pobres. Ou seja, redistribuição da riqueza, tal como Marx queria.

A noção do "aquecimento global" é só mais uma frente de batalha do marxismo cultural tendo em vista a futura imposição do socialismo. Visto isto, só se deixa enganar quem quer.

A influência tóxica do feminismo


(A Gentlemanly Act, quadro de George Goodwin Kilburne)

“O gesto de um homem que abre uma porta para uma mulher ilustra como os homens e as mulheres se relacionam. Todos sabemos que uma mulher é capaz de abrir uma porta. Mas quando um homem o faz, está a afirmar a feminilidade, beleza e graça dela. Quando ela aceita graciosamente, está a validar-lhe a força masculina.

Esta troca, uma mulher abdicando de poder físico em prol da protecção de um homem (i.e., amor) é a essência da heterossexualidade. Para poderem evoluir emocionalmente, os homens e as mulheres precisam desta validação mútua tanto quanto de sexo propriamente dito.

O sexo é uma expressão deste contrato exclusivo. Sob a influência tóxica do feminismo as mulheres passaram a abrir as suas próprias portas. Nenhuma das identidades sexuais é validada, nenhum dos sexos amadurece emocionalmente.

Os homens sentem-se redundantes e impotentes, as mulheres sentem-se rejeitadas e mal-amadas”

--- Henry Makow

sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

Os mandamentos gramscianos

Qualquer semelhança com o Sócrates ou o Lula da Silva ou o Obama é pura coincidência.


  • Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
Isto explica o porquê dos esquerdistas insistirem em medidas falhadas como o preservativo ou promoverem o sexo em idades cada vez mais baixas.
  • Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
Deste forma, aquilo que a população ouve é só a versão que os esquerdistas querem. Isto explica também o ódio irracional que os esquerdistas tem contra a Fox News, apesar de controlarem todos os outros órgãos de informação nos EUA.
  • Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
Isto explica a necessidade dos esquerdistas em promoverem etnias como forma de destruir a coesão nacional. Nos EUA é normal os esquerdistas tentarem a todo o custo incitarem os afro-americanos contra os brancos, os hispânicos contra os brancos, as mulheres contra os homens, os judeus contra os cristãos, os muçulmanos contra os cristãos, e muitas outras formas de divisão social.
  • Destrua a confiança do povo em seus líderes;
Ronald Reagan, o mais carismático presidente americano do século 20, foi constantemente atacado durante a sua presidência. Hoje, cerca de 20 anos depois de deixar a Casa Branca, ainda há esquerdistas que afirmam que ele foi um "péssimo presidente" (Keith Olbermann).
  • Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
Hugo Chavez.
  • Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
Por isso e não só que as economias socialistas sempre foram um antro de podridão e ineficiência.
  • Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
CGTP.
  • Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
Malmoe.
  • Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
Esta guerra aos valores morais é característica universal do comunismo. Uma sociedade moralmente avançada não cai tão facilmente no engodo do comunismo.
  • Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
Por isso é que os esquerdistas americanos tanto lutam para tornar as armas ilegais, pese embora seja um direito constitucional americano ter armas na sua posse.

quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Mulher com 12 filhos presa por negar pôr os filhos nas aulas de "educação sexual"

Mulher alemã com 12 filhos foi sentenciada a 43 dias na prisão por se recusar a colocar os seus filhos nas aulas de "educação sexual" estatais.

A mulher, cujo nome não foi revelado e alegadamente pertencente à Igreja Baptista, opõem-se aos programas estatais de "educação sexual" devido às suas convicções religiosas. A mulher e o esposo alegam que os seus direitos, segundo a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, estão a ser violados pela Alemanha. Eles citam o artigo 2 do primeiro protocolo da convenção que diz:

O Estado respeitará os direitos paternos de fornecer educação e formação [aos seus filhos] em conformidade com as suas convicções religiosas e filosóficas.
A escola primária local tem alegadamente ignorado este direito desde 2005 e tem tido o apoio da Judiciária.

O marido da mulher diz que "ela tem sentido saudades da família, mas encontra suporte em Deus". De acordo com a Kath.net, os filhos "estão com saudades da mãe" mas que sofrer injustiças faz parte da experiência de ser um Cristão.

A perseguição de Cristãos que ensinam os seus filhos em casa ou que rejeitam a "educação sexual" do Governo é um fenómeno recorrente. Em Abril do ano passado o site Kopp Online reportou vários casos de mães alemãs residentes em Salzkotten que passaram até uma semana na prisão por se recusarem colocar os seus filhos nas aulas de "educação sexual". Perseguições semelhantes foram reportadas na mesma localização em Dezembro de 2009

Em Janeiro de 2011 uma família recebeu autorização para asilo nos EUA depois de anos de perseguição por parte do governo alemão devido ao facto dos pais educarem os seus filhos em casa.


Para quem não sabe, as aulas de "educação sexual" dos estados "laicos" nada mais é do que aulas de sexual. Por outras palavras, dão-se "aulas" assumindo que o único comportamento aceitável é aquele que envolve ter relações sexuais. A abstinência está fora de questão. Não passa pela cabeça dos iluminados estatais que haja pais que não queiram estranhos a falar de sexo com os seus filhos.

Pior, não só se atrevem a fazer tais coisas, como ainda voltam as crianças contra os próprios pais. Por essas e por outras é que os pais cristãos justificadamente não querem o lixo esquerdista ensinado aos seus filhos.

Fonte

quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

O Dia Internacional da Justiça Social

Não se sabe quem é que vai pagar por isto, mas quase de certeza que vão ser os países ocidentais. Os países árabes ricos em petróleo não vão na história do comunismo e da "justiça social".

(CNSNews.com) – As Nações Unidas, que marcaram o dia 20 de Fevereiro passado como "O Dia Mundial da Justiça Social", está a apelar por uma "nova era" onde todas as pessoas do mundo possuem acesso aos serviços básicos e empregos com salários "decentes".

Ideias nobres que escondem propósitos totalitários.
De acordo com as Nações Unidas, 80% da população mundial não tem "protecção social adequada".
Muita dessa falta de protecção social é causada por líderes corruptos que usam a sua posição para impor sobre o povo algo que ele não quer: o socialismo. Veja-se o caso do ditador socialista, Robert Mugabe. O mesmo vive rodeado de luxo enquanto o povo vive na miséria. Donde vem o dinheiro de Mugabe? Ora, de instituições como as Nações Unidas.
Para eliminar o problema, as NU estão a tentar estabelecer uma "base de protecção social" global". A tal "base" garantirá segurança alimentar, serviços de saúde para todos e pensões de reforma para 80% da população mundial que se acredita não ter tal protecção.

Na mensagem que apelou à "justiça social para todos", o Secretário Geral nas Nações Unidas, Ban Ki-moon said, afirmou que "Ninguém deveria viver abaixo de um nível de rendimento e todos deveriam acesso a serviços públicos essenciais tais como a água e os serviços sanitários, saúde e educação."

Claro que só se deixa enganar quem quer. O que o socialista Ban Ki-Moon está a dizer é "Dêem-nos dinheiro para que nós, as Nações Unidas, o possamos entregar a quem nós achemos que o merece". Ou seja, as Nações Unidas estão a tentar tomar controle dos recursos mundiais.

É para isto que o marxismo cultural veio ao mundo, nomeadamente, para suavizar o caminho para a "justiça social global". Todos os outros passos (normalização da homossexualidade, legalização da matança de bebés, destruição do patriotismo, etc) visam precisamente destruir as normas sociais de forma a que mais tarde se possa conceder poder a instituições como as Nações Unidas. Claro que as Nações Unidas não querem o dinheiro para ajudar as populações mundiais, mas sim para consolidar o seu poder.

Se o seu propósito fosse de facto o de ajudar as pessoas, e torná-las auto-suficientes (e não dependentes do Estado), as Nações Unidas promoveriam comportamentos que produzem melhores sucessos. Como eles não o fazem, então podemos concluir que a sua "preocupação" é falsa. O que as Nações Unidas querem é mais poder sobre as vidas da população mundial.

terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

Multiculturalismo força vítimas de abuso sexual a não tomarem medidas

Liberalism claims to encompass many causes, but there is only one cause in the end. Since 9/11, this cause has been advanced by supporting Muslims. When an alleged commitment to the welfare of women gets in the way of sucking up to the Religion of Peace, feminism goes overboard faster than you can say Juanita Brodderick. Useful idiots in Israel provide more proof:
Two activists have exposed a disturbing phenomenon that they say is an open secret within the "peace camp": female "peace" activists are routinely harassed and raped by the Arabs of Judea and Samaria with whom they have come to identify. They say the phenomenon has gotten worse lately and that many foreign women end up as wives of local Arabs against their will, but cannot escape their new homes.
Roni Aloni Sedovnik, a feminist activist, penned an article in News1 — an independent website run by respected investigative reporter Yoav Yitzchak — under the heading "The Left's Betrayal of Female Peace Activists Who were Sexually Assaulted."
"A nauseous atrocity has been going on for a long time behind the scenes at the leftists' demonstration at Bil'in, Naalin and Sheikh Jarrah [Shimon HaTzaddik]," she writes. "A dark secret that threatens to smash the basic ideological values upon which the demand to end the occupation of the Territories rests."
It turns out, she explains, that when female peace activists from Israel and abroad come out to Judea and Samaria and demonstrate against the Israeli "occupation," they are assaulted sexually by the Arab men whom they have come to help. These are not isolated incidents, Aloni-Sedovnik stresses. Rather, this is an "ongoing and widespread" phenomenon that includes verbal and physical abuse. She accuses the 'peace' camp of purposely covering up the trend so as not to offend "the Palestinians and their heritage, which sees women as sexual objects."

Activists who manage to escape their rapists instead of being kept as slaves are encouraged not to press charges, so as not to undermine the grand struggle against oppression. Once again we see that leftists have zero moral credibility.


Tal como seria de esperar, os esquerdistas não se preocupam com as mulheres e com o seu sofrimento. Para eles o mais importante é colocar os palestinos numa boa luz de forma a poderem usar o seu não-existente ou auto-infligido "sofrimento" como arma política dirigida a Israel.

Agora imaginem pessoas com esta mentalidade a controlarem os destinos da política internacional. O que dizer de pessoas que pactuam com o sofrimento de mulheres como forma de não perturbar o avanço da ideologia esquerdista?

segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

Feminismo

domingo, 20 de Fevereiro de 2011

Traficante de droga processa polícia por distribuir foto sua revelando o seu passado como presidiário

Um traficante de droga instalou processo legal contra a polícia por esta haver distribuído informação pela comunidade alertando para o facto dele ser um ex-presidiário. Segundo o ex-presidiário, isto foi "humilhante".

Luke Walsh-Pinnock, de 22 anos, alegou que o documento violou os seus "direitos humanos" depois de ter sido enviado aos seus vizinhos em Kilburn, noroeste de Londres. O panfleto - que foi enviado a 1,500 lares - continha a sua foto e detalhes dos seus crimes. Ele havia sido previamente sentenciado a 4 anos de prisão por tráfico de heroína e cocaína.

Mas agora os seus pais queixaram-se do tratamento "degradante". Uma amiga da sua mãe (Linda Walsh) afirmou para o jornal The Sun que

O Luke foi humilhado na sua comunidade local, o que é contra os seus direitos humanos. Vamos levar este assunto até os tribunais...Ele é um bom rapaz, e gentil com a sua família.
Não foi dito se foi essa "gentileza" que lhe levou a vender produtos químicos com o potencial de matar o consumidor a troco de dinheiro. Mas talvez a palavra "gentileza" tenha outro significado para a família Walsh.

O supra-citado panfleto foi distribuído como um aviso para que se soubesse que "os indivíduos que trafiquem drogas vão ser presos e julgados". Walsh-Pinnock foi um exemplo.

O Superintendente-Chefe Matthew Gardner disse:

Nós constantemente temos os prevaricadores em mira, e muitas vezes os mesmos são lançados nas prisões, mas frequentemente as pessoas da área não sabem o que se fez....É importante que eles se apercebam que os criminosos vão ser presos e que não vão mais deteriorar a comunidade com as suas prácticas.

Luke Walsh-Pinnock foi preso em Agosto do ano passado quando a polícia fez uma rusga num apartamento em Kilburn.

Named and shamed: The leaflet distributed by police giving details of Walsh-Pinnock's conviction and how Brent police are committed to sending drug dealers to prison

Nomeado e humilhado: o panfleto distribuído pela polícia

Walsh-Pinnock e o amigo James Goldsmith foram apanhados a dividir cerca de 500 gramas de heroína. No mesmo andar foram encontradas enormes quantidades de cocaína e heroína. Goldsmith, de 35 anos, foi condenado a 3 anos de prisão.


Chegamos a um ponto da nossa história onde entidades que trabalham para proteger a sociedade civil não pode alertar essa mesma sociedade civil que anda no meio deles um homem que já foi preso por tráfico de drogas.

Esta alegação de "violação dos direitos humanos" é pura mentira. Não há nenhum "direito humano" que defenda a não revelação do passado criminoso duma pessoa. Luke não deveria sentir-se humilhado pela comunidade ficar a saber o que ele fez, mas sim ficar humilhado por as ter feito.

Mas a culpa não é só do Luke mas da ideologia que vai ganhando força na sociedade em que vivemos. Tem havido uma proliferação de neo-direitos humanos, e não é de estranhar que mais e mais pessoas tentem usar essa táctica para protegerem o negócio as suas prácticas.

Afinal, não vivemos nós numa sociedade que qualifica de "direito humano" a matança de bebés? Não vivemos nós numa sociedade que confere estatuto especial a quem ache que o ânus é um órgão sexual? Porque não, então, a quem ache que a polícia não pode revelar o seu passado criminoso?

Claro que para os marxistas culturais interessa-lhe esta invenção de "direitos humanos". Com esta arma, eles podem atacar e destruir um dos bastiões da civilização ocidental: a governação da lei. Destruir fé da sociedade nas instituições é um dos passos para a subversão da sociedade portanto, Luke Walsh apenas está a usar o sistema marxista cultural para proveito próprio.

sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Cometer crimes e ser transsexual = não ser preso

Eis como evitar ir para a prisão num mundo controlado pelos marxistas culturais:
Um traficante de droga transsexual evitou ir para a prisão porque o juiz determinou que ir para a cadeia afectaria os seus planos de avançar com a operação da mudança de sexo.
É isso aí, pessoal. Se queres evitar ir para a cadeia em Inglaterra, inventa uma história qualquer de teres que mudar o teu sexo.
Ian Morris (41 anos), que mudou o seu nome para Jean em 2009, tem agendado para a semana tratamentos hormonais subsidiados pelo Estado.
Não tentem entender os motivos que levam um Estado a subsidiar a alteração de sexo dum cidadão.
Ele estava a ser julgado depois da polícia ter interceptado quase 2 quilos de cetamina (droga alucinogénica) que lhe havia sido enviada para o seu apartamento.

Os advogados do senhor Morris apelaram ao Juíz Mark Horton que o poupasse da prisão devido à sua operação de mudança de sexo. Segundo os advogados, o senhor Morris teria um tempo "difícil" na prisão se fosse encarcerado como um homem.

O Juíz concordou e suspendeu a sentença de onze meses atribuída ao sr Morris.

Este caso não é único:
Em Julho, um transsexual que fazia download de pornografia infantil foi poupado uma estadia na prisão porque o Juiz decidiu que a prisão seria uma experiência "pavorosa" para si.

Engenharia social primeiro, justiça depois. Os marxistas culturais estão a usar o seu controlo do sistema legal para tornar o mundo num "freak show".

Filhos tornam o casamento mais feliz, afirma pesquisa.

Tendo notícias como esta em conta, podemos afirmar que toda a ideologia que luta para a destruição do casamento, luta para aumentar a infelicidade do homem e da mulher. Como o marxismo cultural tem como um dos objectivos a destruição do casamento, podemos dizer que o marxismo cultural é maléfico para a sociedade.

Isso é o que prova uma pesquisa feita por cientistas de Glasgow, no Reino Unido: O que deixa você feliz – pensar no sorriso do seu filho, passar horas brincando com ele ou vendo aquele DVD no sofá pela 10ª vez?

Pois uma pesquisa realizada em na Universidade de Glasgow, no Reino Unido, acaba de comprovar: casais que têm filhos são mais felizes. E quanto maior o número de filhos, maior é a satisfação.

O coordenador da pesquisa, Luis Angeles, acredita que o resultado é simples de entender: quando responderam sobre as coisas mais importantes de suas vidas, a maioria das pessoas casadas colocou os filhos no topo da lista. E a influência das crianças na satisfação dos pais está relacionada à maneira com que a família passa as horas de lazer e a satisfação da família com a vida social. Confirma-se o ensinamento de Deus e da Igreja:

“A tarefa fundamental da família é o serviço à vida. É realizar, através da história, a bênção originária do Criador, transmitindo a imagem divina pela geração de homem a homem. Fecundidade é o fruto e o sinal do amor conjugal, o testemunho vivo da plena doação recíproca dos esposos” (Familiaris Consortio, 28).

“O amor conjugal deve ser plenamente humano, exclusivo e aberto à nova vida” (GS, 50; HV, 11; FC, 29).

“Vede, os filhos são um dom de Deus: é uma recompensa o fruto das entranhas.

Tais como as flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos gerados na juventude.

Feliz o homem que assim encheu sua aljava: não será confundido quando defender a sua causa contra seus inimigos à porta da cidade”. (Sl 126,3-5)

“A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja vêem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais”. (Cat.§ 2373).

“Os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais” (§ 2378).

O Papa João Paulo II disse:

“Alguns perguntam-se se viver é bom ou se não teria sido melhor nem sequer ter nascido. Duvidam, portanto, da liceidade de chamar outros à vida, que talvez amaldiçoarão a sua existência num mundo cruel, cujos temores nem sequer são previsíveis. Outros pensam que são os únicos destinatários da técnica e excluem os demais, impondo-lhes meios contraceptivos ou técnicas ainda piores.

“Nasceu assim uma mentalidade contra a vida (anti-life mentality), como emerge de muitas questões atuais: pense-se, por exemplo, num certo pânico derivado dos estudos dos ecólogos e dos futurólogos sobre a demografia, que exageram, às vezes, o perigo do incremento demográfico para a qualidade da vida.

“Mas a Igreja crê firmemente que a vida humana, mesmo se débil e com sofrimento, é sempre um esplêndido dom do Deus da bondade. Contra o pessimismo e o egoísmo que obscurecem o mundo, a Igreja está do lado da vida” (Familiaris Consórtio, 30).

“Naõ tenham medo da vida”. (João Paulo II)

Prof. Felipe Aquino

sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

LifeSiteNews está sob ameaça de fechar por causa de processo de 500 mil dólares

É com grande preocupação que temos de informar aos nossos leitores que LifeSiteNews (LSN) do Canadá está sofrendo um processo legal — por incrível que pareça, o autor do processo é um padre! (LifeSiteNews é a organização mãe de Notícias Pró-Família em português.)
Os leitores habituais de LifeSiteNews não precisam de apresentação para o Pe. Raymond Gravel — ele é o padre de Quebec e ex-membro do Parlamento do Canadá que, conforme mostrou nossa reportagem, disse numa entrevista de rádio de 2004: “Sou pró-escolha* e não há bispo na terra que me impedirá de receber a Eucaristia, nem mesmo o Papa”.
Então, em 2008, ele defendeu a condecoração canadense mais elevada ao “pai do aborto” do Canadá — o arqui-aborteiro Henry Morgentaler! Durante sua carreira política ele era classificado como “pró-aborto” pela ala política do movimento pró-vida. Ele também criticava de forma frequente e pública os ensinos da Igreja Católica sobre a homossexualidade e o aborto.
Ainda que as reportagens de LifeSiteNews tenham de forma decisiva mostrado o que o próprio Pe. Gravel disse publicamente, ele está nos processando por difamação. Entre outras coisas, ele argumenta que não é pró-aborto, mas ele disse no passado que é “pró-escolha”*.
Ele está exigindo 500 mil dólares em indenização — que, por coincidência, é o orçamento de um ano inteiro para nós. Isso levaria LifeSiteNews à falência!
Você nos apoiará nesta ocasião em que estamos lutando contra esse processo?
Já é difícil LifeSiteNews sobreviver financeiramente, até mesmo quando a época está favorável. Mas com a recessão econômica ficou mais difícil do que nunca. Lutar contra esse processo acrescenta um peso financeiro extra potencialmente muito grande e atualmente impossível.
Em LSN dependemos completamente da Providência Divina; temos geralmente apenas o suficiente em nossa conta bancária para passar até a nossa próxima campanha trimestral de arrecadação de fundos (quando temos!). Nós simplesmente não temos dinheiro para gastar em honorários legais potencialmente impeditivos.
Esse processo também chega ao mesmo tempo em que ataques contra os direitos de liberdade de expressão de cidadãos e meios de comunicação pró-vida, pró-família e cristãos estão aumentando em todo o Ocidente.
É virtualmente importante que LifeSiteNews ganhe esse caso — não só por amor a LifeSiteNews, mas também por amor a todo o movimento pró-vida. Nós simplesmente não podemos deixar os oponentes da vida e família fecharem umas das poucas vozes que sustentam o direito à vida e a santidade do casamento e da família.
O próprio fato de que o Pe. Gravel sente que tem de processar LSN é evidência absoluta de quanto LSN é necessário. Escrevendo sobre LifeSiteNews.com em Le Devoir em 20 de abril de 2009, o Pe. Gravel disse que quando seu bispo recebeu uma carta do Vaticano “que me forçou a me aposentar da vida pública”, anexado à carta “estava um arquivo quase que exclusivamente em inglês composto de comentários negativos sobre mim… que vieram daqueles meios de comunicação ultraconservadores”. Ele até se queixou de LifeSiteNews durante um discurso na tribuna da Câmara dos Deputados!
E então, mais recentemente, o Pe. Gravel foi removido de uma posição como catequista chefe de sua diocese. Em sua ação legal, o Pe. Gravel indica que os artigos de LSN fizeram com que ele perdesse essa responsabilidade.
Apesar do fato de que LSN deixou claro que não desejávamos nenhum mal ao Pe. Gravel, e que, aliás, estamos preocupados com seu bem-estar, ele lançou uma ação legal que poderia de forma grave e até permanente atrapalhar nosso trabalho de salvar a vida e a cultura.
Nossa equipe já está tendo de dedicar o trabalho de vários dias completos para responder às acusações dele — e isso antes mesmo que o caso tivesse realmente começado. A primeira audiência preliminar é nesta quinta-feira em Joliette, Quebec.
Embora a estupenda Sociedade Thomas More de Chicago tenha se oferecido para nos ajudar nesse caso, há muito pouco que eles possam fazer. O caso terá de ser lutado nos tribunais de Quebec, e a Sociedade Thomas More é uma organização com sede nos EUA.
Portanto, somos forçados a contratar assistência legal profissional do Canadá. E como qualquer um que sabe a primeira coisa sobre processos legais, honorários legais podem subir… rápido.
Nesse momento difícil, temos mais uma vez de recorrer aos nossos apoiadores sempre fiéis. O único jeito de podermos resistir a esse ataque é com sua ajuda.
Estamos confiantes com relação à veracidade e profissionalismo de nossa reportagem nesse assunto e estamos determinados a lutar e ganhar contra esse processo injusto. Você se unirá a nós?
Você também apelará par que outros que conhecem você nos ajudem neste momento de necessidade extra especial?
Por favor, considere fazer uma doação. E então — divulgue essa mensagem.
* Nota do tradutor: “Pró-escolha” se refere ao apoio que se dá para uma mulher destruir, por meio do aborto legal, a vida do seu bebê em gestação.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

A androginia de Andrej Pejic faz furor nas passerelles

Olhos verdes, longos cabelos loiros, cintura estreita e pernas incrivelmente longas. Só há uma diferença entre este manequim e as restantes jovens: este é um homem e está a causar sensação na Semana da Moda de Nova Iorque.
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Andrej Pejic, de 19 anos, nasceu na Bósnia e foi criado em Melbourne. Foi descoberto no ano passado por criadores europeus que ficaram fascinados com a ambiguidade da sua aparência.


Apesar de já ter participado em várias produções fotográficas, nomeadamente para a “Vogue” Itália, em Novembro do ano passado, e já ter desfilado para Jean Paul Gaultier, a sua estreia nas passarelles de Nova Iorque só aconteceu agora, durante a prestigiada Fashion Week. O seu look é tão feminino que Andrej Pejic participou em vários desfiles de moda feminina.

“Ser escolhido para passar modelos femininos não é algo que me deixe desconfortável”, disse Pejic ao “The New York Post”. “Algumas vezes as roupas de mulher são mais divertidas e menos restritivas”.

O manequim assume estar muito satisfeito com a recepção que tem tido em Nova Iorque. “Não posso dizer que tenha sido rejeitado. É a minha primeira temporada em Nova Iorque e isto é tudo excitante. Sou relativamente novo na moda feminina e espero que as coisas continuem a acontecer”.

O agente de Pejic em Nova Iorque, Chris Forberg, da agência de modelos DNA, indicou ao “The New York Post” que é raro para um modelo estreante conseguir na sua primeira temporada em Nova Iorque entrar em tantos desfiles, um sinal claro - na sua opinião - da popularidade que Pejic está a conquistar entre os criadores e os fashionistas

De acordo com o blogue de moda frockwriter, igualmente citado pelo mesmo jornal, Pejic está já a ganhar mais ou menos o que ganham as modelos femininas que, em média, recebem entre 35 e 50 por cento mais que os homens quando desfilam na passerelle.

Mas Pejic não desfila apenas roupa feminina. O modelo também esteve agendado para um total de cinco desfiles de roupa masculina nesta Semana de Moda, tornando-se assim no primeiro modelo na história da NY Fashion Week a passar roupa para ambos os géneros.

A par com a brasileira Lea T - um modelo transsexual que apareceu numa campanha da Givenchy no Outono passado e que participou numa produção fotográfica para a “Vogue” francesa em Agosto de 2010 -, Pejic faz parte de uma nova tendência a que os fashionistas chamam de “FemiMen” (homens que parecem mulheres) e que tem seduzido o mundo da moda nos meses mais recentes.

Pejic nasceu em Tuzla, na Bósnia-Herzegovina, filho de um pai croata e de uma mãe sérvia. A sua família fugiu da guerra na década de 1990 e instalou-se na Austrália.

Os pais acabaram por se divorciar e Andrej e o seu irmão mais velho, Igor, foram educados pela mãe e pela avó num bairro difícil nos arredores de Melbourne. “A minha mãe sempre me apoio”, explicou Pejic ao “The New York Post”.

O adolescente reconhece que soube que parecia uma rapariga praticamente desde que se começou a olhar ao espelho, reconheceu recentemente Pejic ao site The Daily Beast. O modelo adianta ainda que nunca sentiu qualquer espécie de assédio nem de discriminação. “As pessoas acham engraçado. Não são moralistas”.

Foi a criadora romena Yoana Baraschi que pela primeira vez reparou em Andrej durante uma sessão de casting, tendo-o contratado para um desfile. “Quando alguém é tão carismático, nem sequer nos perguntamos porque é que o queremos”, explicou Baraschi.

Depois dos primeiros desfiles, a androginia de Pejic popularizou-se. Jean Paul Gaultier contratou-o para encerrar o seu desfile em Paris, em Janeiro último, um momento que o modelo descreve como “inesquecível” e que, até agora, classifica como ponto alto da sua carreira.

Também apareceu na recente campanha de Marc Jacobs e nos anúncios da colecção primaveril de Gaultier a par com uma das modelos do momento: Karolina Kurkova.

Pejic, que admite ser um ícone para a androginia e para a transexualidade, não tem, porém, qualquer intenção de activismo político. O seu único objectivo é ganhar dinheiro a fazer aquilo que gosta. “Isto é uma indústria e este é o meu trabalho. Não é um movimento político”, indicou. A directora-executiva da “Harper’s Bazaar”, Kristina O’Neill, disse ao “The New York Post”: “Ele não é apenas lindo, mas também tem bom carácter e isso é muito importante neste negócio. Mais do que qualquer outra coisa, eu penso que a sua presença prova que a beleza não tem de ter um género específico”.

A importância das janelas quebradas

Já faz algum tempo que não falo do cristão manso. Talvez por que eu tenha me preocupado o suficiente com estratagemas neo ateístas, humanistas e esquerdistas, que no fundo seguem basicamente o mesmo princípio, pois os dois primeiros grupos são essencialmente esquerdistas. (Para relembrar um pouco desses posts, recomendo os textos: “Tirando as justificativas do cristão manso” e “Tolerância Zero com o Cristianismo Self-Service”.

Eis que recentemente tive contato com uma teoria que eu não conhecia, e usei-a para implementar novas políticas organizacionais de tolerância zero. E não por coincidência, tem tudo a ver com as críticas que faço ao cristão manso e até a tolerância com a desonestidade neo ateísta praticada por alguns.

A teoria em questão é a Teoria da Janela Quebrada, que foi publicada pela primeira vez em 1982 pelo cientista político James Q. Wilson e o psicólogo criminologista George Kelling em um artigo no jornal Atlantics Monthly.

O próprio Kelling escreveu, em 1996, um livro expandido o tema, agora em parceria com Catherine Cole: Fixing Broken Windows: Restoring Order and Reducing Crime in Our Communities.

A base da teoria é extremamente simples, tanto que provoca um sentimento estranho: como demoraram tanto tempo para teorizar algo tão óbvio?

Vejamos a teoria. Ela diz que se uma janela está quebrada e o dono do local não a conserta depressa, uma “mensagem” é automaticamente passada aos vândalos. A mensagem implícita é “quebrem mais janelas”.

Isso por que as pessoas vão assumir a idéia de que quebrar janelas é algo com que ninguém se preocupa. Portanto, quem tem vontade de quebrar janelas, irá fazê-lo, mais e mais vezes.

Em um ritmo de cascata, a tendência é que isso se multiplique em novas mensagens, como “vandalismo é permitido”, que pode ser ampliado para “o crime é permitido”. Ou seja, a tolerância com as janelas quebradas tende a levar não só a um maior vandalismo daqueles que adoram jogar pedras em janelas, como aumento da ação criminal como um todo.

Definindo de uma maneira mais didática. A janela quebrada que não é substituída lança um sinal de vulnerabilidade, que é compreendido pelos meliantes.

A tendência é a prática do “ataque teste”. Outras janelas serão quebradas, e novamente será observado se alguém toma uma providência. Sem que providência alguma seja tomada, logo o prédio estará com quase todas as janelas quebradas. O sinal emitido a todos os que virem o local é claro: o prédio está vulnerável.

O valor dos imóveis irá baixar na região, sendo que alguns deles ficarão desocupados por um tempo (pois estão à venda). Vez por outra algum bandido poderá ocupar o local e estabelecer um ponto de venda de crack. As pessoas que moram próximas ao prédio vão sofrer mais ameaças. Não demora para o índice de furtos aumentar. Vias poderão ser bloqueadas, de forma que a polícia não tenha acesso ao local. Em alguns casos, o bairro pode até passar a ser conhecido como aquele lugar onde a polícia não tem coragem de entrar.

Mas para as pessoas que moram em um lugar desses há muito tempo, tudo isso passa a ser normal. O resultado inclui mais crianças criadas e TREINADAS para viver em um ambiente de crime. Quer dizer, uma linha de produção de criminosos. (Não que todos os habitantes de locais assim sejam criminosos. Mas que a tendência de alguém ser levado ao crime é maior se este viver em um ambiente de tolerância ao crime é um fato, quanto a isso não há dúvidas)

É por isso que a teoria pode causar incômodos em alguns. A tolerância aos pequenos delitos é aceita continuamente. Por quase todos. Mas as conseqüências dessa tolerância tendem a ser cruéis e produzirem resultados devastadores e duradouros.

Foi pensando exatamente nisso que o prefeito conservador de Nova York, Rudy Giuliani, resolveu estabelecer sua política de Tolerância Zero no combate à criminalidade, a partir de 1994, quando assumiu o cargo.

Naturalmente uma medida que incomodou muitos esquerdistas, que, como todos sabem, são tolerantes à criminalidade. Até a banda Agnostic Frost escreveu uma música, Police State, criticando fortemente as medidas de Giuliani.

E no que consistiam tais “medidas duras”? Simplesmente a punição aos criminosos mais violentos foi mantida, mas até as infrações de menor periculosidade foram punidas. Isso incluía a pichação nos metrôs e o lançamento de lixo nas ruas. Até o ato de lavar os vidros dos carros de alguém sem a autorização do proprietário eram coibidas. Giuliani nada mais fez que consertar as janelas quebradas.

Os resultados foram excelentes, levando a uma redução de crimes em Nova York em uma escala de 57% cento. E para que alguns não digam que a redução ocorreu por causa da punição aos crimes de menor periculosidade, o número de assassinatos foi reduzido em 65%.

E o que isso tem a ver com os cristãos mansos? Simplesmente tudo.

Hoje em dia temos uma altíssima incidência de ações preconceituosas e atos desonestos cometidos contra religiosos. E isso vai desde a doutrinação escolar (com professores mentindo sobre religião), a repórteres escrevendo mentiras na mídia, ataques de pânico moral, religiosos ofendidos em comunidades do Orkut e daí por diante. Enfim, chegamos a uma situação vergonhosa.

Neste blog, assim como em alguns outros (exemplos incluem Quebrando o Encanto do Neo Ateísmo, Teismo.Net, Neo Ateísmo Português e Pérolas dos Poucos), já se pratica a tolerância zero contra os neo ateus e humanistas.

Mas o problema ainda reside nos cristãos mansos. Um exemplo é a comunidade “Perguntas Cristãs Complicadas”, no Orkut, em que cristãos mansos toleram e são servis perante qualquer tipo de desonestidade cometida contra eles. Tanto que até alguns neo ateus dizem: “Gosto de ficar por aqui, é uma de minhas comunidades preferidas”. Não é muito diferente dos bairros que patrocinam a existência das janelas quebradas, preferidos pelos meliantes.

Algo totalmente diferente ocorre na comunidade “Contradições do Ateísmo”, em que o desrespeito e a desonestidade dos neo ateus não é tolerada. Lá, se um ateu quiser permanecer, terá que respeitar os teístas.

O mesmo ocorre aqui. Nessa semana, não publiquei uns 5 ou 6 posts de neo ateus. Todos com gracinhas, provocações e até ofensas. Alguns escreveram coisas pensando algo como “Ih, vou entrar lá e ofender o Luciano na frente de todos os leitores do blog”. Pois é, não conseguiram. Pois aqui consertamos as janelas quebradas.

Temos que, aos poucos, orientar os cristãos mansos e explicar para eles a teoria das janelas quebradas. Depois da primeira explicação, não há mais JUSTIFICATICA MORAL a postura de conivência. Temos uma base e exemplos para mostrar que a culpa do que ocorrer politicamente negativo aos cristãos é PARTE deles.

A política de tolerância zero contra os anti-religiosos pode se ampliar para o comportamento cotidiano, como por exemplo a rejeição social a alguém que mostre uma postura anti-religiosa. Podemos boicotar jornais que publicam mentiras.

Mas sempre tendo em mente a idéia da tolerância zero. A punição e o contra-ataque começam com A MÍNIMA DESONESTIDADE. Essas pequenas desonestidades é que são as janelas quebradas.

terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

O multiculturalismo falhou

Citação:


PARIS (AFP) – O presidente francês Nicolas Sarkozy declarou na 5ª Feira que o multiculturalismo falhou, juntando-se assim a um crescente número de líderes mundiais que condenou esta filosofia.

"A minha resposta é, claramente, sim, é um falhanço" afirmou Sarkozy numa entrevista televisiva quando foi perguntado àcerca das políticas que promovem a noção de que as sociedades anfitriãs devem receber e encorajar os distintos grupos religiosos e culturais.

"Claro que nós todos temos que respeitar as diferenças, mas nós não queremos....uma sociedade onde as comunidades vivem lado a lado.

"Se alguém vem até França, ela aceita integrar-se numa única comunidade, que é a comunidade nacional, e se tu não queres aceitar isso, então não podes ser bem vindo na Françe" afirmou o presidente da direita.

Curioso que os órgãos de informação tratam sempre de identificar as motivações políticas de alguém que se revolta contra a destruição da sua própria cultura.

Outra citação em torno da mesma temática:

O primeiro ministro britânico David Cameron, a chanceler alemã Angela Merkel, o ex-primeiro ministro australiano e o ex-primeiro ministro espanhol Jose Maria Aznar também disseram recentemente que as políticas multiculturais não foram bem sucedidas na assimilação dos imigrantes.

Angela Merkel disse em Outubro passado que os esforços em prol do multiculturalismo na Alemanha "falharam rotundamente".
Claro que Merkel, Aznar e Howard provavelmente não sabem quem foi Gramsci, e nem sabem que o multiculturalismo não era suposto "funcionar" mas sim "destruir". Sim, destruir a cultura judaico-cristã e as tradições vigentes, colocando uma cultura contra a outra até que os líderes comunistas se vissem "obrigados" a tomar conta do poder para "impor a ordem".

Mas há mais:

Cameron anunciou na semana passado que a política multicultural que o seu país tem seguido é um falhanço, apelando a uma melhor integração dos jovens muçulmanos como forma de combater o extremismo local.
O que Cameron não entende é que as minorias muçulmanas não querem ser assimiladas, e os esquerdistas que controlam a Inglaterra não querem que eles se assimilem. Os esquerdistas trouxeram-nos para Inglaterra precisamente porque eles são diferentes do resto da população. E enquanto forem distintos, irão sempre votar em larga maioria nos partidos de esquerda - exactamente o que eles (os esquerdistas) querem.

Conclusão:

O multiculturalismo parece ser benéfico (e quão bom seria se todos nós fossemos tolerantes e cosmopolitas). Mas à luz da história da humanidade, é absurdamente claro que é uma utopia ingénua. Se tu encorajas as pessoas a colocar ênfase nas diferenças entre elas, então elas irão dividir-se em clãs segundo essa base. Posteriormente, os clãs serão rivais e irão olhar uns para os outros com desconfiança.

É inevitável, mas como já vi alguns cristãos afirmar, o multiculturalismo é apenas uma fachada. O propósito nunca foi a "co-existência" pacífica, mas sim a criação de "guerra de classes" como forma de avançar com o socialismo.


União Europeia: Cristãos não podem ser vítimas

Como de certo se lembram, terroristas muçulmanos mataram cristãos no Egipto durante a passagem de ano. A União Europeia fez uma declaração onde "condenou" o ataque. Uma coisa ficou a faltar nessa "condenação": identificar as vítimas como "Cristãs".

E porquê é que o Politburo europeu não quis identificar a fé das vítimas? Aparentemente porque não seria politicamente correcto usar a palavra "Cristão" na identificação das vítimas.


A Baronesa Ashton (na foto em baixo) está debaixo de grande criticismo depois da UE não chegar a acordo na declaração na qual condenou os ataques às minorias religiosas porque não seria politicamente correcto usar a palavra "Cristão".

A Itália acusou a Lady Ashton, a Ministra dos Negócios Estrangeiros da UE, de excesso de correctismo político. Uma reunião dos ministros dos Negócios estrangeiros da UE não chegou a acordo em relação à condenação da violência sectária durante o Natal, que teve como alvos os Cristãos do Egipto e do Iraque.

As conversações terminaram de forma enervada quando a Itália acusou a Lady Ashton de "excesso" de correctismo político uma vez que ela se recusou a nomear os grupos religiosos específicos vítimas dos ataques muçulmanos.

Franco Frattini, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, exigiu uma resposta por parte da UE em relação à perseguição aos Cristãos depois do atentado suicida no dia do Ano Novo, na igreja Copta no norte do Egipto.

O bombardeamento egípcio segue-se a ataques que se realizaram no Iraque, e aos receios (também expressos pelo Vaticano) de que a perseguição conduza a um êxodo dos Cristãos do Médio Oriente.

O sr Frattini, com o apoio da França, disse que é supérfluo emitir declarações a defender a tolerância religiosa sem mencionar a minoria que está a ser alvo de ataque, nomeadamente, os Cristãos.

Esta posição é um excesso de secularismo, o que está a destruir a imagem da Europa.....O texto final nem sequer menciona os Cristãos, como se estivesse a falar de outra coisa qualquer, por isso pedi que o texto fosse retirado.

Os diplomatas acusaram a Lady Ashton de aplacar as sensibilidades Muçulmanas de modo a evitar um "conflito de civilizações" depois do Egipto ter reagido de forma furiosa ao pedido do Papa Benedito XVI para uma melhor protecção à minoria Cristã do país.


Ficamos a saber, portanto, que a UE, que supostamente conduz os destinos da Europa (antigo bastião do Cristianismo), não consegue usar as palavras "vítimas" e "Cristãs" na mesma frase com medo de ofender os perpétuamente ofendidos muçulmanos.

Que outras coisas a UE se recusa a aceitar devido ao politicamente correcto?

segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011

"Casamento" culturalmente marxista

O dia de São Valentim é um dia igual aos outros para examinar o estado actual do romance na (outrora) "Grã"-Bretanha - o canário na mina quando de esquerdismo se trata:

Nos dias que correm, quando um 3-vezes casado antigo bombeiro que se tornou numa mulher encontra uma cozinheira lésbica jamaicana através da internet, o resultado só pode ser um: sinos de casamento!
Ou melhor, sinos de união civil.
Este é Kerry Whybrow (66 anos), usando um vestido lilás feito à medida, unindo os trapos pela primeira vez como uma mulher depois de 3 anos a ser submetido a operações de mudança de sexo na NHS [à custa dos impostos dos britânicos].
whybrow-evans.jpg
A parceira é Alcia Evans, uma mãe e quase 30 anos mais nova, que conheceu a senhora [sic] Whybrow através dum site internacional de relacionamento.

A corada noiva jamaicana tem vivido nos EUA mas espera que as autoridades britânicas estendam o seu visa de 6 meses indefinidamente. Eles não podem viver na Jamaica porque "a homofobia está em crescimento na ilha".

Além disso, Whybrow provavelmente não quer abandonar a sua carreira de homem sexualmente mutilado que limpa os autocarros vestido de mulher.


Para aqueles que aterraram no nosso planeta no mês passado convém lembrar que a destruição da instituição do casamento é um dos passos para a subversão da sociedade e posterior implantação do marxismo. Nenhuma sociedade sobrevive sem a protecção do casamento, mas os marxistas culturais sabem muito bem disso.

A destruição do casamento não é um fim mas um meio para se chegar ao poder absoluto.

Onde estão as manifestações esquerdistas em defesa dos homossexuais muçulmanos?

O Henrique Raposo é uma lufada de ar fresco neste país à beira mar plantado. Fico à espera que ele lance o seu olhar à ditadura ateísta que hoje existe no debate em torno das nossas origens.
A hipocrisia da esquerda caviar

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

I. A esquerda caviar tem indignações selectivas. Os nossos 'progressistas' apenas ficam incomodados com os actos de Israel e dos EUA. A Coreia do Norte afundou um barco da Coreia do Sul, matando dezenas e dezenas de pessoas. Perante isto, os nossos progressistas nada disseram (para o PCP, a Coreia do Norte ainda deve ser uma democracia). Todos os dias, o mundo muçulmano, lá e cá, viola os direitos das mulheres e dos homossexuais. Que dizem e fazem os nossos progressistas? Nada. Os "progressistas" do BE adoram apoiar os movimentos mais "reaccionários" do mundo (os islamitas).

II. No Egipto, as autoridades civis preparam-se para retirar a nacionalidade a 30 mil pessoas que escolheram casar com israelitas. Em 2005, um líder religioso lançou essa fatwa contra o casamento entre egípcios e israelitas. Ontem, as autoridades civis legitimaram essa fatwa. Perante este acto racista, o que faz a nossa esquerda 'tolerante'? Nada. Como se sabe, o racismo é propriedade dos povos 'brancos'.

III. O que poderá levar a nossa esquerda a fazer uma 'manif' contra um Estado muçulmano? Bom, seria preciso que o Egipto, por exemplo, fizesse leis contra os gays. Mas esperem lá: o Egipto já tem leis contra os gays. "Ser-se gay" no mundo árabe é sinónimo de doença e de morte na prisão. Noutros países islâmicos, "ser-se gay" é o mesmo que morrer através de uma chuva de pedras. Mas a nossa esquerda não faz nada por estes gays. Para a nossa esquerda, os gays muçulmanos são gays de segunda.

...e cristãos.

Polícia inglesa ao serviço do marxismo cultural

Esta notícia é do mais bizarro que já se ouviu. Bizarro para nós que não dançamos ao ritmo da música marxista cultural.

Há cinco instituições da cultura ocidental que impedem (ou atrasam significativamente) o avanço o comunismo:

  • 1. O Judaico-Cristianismo
  • 2. A família nuclear
  • 3. A lei romana
  • 4. A filosofia grega, na sua busca pela verdade
  • 5. O patriotismo.
Esta notícia é uma instância onde os líderes esquerdistas da Inglaterra usam as forças policiais para colocarem a população totalmente dependente da "protecção" estatal, atacando a lei civil (muitas delas baseadas nas leis romanas). Para os marxistas culturais, é mais importante que o ladrão não se aleije quando viola a santidade da propriedade alheia, do que o bem estar dos cidadãos obedientes à lei.
Residentes das povoações de Surrey e Kent foram ordenados pela polícia a remover o arame das suas janelas uma vez que isso poderia aleijar os ladrões.
Não, não leram mal. É isso mesmo que a polícia fez. Efectivamente o que as autoridades estão a dizer aos cidadãos é "não se defendam!".

Obviamente que os cidadãos locais estão furiosos com tal medida, uma vez que torna criminosos aqueles que tentam-se defender dos verdadeiros criminosos.

Os locais haviam reforçado as suas janelas com arame cruzado depois duma série de assaltos, mas a polícia comunitária proibiu os locais de o fazer uma vez que isso seria "perigoso" e poderia levar os criminosos a pedir compensações se se "aleijam".
'Dangerous': Police have told villagers that wire mesh protecting their windows could hurt burglars and lead to lawsuits
Sim, "perigosas". Segundo a polícia, os pobrezinhos dos larápios poderiam-se magoar e dar entradas a processos crime contra os donos da casa.
Residentes furiosos criticaram as forças polícias uma vez que tentam proteger os criminosos.
"Tentam"? Eles não "tentam"; esse é o objectivo deles: destruir a validade dos costumes e leis que tornaram o Ocidente não-marxista a área mais próspera do globo.

Um dos moradores, desconhecedor da agenda marxista cultural, afirma:
Reforcei as minhas janelas com arame, mas foi-me dito pela polícia que eu tinha que ter cuidado porque os ladrões poderiam-me processar se eles se aleijassem.

Quer dizer, o que é que nós fazemos? Deixamos que eles nos roubem?

É ridículo que a lei os proteja embora eles a estão a violar.

É isto que o marxismo cultural faz a uma sociedade: protege os criminosos e pune os que obedecem a lei. Isto, essencialmente, torna a lei uma farsa. Lei passa a ser o que os engenheiros sociais qualificam de "lei".

domingo, 13 de Fevereiro de 2011

Tarnac 9

Original de Orlando Braga


Tenho a convicção de que 99% dos portugueses nunca ouviu falar da organização Tarnac 9, pela simples razão de que os me®dia portugueses a ignoraram sistematicamente. E se porventura, no meio da espiral do silêncio que impera nos nossos me®dia , alguém ouviu falar do assunto porque os me®dia o mencionaram, terá sido tão de passagem que provavelmente não ficou em memória.

Naturalmente que não tenho a mínima dúvida de que os militantes da esquerda radical, como é o caso do Bloco de Esquerda, sabem perfeitamente o que é o Tarnac 9 e o que ele significa; mas se fizerem uma consulta aos blogues dos mais proeminentes esquerdistas radicais da nossa praça, não encontrarão uma única referência ao assunto. O segredo é a alma do negócio.


No Outono de 2008, a polícia francesa invadiu literalmente a vila de Tarnac, perto de Limoges, no coração de França, prendendo um grupo de jovens franceses de classe média/alta e com idades entre os 22 e os 34 anos. Esse grupo de jovens dedicou-se à insólita actividade de sabotar as linhas de caminho de ferro franceses, em mais de 160 actos de sabotagem. O líder do grupo, Julien Coupat, escreveu um ensaio que pode ser lido em inglês e com o título “A Insurreição Que Chega” (The Coming Insurrection), de que falarei noutro postal.

Quais são as influências ideológicas do grupo terrorista Tarnac 9? Desde logo e em primeiro lugar, temos o marxismo cultural através de Foucault, Derrida, Deleuze. Mas não só: através da adesão às ideias de Georges Bataille, o grupo assimilou a dialéctica de Hegel, Karl Marx, Freud, Nietzsche e o seu amado Marquês de Sade.

Reparem bem: jovens licenciados de 22 a 30 anos, meninos do papá e cheios de dinheiro no bolso — a esquerda caviar radical que tem a sua correspondência em Portugal no Bloco de Esquerda. Não se trata de gente pobre e desempregada: trata-se de jovens da classe média / alta.

Promiscuidade pré-matrimonial favorece infidelidade matrimonial

A tabela seguinte mostra a quantidade de homens com quem a mulher teve relações sexuais antes do casamento, e taxa de infidelidade dessas mulheres.

ParceirosTaxa de infidelidade
210.4%
314.9%
417.7%
521.6%
6-1026.0%
11-2036.7%
21+46.8%

Sem surpresa alguma, mulheres com elevado apetite sexual antes do casamento são as mais susceptíveis de continuar com a promiscuidade depois do casamento. Isto também se aplica a relacionamentos não-maritais.

Moral da história:

Se uma mulher tem um longo passado sexual, ela é estatisticamente mais susceptível de querer aumentar o seu registo mesmo depois de casada. Aparentemente, uma das formas de aumentar as hipóteses do casamento ser bem sucedido é entrar no casamento sem "bagagem sexual".
Como seria de esperar, a moralidade Bíblica mais uma vez se mostra como fiável e benéfica para quem a segue.

Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.
1 Cor 7:2

O feminismo e o marxismo cultural, com a sua promoção da promiscuidade, aumentam as hipóteses do casamento acabar mal. Mas como sabemos, esse é mesmo o objectivo do marxismo cultural: destruir a instituição do casamento.

sábado, 12 de Fevereiro de 2011

O bordel ou o burkah?

As previsíveis consequências da sociedade pós-Cristã já se estão a fazer notar na Grã-Bretanha:
O que Alibhai-Brown expõe aqui não é o duplo standard sexual, mas o duplo standard étnico ou religioso onde os homens muçulmanos tem um padrão para as "suas raparigas" e outro padrão para as raparigas brancas - que são categoricamente presumidas como imorais.

Se Alibhai-Brown está disposto a analisar a cruel atitude existente entre (alguns) muçulmanos britânicos que ajudou a contribuir para o ambiente onde a violação em grupo floresceu, não seria justo examinar os problemas entre os britânicos brancos que contribuíram para tal horror?

Os "chulos" de Bradford que falaram com Alibhai-Brown àcerca das "fáceis" mulheres brancas não estavam a inventar um estereótipo do nada. Durante o ano de 2008 45% dos nascimentos na Inglaterra provinham de mulheres solteiras. Em algumas áreas a taxa de filhos ilegítimos* chega aos 68%.

Tais números certamente indicam que a atitude casual perante o sexo fora do casamento é comum no Reino Unido.

Todas aquelas noções seculares efémeras de sociedades multiculturais, igualdade sexual, sufrágio universal e sexo pré-marital estão finalmente a movimentarem-se contra a dureza da realidade histórica. Os vários hipotéticos "podes" e "deves" estão-se a transformar rapidamente em "não podes" e "não faças".

Agora que a moral Cristã foi abandonada em favor da relevância do vazio moral, não há forma racional de se criticar os "chulos" não-britânicos que alegremente se voltam para as promiscuas mulheres britânicas ao mesmo tempo que protegem as suas mulheres com o mesmo fervor que um dragão protege um tesouro.

Pondo de parte as nossas reacções morais instintivas, pensemos por um momento qual das duas culturas a) valoriza as suas filhas e b) é mais susceptível de sobrepujar a outra demograficamente. Será aquela que protege as suas mulheres do seu próprio comportamento, ou aquela que aborta-as, impede-as de ter um pai e que geralmente as abandona aos seus impulsos do momento? Há algum tipo de evidência que suporte a tese de que, do ponto de vista histórico, os aspectos positivos da libertinagem da mulher ocidental superam os aspectos negativos do mesmo estilo de vida?

Quanto ao argumento usado por aqueles que se apercebem do problema demográfico, a ideia de que o avanço científico do Ocidente vai de alguma forma permitir vencer a guerra inter-cultural, o mesmo não parece ser válido: as agências de serviços secretos não estariam a assassinar cientistas iranianos se ciência militar suficiente não estivesse a ser transladada através das culturas, e se as mesmas forças culturais que impedem que os pais de controlar as suas filhas não impedissem as Universidades ocidentais de controlar o acesso às suas tecnologias científicas.

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